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Coberturas · Pagamento

Plano de Saúde Coparticipativo Total

A menor mensalidade fixa possível, pensada para quem quase não usa o plano

No modelo coparticipativo total, quase todo procedimento tem uma taxa por uso, e em troca a mensalidade cai ao mínimo. Ideal para quem usa muito pouco. Compare as operadoras da ANS e cote grátis em 1 minuto.

  • Menor mensalidade fixa
  • Você paga por uso
  • Melhor para quem usa pouco
  • Operadoras registradas na ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Analista de operadora comparando a fatura de coparticipação de um plano de saúde coparticipativo total
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Mensalidade mínimavocê paga por uso
Operadoras com coparticipação
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Plano coparticipativo total é o modelo em que quase todo procedimento tem uma taxa por uso, o que derruba a mensalidade fixa para o menor valor possível. Ele compensa para quem usa muito pouco o plano e aceita pagar mais só quando realmente precisa.

Plano de saúde coparticipativo total: o que é

O modelo troca mensalidade alta por uma taxa a cada consulta, exame ou terapia usada.

O plano coparticipativo total é o desenho em que a coparticipação incide sobre quase todos os procedimentos, e não apenas sobre alguns.

Em troca dessa taxa por uso, a operadora cobra a menor mensalidade fixa da tabela. Você paga pouco todo mês e um valor extra só quando usa o plano.

A regra por trás disso tem nome técnico: fator moderador. A ideia é moderar o uso desnecessário, então quem quase não vai ao médico sai ganhando nesse modelo.

Como funciona a coparticipação total na prática

Mensalidade baixa, mais uma fatura de uso que chega no mês seguinte.

Na coparticipação total, cada evento gera uma cobrança. Uma consulta, um exame de sangue, uma sessão de fisioterapia, tudo entra na conta do uso.

Essa taxa aparece na fatura do mês seguinte, separada da mensalidade. Se você não usou o plano no mês, paga só o valor fixo, que é o menor da categoria.

O percentual costuma girar em torno de 30% a 50% do custo do procedimento para a operadora, dentro dos limites que a ANS estabelece. Cada operadora define a própria tabela.

Percentuais e valores citados são referência ilustrativa. As condições reais variam por operadora, plano e região, e devem ser confirmadas na cotação.

Para quem o coparticipativo total compensa

O perfil de uso decide se esse modelo é o mais barato ou o mais caro.

O coparticipativo total foi feito para quem usa muito pouco o plano. Quem passa o ano sem consultas nem exames paga quase nada, porque a mensalidade é mínima e não há uso para gerar taxa.

Para quem o plano coparticipativo total tende a compensar
Perfil de usoO total compensa?Por quê
Usa o plano só em emergênciaSim, muitoMensalidade mínima e quase nenhuma taxa por uso
Uma ou duas consultas por anoSimO valor fixo baixo cobre a economia anual
Consultas e exames de rotina mensaisNem sempreO acúmulo de taxas pode passar da mensalidade cheia
Tratamento contínuo ou terapiasNão costumaUso alto faz a coparticipação pesar todo mês
Família com crianças pequenasAvalie com cuidadoCriança adoece mais, o uso frequente encarece

Plano de saúde Coparticipativo Total: O risco de um mês de uso intenso

A mensalidade baixa vira armadilha quando você precisa muito do plano.

O ponto fraco do coparticipativo total aparece num mês ruim. Uma virose que rende três consultas, um pacote de exames e uma sessão de pronto atendimento somam taxas que se acumulam rápido.

Nesse mês, a soma da mensalidade mínima com a coparticipação pode ultrapassar o que você pagaria num plano sem coparticipação. A economia do ano some numa fatura só.

É por isso que o teto de coparticipação importa tanto nesse modelo. Sem teto, não há limite para o quanto um mês difícil pode custar.

Plano de saúde Coparticipativo Total: Por que o teto é decisivo aqui

O teto é o valor máximo de coparticipação que você pode pagar num mês, mesmo usando muito o plano. Ele transforma o risco aberto num custo previsível.

Nem toda operadora oferece teto no coparticipativo total, e o limite muda de contrato para contrato. Antes de fechar pela mensalidade mais baixa, confira se existe teto e qual é o valor. Veja a comparação na página do plano com coparticipação com teto.

Coparticipação total ou parcial: qual a diferença

O que muda é a quantidade de procedimentos que geram taxa.

No modelo total, quase tudo tem taxa. No parcial, só alguns procedimentos geram cobrança, como consultas e exames simples, enquanto internações e terapias ficam de fora.

Coparticipação total e parcial, lado a lado
CritérioTotalParcial
Mensalidade fixaA mais baixaUm pouco maior
Procedimentos com taxaQuase todosApenas alguns
Melhor paraQuem quase não usaQuem usa de vez em quando
Risco em mês de uso altoMaiorMenor
Previsibilidade da contaMenorMaior

Plano de saúde Coparticipativo Total: O que costuma entrar e ficar de fora da taxa

Mesmo no modelo total, alguns itens têm regra especial pela ANS.

A lista exata do que gera taxa vive no contrato de cada operadora. A Kobe mostra essa tabela lado a lado para você comparar antes de decidir.

01Consultas e examesEntram na coparticipação, cada uso gera uma taxa própria.
02Terapias e pronto atendimentoTambém geram cobrança por sessão ou por visita.
03Casos com limite legalA ANS restringe coparticipação em internação psiquiátrica e alguns procedimentos, confira no contrato.

Erros comuns ao escolher o coparticipativo total

O que faz muita gente pagar mais do que esperava.

Olhar só a mensalidade. O valor fixo baixo engana. Some a taxa média de uso ao longo do ano antes de comparar.

Ignorar o teto. Sem limite mensal, um único mês pesado apaga a economia de meses. Pergunte se há teto sempre.

Escolher pelo modelo errado de uso. Quem faz acompanhamento contínuo raramente ganha aqui. Nesse caso, veja o plano sem coparticipação.

Não comparar operadoras. O percentual e a base de cálculo mudam muito de uma para outra, e isso define o custo real.

Por que comparar o coparticipativo total com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos mensalidade, percentual de coparticipação e teto de cada modelo, e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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Perguntas frequentes sobre plano coparticipativo total

As dúvidas de quem pensa em trocar a mensalidade alta por taxa de uso.

O que é um plano de saúde coparticipativo total?
É o modelo em que quase todos os procedimentos usados geram uma taxa extra, chamada coparticipação ou fator moderador. Em troca dessa cobrança por uso, a operadora aplica a menor mensalidade fixa da tabela. Na prática, você paga pouco todo mês e um valor adicional só quando vai ao médico, faz um exame ou usa uma terapia. É diferente do modelo parcial, no qual só alguns procedimentos entram na taxa. O coparticipativo total é pensado para quem quase não usa o plano e quer o menor custo fixo possível.
Para quem o plano coparticipativo total realmente compensa?
Compensa para quem usa muito pouco o plano ao longo do ano. Se você passa meses sem consultas nem exames e recorre ao plano só em emergência, a mensalidade mínima gera uma economia real, porque quase não há uso para virar taxa. Já quem faz acompanhamento contínuo, terapias ou consultas frequentes tende a pagar mais nesse modelo, já que cada procedimento soma coparticipação. Antes de decidir, some as taxas de um ano típico de uso e compare com a mensalidade cheia de um plano sem coparticipação.
Qual a diferença entre coparticipação total e parcial?
A diferença está em quantos procedimentos geram taxa. No modelo total, quase tudo tem cobrança por uso: consultas, exames, terapias e pronto atendimento. No parcial, apenas alguns itens entram na coparticipação, enquanto internações e certos tratamentos ficam de fora. Por isso o total tem a mensalidade fixa mais baixa, mas concentra mais risco num mês de uso intenso. O parcial cobra um pouco mais por mês e dá mais previsibilidade. A escolha depende de quanto e como você usa o plano.
Existe teto de coparticipação nesse modelo?
Pode existir, mas não é garantido. O teto é o valor máximo de coparticipação que você paga num mês, mesmo usando muito o plano, e ele é o que protege você de uma fatura descontrolada. Nem toda operadora oferece teto no coparticipativo total, e o limite muda de contrato para contrato. Como esse é justamente o modelo de maior risco em mês de uso alto, confirmar se há teto e qual o valor é essencial antes de fechar. A Kobe destaca essa informação na comparação de cada operadora.
Quanto custa a taxa de coparticipação por procedimento?
O valor varia por operadora e por tipo de procedimento. É comum a coparticipação ficar entre 30% e 50% do custo daquele atendimento para a operadora, sempre dentro dos limites que a ANS estabelece. Uma consulta simples costuma ter taxa menor, e exames ou terapias podem ter valores mais altos. Alguns contratos usam valor fixo por evento em vez de percentual. Esses números são referência ilustrativa e devem ser confirmados na cotação, porque cada tabela é diferente e influencia bastante o custo real do plano.
A mensalidade baixa vale o risco de gastar mais num mês?
Depende do seu perfil e do teto do contrato. A mensalidade mínima é vantajosa enquanto o uso é baixo, mas um mês difícil, com várias consultas e exames, pode somar taxas que ultrapassam o que você pagaria num plano sem coparticipação. Se o contrato tem teto, esse risco fica limitado e previsível. Sem teto, uma única fatura pesada pode apagar a economia de meses. Por isso o coparticipativo total sem teto só faz sentido para quem tem uso realmente raro e reserva para um imprevisto.
O coparticipativo total é mais barato que o sem coparticipação?
Na mensalidade fixa, sim, quase sempre. O plano sem coparticipação cobra um valor mensal mais alto e não gera taxas por uso, enquanto o coparticipativo total inverte a lógica, com mensalidade mínima e cobrança a cada procedimento. Quem usa pouco paga menos no total; quem usa muito paga mais. A conta só fecha a favor do coparticipativo total quando o uso é baixo o suficiente para que as taxas somadas fiquem abaixo da diferença de mensalidade. Comparar os dois modelos com o seu uso real é o que revela o mais barato.
Como fica a coparticipação em caso de internação?
A internação tem regra própria. A ANS restringe a cobrança de coparticipação em internações, e há limite específico para internação psiquiátrica, que não pode gerar taxa crescente que desestimule o tratamento. Muitos contratos de coparticipativo total isentam a internação hospitalar da taxa ou aplicam um valor limitado. Ainda assim, exames e procedimentos ligados ao período podem entrar na conta conforme o contrato. Como as regras variam, vale ler exatamente o que o plano cobra em internação antes de fechar, e a Kobe ajuda a localizar essa cláusula.
Vale a pena o coparticipativo total para uma família?
Exige cautela. Famílias com crianças pequenas costumam usar mais o plano, porque criança adoece com frequência e faz mais consultas e exames. Nesse cenário, o acúmulo de taxas pode tornar o coparticipativo total mais caro do que um plano sem coparticipação. Já um casal jovem e saudável, que raramente vai ao médico, pode se beneficiar bastante da mensalidade mínima. A recomendação é somar o uso esperado de todas as vidas do contrato e comparar com os outros modelos antes de escolher pelo valor fixo mais baixo.
Consigo migrar de um plano sem coparticipação para o total?
Consegue, respeitando as regras de contratação e portabilidade. É possível trocar de plano dentro da mesma operadora ou usar a portabilidade de carências para ir a outra, desde que cumpra os requisitos que a ANS define. A migração para um coparticipativo total costuma ser buscada por quem percebeu que usa pouco o plano e quer reduzir a mensalidade. Antes de trocar, confira se a nova taxa por uso e o eventual teto realmente compensam. A Kobe compara o plano atual com as opções coparticipativas para mostrar se a mudança vale a pena.
Como saber se o coparticipativo total é a melhor escolha para mim?
O caminho é simples: estime quantas consultas, exames e terapias você faz num ano e multiplique pela taxa média de cada uma. Some isso à mensalidade mínima e compare com o custo anual de um plano sem coparticipação e de um parcial. Se o seu uso é baixo, o total quase sempre vence; se é alto, perde. Considere ainda a existência de teto para o pior mês. A Kobe monta essa comparação com números de cada operadora, então você decide olhando o custo real do seu perfil, não só a mensalidade de vitrine.

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