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Plano de Saúde para Diabéticos

Ser diabético não impede você de ter plano de saúde: a operadora é proibida de recusar sua adesão

A diabetes é uma doença preexistente, e a lei garante o seu direito de contratar. O que muda é a carência para alta complexidade ligada à doença, chamada CPT. Compare as operadoras da ANS e cote grátis.

  • Adesão garantida por lei
  • Endocrinologista e exames cobertos
  • Sem recusa por diabetes
  • Operadoras registradas na ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Pessoa com diabetes em consulta com endocrinologista pelo plano de saúde comparado na Kobe
CPT
Até 24 mesessó na alta complexidade
Operadoras que aceitam diabéticos
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Sim, o diabético pode contratar plano de saúde, e a operadora não pode recusar a adesão por causa da diabetes. A doença é preexistente, então o que pode existir é uma carência maior, a CPT, apenas para procedimentos de alta complexidade ligados a ela.

Diabético tem direito a plano de saúde

A recusa por doença preexistente é proibida. Você declara a diabetes e contrata normalmente.

Muita gente com diabetes acredita que nenhum plano aceita quem já tem a doença. Isso não é verdade.

A regra da ANS é clara. A operadora não pode negar a contratação de um plano de saúde por causa de uma doença preexistente como a diabetes.

O diagnóstico também não pode virar preço diferente na tabela. O diabético paga a mesma mensalidade que qualquer pessoa da mesma idade, cidade e cobertura.

O que a lei permite à operadora é aplicar a Cobertura Parcial Temporária. Ela não bloqueia o plano inteiro, apenas alguns procedimentos por um tempo definido, e é sobre isso que trata o resto desta página.

Declarar a diabetes na contratação para diabéticos

A sinceridade na Declaração de Saúde protege você contra recusa de cobertura depois.

Ao contratar, você preenche a Declaração de Saúde, um formulário que pergunta sobre condições que você já tem. É nela que a diabetes deve ser informada.

Declarar não é um risco, é uma proteção. Uma vez que a operadora sabe da diabetes, ela não pode alegar depois que você escondeu a doença para negar um atendimento.

Omitir o diagnóstico é o erro mais caro. Se a operadora descobrir que a diabetes existia e não foi declarada, ela pode abrir processo por fraude e até cancelar o contrato.

Se tiver dúvida ao preencher, você tem direito a uma entrevista qualificada, com um médico indicado pela operadora, sem custo, para ajudar a declarar corretamente.

O que é a CPT para o diabético

Uma carência de até 24 meses só para alta complexidade ligada à diabetes.

A CPT, Cobertura Parcial Temporária, é o prazo de até 24 meses em que a operadora pode suspender três tipos de procedimento, quando estão ligados à doença preexistente.

São eles: cirurgias, leitos de alta tecnologia como UTI e CTI, e procedimentos de alta complexidade. A lista de alta complexidade é definida pela ANS no Rol de Procedimentos.

O ponto que confunde muita gente é este. A CPT vale apenas para procedimentos relacionados à diabetes. Consultas, exames de rotina e atendimentos de outras causas seguem as carências normais.

O que a CPT suspende e o que segue liberado para o diabético
SituaçãoDurante a CPT (até 24 meses)Depois da CPT
Consulta com endocrinologistaLiberada após a carência comumLiberada
Exames de glicemia e HbA1cLiberados após a carência comumLiberados
Cirurgia ligada à diabetesPode ficar suspensaCoberta
UTI por complicação da diabetesPode ficar suspensaCoberta
Atendimento de outra doençaSegue a carência normalCoberto

A CPT é uma possibilidade, não uma obrigação. Muitas operadoras aceitam o diabético sem aplicar CPT, ou com prazo reduzido. Comparar é o que mostra qual proposta pesa menos no seu caso.

O que o plano cobre no acompanhamento do diabético

O controle da diabetes no dia a dia é coberto pelo Rol da ANS.

Passada a carência comum, o acompanhamento contínuo da diabetes está dentro da cobertura obrigatória de qualquer plano.

Isso inclui a consulta com endocrinologista, que é o especialista que conduz o tratamento, sem limite de número de consultas no ano.

Os exames de controle também entram. Glicemia de jejum, hemoglobina glicada, chamada de HbA1c, e o perfil que o médico pedir para acompanhar a doença.

A nutrição faz parte do cuidado. A consulta com nutricionista é coberta quando há indicação médica, dentro do número de sessões previsto pelo Rol para a diabetes.

01EndocrinologistaConsultas de acompanhamento sem limite anual, na rede credenciada.
02Exames de controleGlicemia, HbA1c e o perfil pedido pelo médico para monitorar a doença.
03NutricionistaSessões cobertas com indicação médica, conforme o Rol da ANS.

O que o plano de saúde não cobre para o diabético

Medicação de uso domiciliar fica por conta do beneficiário.

Aqui está o limite que todo diabético precisa entender antes de contratar. O plano de saúde não paga o medicamento de uso contínuo em casa.

Insulina, canetas aplicadoras, tiras de glicemia e comprimidos do dia a dia são de uso domiciliar, e ficam fora da cobertura por regra da ANS.

O que muda essa lógica é a internação. Se você estiver internado, os medicamentos e a insulina usados durante a internação são cobertos pelo plano.

Para o custeio da medicação em casa, o caminho é o Farmácia Popular e os programas do SUS, que fornecem insulina e vários antidiabéticos de forma gratuita ou subsidiada.

Cobertura do plano para o diabético, o que entra e o que fica de fora
ItemCoberto pelo planoDe fora
Consulta com endocrinologistaSim, após carênciaNão
Exames de glicemia e HbA1cSim, após carênciaNão
Nutricionista com indicaçãoSim, conforme RolNão
Insulina de uso em casaNãoSim, uso domiciliar
Tiras e canetas de glicemiaNãoSim, uso domiciliar
Insulina durante internaçãoSimNão

Como escolher o plano certo sendo diabético

Rede, endocrinologista e política de CPT valem mais que o preço de entrada.

01Declare a diabetesInforme o diagnóstico na Declaração de Saúde, sem omitir.
02Compare a CPTVeja quais operadoras aceitam sem CPT ou com prazo reduzido.
03Confira a redeEndocrinologista, laboratório e hospital de referência perto de você.
04ContratePela operadora, com corretor habilitado, sem custo extra.

O que olhar além da mensalidade para diabéticos

Para o diabético, o plano mais barato nem sempre é o melhor. O que pesa é ter endocrinologista e laboratório bons na rede credenciada da sua cidade.

Vale checar a política de CPT de cada operadora e o histórico de reajuste, porque o acompanhamento da diabetes é de longo prazo e você vai usar o plano por anos.

Diabetes é uma entre as doenças crônicas para diabéticos

As mesmas regras valem para outras condições preexistentes.

A diabetes segue a mesma lógica de outras condições de longo prazo, como hipertensão, asma e doença cardíaca.

Em todas elas a adesão é garantida, a doença é declarada e a CPT pode incidir só na alta complexidade ligada à condição.

Se você convive com mais de uma dessas doenças, vale ver a página geral do plano de saúde para pacientes com doenças crônicas, e conferir o detalhe das coberturas por procedimento.

Por que cotar seu plano para diabéticos com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos rede, cobertura e política de CPT para o diabético, e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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Perguntas frequentes sobre plano de saúde para diabéticos

As dúvidas mais comuns de quem tem diabetes e vai contratar um plano.

O plano de saúde pode recusar um diabético?
Não pode. A operadora é proibida por lei de negar a contratação de um plano de saúde por causa de uma doença preexistente, e a diabetes é uma delas. Você declara o diagnóstico na Declaração de Saúde e contrata normalmente, pela mesma tabela de preço de quem não tem a doença. O que a operadora pode fazer é aplicar a Cobertura Parcial Temporária, que suspende apenas alguns procedimentos de alta complexidade ligados à diabetes, por até 24 meses, sem bloquear o restante do plano.
Diabético paga mais caro no plano de saúde?
Não paga. O preço da mensalidade é definido pela idade, pela cidade e pela cobertura escolhida, e a diabetes não pode entrar nessa conta. A operadora não pode cobrar um valor maior nem criar uma tabela especial por causa do diagnóstico. Um diabético e uma pessoa sem a doença, na mesma faixa etária e com o mesmo plano, pagam o mesmo valor. A única diferença possível é a carência aplicada por meio da CPT, que afeta o acesso a certos procedimentos, e não o preço que você paga por mês.
O que é a CPT para quem tem diabetes?
A CPT, Cobertura Parcial Temporária, é um prazo de até 24 meses em que a operadora pode suspender três tipos de procedimento quando estão ligados à diabetes: cirurgias, leitos de alta tecnologia como UTI, e procedimentos de alta complexidade da lista da ANS. Fora disso, tudo funciona normalmente. Consultas, exames de rotina e atendimentos de outras causas seguem as carências comuns. A CPT também não é obrigatória, então parte das operadoras aceita o diabético sem aplicá-la, e comparar mostra quais oferecem a condição mais leve.
Preciso declarar a diabetes ao contratar o plano?
Sim, e declarar é do seu interesse. A diabetes deve ser informada na Declaração de Saúde no momento da contratação. Ao declarar, a operadora fica ciente da condição e não pode, no futuro, alegar que você escondeu a doença para negar um atendimento. Omitir o diagnóstico é o maior risco, porque, se descoberto, pode gerar acusação de fraude e até cancelamento do contrato. Em caso de dúvida ao preencher, você tem direito a uma entrevista com um médico indicado pela operadora, sem custo, para declarar de forma correta.
O plano cobre consulta com endocrinologista?
Cobre. A consulta com endocrinologista, que é o médico responsável por conduzir o tratamento da diabetes, faz parte da cobertura obrigatória de qualquer plano de saúde depois de cumprida a carência comum de consultas. Não há limite anual de consultas com o especialista pela rede credenciada, então você pode manter o acompanhamento contínuo que a doença exige. Vale confiar a rede da operadora antes de contratar, para garantir que existam endocrinologistas e clínicas de referência perto da sua cidade, já que esse é o cuidado que o diabético mais usa.
Exames de glicemia e hemoglobina glicada são cobertos?
São. Os exames que acompanham a diabetes, como a glicemia de jejum e a hemoglobina glicada, conhecida como HbA1c, estão no Rol de Procedimentos da ANS e são cobertos por todos os planos após a carência comum de exames. O médico pode solicitar esses e outros exames de controle na frequência que o seu caso exigir. Como são exames de rotina, e não de alta complexidade, eles não entram na CPT, o que significa que você tem acesso a eles mesmo dentro dos primeiros meses de contrato, respeitada apenas a carência normal de exames laboratoriais.
O plano de saúde paga a insulina do diabético?
Não paga a insulina de uso em casa. Medicamentos de uso domiciliar, como insulina, canetas aplicadoras, tiras de glicemia e comprimidos do dia a dia, ficam fora da cobertura dos planos de saúde por regra da ANS. A exceção é a internação: se você estiver internado, a insulina e os medicamentos usados durante a internação são cobertos pelo plano. Para o custo da medicação contínua em casa, o caminho é o programa Farmácia Popular e o SUS, que fornecem insulina e vários antidiabéticos de forma gratuita ou com grande desconto.
O plano cobre nutricionista para o diabético?
Cobre, com indicação médica. A consulta com nutricionista está no Rol de Procedimentos da ANS e é coberta quando há solicitação do médico, dentro do número de sessões previsto para o acompanhamento da diabetes. A orientação nutricional faz parte do controle da doença, porque a alimentação influencia diretamente a glicose, então é um recurso importante para quem convive com o diagnóstico. O número de sessões cobertas por ano varia conforme a atualização do Rol, e a Kobe ajuda a comparar operadoras que oferecem um acompanhamento multidisciplinar mais completo para o diabético.
Diabético tipo 1 e tipo 2 têm as mesmas regras no plano?
Têm as mesmas regras de direito e de cobertura. Tanto a diabetes tipo 1 quanto a tipo 2 são doenças preexistentes, então a operadora não pode recusar a adesão em nenhum dos casos e não pode cobrar mais por isso. As duas seguem a mesma estrutura: declaração na contratação, possível CPT apenas para alta complexidade ligada à doença, e cobertura de consultas e exames de controle. A diferença aparece no tratamento em si, já que o tipo 1 costuma depender de insulina desde o diagnóstico, mas isso não altera as regras do plano, apenas o cuidado clínico conduzido pelo médico.
Já tenho complicação da diabetes, como retinopatia ou problema renal, o plano cobre?
Cobre, respeitada a carência. Complicações da diabetes, como retinopatia diabética, doença renal ou pé diabético, têm tratamento previsto no Rol de Procedimentos e são cobertas pelos planos. O ponto de atenção é a CPT: se a complicação exigir cirurgia, UTI ou um procedimento de alta complexidade e estiver ligada à diabetes, esse atendimento específico pode ficar suspenso durante o prazo de até 24 meses. Passado esse período, a cobertura fica integral. Por isso, para quem já tem complicações instaladas, comparar operadoras que aplicam CPT reduzida ou não aplicam faz diferença real.
Consigo plano sem carência sendo diabético?
Depende da situação. A carência comum, que vale para todo mundo, pode ser reduzida ou aproveitada em casos de portabilidade, quando você já tinha um plano e troca por outro sem ficar sem cobertura. Já a CPT, específica da doença preexistente, é o que costuma incidir sobre o diabético nos procedimentos de alta complexidade, e nem todas as operadoras a aplicam. Não existe promessa de plano totalmente sem espera, mas há caminhos legais para diminuir o tempo, como a portabilidade de carências. A Kobe compara as operadoras e mostra quais oferecem a menor carência para o seu caso.

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