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Coberturas · Tipo de operadora

Plano de Saúde com Clínicas Próprias

Consulta, exame simples e retorno no mesmo prédio, com agenda que anda mais rápido

Operadoras com clínicas próprias resolvem o dia a dia ambulatorial numa estrutura só delas. Menos correria entre endereços, prontuário integrado e agendamento direto. Compare quais têm rede própria na sua cidade e cote grátis.

  • Consulta e exame no mesmo local
  • Agenda própria da operadora
  • Prontuário integrado
  • Operadoras registradas na ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Recepção de clínica própria de operadora de plano de saúde com pacientes sendo atendidos
1 lugar
Consulta e examena mesma estrutura
Operadoras com clínicas próprias
HapvidaNotreDamePrevent SeniorAmilSulAméricaSão CristóvãoUnimed
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Plano de saúde com clínicas próprias é aquele em que a operadora atende consultas, exames simples e retornos em unidades ambulatoriais dela mesma. Você resolve boa parte do dia a dia num só endereço, com agenda própria e prontuário integrado.

Plano com clínicas próprias: o que é

A porta de entrada ambulatorial dentro da estrutura da própria operadora, não numa rede só credenciada.

Um plano com clínicas próprias significa que a operadora é dona das unidades onde você faz consulta e exame de rotina, em vez de apenas pagar clínicas de terceiros.

O foco dessas unidades é o atendimento ambulatorial, ou seja, tudo o que se resolve sem internação e no mesmo dia. Consulta com clínico, retorno, coleta de sangue e exames simples ficam concentrados ali.

Na prática, é a sua entrada organizada no sistema de saúde. Você marca, é atendido e sai com o próximo passo definido, sem pular de um endereço para outro a cada etapa.

O que se resolve nas clínicas próprias

O ambulatório concentra a rotina que mais se usa no plano ao longo do ano.

Antes de comparar operadoras, vale saber o que essas unidades cobrem. A clínica própria é desenhada para o volume, ou seja, o que qualquer pessoa usa com frequência, não os casos raros.

O que a clínica própria costuma resolver e o que segue na rede credenciada
AtendimentoNa clínica própriaObservação
Consulta com clínico geralSimPorta de entrada e triagem do paciente
Retorno e acompanhamentoSimMesmo médico e prontuário da consulta anterior
Coleta e exames laboratoriaisSimSangue, urina e outros exames de rotina
Consultas de especialidades comunsEm geral, simCardiologia, pediatria, ginecologia, conforme a unidade
Exames de imagem simplesDepende da unidadeRaio X e ultrassom em unidades maiores
Alta complexidade e internaçãoNãoSegue para o hospital da rede, próprio ou credenciado

Por que a clínica própria agiliza o atendimento

A vantagem não é só ter endereço, é a integração entre as etapas.

A clínica própria costuma resolver mais rápido por um motivo simples. Como a operadora controla a agenda e o prontuário, a consulta, o exame e o retorno conversam entre si.

O prontuário integrado é o ponto que mais pesa. O médico do retorno vê o exame que você fez na mesma unidade na semana anterior, sem você precisar carregar papel de um lado para o outro.

01Menos endereçosConsulta, coleta e retorno concentrados numa estrutura só.
02Agenda própriaA operadora controla os horários e costuma abrir vagas mais rápido.
03Histórico juntoProntuário integrado liga cada consulta ao exame e ao retorno.

Como escolher um plano com clínicas próprias

A rede própria muda de cidade para cidade, então o passo a passo começa pela sua região.

01Informe a cidadeA rede própria da operadora varia por bairro e por praça.
02Veja a cobertura ambulatorialQuais consultas e exames a clínica própria resolve.
03Cheque a distânciaOnde ficam as unidades e como é o agendamento.
04Cote com a KobeComparação grátis das operadoras verticalizadas da região.

Nem toda operadora tem clínica própria na sua cidade

Uma operadora pode ter rede própria forte numa praça e trabalhar só com credenciados em outra. O modelo verticalizado é regional, não nacional por padrão.

Por isso a cidade é a primeira pergunta. Um plano ótimo em rede própria numa capital pode não ter nenhuma unidade dela na sua cidade, e aí a promessa não se cumpre.

Clínica própria, hospital próprio e rede própria

São três coisas ligadas, mas não iguais. Entender a diferença evita frustração.

A clínica própria é a camada ambulatorial, onde você faz consulta e exame do dia a dia. É a porta de entrada.

O plano de saúde com hospital próprio é a camada de internação e cirurgia, para o caso mais grave que exige leito.

Já o plano de saúde com rede própria é o guarda-chuva, o termo que reúne clínica e hospital da operadora sob o mesmo modelo verticalizado. Veja todas as opções em coberturas.

Pontos de atenção antes de contratar com clínicas próprias

O modelo tem trocas, e conhecê-las antes evita surpresa depois.

Rede mais fechada. Na clínica própria, você atende com os profissionais da operadora, o que reduz a liberdade de escolher qualquer médico da cidade.

Concentração geográfica. As unidades se agrupam onde a operadora tem escala, então quem mora longe delas perde parte da vantagem.

Casos complexos saem da clínica. Alta complexidade e internação passam para o hospital da rede, então confira também como está essa camada.

Cobertura da ANS continua valendo. Ter clínica própria não muda o Rol de Procedimentos, que é o mínimo obrigatório em qualquer plano.

Por que comparar clínicas próprias com a Kobe

A Kobe não é operadora e não tem clínica própria. Reunimos as operadoras verticalizadas registradas na ANS, mostramos onde ficam as unidades e comparamos cobertura, preço e distância na sua cidade. Comparar é de graça.

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Perguntas frequentes sobre plano com clínicas próprias

As dúvidas mais comuns de quem quer resolver o ambulatorial num só lugar.

O que é um plano de saúde com clínicas próprias?
É o plano de uma operadora que possui as próprias unidades ambulatoriais, onde ela mesma atende consultas, exames simples e retornos, sem depender de clínicas credenciadas de terceiros. O foco dessas unidades é o dia a dia da saúde, aquilo que se resolve sem internação e no mesmo dia. Na prática, você concentra a rotina num só endereço, com agenda própria e prontuário integrado. É a porta de entrada ambulatorial de um modelo chamado de rede verticalizada, em que a operadora controla a estrutura de atendimento.
Qual a diferença entre clínica própria e hospital próprio?
A clínica própria cuida da camada ambulatorial, que é consulta, exame de rotina e retorno, tudo sem internação. Já o hospital próprio cuida da camada de internação, cirurgia e urgência mais grave, quando o paciente precisa de leito. Uma é a porta de entrada, a outra é o cuidado complexo. Muitas operadoras verticalizadas têm as duas, mas nem sempre na mesma cidade. Se a internação é o seu foco, vale ver a página do plano de saúde com hospital próprio, que trata dessa camada em detalhe.
O que se resolve nas clínicas próprias?
Elas são desenhadas para o volume, ou seja, o que a maioria das pessoas usa com frequência. Isso inclui consulta com clínico geral, retorno, acompanhamento, coleta e exames laboratoriais de rotina e, em muitas unidades, especialidades comuns como cardiologia, pediatria e ginecologia. Unidades maiores também fazem exames de imagem simples, como raio X e ultrassom. O que não se resolve ali é a alta complexidade e a internação, que seguem para o hospital da rede, próprio ou credenciado. A clínica própria é a base do cuidado, não o ponto final dele.
Clínica própria deixa o atendimento mais rápido mesmo?
Costuma deixar, e o motivo é a integração. Como a operadora controla a agenda e o prontuário da unidade, a consulta, o exame e o retorno conversam entre si. O médico do retorno vê o exame que você fez ali na semana anterior, sem papel indo e voltando. Muitas operadoras verticalizadas também abrem horários com mais facilidade, porque a agenda é delas. O ganho não é garantido em toda unidade, já que depende da demanda local, mas a estrutura foi feita para reduzir a correria entre endereços.
Toda operadora com clínica própria atende na minha cidade?
Não. O modelo verticalizado é regional, então uma operadora pode ter rede própria forte numa praça e trabalhar só com credenciados em outra. Por isso a cidade é a primeira pergunta antes de escolher. Um plano excelente em rede própria numa capital pode não ter nenhuma unidade na sua cidade, e a vantagem da clínica própria some. A Kobe compara justamente isso, mostrando quais operadoras verticalizadas realmente têm unidades na sua região, para você não contratar uma promessa que não se cumpre perto de casa.
Na clínica própria eu escolho o médico?
A escolha é mais limitada do que numa rede aberta. Na clínica própria, você é atendido pelos profissionais da própria operadora que trabalham naquela unidade, então o leque de nomes é menor do que numa rede ampla de credenciados. Para muita gente isso não é problema, porque o ganho de agilidade e de prontuário integrado compensa. Se ter total liberdade de escolher qualquer médico da cidade é prioridade para você, um plano com rede credenciada ampla pode encaixar melhor. A Kobe ajuda a pesar essa troca na comparação.
Plano com clínica própria é mais barato?
Em muitos casos, sim. Como a operadora controla a própria estrutura, ela costuma ter custo mais previsível e repassa isso em mensalidades competitivas, principalmente nos planos regionais verticalizados. Mas não é uma regra fixa, porque o preço depende de idade, cidade, cobertura e do porte do contrato. Um plano com clínica própria não é automaticamente o mais barato da praça. A forma de saber é comparar, colocando as operadoras verticalizadas ao lado das de rede credenciada para o seu perfil. É o que a Kobe faz na cotação, sem custo.
Clínica própria muda a cobertura obrigatória da ANS?
Não muda. Ter clínica própria é uma característica de rede, não de cobertura, então o plano continua obrigado a cobrir o que está no Rol de Procedimentos da ANS, que é o mínimo garantido a todo beneficiário. A diferença está em onde e como o atendimento acontece, não no que é coberto. Um procedimento previsto no Rol tem que ser oferecido, esteja você numa unidade própria ou numa clínica credenciada. Por isso a clínica própria é uma vantagem de conveniência e integração, e não uma forma de restringir o seu direito de cobertura.
Consigo fazer exame na mesma unidade da consulta?
Na maioria das clínicas próprias, sim, ao menos para os exames de rotina. Coleta de sangue, exames laboratoriais e, em unidades maiores, raio X e ultrassom costumam ser feitos no mesmo prédio da consulta. Isso é justamente o que torna o modelo prático, porque você resolve consulta e exame numa ida só. Exames mais específicos ou de alta complexidade podem ser encaminhados para outra unidade da rede. A regra varia por operadora e por tamanho da unidade, e a Kobe ajuda a confirmar o que cada clínica própria da sua cidade resolve.
E se eu precisar de internação, a clínica própria resolve?
Não. A clínica própria é uma estrutura ambulatorial, feita para atendimento sem internação, então casos que exigem leito, cirurgia ou urgência mais grave são encaminhados para o hospital da rede. Nas operadoras verticalizadas, esse hospital costuma ser próprio também, o que mantém a integração do prontuário. Onde a operadora não tem hospital próprio, a internação vai para um credenciado. Por isso, ao avaliar um plano com clínica própria, vale conferir também como está a camada hospitalar, para não descobrir só depois que a internação fica longe ou fora da rede própria.
A Kobe indica qual operadora com clínica própria contratar?
A Kobe compara e orienta, sem empurrar uma marca específica. Reunimos as operadoras com clínica própria registradas na ANS que atendem a sua cidade, mostramos onde ficam as unidades e colocamos cobertura, preço e distância lado a lado. A partir disso, você decide com um corretor habilitado qual faz mais sentido, sem custo e sem compromisso na comparação. Como não somos operadora e não temos clínica própria, a recomendação é neutra e parte da sua necessidade real, não de uma meta de venda de uma operadora só.

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