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Odontológico · Ortodontia

Plano odontológico com ortodontia

O plano que paga o tratamento de aparelho, da documentação à manutenção mensal

Ortodontia não entra no plano odontológico básico. Ela vem nos planos que incluem o tratamento com aparelho, quase sempre com coparticipação na manutenção. Entenda o que a operadora cobre, o que fica à parte e compare. Cotar é grátis.

  • Documentação e instalação cobertas
  • Manutenção mensal do aparelho
  • Carência de ortodontia definida
  • Operadoras odonto da ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Paciente com aparelho ortodôntico após contratar plano odontológico com ortodontia pela Kobe
180d
Ortodontiaa carência típica
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O plano odontológico com ortodontia cobre o tratamento de aparelho: a documentação inicial, a instalação e a manutenção mensal. Ele custa mais que o plano básico e quase sempre cobra uma coparticipação pela manutenção. O aparelho estético e os alinhadores invisíveis costumam ficar de fora ou entrar com valor extra.

Plano odontológico com ortodontia: o que é

O plano odonto que inclui o tratamento de aparelho, acima da cobertura básica do Rol.

O plano odontológico com ortodontia é o plano que soma a correção dos dentes com aparelho à cobertura odonto do dia a dia. O aparelho não faz parte do Rol básico da ANS, então só os planos que incluem a ortodontia dão direito a esse tratamento.

A ortodontia é a especialidade que alinha os dentes e corrige a mordida, em geral com o aparelho fixo metálico. É o tratamento longo do sorriso, aquele que se estende por meses ou anos, com ajustes periódicos no consultório.

Por ser um tratamento demorado, a ortodontia funciona diferente de uma consulta ou uma limpeza. O plano cobre as etapas do aparelho, mas cobra uma coparticipação na manutenção, e é essa lógica que separa a mensalidade do plano do custo do próprio aparelho.

O que o plano com ortodontia cobre

A documentação, a instalação e a manutenção do aparelho fixo metálico entram na cobertura.

Quando o plano inclui ortodontia, ele cobre as três etapas centrais do tratamento com o aparelho padrão. A base é o aparelho fixo metálico, o modelo de bráquetes de metal que a maioria dos planos considera coberto.

A primeira etapa é a documentação ortodôntica, o pacote de radiografias, fotos e modelos que orienta o planejamento. Depois vem a instalação, quando o ortodontista fixa o aparelho nos dentes. E, por fim do ciclo mensal, a manutenção, aquele ajuste periódico que mantém o tratamento andando.

É importante saber que a manutenção quase sempre tem coparticipação. Ou seja, você paga a mensalidade do plano e, além dela, um valor por cada consulta de ajuste do aparelho. A tabela abaixo mostra o que costuma entrar e o que fica à parte.

Item da ortodontia e o que o plano costuma cobrir
Item da ortodontiaCostuma cobrir?
Documentação ortodôntica inicialSim, na maioria dos planos com ortodontia
Instalação do aparelho fixo metálicoSim, o modelo padrão de bráquetes
Manutenção mensal do aparelhoSim, quase sempre com coparticipação
Reparo de peça que soltou ou quebrouEm geral sim, dentro da manutenção
Aparelho estético (porcelana ou safira)Raro, costuma ter valor extra por fora
Aparelho lingual (por trás dos dentes)Quase nunca, tratado como estético
Alinhadores invisíveisFora da cobertura na maioria dos planos
Contenção após retirar o aparelhoVaria por operadora, confira no contrato

Coberturas ilustrativas, que mudam por operadora e plano. Confira a lista exata de cada plano na cotação.

O que costuma ficar à parte com ortodontia

O aparelho estético e os alinhadores invisíveis fogem da cobertura padrão.

O plano com ortodontia cobre o aparelho fixo metálico, mas nem todo modelo entra na conta. Os aparelhos considerados estéticos são o principal item que fica de fora ou entra só com um valor extra.

O aparelho de porcelana ou safira, que se disfarça na cor do dente, é tratado como estético e raramente é coberto por inteiro. Costuma sair por coparticipação alta ou ficar totalmente por conta do paciente. O mesmo vale para o aparelho lingual, fixado por trás dos dentes.

Os alinhadores invisíveis, aquelas placas transparentes removíveis, também ficam fora da cobertura na maioria dos planos, porque são vistos como tratamento estético. Se o seu objetivo é um desses modelos, avise na cotação para a Kobe filtrar os poucos planos que oferecem alguma condição para eles.

Mensalidade do plano com ortodontia e manutenção do aparelho

São dois custos diferentes, e entender isso evita surpresa no orçamento.

A confusão mais comum de quem contrata ortodontia é achar que a mensalidade cobre tudo. Não cobre. Existem dois valores separados, e vale enxergar cada um antes de fechar.

O primeiro é a mensalidade do plano, o valor fixo que você paga todo mês para manter o plano ativo, com consulta, limpeza e as coberturas do dia a dia. O segundo é a coparticipação da manutenção, cobrada a cada ajuste do aparelho, em geral uma vez por mês, enquanto o tratamento durar.

Na prática, a conta real do tratamento é a soma dos dois: a mensalidade mais a coparticipação de cada manutenção. Um plano com mensalidade um pouco maior e coparticipação baixa pode sair mais barato no fim do que um plano de entrada com coparticipação alta. Comparar os dois números juntos é o que mostra o custo verdadeiro.

Os dois custos da ortodontia, lado a lado
CustoO que éQuando incide
Mensalidade do planoValor fixo do plano odonto ativoTodo mês, use ou não o aparelho
Coparticipação da manutençãoValor por consulta de ajuste do aparelhoA cada manutenção, durante o tratamento
Documentação inicialExames que orientam o planejamentoUma vez, no começo do tratamento
Aparelho estético, se escolherDiferença do modelo disfarçadoPor fora, quando não é coberto

Valores variam por operadora, idade e cidade. A cotação mostra a mensalidade e a coparticipação reais do seu caso.

Carência da ortodontia

O aparelho tem prazo de espera maior que a limpeza ou a consulta.

A carência da ortodontia é uma das mais longas do plano odontológico. Enquanto a urgência libera em 24 horas e a consulta em poucos dias, o aparelho costuma esperar mais, porque é um procedimento de maior complexidade.

O prazo típico para começar a ortodontia gira em torno de 180 dias, e em alguns planos pode passar disso. A ANS define os limites máximos de carência, e cada operadora pode praticar prazos menores, mas dificilmente o aparelho sai logo na contratação.

Quem já tem um plano odontológico e faz portabilidade pode aproveitar carências já cumpridas e não recomeçar a espera do zero. Se a pressa pelo aparelho é grande, informe isso na cotação, porque a Kobe consegue apontar quais operadoras têm a menor carência de ortodontia para a sua região.

Como contratar o plano com ortodontia

Da cotação ao aparelho instalado, em quatro passos.

01Diga que quer aparelhoQuem vai tratar e se a ortodontia é para você ou para um filho.
02Compare os planos com ortodontiaA Kobe reúne as operadoras odonto da ANS que cobrem aparelho.
03Confira carência e coparticipaçãoO prazo até instalar e quanto custa cada manutenção mensal.
04ContrateJunto à operadora, por corretor habilitado, sem custo extra.

Serve para o aparelho do meu filho com ortodontia?

Serve, e é um dos usos mais buscados. A ortodontia infantil e a de adolescentes entram na mesma cobertura do aparelho fixo metálico, com a mesma lógica de documentação, instalação e manutenção com coparticipação.

Basta incluir a criança ou o jovem como dependente do plano e conferir a carência de ortodontia. A Kobe monta a cotação já considerando quem vai usar o aparelho, seja você, seja um filho.

Quando o plano com ortodontia compensa

O aparelho avulso é caro, e o plano dilui esse custo ao longo do tratamento.

Fazer ortodontia por fora, sem plano, costuma pesar no bolso. A documentação, a instalação e a longa fila de manutenções mensais somam um valor alto quando pagas de forma avulsa, ainda mais em um tratamento que se arrasta por dois ou três anos.

O plano com ortodontia troca esse gasto imprevisível por uma conta organizada: uma mensalidade fixa mais a coparticipação de cada ajuste. Para quem vai mesmo colocar aparelho, ou tem um filho que vai, a matemática quase sempre fecha a favor do plano.

Vale ainda lembrar que o mesmo plano cobre o resto do cuidado com o dente, como consulta, limpeza e restauração. Você trata a ortodontia e ainda mantém a saúde bucal em dia dentro do mesmo contrato. Para entender o produto por inteiro antes da ortodontia, a página do plano odontológico mostra a base da cobertura.

Por que cotar a ortodontia com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras odontológicas registradas na ANS que cobrem ortodontia, comparamos mensalidade, coparticipação da manutenção, carência e rede de dentistas, e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça e sem compromisso.

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Perguntas frequentes sobre plano odontológico com ortodontia

As dúvidas mais comuns de quem quer tratar os dentes com aparelho.

O plano odontológico com ortodontia cobre o aparelho?
Cobre o aparelho fixo metálico, que é o modelo padrão de bráquetes de metal. Nos planos que incluem ortodontia, a operadora paga a documentação ortodôntica inicial, a instalação do aparelho e a manutenção mensal, esta quase sempre com coparticipação. O que costuma ficar de fora são os modelos estéticos, como o aparelho de porcelana ou safira e o aparelho lingual, além dos alinhadores invisíveis, tratados como estéticos na maioria dos contratos. Se o seu objetivo é o aparelho metálico comum, a cobertura padrão resolve. Se você quer um modelo disfarçado, avise na cotação para a Kobe verificar quais planos oferecem alguma condição para ele.
O que entra na cobertura de ortodontia?
Entram as etapas do tratamento com o aparelho fixo metálico. A documentação ortodôntica, formada por radiografias, fotos e modelos, orienta o planejamento no começo. A instalação fixa o aparelho nos dentes. E a manutenção mensal mantém o tratamento andando, com os ajustes periódicos no consultório. O reparo de uma peça que soltou ou quebrou costuma estar dentro da manutenção. A contenção usada depois de retirar o aparelho varia por operadora, então vale conferir no contrato. O ponto central é que o aparelho metálico e suas etapas estão cobertos, enquanto os modelos estéticos ficam à parte.
A manutenção do aparelho tem coparticipação?
Na esmagadora maioria dos planos, sim. A manutenção mensal da ortodontia é o procedimento que quase sempre tem coparticipação, ou seja, um valor pago a cada consulta de ajuste, somado à mensalidade do plano. Essa é a forma como as operadoras mantêm a mensalidade do plano com ortodontia em um patamar acessível, cobrando parte do custo só quando você usa o aparelho. O valor da coparticipação por manutenção muda de plano para plano, e faz diferença no custo total do tratamento. Por isso, ao comparar, vale olhar a mensalidade e a coparticipação juntas, não só o preço de entrada.
Qual a diferença entre a mensalidade do plano e o custo do aparelho?
São dois valores separados. A mensalidade do plano é o valor fixo que você paga todo mês para manter o plano odontológico ativo, com consulta, limpeza e as coberturas do dia a dia. O custo do aparelho vem da coparticipação da manutenção, cobrada a cada ajuste enquanto o tratamento durar, mais a documentação inicial paga uma vez. A conta real da ortodontia é a soma da mensalidade com as coparticipações. Um plano com mensalidade um pouco maior e coparticipação baixa pode sair mais barato no acumulado do que um plano de entrada com coparticipação alta. Comparar os dois números é o que revela o custo verdadeiro.
Qual a carência para começar a ortodontia?
A carência da ortodontia é uma das mais longas do plano odontológico, porque o aparelho é um procedimento de maior complexidade. O prazo típico para iniciar o tratamento gira em torno de 180 dias, e em alguns planos pode passar disso. A urgência libera em 24 horas e a consulta em poucos dias, mas o aparelho dificilmente sai logo na contratação. A ANS define os limites máximos de carência, e cada operadora pode praticar prazos menores. Quem faz portabilidade de outro plano odontológico pode aproveitar carências já cumpridas. Se a pressa é grande, a Kobe indica quais operadoras têm a menor carência de ortodontia na sua região.
O plano cobre aparelho estético ou de porcelana?
Em regra, não cobre por inteiro. O aparelho estético, feito de porcelana ou safira para se disfarçar na cor do dente, é considerado um item estético e raramente entra na cobertura padrão. Ele costuma sair por uma coparticipação alta ou ficar totalmente por conta do paciente, que paga a diferença para o modelo disfarçado. O mesmo vale para o aparelho lingual, fixado por trás dos dentes. O que os planos cobrem é o aparelho fixo metálico comum. Se você faz questão de um modelo estético, informe na cotação, porque poucas operadoras oferecem alguma condição especial e a Kobe consegue apontar quais são.
O plano cobre alinhadores invisíveis?
Na maioria dos planos, não. Os alinhadores invisíveis, aquelas placas transparentes e removíveis, são tratados como tratamento estético e ficam fora da cobertura de ortodontia da quase totalidade dos planos odontológicos. A cobertura padrão é voltada ao aparelho fixo metálico. Alguns planos ou operadoras específicas podem oferecer condições ou descontos para alinhadores, mas isso é exceção, não regra. Se o seu foco é o alinhador invisível, é importante deixar claro na cotação, para não contratar esperando algo que o plano não vai cobrir. A Kobe filtra as poucas opções de mercado que trazem alguma vantagem para esse tipo de tratamento.
Posso usar o plano para o aparelho do meu filho?
Pode, e é um dos usos mais comuns. A ortodontia de crianças e adolescentes segue a mesma cobertura do aparelho fixo metálico, com documentação, instalação e manutenção com coparticipação. Basta incluir o filho como dependente do plano e conferir a carência de ortodontia, que costuma girar em torno de 180 dias. O aparelho para o jovem funciona igual ao do adulto em termos de cobertura, mudando apenas o planejamento clínico feito pelo ortodontista. A Kobe monta a cotação já considerando quem vai usar o aparelho, seja você, seja uma criança ou um adolescente da família.
Preciso pagar a documentação ortodôntica à parte?
Na maioria dos planos com ortodontia, a documentação inicial está incluída na cobertura, então você não paga por ela por fora. Ela reúne as radiografias, as fotos e os modelos que o ortodontista usa para planejar o tratamento. Em alguns contratos, ela pode ter uma coparticipação própria ou uma regra específica, por isso vale conferir na cotação como cada operadora trata esse item. Se a documentação for o seu foco principal antes de decidir pelo aparelho, a página do plano odontológico com documentação ortodôntica detalha o que entra nesse pacote de exames e como a cobertura funciona em cada plano.
Quanto custa um plano odontológico com ortodontia?
O plano com ortodontia custa mais que o odontológico básico, porque agrega um tratamento de maior complexidade, mas ainda é um produto acessível perto do plano médico. A conta tem duas partes: a mensalidade do plano, mais alta que a do plano de entrada, e a coparticipação de cada manutenção do aparelho, cobrada durante o tratamento. Os valores variam por operadora, idade e cidade, e só a cotação mostra o número real do seu caso. Comparar a mensalidade e a coparticipação juntas é o que revela qual plano sai mais barato no acumulado. Fazer ortodontia avulsa, sem plano, costuma custar bem mais ao longo dos meses de tratamento.
Vale a pena contratar plano com ortodontia?
Para quem vai mesmo colocar aparelho, ou tem um filho que vai, quase sempre vale. A ortodontia avulsa é cara, porque soma documentação, instalação e uma longa sequência de manutenções mensais em um tratamento que dura anos. O plano troca esse gasto imprevisível por uma conta organizada, com mensalidade fixa e coparticipação por ajuste. Além do aparelho, o mesmo plano cobre o cuidado do dia a dia, como consulta, limpeza e restauração, o que amplia o benefício. Para quem não pretende fazer ortodontia, um plano odontológico comum, sem essa cobertura, sai mais barato. A Kobe ajuda a comparar os dois cenários e a achar o plano com o melhor custo para o seu objetivo.

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