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Para você · Jovens de 18 a 30

Plano de saúde para jovens

O primeiro plano próprio, na faixa etária mais barata das idades adultas

Entre 18 e 30 anos você paga a menor mensalidade adulta que existe. É a hora de sair do plano dos pais e ter o seu, com o valor que cabe no início da vida. Compare as operadoras e cote grátis.

  • Faixa adulta mais barata
  • O seu primeiro plano
  • Opção por MEI para autônomo
  • Cobre saúde mental
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Jovem adulto de 25 anos contratando o primeiro plano de saúde próprio pela Kobe
18-30
A faixamais barata do adulto
Operadoras para jovens
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Entre 18 e 30 anos, o jovem paga a mensalidade mais baixa de todas as idades adultas. É o momento certo para sair do plano dos pais e contratar o primeiro plano próprio, na faixa em que o valor é o menor da vida adulta.

Plano de saúde para jovens: o que é

O primeiro plano no seu nome, contratado na faixa etária mais barata do adulto.

Plano de saúde para jovens é o primeiro plano contratado no seu próprio nome, entre os 18 e os 30 anos, depois de sair do plano da família.

Não é um produto diferente. É o mesmo plano de qualquer adulto, mas na faixa de idade em que ele custa menos.

A ANS divide o preço em dez faixas etárias. As primeiras faixas adultas, de 19 a 30 anos, são as mais baratas. Depois disso, a cada faixa a mensalidade sobe.

Por isso contratar cedo faz diferença. Você entra pelo valor de entrada mais baixo e ainda garante a contagem de carência começando agora, e não daqui a alguns anos.

Por que o jovem paga menos para jovens

A faixa etária de 19 a 30 anos é a base de preço mais baixa do adulto.

O preço do plano segue a idade. Quanto mais novo você entra, menor a mensalidade de partida.

A faixa etária de 19 a 23 anos é a primeira faixa adulta e serve de referência para todas as outras. As faixas seguintes só sobem a partir dela.

Faixas etárias da ANS e onde o jovem se encaixa
Faixa etáriaMomentoNível de preço
0 a 18 anosDependente dos paisFaixa infantil
19 a 23 anosInício da vida adultaO mais baixo do adulto
24 a 28 anosPrimeiro emprego ou faculdadeBaixo
29 a 33 anosCarreira em formaçãoSobe um degrau
34 anos ou maisVida adulta plenaCresce a cada faixa

Sair do plano para jovens dos pais e ter o seu

Chega uma idade em que o filho deixa de ser dependente e precisa do plano próprio.

A maioria das operadoras mantém o filho como dependente até por volta dos 21 anos, ou até os 24 se ele ainda for universitário. Depois disso, sai.

Quando essa saída chega, você tem duas opções: ficar sem plano ou contratar o seu. A primeira deixa você exposto, a segunda começa a sua própria história com a operadora.

O bom é que sair do plano da família e entrar num plano novo ainda jovem sai barato. Você contrata na faixa mais baixa e monta a cobertura do seu jeito.

Se você mora com um dos pais e quer entender o plano de vários adultos junto, veja também o plano de saúde para adultos.

Que tipo de plano para jovens combina com o jovem

Quem usa pouco e quer pagar pouco tem opções pensadas para esse perfil.

O jovem sadio costuma ir pouco ao médico. Uma consulta por ano, um exame de rotina, um imprevisto.

Para esse uso baixo, dois caminhos deixam a mensalidade menor. O plano ambulatorial, que cobre consultas, exames e terapias sem internação. E a coparticipação, em que você paga uma parte só do que usa e a mensalidade cai.

Perfil do jovem, tipo de plano e faixa de custo de referência
PerfilTipo de plano indicadoFaixa de custo de referência
Estudante que quase não usaAmbulatorial regional com coparticipaçãoMais econômico
Primeiro emprego, uso ocasionalAmbulatorial e hospitalar com coparticipaçãoIntermediário
Autônomo ou freelancerPlano por MEI, com coparticipaçãoEconômico via CNPJ
Jovem que quer rede amplaHospitalar completo sem coparticipaçãoMais alto

Os níveis de custo são apenas referência ilustrativa para comparar perfis. O valor real depende da operadora, da cidade, da cobertura e da sua idade.

Jovem autônomo pode pagar menos por um CNPJ para jovens

Freelancer, criador de conteúdo, motorista de app: um MEI destrava o preço coletivo.

Muito jovem hoje trabalha por conta própria. Freela de design, entrega, aula particular, conteúdo, programação.

Quem tem renda própria pode abrir um MEI, a forma mais simples de CNPJ no Brasil. E com um CNPJ ativo você troca o plano individual pelo empresarial.

O plano empresarial costuma sair mais barato que o individual de mesma cobertura, porque é um contrato coletivo. Para o jovem autônomo, é uma economia real todo mês.

O passo a passo dessa contratação está na página do plano de saúde MEI.

Saúde mental é prioridade dessa geração para jovens

Terapia e acompanhamento psiquiátrico entram na cobertura obrigatória.

Para o jovem de hoje, cuidar da cabeça é tão importante quanto cuidar do corpo. E o plano acompanha isso.

A cobertura de saúde mental é obrigatória em todo plano regulado pela ANS. Consulta com psiquiatra e sessões de psicologia entram no Rol de Procedimentos.

Desde 2022, as sessões de psicoterapia deixaram de ter limite anual para as indicações previstas. Ou seja, o acompanhamento pode ser contínuo.

Na hora de comparar, confira a rede de psicólogos e psiquiatras de cada operadora na sua cidade. É um detalhe que faz diferença para quem valoriza esse cuidado.

Contratar cedo é planejar o futuro para jovens

Casamento, morar junto e filhos chegam com a carência já cumprida.

Plano não é só para quando você adoece. É também para quando a vida muda.

Casar, morar junto ou ter um filho são planos comuns dos 25 aos 35. E todos esses momentos exigem plano em dia.

Quem contrata jovem chega nessa fase com a carência já vencida. Quando o filho vem, a cobertura de parto já está liberada, sem esperar dois anos.

Contratar cedo é, no fundo, tirar da frente uma preocupação futura enquanto o preço ainda é baixo.

Pensa numa cirurgia com internação. Se você já tem plano há um tempo, a carência dela já venceu e o atendimento sai na hora que precisa.

O mesmo vale para a gravidez planejada. A carência de parto costuma ser a mais longa do contrato, e quem contratou jovem chega grávida com ela já cumprida, sem correria.

Por que cotar o seu primeiro plano para jovens com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos preço, cobertura e rede para a sua idade e a sua cidade, e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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Perguntas frequentes sobre plano de saúde para jovens

As dúvidas mais comuns de quem vai contratar o primeiro plano.

Até quando posso ficar no plano de saúde dos meus pais?
Depende da operadora, mas o padrão é ficar como dependente até por volta dos 21 anos. Se você ainda estiver na faculdade, a maioria estende esse limite até os 24 anos, mediante comprovação de matrícula. Passada essa idade, o filho deixa de ser dependente e precisa contratar o próprio plano ou fazer a portabilidade para um plano no seu nome. Vale confirmar a regra exata com a operadora dos seus pais, porque cada uma define a idade de saída no contrato.
Qual o plano de saúde mais barato para jovem?
Os mais econômicos costumam ser os planos ambulatoriais regionais com coparticipação. O ambulatorial cobre consultas, exames e terapias sem internação, e a coparticipação reduz a mensalidade porque você paga uma parte só do que usa. Para o jovem que vai pouco ao médico, essa combinação entrega o menor custo fixo. Se você tem renda própria, um plano por MEI também pode sair mais barato. O melhor caminho é comparar as operadoras da sua cidade, que é o que a Kobe faz de graça.
Por que jovem paga menos no plano de saúde?
Porque o preço segue a faixa etária definida pela ANS, e as faixas de 19 a 30 anos são as mais baratas do adulto. A ANS divide o preço em dez faixas de idade, e a mensalidade sobe a cada nova faixa. O jovem entra na base mais baixa da tabela e paga bem menos do que pagaria pela mesma cobertura aos 40 ou 50 anos. É por isso que contratar cedo é vantajoso: você aproveita o valor de entrada mais baixo da vida adulta.
Vale a pena plano com coparticipação para jovem?
Para a maioria dos jovens, sim. A coparticipação troca uma mensalidade menor por um valor pequeno pago a cada consulta ou exame que você usa. Como o jovem sadio usa pouco o plano, ele paga a mensalidade baixa quase todo mês e só desembolsa a parte extra nas raras vezes que vai ao médico. No fim, costuma sair mais barato que o plano sem coparticipação. Se você tem uma condição que exige acompanhamento frequente, aí o cálculo muda e vale comparar os dois modelos.
Compensa fazer plano de saúde por MEI sendo jovem?
Compensa para quem já tem renda própria e pode manter um MEI regular. Com um CNPJ ativo, você contrata o plano empresarial em vez do individual, e o coletivo costuma custar menos por pessoa na mesma cobertura. Para o jovem autônomo, freelancer ou criador de conteúdo, é uma economia mensal concreta. Abrir o MEI é gratuito e rápido pelo portal do governo. Antes de decidir, vale comparar o preço do plano por MEI com o individual da sua idade, porque nem sempre a diferença é grande.
Plano de saúde para jovem cobre saúde mental?
Cobre, e a cobertura é obrigatória. Todo plano regulado pela ANS inclui consultas com psiquiatra e sessões de psicologia no Rol de Procedimentos. Desde 2022, as sessões de psicoterapia deixaram de ter limite anual para as indicações previstas, o que permite acompanhamento contínuo. Na prática, o que muda entre operadoras é a rede de profissionais disponível na sua cidade e a facilidade de agendar. Por isso vale conferir a rede de psicólogos e psiquiatras de cada plano na hora de comparar.
Jovem que quase não vai ao médico precisa de plano?
Precisa, e é justamente quem mais se beneficia de contratar cedo. O plano não serve só para o uso do dia a dia, mas para o imprevisto: um acidente, uma cirurgia de urgência, uma internação inesperada. Esses eventos custam caro sem cobertura e não avisam a hora de chegar. Contratar jovem cumpre a carência enquanto você está saudável, então quando precisar de algo maior a cobertura já estará liberada. Um plano ambulatorial com coparticipação atende bem esse perfil de baixo uso.
Plano ambulatorial serve para o jovem?
Serve muito bem para quem usa pouco e quer pagar pouco. O plano ambulatorial cobre consultas, exames, terapias e atendimento de urgência nas primeiras horas, tudo sem internação hospitalar. Para o jovem sadio, que basicamente faz consultas de rotina e exames, essa cobertura resolve o dia a dia por um preço menor. A limitação é não cobrir internação e cirurgia com hospitalização. Quem quer essa proteção completa deve olhar o plano ambulatorial e hospitalar, que a Kobe também compara para a sua idade.
Com quantos anos posso contratar meu próprio plano?
A partir dos 18 anos você já pode contratar um plano no seu próprio nome, por ser maior de idade e responder pelo contrato. Antes disso, o jovem entra sempre como dependente de um titular adulto, normalmente os pais. Aos 18, mesmo ainda morando com a família, você pode assinar o seu plano e começar a contar carência sozinho. É comum fazer isso quando sai do plano dos pais ou quando arruma o primeiro emprego e quer independência também na saúde.
Sou estudante, qual plano de saúde escolher?
O estudante que usa pouco costuma se dar bem com um plano ambulatorial regional e coparticipação, que mantém a mensalidade baixa. Se você estuda em outra cidade, confira se a rede credenciada atende onde você mora durante o curso, não só na sua cidade natal. Muitos universitários ainda ficam como dependentes dos pais até os 24 anos, então vale checar se compensa continuar assim ou contratar o próprio. A página de plano de saúde para estudantes detalha essas opções por perfil de curso e cidade.
Contratar plano cedo garante mensalidade baixa para sempre?
Não congela o preço, mas garante que você começa pela base mais baixa e cumpre carência ainda jovem. O plano continua reajustando por faixa etária conforme você envelhece, e também tem o reajuste anual que a operadora aplica. O que contratar cedo faz é evitar entrar já numa faixa mais cara e deixar a carência resolvida antes de precisar de algo grande. É planejamento, não um preço eterno. Comparar operadoras a cada renovação continua sendo o que mantém o custo sob controle.

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