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Coberturas · Pagamento

Plano de Saúde sem Coparticipação

Sem coparticipação você paga uma mensalidade fixa e nunca recebe boleto extra por consulta ou exame

A mensalidade é mais alta, mas é a mesma todo mês, use pouco ou use muito. É o formato de quem faz tratamento contínuo, tem filhos pequenos ou idosos em casa e quer previsão total do gasto. Compare as operadoras da ANS e cote grátis.

  • Mensalidade fixa todo mês
  • Zero cobrança por consulta ou exame
  • Gasto do plano 100% previsível
  • Todas as operadoras da ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Família em consulta médica usando plano de saúde sem coparticipação, sem se preocupar com cobrança por atendimento
Fixo
Sem sustoboleto por uso não existe
Operadoras sem coparticipação
AmilBradesco SaúdeSulAméricaHapvidaNotreDamePorto SeguroUnimed
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Plano de saúde sem coparticipação é aquele em que você paga só a mensalidade fixa e nunca recebe cobrança extra ao usar o plano. A mensalidade é mais alta, porém é a mesma todo mês, o que dá previsão total do gasto para quem usa bastante.

Plano sem coparticipação: o que é

Uma mensalidade fixa cobre tudo, e consulta, exame ou terapia não geram valor por uso.

No plano de saúde sem coparticipação, você paga um valor fechado por mês e pronto. Usar o plano não acrescenta nada na fatura seguinte.

É o contrário do modelo em que cada atendimento soma um pequeno valor à mensalidade. Se quiser entender esse outro formato, veja o plano de saúde com coparticipação.

A troca é direta. Você aceita uma mensalidade mais cara em nome de uma certeza, o seu plano custa o mesmo em janeiro e em dezembro, independente de quantas vezes você foi ao médico.

Para quem o sem coparticipação compensa

O gasto fixo vence quando você usa muito o plano ou quando a previsão pesa mais que o preço de entrada.

A regra prática é o volume de uso. Quanto mais você e a família consultam, fazem exames e terapias, mais rápido a cobrança por uso do outro modelo alcança e ultrapassa a mensalidade fixa do sem coparticipação.

Por isso este formato costuma ser a escolha de quem convive com uma condição de saúde contínua ou tem gente em casa que vai ao médico o ano inteiro.

Perfis que costumam ganhar com o plano sem coparticipação
Quem éPor que o gasto fixo compensa
Quem tem doença crônicaConsultas, exames e terapias recorrentes fariam a coparticipação subir todo mês
Família com crianças pequenasPediatra, vacinas e exames de rotina são frequentes nos primeiros anos
Casa com idososAcompanhamento contínuo e mais exames elevam o uso ao longo do ano
Gestante e casal em pré-natalO pré-natal soma muitas consultas e exames em poucos meses
Quem quer travar o orçamentoO gasto com saúde vira um valor fixo, sem oscilar mês a mês

Por que a previsibilidade vale tanto sem coparticipação

O ganho principal não é economia, é saber exatamente quanto o plano vai custar.

No plano sem coparticipação você fecha o ano sabendo o valor de cada mensalidade, sem nenhuma surpresa ligada a quanto usou o plano.

Isso muda o comportamento. Como o atendimento não gera boleto, ninguém adia uma consulta ou deixa de fazer um exame com medo do custo, o que ajuda a cuidar da saúde na hora certa.

Para uma família que já tem gastos fixos apertados, essa estabilidade costuma pesar mais na decisão do que a diferença de preço em si.

01A favor: gasto previsívelO mesmo valor todo mês, sem fatura que sobe quando você usa mais.
02A favor: uso sem freioConsulta e exame na hora certa, sem pensar no custo por atendimento.
03Contra: mensalidade maiorO preço de entrada por mês é mais alto que no com coparticipação.

Sem coparticipação e com coparticipação, lado a lado

A cobertura é a mesma, muda só onde o custo fica: tudo na mensalidade ou parte a cada uso.

A escolha entre os dois formatos não mexe na rede credenciada nem no Rol de Procedimentos da ANS. Você não perde atendimento por decidir pelo gasto fixo.

O que muda é a distribuição do custo. No sem coparticipação, tudo está na mensalidade. No com coparticipação, a mensalidade é menor e cada uso cobra um pequeno valor.

Plano sem coparticipação e com coparticipação, comparados
CritérioSem coparticipaçãoCom coparticipação
MensalidadeMais altaMais baixa
Cobrança por consulta ou exameNenhumaPequeno valor por uso
Previsão do gastoTotal, fecha o anoParcial, varia com o uso
Melhor para quemUsa muito o planoUsa pouco o plano
Risco de fatura altaZeroMeses de uso intenso pesam

Por que a mensalidade fixa é mais cara sem coparticipação

A operadora embute no valor mensal o uso que não vai cobrar depois.

A conta é simples. Se a operadora não vai cobrar por consulta nem por exame, ela precisa prever esse uso e colocar tudo dentro da mensalidade.

Por isso o preço de entrada sobe. Você paga adiantado, e diluído em doze parcelas iguais, aquilo que no outro modelo apareceria pingado a cada atendimento.

No fim, quem usa muito paga parecido nos dois formatos. A diferença é que aqui o valor já está fechado e não assusta ninguém no fim do mês.

Como contratar o plano sem coparticipação

Do seu uso à carteirinha, em quatro passos.

01Estime o seu usoQuantas consultas e exames você e a família fazem por ano.
02Compare os dois formatosA Kobe põe a mensalidade fixa ao lado do com coparticipação.
03Feche a conta do anoSome doze mensalidades para ver qual sai menor no seu caso.
04ContrateJunto à operadora, por corretor habilitado, sem custo extra.

Dá para reavaliar na renovação sem coparticipação

A escolha do formato não é para sempre. Muita gente contrata o sem coparticipação e, na renovação anual, revê o uso real para decidir se mantém ou testa o outro modelo.

Como o seu histórico de utilização fica registrado, essa decisão deixa de ser um palpite e passa a ter base no que você de fato usou no ano.

Um exemplo de quando o fixo ganha sem coparticipação

O caso de quem faz acompanhamento o ano inteiro.

Pense em quem trata uma condição crônica, com consulta ao especialista a cada dois meses, exames de controle e sessões de terapia ao longo do ano.

Nesse cenário, a soma dos pequenos valores por uso do modelo com coparticipação cresce mês a mês e pode passar folgado o que a mensalidade fixa cobraria no mesmo período.

Ali o sem coparticipação não é só mais tranquilo, costuma sair mais barato no acumulado do ano, e ainda tira o freio de quem evitaria atendimentos por causa do custo.

Valores e comparações são ilustrativos. O gasto real depende da idade de cada pessoa, da cidade, da cobertura e da operadora, e é definido na cotação.

Erros comuns ao escolher o sem coparticipação

O que faz você pagar caro sem necessidade.

Fugir da coparticipação por medo, sem olhar o uso. Se você usa pouco o plano, a mensalidade fixa mais alta vira dinheiro parado todo mês.

Comparar só a mensalidade de entrada. O que decide é a conta do ano inteiro, mensalidade fixa contra mensalidade menor mais o uso estimado.

Ignorar quem vai no contrato. Um plano com filho pequeno ou idoso usa muito mais do que um adulto sozinho e saudável, e isso muda a escolha.

Fechar sem comparar operadoras. O preço do sem coparticipação varia bastante entre elas para a mesma cobertura.

Por que cotar o plano sem coparticipação com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, colocamos a mensalidade fixa ao lado do com coparticipação para o seu perfil e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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2Formatos na mesma telaSem e com coparticipação, para você decidir.
R$0100% grátisVocê não paga nada pela comparação.
Sem compromissoVocê só contrata se a conta fechar.

Perguntas frequentes sobre plano sem coparticipação

As dúvidas de quem quer mensalidade fixa e não quer ser cobrado por uso.

O que é plano de saúde sem coparticipação?
É o formato em que você paga apenas a mensalidade fixa e nunca recebe cobrança adicional ao usar o plano. Consulta, exame, terapia ou pronto-socorro não somam nada à fatura, porque esse uso já está embutido no valor mensal. É o oposto do plano com coparticipação, em que cada atendimento acrescenta um pequeno valor à mensalidade. Na prática, o seu gasto com saúde vira um número fixo e previsível, o mesmo todos os meses do ano, use pouco ou use muito o plano.
Para quem vale a pena o plano sem coparticipação?
Vale principalmente para quem usa o plano com frequência. Quem trata uma doença crônica, tem filhos pequenos, cuida de idosos em casa ou está em pré-natal costuma acumular muitas consultas e exames ao longo do ano. Nesses casos, a soma dos valores por uso do modelo com coparticipação alcança e ultrapassa a mensalidade fixa. Também compensa para quem prefere travar o orçamento e não quer o risco de uma fatura maior em meses de uso intenso, mesmo que o preço de entrada seja mais alto.
Por que o plano sem coparticipação é mais caro?
Porque a operadora precisa prever, dentro da mensalidade, todo o uso que não vai cobrar depois. Como não haverá valor por consulta nem por exame, esse custo estimado é diluído no valor mensal, o que eleva o preço de entrada. Você paga adiantado e de forma fixa aquilo que, no formato com coparticipação, apareceria pingado a cada atendimento. Por isso a mensalidade parece alta, mas em troca você elimina qualquer surpresa na fatura e sabe exatamente quanto o plano vai custar o ano todo.
Sem coparticipação sai mais barato no fim do ano?
Depende do quanto você usa. Para quem usa muito, como quem faz acompanhamento contínuo ou tem família com crianças e idosos, a mensalidade fixa costuma sair mais barata no acumulado do ano, porque a coparticipação teria somado bastante em consultas e exames. Já para quem usa pouco, o formato com coparticipação quase sempre fica mais em conta, pois a mensalidade de entrada é menor. A forma certa de decidir é fechar a conta anual dos dois formatos lado a lado, e a Kobe monta essa comparação por você.
A cobertura muda se o plano não tiver coparticipação?
Não. A escolha entre sem e com coparticipação não altera a rede credenciada nem o Rol de Procedimentos definido pela ANS. A cobertura de exames, consultas e internações é a mesma nos dois formatos. O que muda é somente onde o custo fica: no sem coparticipação, tudo está na mensalidade fixa; no com coparticipação, parte fica na mensalidade e parte é cobrada a cada uso. Você pode escolher o formato pensando só no bolso, sem medo de perder qualquer tipo de atendimento previsto no plano.
Pago alguma coisa quando uso o plano sem coparticipação?
Não paga nada por usar. No plano sem coparticipação, a consulta, o exame ou a terapia não geram nenhum valor avulso para você. Esse é justamente um dos motivos de quem usa muito preferir o formato, já que dá para ir ao médico e fazer exames sem pensar no custo de cada atendimento. Você arca apenas com a mensalidade fixa, que é a mesma todos os meses, e o uso do plano fica livre de qualquer cobrança por utilização, o que ajuda a não adiar cuidados por causa do dinheiro.
Plano sem coparticipação vale a pena para quem tem doença crônica?
Costuma ser o formato mais indicado. Quem convive com uma condição crônica faz consultas ao especialista, exames de controle e às vezes terapias de forma recorrente durante todo o ano. No modelo com coparticipação, cada um desses atendimentos somaria um valor à fatura, o que se acumula rápido. Com a mensalidade fixa, todo esse uso já está pago de forma diluída, sem cobrança extra. Além de tender a sair mais barato no acumulado, você não fica com receio de fazer o acompanhamento que precisa por causa do custo de cada visita.
Consigo plano sem coparticipação para a família toda?
Consegue. O formato sem coparticipação vale tanto para um plano individual quanto para um plano familiar, com titular e dependentes. Cada pessoa entra pela própria faixa etária, e a mensalidade fixa cobre o uso de todos, sem cobrança avulsa por atendimento de nenhum deles. Incluir crianças e idosos, que costumam usar bastante o plano, é justamente onde o gasto fixo mais compensa. A Kobe monta a cotação já considerando todas as vidas que você quer colocar no contrato.
Como saber se o gasto fixo vale para o meu caso?
O caminho é estimar o seu uso. Some quantas consultas e exames você e a família fazem por ano e multiplique pelo valor de coparticipação que seria cobrado no outro formato. Junte esse total à mensalidade menor do plano com coparticipação e compare com a mensalidade fixa do sem coparticipação, sempre no acumulado de doze meses. Se a soma do formato com coparticipação passar o valor fixo, o sem coparticipação compensa. Se você usa muito pouco, o com coparticipação tende a ganhar. A Kobe faz essa conta na cotação.
Posso começar sem coparticipação e mudar depois?
Pode. O formato não é definitivo e costuma ser reavaliado na renovação anual do contrato. Como o seu histórico de utilização fica registrado, você consegue comparar o uso real com o valor que pagou e decidir, com base em números, se mantém o sem coparticipação ou testa o outro modelo. Essa flexibilidade permite ajustar o plano ao seu comportamento verdadeiro, em vez de ficar preso a uma escolha feita no começo sem dados. A troca de formato segue as regras de portabilidade e prazos da operadora.
Existe carência no plano sem coparticipação?
Sim, a carência existe nos dois formatos e não tem relação com ter ou não coparticipação. A carência é o prazo de espera, após a contratação, para usar certos procedimentos, e segue os limites definidos pela ANS. Escolher o plano sem coparticipação não aumenta nem reduz esses prazos. Se você vem de outro plano, pode ter direito a aproveitar a carência já cumprida por meio da portabilidade, dentro das regras. Vale conferir os detalhes na página sobre o que é carência de plano de saúde antes de contratar.

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