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Plano de Saúde de Autogestão

Autogestão é o plano que a própria empresa ou entidade administra para o seu pessoal, sem fins lucrativos

É um modelo fechado, de custo social, restrito a quem tem vínculo com a patrocinadora. Se você não faz parte de uma, veja como comparar as operadoras abertas da ANS pela Kobe e cotar grátis em 1 minuto.

  • Modelo fechado e sem lucro
  • Só para quem tem vínculo
  • Custo social e solidário
  • Sem vínculo? Compare planos abertos
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Analista comparando o modelo de autogestão com operadoras de mercado na Kobe Plano de Saúde
Sem lucro
Autogestãogerida pela própria entidade
Autogestões conhecidas
CassiGeapPostal SaúdeFundação LibertasReal GrandezaEconomusSaúde Caixa
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Autogestão é o plano de saúde que uma empresa ou entidade administra por conta própria, sem fins lucrativos, só para o seu grupo de vínculo. Não é vendido ao público. Quem não pertence a uma patrocinadora contrata plano nas operadoras abertas do mercado.

Plano de saúde de autogestão: o que é

O modelo em que a própria empresa ou entidade gere o plano dos seus, sem repassar lucro a terceiros.

Autogestão é uma das modalidades de operadora previstas pela ANS. Nela, a própria empresa, órgão público ou entidade administra a assistência à saúde do seu grupo.

O nome descreve o funcionamento. A organização gere o plano por si mesma, em vez de comprar um produto de uma seguradora, e por isso não existe intermediário com fins lucrativos no meio.

A lógica é de mutualismo. Os recursos dos participantes e da patrocinadora formam um fundo que paga as despesas médicas do próprio grupo, sem margem de lucro embutida na mensalidade.

As características que definem a autogestão

Quatro traços separam a autogestão de um plano de mercado.

A autogestão se distingue por ser fechada, sem lucro, solidária e voltada a um público específico. Esses quatro pontos explicam por que ela costuma ser mais barata e, ao mesmo tempo, inacessível a quem está de fora.

01Público restritoSó entra quem tem vínculo com a patrocinadora, como empregado, associado ou dependente.
02Sem fins lucrativosA mensalidade cobre custo assistencial e administração, sem margem de lucro.
03Custo social e solidárioO fundo é mutualista, e o patrocinador costuma dividir o custeio com o participante.

Quem administra e quem pode entrar de autogestão

A autogestão nasce de um vínculo, nunca de uma compra avulsa.

Uma autogestão pode ser mantida por uma empresa para os seus empregados, por um órgão público para os servidores, ou por uma entidade de classe para os associados.

O acesso segue o vínculo. Entram o titular elegível e os seus dependentes, conforme o regulamento de cada plano. Quem não tem esse laço não consegue aderir, por mais que queira.

Autogestão não vende para o público geral

Por definição legal, a autogestão não pode comercializar planos no mercado aberto. Ela existe para atender o grupo da patrocinadora, e não para captar clientes.

Isso significa que não há como um consumidor comum simplesmente contratar Cassi, Geap ou qualquer outra autogestão sem pertencer ao grupo que ela atende.

Autogestão e operadora de mercado, lado a lado

O mesmo objetivo, cobrir a saúde, por dois caminhos bem diferentes.

A diferença central não é a qualidade da cobertura, e sim o modelo de negócio e o acesso. Uma é fechada e sem lucro, a outra é aberta e comercial.

Plano de autogestão e plano de operadora de mercado
CritérioAutogestãoOperadora de mercado
Quem administraA própria empresa ou entidadeUma operadora comercial registrada na ANS
Fins lucrativosNão temTem margem comercial
Quem pode contratarSó quem tem vínculoQualquer pessoa ou empresa elegível
Como se entraPor vínculo com a patrocinadoraPor contratação direta ou coletiva
Regulação da ANSSim, sujeita à ANSSim, sujeita à ANS

Valores e condições de cada plano são ilustrativos e mudam conforme operadora, região e perfil. A Kobe é comparadora e intermediadora, não é operadora.

Não tenho autogestão: o que faço

A saída de quem não pertence a uma patrocinadora é o mercado aberto.

Se você não tem vínculo com nenhuma autogestão, a autogestão simplesmente não é uma opção, e insistir nela só perde tempo.

O caminho prático é comparar as operadoras abertas registradas na ANS. Elas atendem qualquer pessoa elegível, seja no plano individual, familiar ou por empresa.

01Descarte o que não cabeSem vínculo, a autogestão fica fora da sua lista.
02Defina o perfilIndividual, familiar ou por CNPJ, com a região e o número de vidas.
03Compare o mercadoA Kobe reúne as operadoras abertas que atendem você.
04Escolha e contratePor corretor habilitado, sem custo extra na comparação.

O que mais se aproxima da autogestão

Sem vínculo direto, o coletivo por adesão é o parente mais próximo.

Quem gostou da lógica de grupo da autogestão, mas não tem acesso a uma, costuma se identificar com o plano coletivo por adesão.

Nele, você entra por meio de uma entidade de classe, sindicato ou conselho a que já pertence, e ganha condições de grupo sem precisar de uma patrocinadora própria. Veja como funciona na página do plano coletivo por adesão.

Confusões comuns sobre autogestão

O que costuma levar a pessoa a procurar no lugar errado.

Achar que dá para contratar sem vínculo. Não dá. A autogestão atende só o grupo da patrocinadora, e não vende ao público.

Confundir autogestão com plano coletivo comum. São coisas distintas. O coletivo empresarial é comercial, a autogestão é sem fins lucrativos.

Supor que autogestão é sempre melhor. Ela costuma ser econômica, mas rede, cobertura e reajuste variam. Para quem está fora, comparar o mercado é o que resolve.

Perder tempo tentando aderir. Sem o laço exigido, não há adesão possível. Melhor ir direto às operadoras abertas.

Por que comparar planos de autogestão abertos com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras abertas registradas na ANS, comparamos preço, cobertura e rede para o seu perfil e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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Perguntas frequentes sobre plano de saúde de autogestão

As dúvidas mais comuns de quem quer entender o modelo, ou não tem acesso a ele.

O que é um plano de saúde de autogestão?
É a modalidade em que a própria empresa, órgão público ou entidade administra a assistência à saúde do seu grupo, sem fins lucrativos. Em vez de comprar um produto de uma seguradora, a organização gere o plano por conta própria, com um fundo formado por participantes e patrocinadora. A ANS reconhece a autogestão como um tipo de operadora, sujeita às mesmas regras de fiscalização. A diferença central está no modelo, que é fechado e solidário, não comercial.
Qualquer pessoa pode contratar uma autogestão?
Não. A autogestão atende apenas quem tem vínculo com a patrocinadora, como empregado, servidor, associado ou dependente. Por definição legal, ela não comercializa planos no mercado aberto, então não existe como um consumidor comum simplesmente contratar uma autogestão sem pertencer ao grupo. Se você não tem esse vínculo, o caminho é comparar as operadoras abertas registradas na ANS, que atendem qualquer pessoa elegível. A Kobe reúne essas opções para o seu perfil.
Por que a autogestão costuma ser mais barata?
Porque não há margem de lucro embutida na mensalidade. A autogestão é sem fins lucrativos, então o valor cobrado cobre o custo assistencial e a administração, mas não uma margem comercial. Além do modelo mutualista, é comum a patrocinadora dividir o custeio com o participante, o que reduz ainda mais o valor pago pela pessoa. Isso não significa que toda autogestão seja mais barata que todo plano de mercado, já que rede, cobertura e faixa etária pesam no preço final.
Autogestão é regulada pela ANS?
Sim. A autogestão é uma das modalidades de operadora reconhecidas pela ANS e está sujeita à mesma fiscalização das demais. Ela precisa de registro, cumpre o Rol de Procedimentos obrigatório e segue as regras de carência e atendimento definidas pela agência. A diferença em relação a uma operadora comercial não está na regulação, e sim no fato de ser fechada e sem fins lucrativos. Por isso a autogestão oferece as mesmas garantias de cobertura mínima previstas em lei.
Quais são exemplos conhecidos de autogestão?
Entre as autogestões mais conhecidas estão a Cassi, ligada ao Banco do Brasil, e a Geap, voltada a servidores públicos federais. Há também planos como Postal Saúde, dos Correios, e fundos de entidades e categorias específicas. Todos atendem apenas o grupo de vínculo da sua patrocinadora. Citar esses nomes ajuda a entender o modelo, mas nenhum deles aceita adesão de quem está fora do grupo que ele foi criado para atender. Para o público geral, a via é o mercado aberto.
Não tenho vínculo com nenhuma autogestão, o que faço?
O caminho é comparar as operadoras abertas registradas na ANS, que atendem qualquer pessoa elegível. Sem vínculo com uma patrocinadora, a autogestão fica fora da sua lista, e insistir nela não leva a lugar nenhum. Você pode buscar plano individual, familiar ou por empresa, conforme o seu caso. A Kobe reúne as operadoras que atendem a sua região e o seu perfil, compara preço, cobertura e rede, e conecta você a um corretor habilitado, sem custo pela comparação.
Qual a diferença entre autogestão e plano coletivo empresarial?
O plano coletivo empresarial é um produto comercial, contratado por uma empresa junto a uma operadora de mercado com fins lucrativos. Já a autogestão é administrada pela própria patrocinadora, sem margem de lucro, e só atende o grupo de vínculo. No coletivo empresarial, qualquer empresa elegível pode contratar de uma operadora aberta. Na autogestão, não há venda ao público, apenas a inclusão de quem pertence ao grupo. São dois modelos distintos, embora ambos sejam coletivos e regulados pela ANS.
Consigo algo parecido com autogestão sem ter patrocinadora?
O mais próximo é o plano coletivo por adesão. Nele, você entra por meio de uma entidade de classe, sindicato ou conselho a que já pertence, e ganha condições de grupo sem depender de uma patrocinadora que administre o plano. Não é autogestão, porque a operadora é comercial, mas recupera parte da lógica de negociação em grupo. Se você tem uma filiação profissional, vale ver a página do plano coletivo por adesão para entender as regras e comparar com o plano individual.
A autogestão cobre os mesmos procedimentos de um plano comum?
Sim, no que diz respeito à cobertura mínima. Como toda operadora regulada, a autogestão precisa cumprir o Rol de Procedimentos obrigatório da ANS, que define o que deve ser coberto. O que varia entre planos, sejam eles de autogestão ou de mercado, é a rede credenciada, a abrangência geográfica e eventuais coberturas adicionais. Um plano de autogestão não oferece menos que o mínimo legal, e muitas vezes mantém uma rede ampla negociada pela própria patrocinadora.
Vale a pena migrar de um plano de mercado para uma autogestão?
Só faz sentido avaliar se você passou a ter vínculo com uma patrocinadora que oferece autogestão, por exemplo ao ser contratado por uma empresa ou órgão que a mantém. Nesse caso, compare rede credenciada, cobertura, carências e o custo dividido com a patrocinadora antes de decidir. Se você não tem esse vínculo, a migração não é possível, e a comparação real acontece entre as operadoras abertas do mercado. A Kobe ajuda a comparar essas opções de forma gratuita.
Autogestão aceita dependentes?
Em geral, sim. A maioria das autogestões inclui dependentes do titular, como cônjuge, companheiro e filhos, conforme o regulamento de cada plano e o grau de parentesco aceito. A inclusão segue o vínculo do titular com a patrocinadora, então o dependente entra por causa desse laço, não de forma avulsa. As regras exatas de elegibilidade, idade limite de filhos e documentação variam de uma autogestão para outra, e são definidas no regulamento próprio de cada plano fechado.

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