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Plano de Saúde de Filantropia

Filantropia é a operadora de plano de saúde sem fins lucrativos, ancorada num hospital beneficente da sua região

São entidades como as Santas Casas e hospitais filantrópicos, certificadas como filantropia, que operam o próprio plano. É um modelo regional e de função social. Compare com as demais operadoras da ANS e cote grátis.

  • Operadora sem fins lucrativos
  • Ligada a entidade beneficente
  • Base num hospital tradicional local
  • Comparada com as demais operadoras da ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Fachada de hospital beneficente tradicional que serve de base à operadora de plano de saúde de filantropia
Sem lucro
Função socialo hospital é a base da rede
Operadoras que a Kobe compara
Santa CasaUnimedAmilBradesco SaúdeSulAméricaHapvidaNotreDame
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Filantropia é a modalidade de operadora de plano de saúde sem fins lucrativos, ligada a entidades beneficentes como as Santas Casas e hospitais filantrópicos. Ela precisa da certificação de filantropia e costuma girar em torno de um hospital tradicional da própria cidade.

Plano de saúde de filantropia: o que é

É o plano operado por uma entidade beneficente, não por uma empresa comercial.

Filantropia é uma das modalidades de operadora previstas pela ANS. Ela reúne as entidades sem fins lucrativos que operam plano de saúde.

Na prática, quem está por trás desse plano é uma instituição beneficente. Na maioria dos casos, uma Santa Casa de Misericórdia ou um hospital filantrópico que já atende a cidade há décadas.

O nome vem da natureza da entidade, não do preço. Filantropia aqui significa que a operadora não distribui lucro, e não que o plano seja gratuito ou de graça.

Cada entidade opera de forma regional. Por isso a operadora filantrópica de uma cidade não é a mesma da cidade vizinha, e a rede muda conforme o hospital que serve de base.

O que caracteriza a modalidade de filantropia

Sem fins lucrativos, com certificação e ancorada num hospital beneficente.

O traço central é a ausência de lucro. O superávit da operadora filantrópica volta para a própria assistência, em vez de ser dividido entre sócios ou acionistas.

Para entrar nessa classificação, a entidade precisa da certificação de filantropia, o CEBAS. É esse reconhecimento que confirma a função social e diferencia a filantrópica de uma empresa comum.

A rede quase sempre gira em torno de um hospital âncora. É o hospital da própria entidade beneficente que forma o núcleo do atendimento, complementado por médicos e clínicas credenciados na região.

O que define a modalidade de filantropia na ANS
CaracterísticaComo funciona na filantropia
Fins lucrativosNão tem, é entidade beneficente sem fins lucrativos
Quem operaSanta Casa ou hospital filantrópico tradicional da cidade
CertificaçãoDepende do certificado de filantropia (CEBAS) reconhecido pelo poder público
Destino do superávitReinvestido na própria assistência, sem distribuir lucro
RedeAncorada no hospital beneficente local, com credenciados no entorno
AbrangênciaEm regra regional, na cidade e nas cidades vizinhas

Filantropia e medicina de grupo: a diferença

Uma é entidade beneficente, a outra é empresa comercial.

É comum confundir filantropia com medicina de grupo, porque as duas são operadoras regionais que costumam ter hospital próprio. A diferença está na natureza da entidade.

A operadora de medicina de grupo é uma empresa mercantil, criada para operar plano de saúde com finalidade comercial. A filantrópica nasce de uma instituição beneficente e responde a uma lógica de função social.

Na hora de comparar, isso pesa menos do que a rede e o preço. Vale olhar o hospital de referência, os credenciados e as regras de coparticipação e carência, seja a operadora filantrópica ou comercial.

Filantropia e medicina de grupo, lado a lado
CritérioFilantropiaMedicina de grupo
Natureza da entidadeSem fins lucrativosEmpresa com fins lucrativos
Origem típicaSanta Casa, hospital beneficenteGrupo empresarial de saúde
Certificação de filantropiaSim, o CEBASNão exigido
FocoAssistência com função socialOperação comercial em escala
Abrangência mais comumRegional e localRegional a nacional
Rede baseHospital beneficente âncoraHospitais e clínicas próprios

Comparação de modelo entre as modalidades. Rede, preço e regras variam por operadora e por cidade, e devem ser confirmados na cotação.

Para quem o plano de filantropia filantrópico costuma fazer sentido

Quem valoriza o hospital tradicional da cidade e um custo mais contido.

O plano de filantropia costuma atrair quem já confia no hospital beneficente local e quer manter o atendimento por perto.

Como a operadora não busca lucro e atua em escala regional, a mensalidade tende a ser mais contida do que a de operadoras nacionais, respeitando a idade e a cobertura de cada contrato.

Em contrapartida, a abrangência é menor. Quem viaja muito ou precisa de rede em várias cidades deve conferir se a filantrópica atende esse perfil ou se uma operadora nacional encaixa melhor.

O que confirmar antes de decidir de filantropia

Cheque três pontos: o hospital âncora, a lista de credenciados e o Rol de Procedimentos coberto pela ANS.

Confirme também se a filantrópica atende a sua cidade, já que o modelo é regional e nem toda entidade opera plano em todo lugar. A página do plano Santa Casa Saúde traz o exemplo mais conhecido dessa modalidade.

Como comparar e contratar o plano de filantropia

Da entidade certa à carteirinha, em quatro passos.

Comparar é o passo que evita surpresa. A mesma pessoa recebe condições diferentes entre a operadora filantrópica e as comerciais, e só a comparação mostra qual entrega mais rede e melhor preço.

A Kobe reúne as operadoras registradas na ANS, filantrópicas e comerciais, para você escolher com dados na mão. Veja também todas as coberturas e o comparativo com a medicina de grupo.

01Confirme a operadoraVeja qual entidade beneficente opera o plano na sua cidade.
02Cheque a redeHospital âncora e credenciados que você usa de fato.
03Compare com as demaisA Kobe põe a filantrópica lado a lado com as outras da ANS.
04Cote e contrateJunto à operadora, por corretor habilitado, sem custo extra.

Por que comparar o plano de filantropia filantrópico com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, filantrópicas e comerciais, comparamos preço, rede e cobertura, e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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Perguntas frequentes sobre plano de saúde de filantropia

As dúvidas mais comuns de quem pensa em um plano de operadora filantrópica.

O que é uma operadora de plano de saúde de filantropia?
É a operadora sem fins lucrativos, ligada a uma entidade beneficente, que opera plano de saúde regulado pela ANS. Na prática, quase sempre é uma Santa Casa de Misericórdia ou um hospital filantrópico tradicional que administra o próprio plano. A ANS a classifica na modalidade filantropia porque a entidade não distribui lucro e mantém uma função social. O plano é pago normalmente, com mensalidade e regras de cobertura, e não deve ser confundido com atendimento gratuito ou com o SUS.
Plano de filantropia é a mesma coisa que plano gratuito?
Não. O termo filantropia se refere à natureza da operadora, que é sem fins lucrativos, e não ao preço do plano. Você paga mensalidade como em qualquer plano de saúde, dentro das faixas etárias e da cobertura contratada. A diferença é que o resultado financeiro da entidade volta para a própria assistência, em vez de virar lucro para sócios. Plano filantrópico é um plano pago, operado por uma instituição beneficente, e não um serviço de graça.
Qual a diferença entre filantropia e medicina de grupo?
A diferença central é a natureza da entidade. Na filantropia, a operadora é uma instituição beneficente sem fins lucrativos, com certificação de filantropia. Na medicina de grupo, a operadora é uma empresa comercial, criada para operar o plano com finalidade de lucro. As duas costumam ser regionais e ter hospital próprio, o que gera confusão. Na hora de escolher, o que mais importa é comparar a rede credenciada, o preço e as regras, seja a operadora filantrópica ou comercial.
O que é a certificação de filantropia, o CEBAS?
É o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social. Ele reconhece, perante o poder público, que a entidade atua sem fins lucrativos e cumpre requisitos de função social. Esse certificado é o que enquadra a operadora na modalidade filantropia junto à ANS e concede à instituição isenção de parte das contribuições sociais. Para o beneficiário, o CEBAS é um sinal de que a operadora é uma entidade beneficente de verdade, e não uma empresa comum usando o nome filantropia por marketing.
O plano filantrópico é regulado pela ANS?
Sim. Toda operadora de filantropia precisa de registro na ANS e segue as mesmas regras das demais operadoras. Isso inclui o Rol de Procedimentos com a cobertura mínima obrigatória, os prazos de carência, as normas de reajuste e os direitos do beneficiário. Ser uma entidade beneficente não isenta a operadora da fiscalização. O plano filantrópico oferece a mesma proteção regulatória de um plano comercial, e você pode consultar a situação da operadora no portal da ANS antes de contratar.
A Santa Casa é um exemplo de operadora filantrópica?
Sim, é o exemplo mais conhecido. Muitas Santas Casas de Misericórdia operam o próprio plano de saúde e se enquadram na modalidade filantropia por serem entidades beneficentes sem fins lucrativos. Cada Santa Casa atua na sua cidade e região, com o hospital tradicional dela como base da rede. Como o modelo é regional, a Santa Casa de uma cidade não é a mesma da vizinha. Se esse é o seu caso, vale ver a página específica do plano Santa Casa Saúde para checar rede e regras.
O plano de filantropia costuma ser mais barato?
Em muitos casos, sim. Por não buscar lucro e atuar em escala regional, a operadora filantrópica costuma praticar mensalidades mais contidas do que operadoras nacionais de porte, sempre dentro da idade e da cobertura de cada contrato. Mas isso não é uma regra fixa, porque o preço depende do plano, da cidade e da rede. O jeito de saber é comparar. A Kobe coloca a filantrópica ao lado das comerciais para que você veja o valor real na sua situação, sem promessa de preço.
O plano filantrópico atende em todo o Brasil?
Em geral, não. A abrangência costuma ser regional, concentrada na cidade e nas cidades vizinhas onde a entidade beneficente mantém rede. É esse o ponto fraco do modelo para quem viaja muito ou precisa de atendimento em vários estados. Existem planos com abrangência maior, mas eles são exceção dentro da filantropia. Se a cobertura nacional é essencial para você, vale comparar a filantrópica com operadoras de rede ampla e decidir com base na rede que você realmente usa.
Posso contratar plano filantrópico por CNPJ ou só pessoa física?
Depende da operadora. Muitas entidades filantrópicas oferecem tanto o plano individual e familiar quanto o coletivo empresarial e o por adesão. As modalidades disponíveis variam de uma Santa Casa ou hospital beneficente para outro, conforme a região. Se você tem empresa, vale checar se a filantrópica local aceita contrato por CNPJ, que costuma sair mais barato que o individual. A Kobe verifica quais operadoras, filantrópicas e comerciais, aceitam o seu perfil e a sua forma de contratação.
A carência do plano filantrópico é diferente?
A carência segue os prazos máximos definidos pela ANS, iguais para toda operadora, filantrópica ou comercial. Isso vale para consultas, exames, internações e parto, cada um com seu limite regulado. O que pode mudar de uma operadora para outra é a política interna, já que algumas reduzem prazos em campanhas ou em contratos empresariais. Não confie em promessa de carência zero, porque não existe garantia disso. Confirme sempre a carência aplicada por escrito, na proposta da operadora escolhida.
Como a Kobe ajuda a escolher um plano de filantropia?
A Kobe é uma comparadora e intermediadora, não é operadora nem vende plano próprio. Reunimos as operadoras registradas na ANS, incluindo as filantrópicas da sua região, e mostramos preço, rede e cobertura lado a lado. Depois, ligamos você a um corretor habilitado para tirar dúvidas e conduzir a proposta junto à operadora escolhida. Você compara de graça e sem compromisso, e só contrata se a condição valer a pena. Assim dá para pesar filantropia e opções comerciais com dados na mão.

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