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Plano de Saúde para Obesos

Ter obesidade não impede a contratação de um plano de saúde, e nenhuma operadora pode recusar você por isso

O IMC alto não veta o contrato. Ele gera uma declaração de saúde e, no máximo, uma carência maior para a condição. Compare as operadoras da ANS que cobrem tratamento clínico, cirurgia bariátrica e plástica reparadora, e cote grátis.

  • Nenhuma operadora recusa por obesidade
  • Cobertura de bariátrica pela ANS
  • Tratamento clínico e nutricional
  • Todas as operadoras da ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Paciente com obesidade em consulta médica de acompanhamento coberta pelo plano de saúde
IMC
Não recusagera DPS e CPT
Operadoras que cobrem
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Nenhuma operadora pode recusar você por ter obesidade. A lei proíbe a negativa de contrato por doença preexistente. O que a obesidade gera é uma declaração de saúde e, no máximo, uma carência maior para procedimentos ligados a ela, nunca a recusa.

Plano de saúde para obesos: como funciona

A obesidade é preexistente, então entra na declaração de saúde, mas não barra o contrato.

A obesidade é classificada como doença crônica, e o plano de saúde a trata como uma condição preexistente, aquela que a pessoa já tinha antes de assinar o contrato.

Isso assusta muita gente, mas o efeito prático é menor do que parece. A operadora não pode dizer não ao seu contrato por causa do peso.

O que muda é que você declara a condição na DPS, a Declaração Pessoal de Saúde, e a operadora pode aplicar uma carência estendida só para o que se liga diretamente à obesidade.

Por que a operadora não pode recusar por obesidade para obesos

A negativa de contrato por doença preexistente é proibida pela regulação da ANS.

Existe um medo comum de que o IMC alto trave a contratação. Ele não trava. A regra da ANS é clara ao vedar a recusa de um cliente por conta de doença preexistente.

O que a operadora pode fazer é aplicar a Cobertura Parcial Temporária, a CPT, sobre os procedimentos de alta complexidade ligados à obesidade. Fora disso, você usa o plano normalmente desde o fim das carências comuns.

O que a operadora pode e não pode fazer diante da obesidade
SituaçãoA operadora pode?Como funciona
Recusar o contratoNãoA negativa por doença preexistente é vedada
Aplicar CPTSimAté 24 meses de carência para o que se liga à obesidade
Cobrar mais caro pelo IMCNãoO preço segue a faixa etária, não o peso
Pedir a DPSSimA declaração de saúde é parte normal da contratação
Excluir cobertura para sempreNãoA CPT é temporária e acaba em até 2 anos

O que o plano para obesos cobre para o paciente com obesidade

Da consulta com endócrino à plástica reparadora, veja a jornada completa.

A cobertura para quem tem obesidade não se resume à cirurgia. Ela acompanha o paciente em toda a jornada, do tratamento clínico ao pós-operatório.

Coberturas do plano de saúde na jornada do paciente com obesidade
EtapaO que o plano cobreObservação
DiagnósticoConsultas, exames de sangue e avaliação do IMCEndocrinologista e clínico geral da rede
Tratamento clínicoAcompanhamento com endócrino e nutricionistaNutricionista com indicação médica no Rol
Cirurgia bariátricaA cirurgia pelos critérios da ANSExige IMC e acompanhamento comprovados
Internação e pósDiária hospitalar e equipe cirúrgicaSegue a segmentação hospitalar do plano
Plástica reparadoraRetirada de excesso de pele pós-bariátricaQuando há indicação e comprovação médica

Cirurgia bariátrica: os critérios da ANS para obesos

A bariátrica está no Rol de Procedimentos, com regras claras de indicação.

A cirurgia bariátrica é uma cobertura obrigatória do Rol da ANS, então todo plano hospitalar precisa cobri-la quando há indicação. O ponto é cumprir os critérios técnicos.

A ANS estabelece parâmetros de IMC e idade, além da exigência de acompanhamento clínico prévio. Não é um pedido que se aprova da noite para o dia, e a Kobe não promete aprovação, quem decide a indicação é a equipe médica.

A página do plano de saúde com cirurgia bariátrica detalha cada critério, o tempo de acompanhamento e os exames exigidos.

01IMC e idadeO Rol define faixas de IMC e faixa etária para a indicação.
02Acompanhamento prévioA ANS exige meses de tratamento clínico documentado antes.
03Laudo médicoA indicação parte da equipe, com relatório e exames de apoio.

Tratamento clínico antes de pensar em cirurgia para obesos

Endócrino e nutricionista fazem parte da cobertura e vêm primeiro.

Nem todo mundo com obesidade parte para a cirurgia, e o plano cobre a etapa clínica que vem antes. O endocrinologista conduz a investigação hormonal e metabólica.

O nutricionista entra com indicação médica e está previsto no Rol para acompanhamento de casos como o da obesidade. Esse acompanhamento também é o que constrói o histórico exigido caso a bariátrica venha a ser indicada mais adiante.

Nutricionista: quando o plano para obesos cobre

A consulta com nutricionista é coberta quando há encaminhamento médico e a condição está entre as previstas no Rol, o que inclui a obesidade.

O número de sessões segue as diretrizes de utilização da ANS, então vale confirmar a quantidade com a operadora antes de iniciar o acompanhamento.

Plástica reparadora depois da bariátrica para obesos

A retirada do excesso de pele tem cobertura quando é reparadora.

Depois de uma grande perda de peso, sobra pele, e a cirurgia para removê-la pode ser coberta pelo plano. A chave é a finalidade.

Quando a retirada de pele é reparadora, tratando problemas como assaduras crônicas e infecções de repetição, ela entra na cobertura mediante indicação médica. Quando é apenas estética, fica de fora do Rol.

Cada operadora avalia o laudo e as fotos que comprovam a indicação clínica, e esse é um cuidado importante ao escolher o plano de quem fez ou vai fazer a bariátrica.

Como declarar a obesidade na DPS sem errar o plano de saúde para obesos

A sinceridade na declaração protege você contra alegação de fraude.

Declare a obesidade com honestidade. Omitir a condição para fugir da carência é o erro que mais causa dor de cabeça depois.

Se a operadora identifica omissão de doença preexistente, ela pode abrir um processo e até negar procedimentos ligados à condição. Declarar protege o seu direito.

Com a DPS preenchida de forma correta, no máximo você recebe a CPT sobre a alta complexidade, e continua com todo o restante do plano garantido dentro das carências normais.

A Kobe é comparadora e intermediadora, não é operadora, e não decide sobre aplicação de CPT nem sobre aprovação de procedimentos. Cada análise cabe à operadora e à equipe médica.

Por que cotar o seu plano para obesos com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos preço, cobertura e rede para a sua situação e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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Perguntas frequentes sobre plano de saúde para obesos

As dúvidas mais comuns de quem tem obesidade e vai contratar um plano.

O plano de saúde pode me recusar por eu ter obesidade?
Não pode. A regulação da ANS proíbe a operadora de negar um contrato por causa de doença preexistente, e a obesidade é uma delas. Independentemente do seu IMC, você tem o direito de contratar. O que a operadora pode fazer é aplicar a Cobertura Parcial Temporária, uma carência de até 24 meses apenas para os procedimentos de alta complexidade ligados à obesidade. Fora isso, o plano funciona normalmente para você desde o fim das carências comuns de consultas, exames e urgência.
A obesidade faz o plano ficar mais caro para mim?
Não. O preço da mensalidade é definido pela faixa etária, pela cidade e pela cobertura escolhida, não pelo seu peso ou IMC. A operadora não pode cobrar um valor maior de você por ter obesidade. O que a condição pode gerar é a CPT, que é uma carência estendida, e não um acréscimo no preço. Por isso, alguém com obesidade e alguém sem, na mesma idade e mesma cobertura, pagam a mesma mensalidade. Comparar as operadoras é o que garante o melhor valor para o seu perfil.
Preciso declarar a obesidade na hora de contratar?
Sim, e é fundamental fazer isso com honestidade. A obesidade deve constar na Declaração Pessoal de Saúde, a DPS, que você preenche na contratação. Omitir a condição para tentar fugir da carência é arriscado, porque a operadora pode identificar a omissão depois e alegar fraude, chegando a negar procedimentos ligados à obesidade. Declarar corretamente protege o seu direito. Na pior hipótese, você recebe a CPT sobre a alta complexidade, e mantém garantido todo o restante da cobertura dentro dos prazos normais.
O que é a CPT que aplicam por causa da obesidade?
A Cobertura Parcial Temporária, ou CPT, é uma carência de até 24 meses que a operadora pode aplicar sobre procedimentos de alta complexidade, cirurgias e leitos de alta tecnologia diretamente ligados a uma doença preexistente. No caso da obesidade, ela costuma incidir sobre a cirurgia bariátrica, por exemplo. Passados os 24 meses, a CPT acaba e a cobertura fica completa. Importante: a CPT não afeta consultas, exames simples nem o atendimento de urgência e emergência, que seguem apenas as carências comuns do contrato.
O plano cobre cirurgia bariátrica?
Cobre, quando há indicação médica dentro dos critérios da ANS. A cirurgia bariátrica faz parte do Rol de Procedimentos, então todo plano com segmentação hospitalar precisa cobri-la nesses casos. Os critérios envolvem parâmetros de IMC, faixa etária e a comprovação de acompanhamento clínico prévio por um período determinado. A Kobe não promete a aprovação, porque quem decide a indicação é a sua equipe médica e a análise é da operadora. O nosso papel é comparar quais operadoras têm boa rede para bariátrica na sua região.
Quais critérios preciso cumprir para a bariátrica ser aprovada?
A ANS define critérios técnicos de indicação, que incluem faixas de IMC, idade dentro de um intervalo e a comprovação de acompanhamento clínico anterior à cirurgia. Também é preciso um laudo da equipe médica e exames que apoiem a indicação. Não é uma decisão automática nem imediata, e o histórico de tratamento clínico conta muito. Por isso o acompanhamento com endocrinologista e nutricionista, que o plano cobre, é tão importante desde o começo. A página sobre plano de saúde com cirurgia bariátrica detalha cada exigência.
O plano cobre nutricionista e endocrinologista?
Sim. O acompanhamento com endocrinologista faz parte da cobertura de consultas do plano e é o especialista que conduz a investigação da obesidade. O nutricionista é coberto quando há encaminhamento médico e a condição está entre as previstas no Rol da ANS, o que inclui a obesidade. O número de sessões de nutrição segue diretrizes de utilização, então vale confirmar a quantidade com a operadora. Esse tratamento clínico é a base da jornada e também constrói o histórico exigido caso a bariátrica venha a ser indicada.
Depois da bariátrica, o plano cobre a retirada do excesso de pele?
Cobre quando a cirurgia tem finalidade reparadora, e não apenas estética. Após uma grande perda de peso, a sobra de pele pode causar assaduras crônicas, infecções de repetição e outros problemas, e nesses casos a plástica reparadora entra na cobertura mediante indicação e laudo médico. Se a intenção for puramente estética, fica de fora do Rol. Cada operadora avalia as fotos e o relatório que comprovam a necessidade clínica. Ao escolher o plano, vale olhar como a operadora trata esse pós-operatório, já que é uma etapa comum de quem fez a cirurgia.
Tenho obesidade mórbida, ainda consigo plano?
Consegue. Nem a obesidade mórbida, que é o grau mais alto, permite que a operadora recuse o seu contrato, porque a negativa por doença preexistente é vedada. O que acontece é a aplicação da CPT sobre os procedimentos de alta complexidade ligados à condição, como a bariátrica, durante até 24 meses. Você contrata normalmente e usa consultas, exames e urgência dentro das carências comuns. Para quem tem indicação de cirurgia, o mais estratégico é comparar operadoras com boa rede hospitalar para bariátrica, e a Kobe faz essa comparação sem custo.
Se eu já tenho plano, ele cobre a bariátrica que preciso agora?
Se o seu plano tem segmentação hospitalar, a cirurgia bariátrica está no Rol e deve ser coberta quando você cumpre os critérios da ANS e recebe a indicação médica. O ponto de atenção é a carência: se a obesidade foi declarada na contratação e houve CPT, pode haver um prazo a cumprir antes da cirurgia de alta complexidade. Passado esse prazo, a cobertura vale. Vale conferir com a sua operadora o seu tempo de contrato e se ainda há CPT ativa. A página de coberturas ajuda a entender o que o seu tipo de plano inclui em /coberturas/.
Vale a pena trocar de plano por causa da obesidade?
Depende de duas coisas: o preço que você paga hoje e a qualidade da rede para tratar a obesidade. Se o plano atual tem rede fraca para bariátrica ou acompanhamento clínico limitado, comparar pode revelar opções melhores. O cuidado é com a carência: ao trocar, você pode enfrentar nova CPT, a menos que use a portabilidade de carências, que preserva os prazos já cumpridos quando você atende às regras. A Kobe compara as operadoras da ANS lado a lado e mostra as que têm melhor cobertura para o seu caso, de graça e sem compromisso.

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