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Coberturas · Preço e padrão

Qual o Plano de Saúde Mais Barato

Não existe um único plano mais barato para todo mundo, existe o mais barato para o seu perfil

O piso de preço muda com a sua idade, a sua cidade e o que você aceita cobrir. Aqui você vê quais tipos chegam mais perto do valor mínimo e como comparar as operadoras da ANS para achar o seu. Cote grátis em 1 minuto.

  • O mais barato por situação
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Não existe um único plano de saúde mais barato para todos, existe o mais barato para o seu perfil. O piso de preço depende da sua idade, da sua cidade e do que você aceita cobrir, por isso a comparação é o que revela o menor valor real.

Qual o plano de saúde mais barato

A resposta honesta é: depende do perfil. O que muda é quem chega mais perto do piso.

Quando alguém pergunta qual o plano de saúde mais barato, espera um nome único. Na prática, o menor preço não é um produto fixo, é o resultado de três variáveis: idade, região e cobertura.

O mesmo perfil recebe valores bem diferentes de cada operadora. Uma pode ter o piso na sua cidade, outra pode ser a mais cara ali e a mais barata na cidade vizinha.

Por isso a pergunta certa não é qual plano é o mais barato do Brasil, e sim qual é o mais barato para o meu caso. É o que esta página ajuda a identificar.

Os tipos mais baratos por situação

Cinco caminhos que costumam chegar mais perto do valor mínimo.

Existe um piso de preço para cada situação. Abaixo estão os formatos que, na maioria das regiões, entregam a menor mensalidade para o perfil a que se destinam.

Tipos de plano mais baratos por situação e por que baixam o preço
SituaçãoFormato mais baratoPor que fica em conta
Tem CNPJ ou MEIColetivo empresarialPreço coletivo por vidas, abaixo do individual
Só quer consulta e exameAmbulatorialSem internação, corta a parte mais cara
Usa pouco o planoCoparticipativoMensalidade menor, você paga por uso
Quer economia localMunicipal ou regionalRede restrita à cidade reduz o custo
Só quer dentistaOdontológico isoladoSegmento à parte, o mais barato de todos

Os formatos acima são referência ilustrativa. Preço e disponibilidade variam por operadora, idade e região, e são confirmados na cotação.

Plano de saúde Qual o Plano de Saúde Mais Barato: O piso quase sempre está no CNPJ

Se você tem um registro empresarial, o mais barato costuma ser o empresarial.

Na maioria dos casos, o menor preço de todos aparece no plano por CNPJ. O coletivo empresarial dilui o risco entre as vidas e cobra menos por pessoa do que o individual de mesma cobertura.

Não precisa de empresa grande. Um MEI com 2 vidas já entra na faixa coletiva. Muita gente abre um MEI justamente para trocar o individual caro pelo empresarial mais barato.

Se esse é o seu caso, veja o passo a passo na página do plano de saúde por CNPJ. Se você só tem CPF, os outros formatos desta página são o caminho.

Cortar cobertura é o que mais baixa o preço

A segmentação escolhida é o botão de preço mais forte que você controla.

Depois do documento usado, o que mais mexe no valor é a segmentação. Cada pedaço de cobertura que entra pesa na mensalidade.

O plano ambulatorial, que cobre consulta, exame e terapia sem internação, é bem mais barato que o plano com parte hospitalar. Para quem quer só o básico do dia a dia, é um piso natural.

Vale entender o que cada segmento inclui antes de cortar. A página de coberturas mostra o que muda entre ambulatorial, hospitalar e obstetrícia, para você baratear sem perder o que precisa.

Plano de saúde Qual o Plano de Saúde Mais Barato: Coparticipação: mensalidade menor, conta por uso

O formato mais barato para quem usa pouco, com uma pegadinha a entender.

A coparticipação é o caminho clássico de quem quer o menor valor fixo. A mensalidade fica baixa porque parte do custo só aparece quando você usa.

O cuidado é para quem usa muito. Se há consultas e exames frequentes, a soma dos usos pode passar a economia da mensalidade. Para uso baixo, costuma ser o piso real.

01Mensalidade caiA operadora cobra menos por mês porque você divide o custo de cada uso.
02Você paga ao usarCada consulta ou exame tem um valor à parte, dentro de um limite.
03Some com pouco usoQuem quase não usa o plano fecha o mês mais barato que no sem coparticipação.

Plano de saúde Qual o Plano de Saúde Mais Barato: Por que idade e região mudam o piso

Dois beneficiários iguais em cidades diferentes pagam preços diferentes.

O preço do plano sobe por faixa etária. Um jovem paga bem menos que uma pessoa acima dos 59 anos na mesma cobertura, então o piso de cada perfil é diferente.

A cidade também define o menor valor. Uma operadora regional pode ter rede forte e preço baixo na sua cidade, e nem existir na cidade vizinha.

É por isso que não dá para cravar um nome único. O plano mais barato para você mora no cruzamento da sua idade com a sua região, e só a comparação mostra qual é.

Mais barato, barato ou econômico: qual é a diferença

Três buscas parecidas que resolvem coisas diferentes.

Esta página responde uma pergunta específica: qual formato chega mais perto do piso de preço para cada situação. É sobre identificar o menor valor.

Se você quer dicas gerais de como economizar e não pagar caro sem perder qualidade, veja o plano de saúde barato, que reúne o passo a passo de economia.

Se a sua meta é o melhor custo por real gasto, e não só o menor preço, a página de plano de saúde econômico foca em equilíbrio entre preço e rede.

Barato demais tem seus limites

O piso de preço quase sempre vem com uma troca. Saiba qual.

Rede menor. O plano mais barato costuma ter menos hospitais e laboratórios credenciados. Confira se a sua região está coberta antes de fechar.

Menos cobertura. Cortar a parte hospitalar baixa o preço, mas tira a internação. Decida o que você aceita abrir mão.

Coparticipação sem teto claro. Leia como funciona o limite de cobrança por uso, para não ser surpreendido no mês que usar mais.

Olhar só a entrada. A primeira mensalidade barata pode ter reajuste alto adiante. Compare o histórico da operadora, não só o preço inicial.

Por que achar o mais barato com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, alinhamos os preços pelo seu perfil e mostramos qual chega mais perto do piso na sua região. Comparar é de graça.

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Perguntas frequentes sobre plano de saúde mais barato

As dúvidas de quem quer chegar ao menor preço sem cair em cilada.

Qual é o plano de saúde mais barato do Brasil?
Não existe um único plano mais barato para todo o país. O menor preço depende de três coisas: a sua idade, a sua cidade e o que o plano cobre. Um jovem numa capital com muitas operadoras encontra pisos diferentes de uma pessoa mais velha numa cidade menor. Por isso a resposta certa é o mais barato para o seu perfil, e ele só aparece quando você compara as operadoras que atendem a sua região com a cobertura que você quer. A Kobe faz esse cruzamento de graça.
O plano por CNPJ é sempre o mais barato?
Na maioria dos casos, sim. O plano coletivo por CNPJ dilui o risco entre as vidas e cobra menos por pessoa do que o individual de mesma cobertura, com diferença maior nas faixas etárias mais altas. Basta um CNPJ ativo, mesmo o de um MEI com duas vidas, para acessar essa faixa. A ressalva é o reajuste, que no coletivo é negociado com a operadora. Ainda assim, no acumulado, o empresarial costuma ser o formato mais barato para quem tem registro.
O que deixa o plano de saúde mais barato?
Três alavancas baixam o preço. A primeira é o documento: contratar por CNPJ em vez de CPF acessa o preço coletivo. A segunda é a cobertura: um plano só ambulatorial, sem internação, custa bem menos que um com parte hospitalar. A terceira é a coparticipação, que reduz a mensalidade em troca de você pagar um valor por uso. Somando cobertura enxuta, coparticipação e rede regional, você chega perto do piso de preço para o seu perfil.
Plano ambulatorial é o mais barato?
Para quem só quer consulta, exame e terapia, costuma ser o mais barato entre os que cobrem a saúde geral. O ambulatorial não inclui internação nem cirurgia com diária de hospital, e é justamente essa parte hospitalar que puxa o preço para cima. Ao cortá-la, a mensalidade cai. A troca é clara: você não tem cobertura de internação. Antes de escolher só o ambulatorial, veja na página de coberturas o que fica de fora, para não descobrir a limitação numa emergência.
Vale a pena o plano com coparticipação para pagar menos?
Vale para quem usa pouco o plano. A coparticipação baixa a mensalidade porque parte do custo só aparece quando você usa, pagando um valor por consulta ou exame dentro de um limite. Se você vai ao médico poucas vezes por ano, fecha o mês mais barato que num plano sem coparticipação. O cuidado é para uso frequente: muitas consultas e exames podem somar mais do que você economizou na mensalidade. Avalie o seu ritmo de uso antes de escolher.
O plano mais barato tem cobertura ruim?
Nem sempre ruim, mas quase sempre mais enxuta. Todo plano registrado na ANS precisa cobrir o Rol de Procedimentos, que é o mínimo obrigatório, então o barato não deixa de cobrir o essencial. O que muda é a rede credenciada, geralmente menor, e a segmentação, que pode não incluir internação. Barato costuma significar menos hospitais na lista e cobertura mais limitada, não ausência do básico. Confira a rede da sua região antes de fechar, porque preço baixo sem rede perto não ajuda.
Como a idade muda o preço do plano?
O preço sobe por faixa etária definida pela ANS. Quanto maior a idade, maior a mensalidade na mesma cobertura, com um degrau importante a partir dos 59 anos, que é a última faixa permitida. Por isso o piso de preço de um jovem é bem menor que o de uma pessoa mais velha, mesmo no mesmo plano. Quando você busca o mais barato, o valor de referência é sempre o da sua faixa, não um preço único. A comparação já traz o número certo para a sua idade.
Plano municipal ou regional é mais barato que o nacional?
Costuma ser, sim. O plano com rede restrita à sua cidade ou região não paga pela estrutura nacional, então a operadora consegue cobrar menos. Para quem se trata perto de casa e não viaja precisando de atendimento, é um caminho de economia. A limitação é a abrangência: fora da área de cobertura, você não tem a rede credenciada. Se a sua vida acontece na mesma cidade, o regional tende a ser mais barato que o nacional com a mesma segmentação.
Odontológico entra na conta do plano mais barato?
O plano odontológico isolado é o mais barato de todos, mas ele cobre só dentista, não saúde geral. Serve como comparação para entender por que um segmento à parte custa tão pouco: quanto mais estreita a cobertura, menor o preço. Não confunda o odontológico com um plano de saúde completo. Se você quer só o dentista, é a opção mais econômica. Se quer consulta médica e exame, precisa de um plano ambulatorial ou hospitalar, que tem outro patamar de preço.
Como saber qual é o mais barato para o meu caso?
O único jeito confiável é comparar as operadoras com o seu perfil real: a sua idade, a sua cidade, quantas pessoas vão entrar e o que você quer cobrir. Duas operadoras dão preços bem diferentes para a mesma pessoa, e a mais barata muda de cidade para cidade. A Kobe reúne as operadoras registradas na ANS que atendem a sua região e alinha os valores pelo seu perfil, mostrando qual chega mais perto do piso. A comparação é grátis e sem compromisso.
O preço mais baixo da cotação é o que vou pagar?
O valor da cotação é uma referência baseada no perfil que você informa, e o preço final é confirmado pela operadora na proposta, com os documentos e as vidas do contrato. Ele pode variar se a idade, a cidade ou o número de pessoas mudarem. Por isso a Kobe rotula os valores como referência ilustrativa, para você comparar de forma justa entre operadoras. O importante é que a comparação usa o mesmo critério para todas, então o mais barato da lista tende a ser o mais barato na contratação.

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