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Plano de Saúde para Cardíacos

Quem já tem uma doença cardíaca pode contratar plano de saúde, e a operadora não pode recusar

Infarto no histórico, arritmia, insuficiência cardíaca ou uma cirurgia já feita não impedem a contratação. Entenda a CPT, a urgência com carência de 24 horas e compare as operadoras. Cote grátis em 1 minuto.

  • Operadora não pode recusar cardíaco
  • Urgência cardíaca em 24 horas
  • CPT clara, sem letra miúda
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Sim, quem já tem doença cardíaca pode contratar plano de saúde, e a operadora não pode recusar por causa da cardiopatia. O que ela pode fazer é aplicar uma CPT, suspendendo apenas os procedimentos cardíacos de alta complexidade por até 24 meses.

Plano de saúde para cardíacos: como funciona

A doença cardíaca é uma preexistente, mas não é motivo de recusa. A regra é declarar e conhecer a CPT.

Plano de saúde para cardíacos é o plano regulamentado contratado por quem já convive com uma doença cardíaca diagnosticada, como infarto no histórico, arritmia ou insuficiência cardíaca.

A regra da ANS é clara. A operadora é obrigada a aceitar o cliente, mesmo com o coração já comprometido. Recusar a venda por causa da condição é proibido.

O que muda é o tempo até ter acesso pleno. Para uma doença cardíaca já conhecida, a operadora pode aplicar a Cobertura Parcial Temporária, a CPT, que limita alguns procedimentos ligados ao coração no início do contrato.

Por que o coração doente conta como preexistente para cardíacos

Doença que você já sabe que tem, no dia de assinar, entra na declaração de saúde.

Uma doença preexistente é qualquer condição que a pessoa sabe ter no momento de contratar o plano. Um infarto tratado anos atrás, um marca-passo instalado ou uma arritmia em acompanhamento se encaixam nessa definição.

No ato da contratação você preenche a declaração de saúde e informa a cardiopatia. Omitir para fugir da CPT é arriscado, porque a operadora pode alegar fraude depois e negar a cobertura justamente do procedimento que você mais precisa.

Declarar protege você. Com a condição registrada, o plano assume a doença dentro das regras da ANS, e a operadora não pode alegar surpresa mais tarde para recusar um cateterismo ou uma cirurgia cardíaca.

O que é a CPT e por quanto tempo dura para cardíacos

A CPT suspende só os procedimentos de alta complexidade ligados ao coração, por no máximo 24 meses.

A CPT é a única restrição que a operadora pode impor a um cardíaco. Ela não corta o plano inteiro, apenas os procedimentos de alta complexidade, as cirurgias e os leitos de alta tecnologia relacionados diretamente à doença cardíaca declarada.

O prazo máximo é de 24 meses a partir da assinatura. Passado esse período, a cobertura cardíaca fica igual à de qualquer outro cliente, sem nenhuma diferença por ter declarado o problema.

Procedimentos cardíacos e a CPT de até 24 meses
Procedimento cardíacoPode ficar na CPT?O que muda no período
Consulta com cardiologistaNãoLiberada após a carência normal de consultas
Cateterismo diagnósticoSimAlta complexidade, pode aguardar até 24 meses
Angioplastia com stentSimProcedimento de alta complexidade, sujeito à CPT
Cirurgia de revascularização (ponte)SimCirurgia cardíaca, coberta após a CPT
Implante de marca-passoSimAlta complexidade, liberado ao fim do prazo
Exames simples e medicação em internaçãoNãoSeguem a carência comum, sem CPT

Tabela ilustrativa das regras gerais da ANS. Cada operadora define a CPT no seu contrato, e a Kobe mostra as condições de cada uma antes de você decidir.

Urgência cardíaca: carência de 24 horas para cardíacos

Infarto e dor no peito não esperam a CPT terminar. O atendimento de urgência entra em 24 horas.

Aqui está o ponto que mais tranquiliza o cardíaco. A CPT vale para procedimentos programados, não para uma emergência.

Pela regra da ANS, todo plano cobre urgência e emergência após apenas 24 horas de contrato. Um infarto, uma dor no peito aguda ou uma crise de arritmia grave são atendidos nesse prazo, mesmo dentro dos 24 meses de CPT.

O atendimento de urgência garante a estabilização do quadro. Depois dela, procedimentos eletivos de alta complexidade ainda podem seguir a regra da CPT, por isso vale comparar o histórico e a rede de cada operadora com calma.

O que o plano para cardíacos garante depois da CPT

Vencidos os 24 meses, o Rol de Procedimentos cobre a sua cardiopatia por completo.

Terminada a CPT, entra em cena o Rol de Procedimentos da ANS na sua plenitude. Ele lista a cobertura mínima obrigatória que nenhum plano regulamentado pode negar.

Para o coração, isso inclui cateterismo, angioplastia, colocação de stent, cirurgia de revascularização, implante de marca-passo e a internação em UTI quando o caso exige. Tudo passa a valer sem a limitação inicial.

É por isso que declarar e cumprir a CPT compensa. Você troca uma espera limitada, restrita a alguns procedimentos programados, por uma cobertura cardíaca vitalícia e completa dentro do plano. Veja a lista detalhada na página de coberturas.

Cardíaco não é a mesma coisa que hipertenso

A pressão alta é fator de risco. A doença cardíaca instalada é um estágio mais avançado.

Muita gente confunde os dois. A hipertensão é uma condição de risco, controlada com medicação e acompanhamento, e raramente gera CPT sozinha.

A doença cardíaca já instalada, com infarto prévio, insuficiência ou uma cirurgia realizada, é mais séria. É ela que costuma acionar a CPT para procedimentos de alta complexidade.

Se o seu caso é só pressão alta sem lesão no coração, a página de plano de saúde para hipertensos trata das regras específicas desse perfil, que são mais leves.

Como contratar tendo o coração já comprometido o plano de saúde para cardíacos

Da declaração à carteirinha, sem sustos e sem omitir nada.

01Declare a condiçãoInforme infarto, arritmia, insuficiência ou cirurgia na declaração de saúde.
02Compare operadorasA Kobe reúne as que aceitam o seu caso e mostra a CPT de cada uma.
03Leia a CPTConfira quais procedimentos cardíacos ficam suspensos e por quanto tempo.
04ContrateJunto à operadora, por corretor habilitado, sem custo extra.

Existe alternativa à CPT para cardíacos?

Sim, chama-se agravo. É um acréscimo no valor da mensalidade que, em troca, dispensa a espera da CPT para os procedimentos cardíacos de alta complexidade.

Nem toda operadora oferece o agravo, e quando oferece o preço varia bastante. A Kobe indica quais trabalham com essa opção, para você comparar o custo do agravo com a espera dos 24 meses.

Erros comuns de quem é cardíaco e vai contratar

O que costuma virar dor de cabeça na hora de usar o plano.

Omitir a cardiopatia para fugir da CPT. A operadora pode apurar a fraude e negar o procedimento cardíaco. Declarar é o caminho seguro.

Confundir CPT com recusa. A operadora não pode recusar você, só pode aplicar a CPT em alguns procedimentos. São coisas diferentes.

Ignorar a rede credenciada. De nada adianta cobertura se o hospital com hemodinâmica e cirurgia cardíaca fica longe. Confira a rede antes de assinar.

Olhar só o preço de entrada. Para o cardíaco, o que pesa é a qualidade da rede de cardiologia e o histórico de reajuste, não só a primeira mensalidade.

Por que cotar o plano cardíaco com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos rede de cardiologia, CPT e preço para o seu caso e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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Perguntas frequentes sobre plano de saúde para cardíacos

As dúvidas mais comuns de quem já tem uma doença no coração e vai contratar.

O plano de saúde pode recusar quem já teve infarto?
Não pode. A regra da ANS proíbe a operadora de recusar a venda por causa de uma doença cardíaca, e um infarto prévio se enquadra nisso. O que ela pode fazer é registrar a condição como preexistente e aplicar uma Cobertura Parcial Temporária, a CPT, suspendendo por até 24 meses apenas os procedimentos cardíacos de alta complexidade ligados a esse histórico. Consultas, exames simples e o atendimento de urgência não entram nessa restrição. Por isso quem já infartou deve declarar o quadro com tranquilidade, sem receio de ficar sem plano.
O que a CPT suspende para um cardíaco?
A CPT suspende só os procedimentos de alta complexidade, as cirurgias e os leitos especiais diretamente ligados à doença cardíaca declarada. Na prática, cateterismo, angioplastia com stent, cirurgia de revascularização e implante de marca-passo podem aguardar até 24 meses. O que não fica suspenso é a maior parte do plano, como consultas com o cardiologista, exames de rotina, medicação durante uma internação e, principalmente, o atendimento de urgência e emergência. A CPT é uma limitação pontual e temporária, não um bloqueio geral da cobertura cardíaca.
Quanto tempo dura a CPT no meu caso?
O prazo máximo é de 24 meses, contados a partir da assinatura do contrato. É o teto que a ANS permite, e nenhuma operadora pode estender além disso. Algumas aplicam prazos menores conforme a política interna, e vale comparar. Passados os 24 meses, a cobertura da sua doença cardíaca fica idêntica à de qualquer outro cliente, sem nenhuma diferença por você ter declarado o problema no início. A Kobe mostra a CPT que cada operadora aplica ao seu perfil, para você escolher a de menor prazo.
Se eu tiver um infarto logo após contratar, o plano cobre?
Cobre. O infarto é uma emergência, e pela regra da ANS todo plano atende urgência e emergência após apenas 24 horas de contrato. Isso vale mesmo dentro do período de CPT. Chegando ao pronto-socorro com dor no peito ou um infarto em curso, você tem direito ao atendimento e à estabilização do quadro nesse prazo de 24 horas. A CPT só afeta procedimentos cardíacos programados, feitos com agendamento. Uma situação aguda de risco de vida não espera o fim dos 24 meses para ser socorrida.
Tenho insuficiência cardíaca, consigo contratar plano?
Consegue. A insuficiência cardíaca é uma doença preexistente como qualquer outra do coração, e a operadora não pode recusar por causa dela. Você declara a condição, e o plano pode aplicar a CPT para procedimentos de alta complexidade relacionados, por até 24 meses. Enquanto isso, o acompanhamento com o cardiologista, os exames de controle e a urgência seguem cobertos. Como a insuficiência costuma exigir internações, vale comparar com atenção a rede hospitalar e a cobertura de UTI de cada operadora antes de decidir.
Preciso declarar a arritmia mesmo sem sintomas?
Precisa. A declaração de saúde pede que você informe qualquer condição que sabe ter, e uma arritmia diagnosticada entra nessa lista, mesmo controlada e sem sintomas no dia. Declarar não impede a contratação, apenas permite que a operadora aplique a CPT se julgar necessário. Omitir é o verdadeiro risco, porque a operadora pode alegar fraude no futuro e negar justamente um procedimento cardíaco quando você mais precisar. Informar a arritmia protege você e garante que a cobertura do coração fique blindada dentro das regras da ANS.
Marca-passo entra na cobertura do plano?
Entra, e o implante de marca-passo está no Rol de Procedimentos da ANS como cobertura obrigatória. Se você ainda não tem o dispositivo e o marca-passo for indicado depois, o plano cobre o procedimento, respeitada a CPT de até 24 meses por ser de alta complexidade. Se você já usa marca-passo, o acompanhamento e a manutenção seguem cobertos conforme as carências normais. Passado o período de CPT, tanto a troca do gerador quanto qualquer intervenção ligada ao dispositivo ficam garantidas sem a limitação inicial do contrato.
Qual a diferença entre CPT e agravo para cardíaco?
São dois caminhos para tratar a mesma doença preexistente. Na CPT, você espera até 24 meses para liberar os procedimentos cardíacos de alta complexidade, sem pagar nada a mais por isso. No agravo, você paga um valor adicional na mensalidade e, em troca, dispensa essa espera desde o início. Nem toda operadora oferece o agravo, e o preço varia bastante. A escolha depende de quão provável é você precisar de uma cirurgia ou cateterismo em breve. A Kobe compara as duas opções para o seu caso, com os custos de cada uma.
Cardíaco paga mensalidade mais cara?
O preço do plano não sobe só por você ter uma doença cardíaca. A mensalidade é definida pela idade, pela cidade, pela cobertura e pela quantidade de vidas, não pela condição declarada em si. A operadora não pode cobrar mais caro como punição por ser cardíaco. A única forma legal de o valor subir por causa da condição é se você optar pelo agravo, aquele acréscimo voluntário para dispensar a CPT. Fora isso, um cardíaco e uma pessoa saudável da mesma idade e cidade tendem a pagar valores próximos pela mesma cobertura.
Já fiz cirurgia cardíaca, isso atrapalha a contratação?
Não atrapalha a contratação em si, porque a operadora não pode recusar por causa de uma cirurgia cardíaca já realizada. O que ela faz é registrar o histórico como preexistente e, se for o caso, aplicar a CPT para novos procedimentos de alta complexidade ligados ao coração, por até 24 meses. O acompanhamento pós-cirúrgico, as consultas e os exames de controle seguem cobertos conforme as carências comuns. Declare a cirurgia na declaração de saúde com todas as informações, pois isso garante que futuros cuidados cardíacos fiquem amparados pelo contrato.
Vale a pena trocar de plano sendo cardíaco?
Pode valer, mas exige cuidado com as carências. Se você já cumpriu a CPT no plano atual, uma portabilidade de carências permite migrar para outra operadora sem cumprir tudo de novo, desde que atenda aos requisitos da ANS. Trocar sem portabilidade faz você reiniciar a CPT de até 24 meses no novo plano, o que raramente compensa para um cardíaco. Antes de mudar, compare a rede de cardiologia, o preço e o histórico de reajuste. A Kobe ajuda a avaliar se a troca respeita as carências já cumpridas ou se você recomeçaria do zero.

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