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Para você · Bebês de 0 a 2 anos

Plano de saúde para bebês

O bebê é quem mais vai ao médico nos dois primeiros anos, e o plano precisa acompanhar esse ritmo

Consulta de rotina quase todo mês, febre de madrugada, primeira internação. Compare os planos que cobrem o bebê com pediatria, pronto-socorro infantil 24h e UTI neonatal, e cote grátis.

  • Bebê como dependente
  • Pediatria e PS infantil 24h
  • UTI neonatal na rede
  • Operadoras da ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Mãe com o bebê no colo em consulta de rotina de pediatria coberta por plano comparado na Kobe
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A faseque mais usa o plano
Operadoras com pediatria
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Plano de saúde para bebê é o plano que cobre a criança de 0 a 2 anos com foco na rede pediátrica. O bebê entra como dependente, do titular ou da família, e o que muda tudo é a rede ter pediatria, pronto-socorro infantil 24h e UTI neonatal.

Plano de saúde para bebês: o que muda nos 2 primeiros anos

Não é um plano diferente. É o mesmo contrato, escolhido com olhos na rede que o bebê realmente usa.

O bebê não usa o plano como um adulto usa. Nos dois primeiros anos, ele vai ao médico quase todo mês, faz exames de rotina e pode precisar do pronto-socorro de madrugada.

Por isso, ao contratar um plano para o bebê, o preço deixa de ser o único critério. O que pesa é a rede ter pediatria perto de casa, pronto-socorro infantil aberto 24h e um bom hospital com UTI neonatal.

O bebê entra no contrato como dependente. Pode ser incluído no plano de um dos pais ou no plano familiar da casa. A cobertura obrigatória segue o Rol de Procedimentos da ANS, igual para qualquer idade.

Se o seu bebê acabou de nascer, a página do plano para recém-nascidos detalha a inclusão nos primeiros 30 dias. Aqui o foco é a fase inteira, de 0 a 2 anos.

A rede que o plano do bebê precisa ter

Três pontos decidem se o plano vai servir na prática: pediatra, urgência infantil e internação.

Antes de olhar mensalidade, olhe a rede credenciada com nome e sobrenome. Um plano barato sem pediatra por perto custa caro no primeiro resfriado.

Confira três itens em cada operadora que você comparar. Eles são o que separa um plano bom para bebê de um plano só bonito no papel.

O que verificar na rede antes de contratar o plano do bebê
Necessidade do bebêO que verificar na cobertura
Consultas de rotinaPediatra credenciado perto de casa e agenda com vagas para puericultura mensal
Urgência e febre à noitePronto-socorro infantil aberto 24h, não só PS de adulto, na sua cidade
Internação e cirurgiaHospital com pediatria e leito infantil na rede, com quarto para acompanhante
Nascimento e prematuridadeUTI neonatal disponível no hospital de referência da região
Exames do bebêLaboratório e imagem que atendem crianças pequenas sem burocracia

Vacinas do bebê: o que o plano cobre e o que não cobre

O calendário obrigatório é do SUS. O plano cobre o cuidado em volta dele.

Muita gente contrata plano achando que ele aplica todas as vacinas do bebê. Aqui vale separar as coisas com clareza.

As vacinas do calendário nacional obrigatório são oferecidas de graça pelo SUS, em qualquer posto de saúde. O plano de saúde não é obrigado, pelo Rol da ANS, a cobrir a aplicação dessas vacinas de rotina.

O que o plano cobre é o acompanhamento pediátrico que orienta o calendário, além de vacinas indicadas dentro de uma internação, quando fazem parte do tratamento.

Algumas operadoras oferecem, por conta própria, aplicação de vacinas ou desconto em clínicas parceiras. Isso é um diferencial de cada plano, não uma obrigação. Se esse ponto importa para você, compare as operadoras que incluem o benefício.

As carências que pesam no primeiro ano do bebê

Bebê usa o plano cedo, então o prazo de espera importa mais do que para um adulto.

Carência é o tempo entre contratar e poder usar cada tipo de atendimento. Para o bebê, esse prazo é decisivo, porque ele vai precisar do plano nas primeiras semanas.

A ANS fixa prazos máximos de carência. A operadora pode cobrar menos, nunca mais. Veja os principais para a rotina do bebê.

Existe uma regra própria para o recém-nascido. Pela ANS, o filho de beneficiária de plano com obstetrícia, inscrito em até 30 dias do nascimento, entra sem cumprir novas carências, quando as condições do contrato são atendidas.

O detalhe do plano com obstetrícia está na página de plano para recém-nascidos.

Prazos máximos de carência pela ANS que afetam o bebê
Situação do bebêPrazo máximo de carência (ANS)
Urgência e emergência24 horas após a contratação
Consultas e exames simplesAté 30 dias
Exames e terapias mais complexosAté 180 dias
Internação e cirurgiaAté 180 dias
Parto a termoAté 300 dias

Confirme sempre a carência aplicada ao seu caso com a operadora antes de fechar. Os prazos acima são os limites máximos da ANS, e cada plano pode praticar prazos menores.

Puericultura e acompanhamento do desenvolvimento para bebês

O maior uso do plano no primeiro ano são as consultas de rotina, não a doença.

A puericultura é o acompanhamento do bebê saudável. São consultas periódicas em que o pediatra pesa, mede, avalia marcos do desenvolvimento e orienta a alimentação.

No primeiro ano, esse acompanhamento costuma ser quase mensal. É aqui que o plano é mais usado, por isso a facilidade de marcar consulta pediátrica pesa tanto quanto a rede hospitalar.

O Rol da ANS garante as consultas e os exames de rotina do bebê. O que muda entre os planos é a agilidade da agenda e a possibilidade de consulta online para dúvidas rápidas.

Quando o bebê cresce e passa dessa faixa, a lógica de escolha muda um pouco. As páginas de plano infantil e plano para crianças seguem esse cuidado nas idades seguintes.

Plano só para o bebê ou dentro do familiar

Na prática, quase nunca compensa contratar um plano isolado para o bebê.

Uma dúvida comum é se vale contratar um plano separado só para o bebê. Na maioria dos casos, não vale.

O bebê depende de um adulto para ser levado ao médico e para ser incluído no contrato. Contratar o plano com pai, mãe ou a família toda costuma sair mais em conta por pessoa e simplifica a rede compartilhada.

Incluir o bebê no plano familiar ainda facilita levar todo mundo ao mesmo hospital e ter uma única mensalidade para organizar.

Contratar só para o bebê faz sentido em situações pontuais, como quando os pais já têm plano por outra fonte e querem apenas cobrir a criança. A Kobe compara os dois cenários e mostra qual pesa menos no seu orçamento.

Por que cotar o plano do bebê com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos rede pediátrica, carência e preço para a idade do seu bebê e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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Perguntas frequentes sobre plano de saúde para bebês

As dúvidas mais comuns de quem vai cobrir um bebê de 0 a 2 anos.

Com quantos dias de vida posso incluir o bebê no plano?
Você pode incluir o bebê a qualquer momento, mas a janela dos primeiros 30 dias é a mais vantajosa. Pela regra da ANS, o recém-nascido filho de beneficiária de plano com obstetrícia, inscrito em até 30 dias do nascimento, entra sem cumprir novas carências, desde que as condições do contrato sejam atendidas. Depois desse prazo, a inclusão continua possível, mas o bebê passa a cumprir os períodos de espera normais. Por isso, se o plano já existe na família, vale correr para incluir o bebê logo no início. Confirme sempre o prazo exato com a operadora.
O plano do bebê tem carência mesmo incluído no nascimento?
Depende de como e quando o bebê entra. Quando o recém-nascido é inscrito em até 30 dias, em plano com obstetrícia e dentro das condições do contrato, ele costuma entrar sem novas carências pela regra da ANS. Se o bebê é incluído fora dessa janela, ou em plano sem obstetrícia, ele cumpre os prazos padrão, como 24 horas para urgência e até 180 dias para internação. A carência nunca pode passar dos limites máximos que a ANS define. Antes de fechar, peça à operadora a carência aplicada ao seu caso por escrito.
O plano de saúde cobre as vacinas do bebê?
As vacinas do calendário nacional obrigatório são oferecidas de graça pelo SUS, em qualquer posto, e o plano não é obrigado pelo Rol da ANS a cobrir a aplicação dessas vacinas de rotina. O que o plano cobre é o acompanhamento pediátrico que orienta o calendário e vacinas indicadas dentro de uma internação, quando fazem parte do tratamento. Algumas operadoras oferecem, como diferencial próprio, aplicação de vacinas ou desconto em clínicas parceiras. Se esse benefício é importante para você, compare as operadoras que o incluem antes de decidir.
O plano do bebê precisa ter pronto-socorro infantil?
Precisa, e esse é um dos pontos mais importantes. Bebê tem febre e mal-estar com frequência, muitas vezes de madrugada, e um pronto-socorro voltado para crianças faz diferença no atendimento. Confira se a operadora tem pronto-socorro infantil aberto 24 horas na sua cidade, não apenas um PS geral de adultos. A carência de urgência e emergência pela ANS é de 24 horas, então logo após a contratação o bebê já pode ser atendido em emergência. Verifique o endereço do PS infantil mais próximo na rede antes de escolher o plano.
O plano cobre UTI neonatal?
Os planos com cobertura hospitalar e obstétrica incluem a UTI neonatal dentro da cobertura obrigatória do Rol da ANS, sem limite de tempo de permanência. O que muda entre as operadoras é o hospital de referência que oferece essa UTI. Um bebê que nasce prematuro ou com alguma intercorrência pode precisar de dias ou semanas nesse cuidado. Por isso, confirme qual hospital com UTI neonatal está na rede da região onde você mora e onde pretende ter o parto. Essa checagem simples evita surpresas em um momento delicado.
É melhor incluir o bebê no plano familiar ou contratar só para ele?
Na maioria dos casos, incluir o bebê no plano de um dos pais ou no plano familiar compensa mais. O bebê depende de um adulto para ser levado ao médico, e o contrato coletivo costuma sair mais barato por pessoa do que um plano isolado. Ter todos na mesma operadora ainda facilita usar o mesmo hospital e organizar uma única mensalidade. Contratar só para o bebê faz sentido quando os pais já têm plano por outra fonte e querem apenas cobrir a criança. A Kobe compara os dois cenários para você ver qual pesa menos.
O plano cobre as consultas de rotina e a puericultura do bebê?
Cobre. As consultas de rotina e a puericultura, que é o acompanhamento do bebê saudável, fazem parte da cobertura obrigatória do Rol da ANS. No primeiro ano, essas consultas costumam ser quase mensais, então é o uso mais frequente do plano nessa fase. O que muda entre as operadoras é a facilidade de marcar com o pediatra e a rede de clínicas disponível perto de casa. Vale confiar num plano com boa agenda pediátrica, porque puericultura atrasada perde parte do sentido. Alguns planos ainda oferecem consulta online para dúvidas rápidas entre as visitas.
Quanto custa um plano de saúde para bebê?
Não existe um preço único. O valor depende da idade do bebê, da cidade, da cobertura e da segmentação escolhida, como enfermaria ou apartamento, com ou sem coparticipação. A faixa de 0 a 18 anos costuma ser uma das mais baratas da tabela, porque o risco por idade é menor, mas o preço final muda muito de operadora para operadora. Qualquer valor que você veja por aí é só uma referência ilustrativa, nunca uma oferta. A forma certa de saber quanto custa no seu caso é comparar as operadoras com os dados reais do bebê e da família.
Bebê prematuro ou com condição de saúde consegue plano?
Consegue. Nenhum plano regulado pela ANS pode recusar um bebê por ele ter nascido prematuro ou ter alguma condição de saúde. O que pode acontecer é a operadora registrar uma cobertura parcial temporária para uma doença ou lesão já existente, com prazo definido, dentro das regras da ANS. Mesmo nesse caso, urgências e a maior parte da cobertura seguem valendo desde o início. Se o bebê já tem um diagnóstico, informe isso na cotação para receber a orientação correta. A Kobe indica as operadoras que lidam melhor com cada situação.
Preciso levar algum documento do bebê para incluir no plano?
Sim, mas são poucos papéis. Em geral, a operadora pede a certidão de nascimento do bebê e o CPF, que hoje pode ser emitido junto com o registro. Some a isso o documento do titular que vai cobrir o bebê e a comprovação do vínculo, como a própria certidão que mostra a filiação. Para a regra de inclusão sem novas carências, a operadora confere a data de nascimento e o prazo de 30 dias. Com esses documentos em mãos, a inclusão do bebê no contrato costuma ser rápida.
O bebê pode continuar no mesmo plano quando crescer?
Pode, e o normal é justamente continuar. O bebê permanece como dependente no contrato e apenas muda de faixa etária conforme envelhece, com o reajuste por idade previsto em regra. Não é preciso trocar de plano só porque ele saiu da fase de bebê. À medida que a criança cresce, a prioridade da rede muda um pouco, saindo da UTI neonatal para outras necessidades. As páginas de plano infantil e plano para crianças acompanham essa evolução. Se quiser, a Kobe revê a cotação nas idades seguintes para ver se ainda é a melhor opção.

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