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Coberturas · Carência

Plano de Saúde com Compra de Carência

Vem de outro plano? A compra de carência pode reconhecer o tempo que você já cumpriu

Comprar carência é o termo do mercado para quando a operadora abona a espera de quem já tinha plano ativo. Descubra os requisitos, o que comprovar e compare as operadoras que oferecem essa condição. Cote grátis em 1 minuto.

  • Reconhece o tempo já cumprido
  • Para quem vem de outro plano
  • Depende de plano anterior ativo
  • Operadoras registradas na ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Analista da operadora conferindo o comprovante do plano anterior para a compra de carência pela Kobe
Carência
Compradaquando você vem de outro plano
Operadoras que analisam compra de carência
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Comprar carência é o termo comercial para quando a operadora abona a espera de quem já tinha plano de saúde ativo, reconhecendo o tempo que a pessoa já cumpriu no contrato anterior. Não é um pagamento à parte, é uma condição de venda para migração, sempre sujeita à análise da operadora.

Plano de saúde com compra de carência: o que é

O abono da carência oferecido a quem chega de outro plano, contando o tempo já cumprido.

Comprar carência é como o mercado chama o abono da carência para quem vem de outro plano de saúde. Na prática, a operadora reconhece o período que você já cumpriu no contrato anterior.

O nome confunde, porque não existe um boleto de carência para pagar. A expressão nasceu na venda, quando o corretor diz que a operadora vai comprar, ou seja, abonar, a espera de quem migra.

A lógica é de aproveitamento. Se você já esperou meses de carência em outro plano, algumas operadoras aceitam descontar esse tempo do novo contrato, para não fazer você começar tudo do zero.

Como funciona a compra de carência na migração

O tempo cumprido no plano antigo vira crédito no plano novo, quando a operadora aceita.

A compra de carência acontece na troca de plano, não em uma primeira contratação. Quem nunca teve plano cumpre os prazos cheios, porque não há tempo anterior para reconhecer.

A operadora analisa por quanto tempo você ficou no plano anterior e em qual segmentação. A partir disso, decide quais carências abona e quais mantém no novo contrato.

Cada operadora define a própria regra de abono. Uma pode zerar consultas e exames simples de imediato, e ainda pedir prazo para internação, parto ou procedimentos de alto custo.

A compra de carência é uma condição comercial da operadora, avaliada caso a caso. Não é garantia, nem se confunde com a portabilidade regulada pela ANS.

O que a operadora costuma exigir para comprar a carência

A prova de que você tem plano ativo, contínuo e em dia é o centro da análise.

A base de tudo é comprovar o plano anterior. Sem essa prova, a operadora trata o contrato como uma contratação nova e aplica os prazos cheios.

A tabela reúne o que costuma ser pedido. A lista final varia de operadora para operadora, e a Kobe indica os documentos certos para o seu caso.

O que a operadora costuma exigir para abonar a carência na migração
RequisitoO que significaPor que pesa
Plano anterior ativoContrato vigente no momento da propostaMostra que há tempo real a reconhecer
Sem interrupção longaCurto intervalo entre sair de um plano e entrar no outroInterrupção pode zerar o tempo cumprido
Comprovante de vínculoCarteirinha, contrato ou declaração da operadora antigaConfirma a segmentação e a data de início
Pagamentos em diaMensalidades quitadas no plano anteriorInadimplência costuma barrar o abono
Segmentação compatívelTipo de plano parecido com o novo contratoAbono maior quando as coberturas se equivalem

Compra, aproveitamento e portabilidade: as diferenças

Três nomes próximos, com regras e garantias diferentes.

Muita gente usa os três termos como se fossem a mesma coisa. Eles se parecem, mas não são iguais, e a diferença muda os seus direitos.

A portabilidade de carências é um direito regulado pela ANS, com regras claras de prazo e compatibilidade. Já a compra e o aproveitamento de carência são condições comerciais que a operadora concede por liberalidade.

Compra de carência, aproveitamento e portabilidade lado a lado
PontoCompra de carênciaPortabilidade ANS
NaturezaCondição comercial da operadoraDireito regulado pela ANS
GarantiaDepende de análise e liberalidadeGarantida quando as regras são cumpridas
Origem do termoLinguagem de venda para abonoNorma da ANS
Prazo mínimo no plano antigoDefinido pela operadoraFixado por regra da ANS
Onde se aplicaMigração entre operadoras ou planosTroca dentro das regras de portabilidade

Como pedir a compra de carência

Do comprovante do plano atual à carteirinha nova, em quatro passos.

01Reúna a prova do planoCarteirinha ativa, contrato e comprovantes de pagamento.
02Compare operadorasA Kobe reúne as que analisam o abono para o seu perfil.
03Envie a documentaçãoA operadora avalia o tempo já cumprido e a segmentação.
04ContrateJunto à operadora, por corretor habilitado, sem custo extra.

O que pode reduzir ou negar o abono com compra de carência

Sair do plano antigo muito antes de contratar o novo é o principal risco. Um intervalo grande sugere que não há tempo contínuo a reconhecer.

Doença ou lesão preexistente declarada segue as regras da CPT, a Cobertura Parcial Temporária, mesmo quando parte da carência é abonada.

Quando vale a pena buscar a compra de carência

Faz diferença para quem já tem plano e não quer recomeçar a espera.

A compra de carência é interessante para quem já cumpriu prazos e vai trocar de plano, seja por preço, rede ou cobertura. Recomeçar do zero significaria esperar de novo por parto, internação ou cirurgias.

Também ajuda quem migra de um plano empresarial encerrado para um novo contrato, desde que consiga comprovar o vínculo anterior sem interrupção longa.

Para quem nunca teve plano, o caminho é outro. Aí a conversa é sobre escolher a melhor cobertura e o preço, já que não há tempo anterior a reconhecer.

Por que comparar a compra de carência com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos preço, rede e as regras de abono de carência, e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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Perguntas frequentes sobre compra de carência

As dúvidas mais comuns de quem vem de outro plano e quer aproveitar o tempo cumprido.

O que significa comprar carência de plano de saúde?
Comprar carência é o jeito que o mercado chama o abono da espera para quem já tinha plano ativo. Apesar do nome, não existe um valor de carência a pagar. A expressão vem da venda, quando se diz que a operadora vai comprar, ou seja, abonar, o tempo que você já cumpriu em outro contrato. É uma condição comercial, concedida por liberalidade da operadora e sempre sujeita à análise dos seus comprovantes. Por isso o resultado varia conforme a operadora e o seu histórico.
Quem nunca teve plano consegue comprar carência?
Não. A compra de carência só existe porque há um tempo anterior a reconhecer. Quem contrata plano pela primeira vez não tem histórico para abonar, então cumpre os prazos cheios definidos em contrato. O abono é sempre pensado para a migração, ou seja, para quem sai de um plano ativo e entra em outro. Se você nunca teve plano, o foco passa a ser escolher a cobertura e o preço certos, e a Kobe ajuda a comparar as operadoras nesse cenário também.
Qual a diferença entre compra de carência e portabilidade?
A portabilidade de carências é um direito regulado pela ANS, com regras claras de prazo mínimo no plano antigo e compatibilidade de faixa de preço. Quando você cumpre essas regras, a troca sem novas carências é garantida. Já a compra de carência é uma condição comercial da operadora, concedida por liberalidade e avaliada caso a caso. Ela pode ser mais flexível em algumas situações, mas não tem a mesma garantia da portabilidade. Vale comparar os dois caminhos antes de decidir a migração.
Preciso comprovar o plano anterior para comprar carência?
Sim, essa é a exigência central. A operadora precisa confirmar que você tinha um plano ativo, por quanto tempo e em qual segmentação. Os documentos mais pedidos são a carteirinha vigente, o contrato e comprovantes de pagamento das últimas mensalidades. Sem essa prova, a operadora trata o novo contrato como uma contratação do zero e aplica os prazos cheios. Por isso vale reunir a documentação do plano atual antes de iniciar a cotação, para agilizar a análise do abono.
Um intervalo entre um plano e outro atrapalha o abono?
Pode atrapalhar bastante. A maioria das operadoras exige que a migração seja contínua ou tenha um intervalo curto entre sair de um plano e entrar no outro. Um período longo sem cobertura sugere que não há tempo real a reconhecer, e o abono costuma ser negado. Cada operadora define o intervalo aceito, que costuma ser de poucos dias. Se você já saiu do plano antigo há algum tempo, avise na cotação, porque isso muda as operadoras que ainda analisam o seu caso.
A compra de carência abona todos os procedimentos?
Nem sempre. É comum a operadora abonar consultas e exames simples de imediato e manter prazo para itens de maior custo, como internação, parto e algumas cirurgias. O quanto se reduz depende da regra de cada operadora e da segmentação do seu plano anterior. Por isso a comparação importa, já que operadoras diferentes abonam faixas diferentes para o mesmo perfil. A Kobe mostra lado a lado o que cada uma costuma reconhecer, para você escolher a condição mais vantajosa.
Doença preexistente entra na compra de carência?
A doença ou lesão preexistente segue uma regra própria, a Cobertura Parcial Temporária, chamada de CPT. Mesmo quando a operadora abona parte da carência, os procedimentos de alta complexidade ligados a uma condição declarada podem ter prazo de até vinte e quatro meses. Isso vale independentemente da compra de carência. Declarar corretamente o seu histórico de saúde é importante, porque a omissão pode gerar problemas depois. Na cotação, informe qualquer condição para que a operadora avalie a CPT junto com o abono.
Plano empresarial encerrado dá direito à compra de carência?
Costuma dar, desde que você comprove o vínculo com o plano anterior e não deixe passar muito tempo até a nova contratação. Quem sai de um plano coletivo empresarial, por demissão ou fechamento da empresa, pode buscar tanto a compra de carência quanto a portabilidade, conforme o caso. O que a operadora avalia é o tempo cumprido e a segmentação do contrato que acabou. Guarde a carteirinha, o contrato e a carta de exclusão, porque esses documentos ajudam a comprovar o histórico na análise.
Comprar carência tem custo extra?
Não há um valor específico chamado carência para pagar. O que você paga é a mensalidade normal do novo plano, conforme a cobertura, as vidas e a faixa etária. O abono é uma condição de venda, não uma taxa. Em alguns casos, o plano com regra de abono pode ter preço um pouco diferente de outro sem essa condição, mas isso aparece na própria mensalidade. Comparar as operadoras é o que garante enxergar o custo real de cada opção, com e sem o abono da carência.
A compra de carência é garantida por lei?
Não. Diferente da portabilidade, que é regulada pela ANS, a compra de carência é uma liberalidade comercial da operadora. Ela pode conceder, reduzir ou negar o abono conforme a própria política e a análise do seu histórico. Isso significa que a mesma pessoa pode receber respostas diferentes de operadoras diferentes. Justamente por não ser garantida, comparar várias operadoras faz diferença, porque aumenta a chance de encontrar uma que reconheça o seu tempo cumprido nas condições que você precisa.
Como a Kobe ajuda a conseguir a compra de carência?
A Kobe reúne as operadoras registradas na ANS e mostra, lado a lado, quais analisam o abono de carência para o seu perfil e o que cada uma exige. Você preenche uma cotação rápida, informa que já tem plano ativo e envia os comprovantes, e nós ligamos você a um corretor habilitado que conduz a análise junto à operadora escolhida. A comparação é grátis e sem compromisso, e você só troca de plano se a condição valer a pena. Assim você evita recomeçar a carência sem necessidade.

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