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Coberturas · Preço e padrão

Plano de Saúde Básico

O plano de entrada cobre o mesmo que os planos maiores, o que muda é o conforto e a rede

Básico não quer dizer cobertura reduzida. É o padrão de entrada, com quarto de enfermaria e rede mais enxuta, pela mensalidade mais acessível. Compare as operadoras da ANS e cote grátis em 1 minuto.

  • Cobre todo o Rol da ANS
  • Quarto de enfermaria
  • Rede de entrada
  • A mensalidade mais acessível
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Paciente em consulta médica coberta por plano de saúde básico intermediado pela Kobe
Rol
Cobertura completapelo menor preço
Operadoras com plano básico
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Plano de saúde básico é o plano de entrada da operadora, e ele cobre todo o Rol de Procedimentos da ANS. Básico não significa cobertura menor. O que muda em relação aos planos superiores é o conforto e a rede, não o que está coberto.

Plano de saúde básico: o que é

O padrão de entrada do catálogo da operadora, pela mensalidade mais acessível.

Plano de saúde básico é o produto de entrada que quase toda operadora mantém no catálogo. É o plano com a menor mensalidade da linha.

O nome engana muita gente. Básico não é um plano com metade da cobertura, é o plano com o padrão de conforto e de rede de entrada.

Por lei, ele cobre a mesma lista obrigatória de qualquer outro plano. O Rol de Procedimentos da ANS vale para o básico e para o premium do mesmo jeito.

O que compõe um plano básico

Três escolhas puxam o preço para baixo: acomodação, rede e coparticipação.

O que faz um plano ser básico não é a cobertura, e sim três decisões que reduzem o custo. Entender cada uma ajuda a saber se o plano de entrada serve para você.

01Quarto de enfermariaA internação é em quarto coletivo, e não em apartamento individual. É o item que mais barateia o plano.
02Rede de entradaA rede credenciada é mais enxuta, com hospitais e clínicas selecionados. Ainda atende o Rol, com menos opções de escolha.
03CoparticipaçãoVocê paga uma parte por consulta ou exame usado. Em troca, a mensalidade fixa cai bastante.

Básico cobre todo o Rol da ANS

Cobertura reduzida é mito. A lista obrigatória é a mesma para todo plano.

Esse é o ponto que mais gera dúvida, então vale ser direto. O plano básico cobre consultas, exames, internações, cirurgias e terapias que estão no Rol da ANS.

A cobertura obrigatória não depende do preço do plano. Um plano de entrada e um plano top de linha da mesma operadora atendem à mesma lista mínima.

O que separa um do outro é o conforto na hora de usar. No básico, você tem enfermaria e uma rede menor. No superior, tem apartamento e mais hospitais para escolher.

Se a sua dúvida é o que entra ou não na cobertura, o guia de coberturas mostra o que a ANS obriga em qualquer plano.

Valores e composições citados são ilustrativos. Cada operadora define rede, acomodação e regras de coparticipação no contrato. A Kobe compara, não é operadora.

Básico, intermediário e premium: o que muda

A diferença entre os três é conforto e rede, com a cobertura obrigatória igual.

Colocando os três padrões lado a lado, fica claro onde está a diferença de preço. Ela mora na acomodação e na amplitude da rede, não na cobertura do Rol.

Plano básico, intermediário e premium comparados
CritérioBásicoIntermediárioPremium
Cobertura do Rol da ANSCompletaCompletaCompleta
AcomodaçãoEnfermariaEnfermaria ou apartamentoApartamento
Rede credenciadaDe entradaAmpliadaAmpla, com hospitais de referência
CoparticipaçãoComumOpcionalRara ou ausente
MensalidadeA mais baixaIntermediáriaA mais alta

Para quem o plano básico faz sentido

Ele resolve bem quando o objetivo é ter cobertura pagando o mínimo.

O plano básico costuma ser a melhor escolha para quem quer entrar na saúde suplementar sem estourar o orçamento. A cobertura completa está garantida, o corte é no conforto.

01Primeiro planoQuem nunca teve plano e quer sair do SUS pagando pouco começa bem pelo básico.
02Uso ocasionalQuem vai ao médico poucas vezes no ano aproveita a coparticipação e a mensalidade baixa.
03Orçamento apertadoQuando o valor fixo é o que decide, o plano de entrada cabe melhor no bolso.

Plano de saúde Básico: Quando vale subir de padrão

Se você interna com frequência, faz cirurgias eletivas ou quer escolher hospital, o quarto de enfermaria e a rede enxuta podem incomodar.

Nesses casos, comparar o básico com o intermediário costuma valer a pena. A diferença de mensalidade nem sempre é grande, e o ganho de conforto pode ser.

Como pagar menos sem perder cobertura o plano de saúde Básico

Dá para baixar a mensalidade ajustando conforto, não a proteção.

Como a cobertura do Rol é igual, a economia vem das escolhas de conforto. Aceitar enfermaria em vez de apartamento é o corte que mais reduz o valor.

Aceitar coparticipação derruba a mensalidade fixa, e faz sentido para quem usa pouco o plano. Quem usa muito precisa somar as coparticipações antes de decidir.

A rede credenciada de entrada também barateia. Se os hospitais e laboratórios que você já usa estão nela, o plano básico entrega o que você precisa por menos.

Erros comuns ao escolher o básico

O que costuma gerar arrependimento na hora de contratar o plano de entrada.

Achar que a cobertura é menor. Não é. O básico cobre o mesmo Rol. Recusar o plano por isso é abrir mão de economia sem motivo.

Ignorar a rede. Antes de fechar, confira se o hospital e o laboratório que você usa estão na rede de entrada da operadora.

Esquecer da coparticipação. A mensalidade baixa pode esconder um custo por uso. Some o quanto você costuma usar o plano no ano.

Não comparar operadoras. O plano básico de cada operadora tem rede e preço diferentes. Comparar é o que garante a melhor entrada.

Por que cotar o plano básico com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos os planos de entrada das operadoras registradas na ANS, comparamos preço, rede e regras de coparticipação e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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Perguntas frequentes sobre plano de saúde básico

As dúvidas mais comuns de quem pensa em começar pelo plano de entrada.

Plano de saúde básico tem cobertura reduzida?
Não. Essa é a maior confusão sobre o tema. O plano básico cobre todo o Rol de Procedimentos da ANS, a mesma lista obrigatória de qualquer plano, do mais barato ao mais caro. Consultas, exames, internações, cirurgias e terapias previstas no Rol estão cobertas. O que muda no plano de entrada é o conforto e a rede, ou seja, a acomodação em enfermaria e uma rede credenciada mais enxuta. A proteção obrigatória não depende do preço da mensalidade.
O que faz um plano ser considerado básico?
Três escolhas puxam o plano para a faixa de entrada. A primeira é a acomodação em enfermaria, quarto coletivo em vez de apartamento individual, que é o item que mais reduz o custo. A segunda é a rede credenciada de entrada, mais enxuta e com hospitais selecionados. A terceira é a coparticipação, em que você paga uma parte por procedimento usado em troca de mensalidade menor. Nenhuma delas mexe na cobertura do Rol da ANS, só no conforto e no preço do plano.
Qual a diferença entre plano básico e premium?
A diferença está no conforto e na rede, não na cobertura obrigatória. Os dois cobrem o mesmo Rol da ANS. No plano básico, a internação é em enfermaria e a rede credenciada é de entrada. No premium, a acomodação é em apartamento individual e a rede é ampla, com hospitais de referência e menos coparticipação. Por isso a mensalidade do premium é bem mais alta. Escolher entre um e outro é decidir quanto você quer pagar por conforto, já que a proteção mínima é idêntica.
Plano básico cobre cirurgia e internação?
Cobre. Cirurgias e internações que estão no Rol de Procedimentos da ANS são cobertas por qualquer plano, inclusive o de entrada. No plano básico, a internação acontece em quarto de enfermaria, que é a acomodação coletiva. O procedimento em si, a equipe e os materiais previstos no Rol seguem cobertos. Se você faz questão de apartamento individual na internação, aí sim precisa de um plano intermediário ou premium, mas isso é uma questão de conforto, não de cobertura.
O plano básico serve para quem nunca teve plano?
Serve muito bem. O plano de entrada costuma ser a porta de acesso à saúde suplementar para quem está saindo do SUS e quer pagar o mínimo. Como a cobertura do Rol já vem completa, você tem a proteção obrigatória desde o primeiro dia de vigência, respeitadas as carências. O corte fica só no conforto, com enfermaria e rede menor. Para um primeiro plano, com orçamento apertado ou uso ocasional, o básico entrega o essencial pelo preço mais acessível da linha.
Vale a pena o plano básico com coparticipação?
Depende de quanto você usa o plano. A coparticipação derruba a mensalidade fixa, então quem vai ao médico e faz exames poucas vezes no ano tende a economizar. Já quem usa o plano com frequência precisa somar as coparticipações de consultas e exames antes de decidir, porque o total pode superar a diferença de mensalidade. A regra prática é simples: uso baixo combina com coparticipação, uso alto pede um plano sem ela. Compare os dois cenários com o seu histórico de uso.
A rede do plano básico é ruim?
Não é ruim, é mais enxuta. A rede credenciada de entrada tem hospitais, clínicas e laboratórios selecionados, em menor número do que a dos planos superiores. Ela atende o Rol da ANS normalmente. O ponto de atenção é conferir, antes de contratar, se os hospitais e laboratórios que você já usa estão nessa rede. Se estiverem, o plano básico resolve. Se você depende de um hospital específico que só entra na rede ampliada, aí vale comparar com um plano intermediário.
Posso mudar do plano básico para um melhor depois?
Pode. Você pode fazer um upgrade dentro da mesma operadora ou usar a portabilidade de carências para trocar de plano em outra operadora sem cumprir carência de novo, quando cumpridos os requisitos da ANS. Muita gente começa pelo plano básico para entrar na saúde suplementar pagando pouco e depois sobe de padrão conforme a necessidade muda. Não existe obrigação de ficar no plano de entrada para sempre. A Kobe ajuda a comparar as opções na hora de subir de padrão.
Plano básico tem carência?
Tem, como qualquer plano de saúde regulado pela ANS. A carência é o período de espera após a contratação para usar determinados procedimentos, e os prazos máximos são os mesmos para plano básico e para plano premium, porque são definidos pela ANS, não pelo preço. Urgências e emergências têm prazo curto, partos e outros procedimentos têm prazos maiores. Ser o plano de entrada não deixa a carência maior nem menor. Se você já tem plano, a portabilidade pode aproveitar as carências já cumpridas.
Qual a diferença entre plano básico e essencial?
Os termos se aproximam, mas o essencial costuma ser rotulado como a faixa ainda mais econômica, com a rede mais restrita e coparticipação como padrão. O básico é o plano de entrada da linha, um degrau que pode ter rede um pouco maior. Na prática, os nomes variam de operadora para operadora, então o que importa é comparar acomodação, rede e coparticipação de cada produto, não só o rótulo. Para ver a faixa mais econômica em detalhe, vale olhar a página do plano essencial e comparar com esta.
O plano básico é o mais barato que existe?
É a faixa mais acessível da linha da operadora, sim, mas o preço final depende de vários fatores. Idade das vidas, cidade, acomodação, coparticipação e a operadora escolhida mudam bastante a mensalidade. Um plano básico com coparticipação e rede de entrada tende a ser a opção de menor valor fixo. Ainda assim, o mesmo plano custa diferente em cada operadora, por isso comparar é o que garante o melhor preço. A Kobe reúne os planos de entrada lado a lado para você ver quem cobra menos.

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