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Odontológico · Cobertura ampla

Plano odontológico completo

O plano completo é o que resolve o dente inteiro, não só a consulta e a limpeza

Quando você prevê um tratamento maior, prótese, mais canal, gengiva ou aparelho, o plano de entrada não dá conta. O completo sobe a cobertura por poucos reais a mais na mensalidade. Entenda o que ele agrega e compare as operadoras. Cotar é grátis.

  • Prótese e reabilitação inclusas
  • Mais endodontia e periodontia
  • Documentação ortodôntica
  • Operadoras odonto da ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Paciente concluindo reabilitação dentária pelo plano odontológico completo comparado pela Kobe
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Além do básicoprótese e mais canal
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Plano odontológico completo é a faixa ampla do dental: além do que todo plano cobre, ele soma prótese, documentação ortodôntica e mais procedimentos de canal e gengiva, por uma mensalidade de referência entre R$50 e R$90. É o plano de quem prevê um tratamento maior, não só consulta e limpeza.

Plano odontológico completo: o que é

A faixa ampla do dental, feita para resolver o dente por inteiro, e não só o básico do dia a dia.

O plano odontológico completo é o nível mais alto da cobertura dental. Ele parte do mesmo piso obrigatório de qualquer plano e sobe uma camada inteira de tratamentos que o plano de entrada deixa de fora.

A diferença não está no básico, que consulta, limpeza, restauração e urgência já entram em qualquer contrato. A diferença está no que vem por cima: prótese, reabilitação, mais canal e o preparo para o aparelho. É esse teto mais alto que define o plano completo.

Se o seu caso é só manter o sorriso em dia, o plano odontológico básico resolve por menos. O completo faz sentido quando você sabe que vem tratamento pela frente e não quer pagar cada etapa por fora.

O que o plano completo adiciona ao básico

Quatro frentes separam o completo do plano de entrada, e é nelas que o dinheiro pesa.

O ganho do plano completo se concentra em quatro pontos, justamente os tratamentos mais caros quando pagos avulsos. É aqui que a mensalidade a mais volta em forma de economia real.

01Prótese e reabilitaçãoCoroa, prótese fixa e removível para repor dente perdido ou muito danificado. Fora do básico, incluída no completo.
02Mais endodontia e periodontiaCanal de dentes com mais raízes, retratamento e cirurgia de gengiva que o plano de entrada limita.
03Documentação ortodônticaExames e radiografias que planejam o aparelho, o primeiro passo de quem vai fazer ortodontia.

Plano básico e completo, procedimento a procedimento

O piso é igual nos dois. A distância aparece nos tratamentos de maior complexidade.

Ver lado a lado ajuda a decidir. A tabela abaixo mostra onde os dois planos se encontram e onde eles se separam, procedimento por procedimento, para você enxergar exatamente o que a faixa completa agrega.

Cobertura do plano odontológico básico e do completo, procedimento a procedimento
ProcedimentoPlano básicoPlano completo
Consulta, limpeza e restauraçãoCobertoCoberto
Extração e urgência 24hCobertoCoberto
Canal em dente simplesCobertoCoberto
Canal em molar e retratamentoLimitadoAmplo
Periodontia (gengiva) avançadaBásicaAmpla, inclui cirurgia
Prótese e coroaNão cobertoIncluída na maioria
Documentação ortodônticaNão cobertoIncluída
Ortodontia (aparelho)Não cobertoEm planos com ortodontia
ImplanteNão cobertoEm planos premium
Mensalidade de referênciaR$20 a R$40R$50 a R$90

Coberturas e valores ilustrativos, que variam por operadora, idade e região. A lista exata de cada plano aparece na cotação.

Para quem o plano completo vale

A conta muda conforme o que você prevê tratar nos próximos meses.

O completo não é para todo mundo, e ser honesto sobre isso poupa o seu dinheiro. Ele compensa quando você já sabe que vem um tratamento maior, porque uma única prótese ou um canal de molar pagos por fora custam mais do que meses da mensalidade extra.

Faz sentido para quem perdeu um dente e precisa de prótese, para quem tem histórico de problema de gengiva, para quem vai encarar canais mais complexos e para quem pretende começar um aparelho e quer a documentação inclusa. Nesses casos, a faixa ampla se paga sozinha.

Se você cuida do dente de forma preventiva e não tem tratamento à vista, o plano de entrada tende a bastar. Vale só lembrar de uma coisa: prótese e ortodontia têm carência, então adiantar a contratação quando o tratamento já está no horizonte evita esperar meses na hora certa.

Quanto o completo custa a mais que o básico

A diferença de mensalidade é pequena perto do preço avulso do que ele cobre.

Na referência do mercado, o plano de entrada gira entre R$20 e R$40 por pessoa, e o completo entre R$50 e R$90. A diferença costuma ser de algumas dezenas de reais por mês, e é aí que a matemática vira a favor.

Uma prótese ou uma reabilitação pagas por fora facilmente superam um ano inteiro dessa diferença. Ou seja, um único procedimento coberto já devolve o que você investiu a mais na mensalidade, e tudo o que vier depois é ganho.

O que puxa o preço do completo para baixo é a coparticipação. Como parte do custo só aparece quando você usa a prótese ou o aparelho, a operadora consegue manter a mensalidade acessível mesmo com a cobertura ampla. Compare o valor mensal somado à coparticipação prevista, e não só o preço de entrada.

Preços citados são referência ilustrativa. O valor real depende da operadora, da idade, da cidade e da coparticipação, e aparece na cotação.

Carência dos procedimentos do plano completo

O que o completo agrega é justamente o que tem a espera mais longa.

A carência é o tempo entre contratar e poder usar cada procedimento. No básico ela é curta, porque a urgência libera em 24 horas e as consultas em poucos dias. No completo, a atenção vai para os tratamentos extras, que têm prazos maiores.

Prótese, ortodontia e procedimentos de maior complexidade costumam ter carência que se aproxima de 180 dias em vários planos. É a maior espera do dental, e faz sentido: são os tratamentos mais caros para a operadora.

Por isso a hora de contratar importa. Se você prevê uma prótese ou um aparelho, contratar com antecedência faz a carência correr antes de o tratamento começar. Quem vem de outro plano odontológico e faz portabilidade pode aproveitar as carências já cumpridas e não recomeçar a espera.

Como contratar um plano odontológico completo

Da cotação à carteirinha, em quatro passos, filtrando só a faixa ampla.

01Diga o que vai tratarPrótese, canal, gengiva ou aparelho, para separar só os planos amplos.
02Compare os planos amplosA Kobe reúne as operadoras odonto da ANS que cobrem a camada extra.
03Confira carência e coparticipaçãoPrazos da prótese e da ortodontia e o valor por procedimento.
04ContrateJunto à operadora, por corretor habilitado, sem custo extra.

Completo ou só a cobertura de prótese?

Nem sempre você precisa do plano mais amplo. Se o seu objetivo é apenas repor um dente, existe uma faixa focada nisso, sem pagar pela ortodontia que você não vai usar.

Nesse caso, compare o completo com o plano odontológico com prótese. A Kobe mostra os dois cenários para você pagar só pela cobertura que faz sentido no seu caso.

Por que cotar o plano completo com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras odontológicas registradas na ANS, comparamos preço, cobertura ampla, carência e rede de dentistas, e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça e sem compromisso.

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Perguntas frequentes sobre plano odontológico completo

As dúvidas mais comuns de quem pesa a faixa ampla do dental.

O que é um plano odontológico completo?
É a faixa mais ampla do plano dental. Ele parte da cobertura mínima obrigatória do Rol da ANS, que já inclui consulta, limpeza, restauração, canal, extração e urgência 24h, e soma por cima uma camada de tratamentos que o plano de entrada não cobre. Essa camada extra costuma trazer prótese e reabilitação, canal em dentes mais complexos, periodontia avançada, documentação ortodôntica e, em muitos planos, a ortodontia com aparelho. Por isso a mensalidade de referência fica entre R$50 e R$90, acima da faixa de entrada. O completo é indicado para quem prevê um tratamento maior e não quer pagar cada etapa por fora.
O que o plano completo cobre a mais que o básico?
O completo estende a cobertura em quatro frentes principais. A primeira é a prótese e a reabilitação, que repõem dentes perdidos ou muito danificados e ficam de fora do plano barato. A segunda é a endodontia mais complexa, como canal de molar e retratamento, além da periodontia avançada, que inclui cirurgia de gengiva. A terceira é a documentação ortodôntica, o conjunto de exames que planeja o aparelho. A quarta é a própria ortodontia, presente em boa parte dos planos completos, quase sempre com coparticipação. O essencial do dia a dia continua igual nos dois, o que muda é o alcance nos tratamentos de maior complexidade.
Quanto custa um plano odontológico completo?
Como referência de mercado, o plano completo costuma ficar entre R$50 e R$90 por pessoa, contra R$20 a R$40 do plano de entrada. A diferença de algumas dezenas de reais por mês se explica pela cobertura ampla de prótese, ortodontia e procedimentos complexos. Boa parte desses planos usa coparticipação, um valor pequeno pago só quando você faz o procedimento, o que ajuda a manter a mensalidade baixa. O preço final depende da operadora, da idade, da cidade e do nível de cobertura. Esses valores são apenas ilustrativos e servem de referência até a cotação, que mostra o preço real para o seu caso.
Vale a pena pagar mais pelo plano completo?
Depende do que você prevê tratar. Se há uma prótese, um canal de molar ou um aparelho no horizonte, vale quase sempre, porque um único desses procedimentos pago por fora supera facilmente um ano da diferença de mensalidade. Nesse cenário, a faixa ampla se paga sozinha já no primeiro tratamento. Agora, se você cuida do dente de forma preventiva e não tem nada maior à vista, o plano de entrada tende a bastar e sai mais barato. A decisão certa é olhar o seu caso concreto, e não pagar por uma cobertura que você não vai usar.
O plano completo cobre prótese dentária?
Sim, a prótese é justamente um dos principais motivos de existir a faixa completa. Coroa, prótese fixa e prótese removível entram na maioria dos planos completos, enquanto ficam de fora do plano de entrada. A prótese costuma ter carência, que em vários planos se aproxima de 180 dias, e pode ter coparticipação. Se repor um dente é o seu único objetivo, vale comparar o completo com o plano odontológico com prótese, que foca nessa cobertura sem incluir a ortodontia. Avise na cotação que você precisa de prótese para a Kobe filtrar apenas os planos que a cobrem.
Plano completo inclui aparelho ortodôntico?
Muitos planos completos incluem, mas não todos. A ortodontia com aparelho está presente em boa parte da faixa ampla, quase sempre com coparticipação na manutenção mensal e com carência maior. Antes disso, o completo costuma cobrir a documentação ortodôntica, os exames que planejam o tratamento. Se o aparelho é o seu foco principal, o ideal é comparar os planos completos que trazem ortodontia inclusa, porque nem todo plano dessa faixa cobre a instalação. Diga isso na cotação para a Kobe separar só os planos que atendem a esse objetivo específico.
Qual a carência dos procedimentos do plano completo?
Os tratamentos que o completo agrega são justamente os de carência mais longa. Prótese, ortodontia e procedimentos de maior complexidade costumam ter prazo perto de 180 dias em vários planos, enquanto a urgência libera em 24 horas e as consultas em poucos dias, igual ao básico. A ANS define os prazos máximos, e cada operadora pode praticar prazos menores. Por isso vale contratar com antecedência quando o tratamento já está no horizonte, para a carência correr antes da hora certa. Quem faz portabilidade de outro plano odontológico pode aproveitar as carências já cumpridas e não recomeçar do zero.
Plano odontológico completo cobre implante?
Em geral, só os planos premium dentro da faixa completa. O implante é o procedimento mais caro do dental e costuma ficar fora até de muitos planos completos comuns, aparecendo apenas nos níveis mais altos, quando há, quase sempre com coparticipação e carência longa. Se o implante é o que você precisa, é essencial avisar na cotação, porque nem todo plano rotulado como completo vai cobri-lo. A Kobe verifica quais operadoras oferecem essa cobertura na sua região, para você não fechar esperando algo que não está no contrato.
Qual a diferença entre plano básico e completo?
Os dois cobrem o mesmo piso obrigatório da ANS: consulta, limpeza, restauração, canal simples, extração e urgência 24h. A diferença está no que vem por cima. O plano básico para aí, com mensalidade de referência entre R$20 e R$40. O completo soma prótese, canal em dentes mais complexos, periodontia avançada, documentação ortodôntica e, em muitos casos, ortodontia, com mensalidade entre R$50 e R$90. Na prática, o básico mantém o sorriso em dia e o completo resolve tratamentos maiores. A escolha depende do que você prevê tratar, e a Kobe mostra os dois lado a lado para você decidir.
O plano completo tem coparticipação?
Costuma ter, sobretudo nos procedimentos que ele agrega. A coparticipação é um valor pequeno pago a cada procedimento mais complexo, como prótese e manutenção de aparelho, e é ela que permite manter a mensalidade acessível mesmo com a cobertura ampla. O básico do dia a dia, como consulta e limpeza, em geral não tem essa cobrança. Ao comparar planos completos, vale somar a mensalidade à coparticipação prevista para o tratamento que você vai fazer, e não olhar só o preço de entrada. A Kobe mostra em quais procedimentos a coparticipação incide em cada plano.
Como contratar um plano odontológico completo com a Kobe?
O processo é simples e a comparação é gratuita. Você informa o que pretende tratar no dente, como prótese, canal, gengiva ou aparelho, e a Kobe reúne as operadoras odontológicas registradas na ANS que oferecem a faixa completa na sua região. Em seguida, você compara preço, cobertura ampla, carência e coparticipação de cada plano, confere a rede de dentistas e escolhe. A contratação é feita junto à operadora, por um corretor habilitado, sem custo extra para você. A Kobe é comparadora e intermediadora, não operadora, então o papel dela é achar a melhor condição para o seu caso, sem viés e sem cobrar nada pela comparação.

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