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Plano de Saúde para Pacientes Renais

Doença renal crônica é preexistente, mas não impede você de ter plano de saúde

A operadora não pode recusar quem já faz diálise. O ponto de atenção é a CPT, uma carência estendida para procedimentos de alta complexidade renal. Entenda a regra e compare as operadoras da ANS.

  • Contratação sem recusa por doença renal
  • CPT clara antes de assinar
  • Hemodiálise coberta pelo Rol da ANS
  • Todas as operadoras registradas
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Paciente renal em sessão de hemodiálise coberta por plano de saúde comparado pela Kobe
CPT
24 meseso prazo que você precisa entender
Operadoras para paciente renal
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A operadora não pode recusar você por causa da doença renal crônica. O que ela pode aplicar é a CPT, uma cobertura parcial temporária de até 24 meses para hemodiálise e outros procedimentos renais de alta complexidade. Depois desse prazo, a cobertura fica integral.

Plano de saúde para paciente renal: como funciona

A doença renal é preexistente, então a regra é contratar sabendo o que muda nos primeiros meses.

Quem tem doença renal crônica pode contratar plano de saúde. A lei que rege os planos proíbe a operadora de negar a adesão por causa de uma doença que a pessoa já tem.

O que existe é uma regra chamada CPT, a cobertura parcial temporária. Ela permite que a operadora restrinja, por até 24 meses, apenas os procedimentos de alta complexidade ligados diretamente ao rim.

Na prática, você entra no plano, usa consultas, exames simples e pronto atendimento desde o começo. O que fica em espera é a parte pesada do tratamento renal, como a hemodiálise e cirurgias de alta complexidade.

Por isso comparar antes de assinar importa tanto para o paciente renal. Cada operadora tem uma rede de nefrologia diferente e conduz a declaração de saúde à sua maneira.

CPT: o ponto crítico para quem faz diálise para pacientes renais

É a carência estendida que decide quando a hemodiálise passa a ser coberta.

A CPT é o assunto mais importante desta página. Ela é a razão de o paciente renal precisar escolher com cuidado, e não só olhar o preço.

Quando você declara a doença renal, a operadora pode aplicar a CPT sobre os procedimentos de alta complexidade e as cirurgias ligadas ao rim. Esse prazo é de até 24 meses, contados da assinatura.

Isso significa que, se você já faz diálise, a hemodiálise pode ficar em cobertura restrita nesse período. Consultas com o nefrologista e exames de rotina, porém, seguem a carência comum, bem mais curta.

O que a CPT afeta e o que não afeta no paciente renal
ItemDurante a CPT (até 24 meses)Depois da CPT
Consulta com nefrologistaLiberada na carência comumLiberada
Exames simples de rotinaLiberados na carência comumLiberados
HemodiáliseCobertura restrita como alta complexidadeCobertura integral
Cirurgia renal de alta complexidadeEm espera pela CPTCoberta
Urgência e emergênciaAtendida após 24 horasCoberta

A CPT vale só para procedimentos ligados à doença já declarada. Uma gripe ou uma fratura, por exemplo, não entram nessa restrição.

Hemodiálise é coberta pelo Rol da ANS para pacientes renais

Terminada a CPT, o plano cobre a diálise como qualquer outro procedimento obrigatório.

A boa notícia para quem depende de diálise é direta. A hemodiálise faz parte do Rol de Procedimentos da ANS, a lista de cobertura mínima obrigatória de todos os planos regulamentados.

Ou seja, nenhum plano regular pode dizer que diálise não é coberta. O que muda é o tempo, por causa da CPT, e não a existência da cobertura.

Depois de cumprida a CPT, a diálise passa a ser coberta de forma integral, dentro da rede credenciada da operadora. Quem escolhe bem a rede garante um centro de nefrologia perto de casa, o que pesa muito na rotina de quem dialisa várias vezes por semana.

Por que a rede credenciada vale tanto para o paciente renal

A diálise costuma acontecer três vezes por semana, então a distância até o centro de tratamento vira parte da qualidade de vida.

Antes de fechar, confira se a clínica de nefrologia que você já usa, ou uma próxima, está na rede do plano. A página do plano de saúde com hemodiálise detalha essa checagem.

Transplante de rim e o plano de saúde

O transplante também está no Rol, com regras próprias de cobertura.

O transplante de rim com doador vivo está previsto no Rol da ANS, incluindo os exames de compatibilidade e o acompanhamento após a cirurgia.

Como é um procedimento de alta complexidade ligado à doença renal, ele também pode ficar sob a CPT nos primeiros 24 meses do contrato. Passado o prazo, entra na cobertura obrigatória.

Quem já está na fila de transplante ou avalia essa possibilidade deve olhar tanto a CPT quanto a rede de hospitais habilitados. A página do plano de saúde com transplante reúne o que verificar antes de contratar.

Declaração de saúde: sempre declare a doença renal para pacientes renais

Omitir o diagnóstico é o erro que mais custa caro ao paciente.

Na hora de contratar, você preenche uma declaração de saúde. É onde informa doenças que já tem, incluindo a doença renal crônica.

Declarar é obrigatório e é o que protege você. Se a operadora aplicar a CPT, tudo bem, é a regra. O problema aparece quando alguém esconde a doença para fugir da CPT.

Se a operadora descobre depois uma doença omitida, ela pode alegar fraude e cancelar o contrato, deixando o paciente sem cobertura justamente no tratamento mais caro. Declarar a doença renal desde o início é o caminho seguro.

01Declare com honestidadeInforme a doença renal e o estágio do tratamento.
02Aceite a CPT por escritoPeça o documento que descreve o que fica em espera.
03Guarde tudoMantenha cópia da declaração e do aditivo de CPT.

Já tem plano para pacientes renais? A portabilidade pode zerar a nova CPT

Quem cumpriu carências pode trocar de plano sem começar do zero.

Se você já tem um plano e cumpriu as carências, a portabilidade é a sua maior aliada. Ela permite trocar de operadora levando os prazos que você já cumpriu.

Para o paciente renal isso é enorme. Fazer portabilidade dentro das regras da ANS evita cumprir uma nova CPT de 24 meses só porque quis mudar de plano.

A portabilidade exige alguns requisitos, como o plano de origem estar ativo, as mensalidades em dia e o tempo mínimo de permanência cumprido. Vale conferir a compatibilidade de faixa de preço antes de pedir.

Contratar do zero e fazer portabilidade, lado a lado
SituaçãoContratação novaPortabilidade
Nova CPT de 24 mesesPode ser aplicadaNão, se dentro das regras
Carências já cumpridasRecomeçamAproveitadas
Exige plano de origem ativoNãoSim
Mensalidades em diaNão se aplicaObrigatório

Erros comuns de quem contrata sendo renal para pacientes renais

O que costuma prejudicar o paciente na hora de fechar.

Esconder a doença renal. Parece atalho para evitar a CPT, mas vira motivo de cancelamento por fraude. Nunca compensa.

Olhar só o preço. Um plano barato com rede fraca de nefrologia deixa o paciente longe do centro de diálise. Rede vale tanto quanto valor.

Ignorar a CPT no contrato. Assine sabendo por escrito o que fica restrito e por quanto tempo. Peça esse documento antes.

Perder o prazo da portabilidade. Quem já tem plano e deixa a carteirinha vencer perde o direito de levar as carências. Planeje a troca com antecedência.

Por que comparar o seu plano para pacientes renais renal com a Kobe

A Kobe não é operadora e não vende plano próprio. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos cobertura renal, CPT e rede de nefrologia para o seu caso, e conectamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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CPTRegra explicadaVocê entende o prazo antes de assinar.
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Perguntas frequentes sobre plano de saúde para pacientes renais

As dúvidas mais comuns de quem tem doença renal e quer contratar.

Plano de saúde pode recusar quem tem doença renal crônica?
Não. A legislação dos planos de saúde proíbe a operadora de negar a adesão por causa de uma doença preexistente, e a doença renal crônica é uma delas. O que a operadora pode fazer é aplicar a CPT, uma cobertura parcial temporária de até 24 meses sobre os procedimentos de alta complexidade ligados ao rim. Você entra no plano normalmente, usa consultas e exames simples desde o começo, e a restrição vale só para a parte pesada do tratamento renal durante esse período.
O que é a CPT e por que ela importa para o paciente renal?
CPT significa cobertura parcial temporária. É um prazo de até 24 meses em que a operadora pode restringir a cobertura de procedimentos de alta complexidade ligados a uma doença que você já tinha ao contratar. Para o paciente renal, isso afeta principalmente a hemodiálise e as cirurgias renais de alta complexidade. Durante a CPT, consultas com o nefrologista e exames de rotina seguem a carência comum, bem mais curta. Passados os 24 meses, toda a cobertura renal fica integral. Por isso a CPT é o ponto mais importante a entender antes de assinar.
Se eu já faço hemodiálise, o plano cobre desde o primeiro dia?
Em geral não no primeiro dia, por causa da CPT. Como a hemodiálise é um procedimento de alta complexidade ligado à doença renal declarada, a operadora pode restringir a cobertura por até 24 meses. Depois desse prazo, a diálise passa a ser coberta de forma integral, já que faz parte do Rol de Procedimentos obrigatório da ANS. Enquanto a CPT corre, muitos pacientes mantêm o tratamento pelo SUS ou pelo plano anterior. Se você já tem plano com carências cumpridas, a portabilidade pode evitar uma nova CPT.
A hemodiálise é coberta por todos os planos de saúde?
Sim, nos planos regulamentados. A hemodiálise faz parte do Rol de Procedimentos da ANS, que define a cobertura mínima obrigatória de todos os planos regulares. Nenhuma operadora regular pode dizer que diálise não é coberta. O que varia entre os planos é o tempo até a cobertura começar, por causa da CPT, e a rede credenciada de nefrologia. Como quem dialisa costuma ir ao centro três vezes por semana, escolher um plano com clínica perto de casa faz muita diferença na rotina. Vale checar a rede antes de fechar.
Preciso declarar a doença renal ao contratar?
Sim, sempre. A declaração de saúde é obrigatória e é onde você informa doenças que já tem, incluindo a doença renal crônica. Declarar protege você. Se a operadora aplicar a CPT, é a regra e está tudo certo. O risco grave aparece quando alguém omite a doença para fugir da carência estendida. Se a operadora descobre depois a omissão, pode alegar fraude e cancelar o contrato, deixando o paciente sem cobertura justamente no tratamento mais caro. Declarar a doença renal desde o início é o caminho seguro e transparente.
O transplante de rim é coberto pelo plano de saúde?
Sim. O transplante de rim com doador vivo está previsto no Rol de Procedimentos da ANS, incluindo os exames de compatibilidade e o acompanhamento após a cirurgia. Como é um procedimento de alta complexidade ligado à doença renal, ele também pode ficar sob a CPT nos primeiros 24 meses do contrato. Depois desse prazo, entra na cobertura obrigatória. Quem já está na fila de transplante deve olhar tanto o prazo da CPT quanto a rede de hospitais habilitados para transplante na sua região antes de escolher o plano.
A CPT vale para tudo ou só para a doença renal?
Só para o que está ligado à doença que você declarou. A CPT restringe, por até 24 meses, apenas os procedimentos de alta complexidade e as cirurgias relacionados diretamente à doença renal crônica. Se, nesse período, você tiver uma gripe, uma fratura ou qualquer problema sem relação com o rim, a cobertura segue a carência comum, que é curta. A CPT não é uma restrição geral, e sim específica da doença preexistente. Isso costuma tranquilizar quem imagina que ficará sem plano por dois anos, o que não acontece.
Já tenho plano de saúde. Vale a pena fazer portabilidade?
Muitas vezes sim. A portabilidade permite trocar de operadora levando as carências que você já cumpriu, o que evita começar uma nova CPT de 24 meses só por mudar de plano. Para o paciente renal, isso é decisivo, porque protege a continuidade do tratamento. A portabilidade exige requisitos, como o plano de origem estar ativo, as mensalidades em dia e o tempo mínimo de permanência cumprido, além de compatibilidade de faixa de preço. Vale comparar as opções e conferir se você atende às regras antes de pedir a troca.
Quanto tempo dura a carência para paciente renal?
Há dois prazos diferentes. A carência comum, para consultas, exames simples e atendimentos gerais, é curta e vale para qualquer pessoa. Já a CPT, específica da doença renal declarada, pode chegar a 24 meses e afeta só os procedimentos de alta complexidade renal, como a hemodiálise. Ou seja, você não fica dois anos sem usar o plano. Usa quase tudo desde o início e espera apenas pela parte pesada do tratamento renal. Se fizer portabilidade dentro das regras, pode nem cumprir essa CPT no plano novo.
Plano individual ou empresarial é melhor para quem tem doença renal?
Depende do seu caso, mas a lógica da doença preexistente vale para os dois. Tanto o plano individual quanto o coletivo empresarial podem aplicar a CPT sobre os procedimentos renais de alta complexidade. A diferença está no preço e no reajuste. O empresarial, contratado por um CNPJ, costuma sair mais barato por vida, mas tem reajuste negociado. O individual tem reajuste com teto da ANS. Para o paciente renal, o mais importante é comparar a rede de nefrologia e entender a CPT de cada opção, não só o formato do contrato.
Como a Kobe ajuda um paciente renal a escolher o plano?
A Kobe é comparadora e intermediadora, não é operadora, então não vende plano próprio. Reunimos as operadoras registradas na ANS e comparamos, para o seu caso, a cobertura renal, o prazo da CPT e a rede de nefrologia da sua região. Depois conectamos você a um corretor habilitado, sem custo pela comparação. O foco é você entender a regra da CPT e a rede antes de assinar, para não ter surpresa no tratamento. Comparar é grátis e sem compromisso, e você só contrata se a opção fizer sentido.

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