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Plano de saúde familiar

Titular, cônjuge e filhos protegidos sob o mesmo contrato, cada um pagando pela própria idade

O plano familiar junta a casa inteira numa apólice só. Agrupar as vidas costuma sair mais barato por pessoa do que contratar planos separados. Compare as operadoras e cote grátis em 1 minuto.

  • Titular mais dependentes
  • Preço por vida menor
  • Cada idade na sua faixa
  • Operadoras da ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Família brasileira com pai, mãe e dois filhos reunida no sofá de casa consultando o plano de saúde familiar pela Kobe
1
Uma apólicea família toda dentro
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Plano de saúde familiar é o contrato que reúne titular, cônjuge e filhos numa única apólice. Cada pessoa entra pela própria faixa etária, e agrupar a família na mesma proposta costuma custar menos por vida do que contratar planos avulsos.

O que é um plano de saúde familiar

Uma só apólice cobrindo o titular e os dependentes ligados a ele por vínculo familiar.

Plano de saúde familiar é o modelo em que o titular contrata a cobertura e inclui seus dependentes no mesmo contrato, sob o mesmo número de apólice.

Não é um produto separado nas prateleiras das operadoras. É o plano individual ou familiar da ANS usado para cobrir mais de uma vida da mesma casa.

O titular responde pelo contrato e pelo pagamento. Cônjuge, companheiro em união estável e filhos entram como vidas adicionais, cada um com a própria mensalidade calculada pela idade.

Reunir todo mundo num só contrato simplifica a vida. Uma fatura, uma data de reajuste, um corretor de referência e uma rede credenciada valendo para a família inteira.

Quem entra como dependente no plano familiar

O vínculo familiar define quem pode ser incluído pelo titular.

A regra de quem entra parte do grau de parentesco com o titular. As operadoras seguem a definição de dependente que a ANS reconhece, com pequenas variações de uma para outra.

Cônjuge e companheiro em união estável entram como dependentes diretos. Filhos e enteados entram até o limite de idade que cada operadora adota, quase sempre alinhado à faixa dos 21 aos 24 anos.

Quem costuma ser aceito como dependente no plano familiar
DependenteAceitoObservação
CônjugeSimComprovado por certidão de casamento
Companheiro em união estávelSimDeclaração ou comprovação de união estável
Filho e enteadoSimAté 21 anos, ou 24 se estudante, conforme a operadora
Filho com deficiênciaSimSem limite de idade na maioria das operadoras
Pais e sogrosVariaAceitos por parte das operadoras, sob análise

Idades diferentes no mesmo plano familiar

Cada vida é cobrada pela faixa etária dela, não por uma média da família.

Uma dúvida frequente é como o plano familiar cobra idades tão diferentes. A resposta é simples: cada vida paga a mensalidade da própria faixa etária.

A ANS define 10 faixas etárias, da primeira até 18 anos até a última de 59 anos ou mais. O bebê paga a faixa de criança, o casal de trinta paga a faixa adulta e o avô incluído paga a faixa mais alta.

Por isso a mesma cobertura tem preços distintos dentro de uma família só. Somar as faixas de cada vida dá o valor total da fatura mensal.

Quem tem pais idosos para incluir costuma comparar antes o plano de saúde para idosos, já que a última faixa pesa mais no orçamento.

Plano de saúde familiar: Por que agrupar a família sai mais barato por vida

O custo por pessoa tende a cair quando as vidas ficam no mesmo contrato.

Juntar a família numa apólice costuma render um preço por vida menor do que contratar um plano individual para cada um. A operadora enxerga o grupo, dilui o risco entre as vidas e negocia melhor.

O ganho aparece principalmente nas faixas adultas e no volume. Três ou quatro vidas no mesmo contrato pesam menos, por cabeça, do que a soma de contratos avulsos.

Custo mensal estimado por composição familiar, referência ilustrativa
ComposiçãoVidasFaixa de referência por mês
Casal jovem2R$ 500 a R$ 900
Casal com 1 filho3R$ 700 a R$ 1.300
Casal com 2 filhos4R$ 900 a R$ 1.700
Casal com filho e um avô4R$ 1.400 a R$ 2.600

Valores meramente ilustrativos, sem oferta. O preço real depende da operadora, da cidade, da idade de cada vida, da cobertura e da rede. A Kobe não é operadora e não pratica preços. Compare e cote grátis para ver os valores da sua família.

Plano de saúde familiar: Reajuste anual e por mudança de faixa etária

O plano familiar tem dois tipos de aumento, e é bom conhecer os dois.

O plano familiar sofre dois reajustes diferentes, e confundi-los é o erro mais comum. Um é anual, o outro é por idade.

O reajuste anual corrige a mensalidade uma vez por ano. Nos planos individuais e familiares regulados, esse índice tem um teto máximo definido pela ANS a cada ciclo.

O reajuste por mudança de faixa etária acontece quando uma vida passa para a faixa seguinte. Ele incide só naquela pessoa, no aniversário que muda a faixa, não na família toda.

Como cada filho e cada adulto tem uma idade, ao longo do ano diferentes vidas podem mudar de faixa em meses distintos. Vale simular o custo daqui a alguns anos, não só a primeira mensalidade.

Plano de saúde familiar: Carência conta por pessoa e a regra do recém-nascido

Cada vida cumpre a própria carência, com uma exceção importante para o bebê.

A carência no plano familiar é individual. Cada vida cumpre os prazos a partir da data em que entrou no contrato, não a partir da data do titular.

Se um dependente é incluído meses depois, ele começa a contar carência do zero, mesmo que o titular já tenha cumprido a dele. Os prazos seguem os limites da ANS por tipo de procedimento.

O recém-nascido tem uma regra especial. O filho inscrito como dependente em até 30 dias do nascimento aproveita as carências que o titular ou a mãe já cumpriram, entrando sem novos prazos para a cobertura já liberada.

Por isso a inclusão rápida do bebê importa tanto. Perder o prazo de 30 dias faz o recém-nascido entrar como uma vida nova, com carências cheias a cumprir.

Plano familiar ou vários planos individuais

Quando um contrato único vence a soma de contratos separados.

Muita gente pergunta se não sai igual contratar um plano individual para cada membro. Na prática, o contrato familiar único costuma vencer, e por bons motivos.

Com uma apólice só, a família tem uma fatura, uma data de reajuste anual e um mesmo corretor cuidando de tudo. A gestão fica muito mais simples.

Plano familiar e planos individuais separados, lado a lado
CritérioPlano familiar (1 apólice)Vários individuais
Preço por vidaTende a ser menorCada contrato no preço cheio
FaturasUma sóUma por pessoa
Reajuste anualData únicaDatas diferentes
Rede e coberturaIguais para todosPodem divergir por contrato
GestãoUm contato sóUm por plano

Como montar o plano familiar da sua família

Do levantamento das vidas à carteirinha, em quatro passos.

Quem hoje tem planos individuais espalhados pode agrupar a família num contrato só. Vale conferir antes as carências acumuladas de cada plano existente. Se quiser cobrir uma vida por vez, veja o plano de saúde individual como base.

01Liste as vidasTitular, cônjuge e filhos, com a idade de cada um.
02Compare operadorasA Kobe reúne as que atendem a sua família na sua cidade.
03Ajuste coberturaSegmentação, coparticipação e rede pela sua rotina.
04ContrateJunto à operadora, por corretor habilitado, sem custo extra.

Por que cotar o plano familiar com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos preço, cobertura e rede para a idade de cada vida da sua família e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça e sem compromisso.

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Perguntas frequentes sobre plano de saúde familiar

As dúvidas mais comuns de quem vai colocar a família toda num contrato.

Até que idade o filho pode ficar como dependente?
O limite de idade do filho varia por operadora, mas a referência mais comum é até 21 anos, estendida a 24 anos quando o filho é estudante de ensino superior. Ao passar dessa idade, ele deixa de ser vida do contrato familiar e precisa de plano próprio, muitas vezes com direito à portabilidade das carências já cumpridas. Filhos com deficiência costumam ser mantidos como dependentes sem limite de idade na maioria das operadoras. Vale confirmar a regra exata na cotação, porque cada operadora define o teto de idade.
Posso incluir meu companheiro de união estável no plano?
Pode. O companheiro em união estável é reconhecido como dependente pela maioria das operadoras, no mesmo patamar do cônjuge. A comprovação costuma ser feita por declaração de união estável, escritura pública ou documentos que mostrem a vida em comum, como conta conjunta ou filhos em nome dos dois. O enteado, filho do companheiro, também pode ser incluído dentro do limite de idade adotado. A exigência documental muda de operadora para operadora, e a Kobe indica o que cada uma pede antes de você fechar.
Cada dependente cumpre carência separado?
Sim. No plano familiar a carência conta por pessoa, a partir da data em que cada vida entra no contrato. O titular pode já ter cumprido a carência dele e, mesmo assim, um dependente incluído depois começa a contar os prazos do zero. Os limites seguem as regras da ANS por tipo de procedimento, com prazos maiores para parto e menores para urgência e emergência. A exceção é o recém-nascido inscrito em até 30 dias, que aproveita a carência já cumprida. Comparar as operadoras ajuda a achar quem oferece carência reduzida.
O que acontece com o preço quando alguém muda de faixa etária?
Quando uma vida do plano familiar completa a idade que muda a faixa etária, a mensalidade daquela pessoa é reajustada, e só a dela. Esse aumento por mudança de faixa é diferente do reajuste anual e incide apenas no membro que trocou de faixa, no aniversário correspondente. As faixas seguem a tabela da ANS, com dez faixas até a última de 59 anos ou mais. Como cada membro da família tem uma idade, ao longo dos anos vidas diferentes vão mudando de faixa em momentos distintos. Por isso vale simular o custo futuro, não só a primeira parcela.
Plano familiar é mais barato que contratar um individual para cada um?
Na maioria dos casos, sim. Reunir a família numa só apólice tende a baixar o preço por vida, porque a operadora dilui o risco entre as pessoas e negocia melhor do que faria com contratos avulsos. Some a isso a economia de gestão, com uma fatura única e uma data de reajuste só. A vantagem cresce quanto mais vidas adultas entram no grupo. Há exceções, como quando um membro precisa de uma rede muito específica e um plano separado atende melhor. Comparar é o que mostra qual divisão sai mais barata para o seu caso.
Como funciona a inclusão de recém-nascido no plano da família?
O filho recém-nascido pode ser incluído como dependente no plano familiar, e a inscrição em até 30 dias do nascimento garante o aproveitamento das carências que o titular ou a mãe já cumpriram. Feita nesse prazo, o bebê entra com direito à cobertura já liberada, sem cumprir novos períodos de espera para o que a família já tem. Se o prazo de 30 dias passar, o recém-nascido entra como uma vida nova, com carências cheias a cumprir. Por isso avisar a operadora logo após o parto é tão importante para não perder o benefício.
Preciso ter CPF de todos para montar o plano familiar?
Sim. Cada vida do plano familiar precisa de documento de identificação, e o CPF é exigido inclusive para crianças e recém-nascidos. Além do CPF, a operadora pede a comprovação do vínculo com o titular, como certidão de casamento para o cônjuge, declaração de união estável para o companheiro e certidão de nascimento para os filhos. Com os documentos das vidas em mãos, a proposta anda rápido. A Kobe organiza essa lista por operadora para que você reúna tudo de uma vez e evite idas e vindas.
Posso incluir meus pais no plano familiar?
Depende da operadora. Parte delas aceita pais e sogros como dependentes do titular, geralmente sob análise, enquanto outras restringem a inclusão a cônjuge, companheiro e filhos. Quando aceito, o pai ou a mãe entra pela faixa etária dele, que nas idades mais altas é a mais cara da tabela. Por isso muita gente compara antes o plano voltado ao público idoso para decidir entre incluir na apólice da família ou contratar um plano dedicado. A Kobe mostra quais operadoras aceitam ascendentes e quanto pesa cada opção.
Todos da família ficam com a mesma cobertura e a mesma rede?
Sim. No plano familiar de apólice única, a segmentação, a cobertura e a rede credenciada valem igualmente para todas as vidas do contrato. Titular, cônjuge e filhos usam os mesmos hospitais, laboratórios e médicos da rede escolhida. O que muda entre eles é apenas a mensalidade, calculada pela faixa etária de cada um. Se um membro precisa de uma rede diferente, a saída é um contrato à parte para ele. Comparar as redes de cada operadora ajuda a escolher a que melhor atende a rotina da família inteira.
Consigo tirar um dependente do plano sem cancelar tudo?
Consegue. A exclusão de um dependente é feita a pedido do titular, sem que o restante do plano familiar seja cancelado. As demais vidas seguem cobertas normalmente, e a fatura passa a refletir só quem continua no contrato. É o que acontece quando um filho atinge o limite de idade ou quando um casal se separa, por exemplo. Cada operadora tem um procedimento e um prazo para processar a saída. Convém confirmar antes se a vida excluída terá direito à portabilidade das carências para um plano próprio.
Vale a pena o plano familiar se só uma pessoa usa muito?
Costuma valer, mesmo quando uma vida usa bem mais que as outras. O plano familiar não cobra pelo uso na mensalidade, e sim pela faixa etária de cada pessoa, então quem usa pouco não paga a conta de quem usa muito. Se o custo por uso for uma preocupação, a comparação deve olhar a coparticipação, que é o valor cobrado a cada atendimento. Planos sem coparticipação têm mensalidade maior e usos ilimitados, enquanto os com coparticipação baixam a parcela e cobram por procedimento. A Kobe compara os dois modelos para a realidade da sua família.

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