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Plano de Saúde com Hemodiálise

A diálise para doença renal crônica é cobertura obrigatória em todo plano regulado pela ANS

Quem tem insuficiência renal não fica sem tratamento. Hemodiálise e diálise peritoneal entram no Rol, sem limite de sessões, com o acesso vascular e os exames de controle. Compare as operadoras e cote grátis em 1 minuto.

  • Diálise de cobertura obrigatória
  • 3 sessões por semana sem limite
  • Hemodiálise e diálise peritoneal
  • Todas as operadoras da ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Paciente renal crônico em sessão de hemodiálise acompanhado por equipe de enfermagem em clínica coberta por plano de saúde
ANS
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Sim, a diálise é cobertura obrigatória em todo plano de saúde regulado pela ANS. Hemodiálise e diálise peritoneal entram pelo Rol, sem limite de sessões, com o acesso vascular e os exames de acompanhamento incluídos.

Plano de saúde com hemodiálise: o que cobre

A cobertura da terapia renal para quem tem os rins comprometidos, já garantida no plano comum.

Plano de saúde com hemodiálise não é um produto separado. É a cobertura da terapia renal substitutiva que todo plano regulado já precisa oferecer.

A doença renal crônica tira a capacidade dos rins de filtrar o sangue. Quando chega ao estágio avançado, a diálise passa a fazer esse trabalho no lugar deles.

A ANS lista as sessões de diálise no Rol de Procedimentos, e o que está no Rol o plano cobre. Isso vale para os planos com segmentação hospitalar.

Hemodiálise e diálise peritoneal: as duas cobertas

Existem dois caminhos para a terapia renal, e o plano cobre ambos.

A diálise tem duas formas principais, e a escolha entre elas é médica, ligada ao caso de cada paciente. As duas são de cobertura obrigatória no plano.

A hemodiálise usa uma máquina na clínica para filtrar o sangue. A diálise peritoneal usa a membrana da própria barriga como filtro e costuma ser feita em casa.

Hemodiálise e diálise peritoneal lado a lado na cobertura do plano
CritérioHemodiáliseDiálise peritoneal
Onde é feitaClínica credenciadaEm casa, pelo paciente
Frequência típica3 vezes por semanaDiária ou várias trocas por dia
Acesso ao corpoFístula ou cateter venosoCateter no abdômen
CoberturaObrigatória pelo RolObrigatória pelo Rol
Limite de sessõesSem limiteSem limite

O que entra junto com a sessão de diálise com hemodiálise

A cobertura não para na máquina, ela acompanha todo o processo.

Cobrir diálise é cobrir mais do que a sessão em si. O tratamento renal tem etapas em volta, e o plano acompanha essa cadeia inteira.

O acesso vascular, como a fístula ou o cateter, é o caminho por onde o sangue sai e volta. O procedimento para criar esse acesso entra na cobertura.

Os exames periódicos que medem se a diálise está adequada também são cobertos, assim como as consultas com o nefrologista que conduzem o tratamento.

Quando o quadro renal exige internação, a cobertura hospitalar do plano ampara esse período, dentro da segmentação contratada.

Quantas sessões por semana o plano com hemodiálise cobre

A frequência da hemodiálise segue a indicação médica, sem teto do plano.

A hemodiálise costuma ser feita três vezes por semana, em sessões de algumas horas cada. Essa rotina é a mais comum para quem depende da máquina.

O plano não pode limitar o número de sessões. Se a indicação do nefrologista é de três por semana, ou mais em um quadro específico, a cobertura acompanha a prescrição.

Esse é um ponto que costuma gerar dúvida. Como a diálise é contínua e para a vida toda enquanto durar a doença, seria inviável um limite de sessões, e a regra da ANS não permite esse limite.

A diálise peritoneal segue a mesma lógica. As trocas diárias, feitas em casa, também não têm teto de cobertura.

Como contratar plano com hemodiálise com cobertura de diálise

Do perfil à carteirinha, em quatro passos.

01Informe o perfilIdade, cidade e o estágio da doença renal, se houver.
02Compare operadorasA Kobe reúne as com clínica de diálise perto de você.
03Ajuste a redeClínicas de nefrologia e hospitais que atendem o seu caso.
04ContrateJunto à operadora, por corretor habilitado, sem custo extra.

A clínica de diálise credenciada é o ponto crítico com hemodiálise

A cobertura da diálise é igual entre os planos, porque segue o Rol. O que muda de operadora para operadora é a rede de clínicas.

Como a hemodiálise é feita três vezes por semana, ter uma clínica credenciada perto de casa muda a rotina do paciente. Compare a rede de nefrologia, não só o preço.

Já tenho doença renal: e a carência com hemodiálise?

A doença renal declarada entra na regra da CPT.

Ter doença renal crônica diagnosticada antes de contratar não impede a contratação, mas cai numa regra específica.

Ao declarar essa doença preexistente na entrevista de saúde, a operadora pode aplicar a CPT, a Cobertura Parcial Temporária. É um prazo de até 24 meses em que ficam suspensos apenas procedimentos de alta complexidade ligados àquela doença, e a diálise entra nesse grupo.

Fora desse escopo, o plano funciona normalmente desde o começo, respeitadas as carências comuns.

Omitir o diagnóstico é o erro mais grave. A operadora pode alegar fraude e cancelar o contrato. Declarar é o caminho seguro.

Urgência renal e o prazo de 24 horas com hemodiálise

Uma crise renal aguda tem regra própria de atendimento.

Nem toda diálise é programada. Uma insuficiência renal aguda, provocada por infecção, intoxicação ou complicação clínica, pode exigir diálise de emergência.

Para situações de urgência e emergência, a carência máxima que o plano pode exigir é de 24 horas após a contratação. Passado esse prazo, o atendimento de urgência é devido.

Isso protege quem contrata o plano sem doença renal e sofre uma crise aguda depois. O socorro não fica travado por carência longa.

O quadro crônico, que exige diálise contínua, segue outra lógica, ligada à carência comum ou à CPT quando a doença é preexistente.

Erros comuns ao buscar cobertura de diálise com hemodiálise

O que costuma gerar frustração ou negativa.

Achar que hemodiálise é plano separado. Não é. A diálise já vem no plano regulado, não existe adicional obrigatório para tratamento renal.

Ignorar a segmentação. A diálise depende de plano com cobertura hospitalar. Um plano só ambulatorial não ampara o tratamento renal completo.

Omitir o diagnóstico renal. Declarar a doença preexistente protege você. Omitir pode custar o contrato por fraude.

Olhar só o preço e esquecer a rede. Sem clínica de diálise credenciada por perto, a rotina de três sessões por semana vira um problema. Compare a rede.

Por que cotar o plano de saúde com hemodiálise com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos cobertura, rede de nefrologia e preço para o seu perfil e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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Perguntas frequentes sobre plano de saúde com hemodiálise

As dúvidas mais comuns de quem busca cobertura para diálise e tratamento renal.

O plano de saúde é obrigado a cobrir hemodiálise?
Sim. A hemodiálise é cobertura obrigatória em todo plano de saúde regulado pela ANS que tenha segmentação hospitalar. O tratamento consta no Rol de Procedimentos, a lista que define o que os planos precisam cobrir, e o que está no Rol não pode ser recusado. Isso inclui as sessões de diálise, o acesso vascular como a fístula, os exames de controle e as consultas com o nefrologista. Por isso não existe um plano com nome comercial de hemodiálise. A cobertura já vem embutida no plano comum, sem taxa extra obrigatória para o tratamento renal.
O plano cobre quantas sessões de hemodiálise por semana?
Cobre quantas o nefrologista indicar, sem limite imposto pelo plano. A rotina mais comum é de três sessões por semana, mas o número segue a prescrição médica de cada caso. A ANS não permite que o plano estabeleça um teto de sessões, justamente porque a diálise é um tratamento contínuo, mantido enquanto durar a doença renal. Se a indicação for de mais sessões em um quadro específico, a cobertura acompanha. Esse ponto costuma preocupar quem depende da máquina, mas a regra é clara. O limite de sessões não pode existir em um plano regulado.
O plano cobre também a diálise peritoneal?
Cobre. A diálise peritoneal é a outra modalidade de terapia renal e também está no Rol de Procedimentos da ANS, com a mesma obrigatoriedade da hemodiálise. Nela, o filtro do sangue é a membrana do próprio abdômen do paciente, e as trocas costumam ser feitas em casa, o que dá mais autonomia. A escolha entre hemodiálise e peritoneal é médica, feita pelo nefrologista conforme o quadro clínico. O plano não pode obrigar uma ou outra modalidade, e cobre aquela que for indicada. As trocas diárias da peritoneal também não têm teto de cobertura.
Preciso de um plano específico só para diálise?
Não. A cobertura de diálise já está embutida no plano de saúde regulado com segmentação hospitalar, então não existe um produto separado só para tratamento renal nem uma mensalidade extra obrigatória para isso. Ao contratar qualquer plano que atenda ao Rol da ANS e tenha cobertura hospitalar, você já tem direito à diálise prevista na lista. O que realmente faz diferença não é um rótulo comercial, e sim a rede credenciada. Um plano com boa clínica de nefrologia perto de você vale muito mais do que um nome de fantasia ligado à diálise.
Já tenho doença renal crônica, consigo contratar plano?
Consegue. Ter doença renal crônica diagnosticada não impede a contratação de um plano de saúde. O que acontece é a aplicação da Cobertura Parcial Temporária, a CPT. Você declara a doença na entrevista de saúde e a operadora pode suspender, por até 24 meses, apenas os procedimentos de alta complexidade ligados àquela doença, e a diálise entra nesse grupo. As demais coberturas do plano funcionam desde o início. Passado o prazo da CPT, a cobertura renal fica completa. Declarar o diagnóstico é essencial para não ter o contrato questionado por omissão mais adiante.
O que é a CPT no caso da doença renal?
CPT é a Cobertura Parcial Temporária, o prazo que a operadora pode aplicar quando existe uma doença preexistente declarada, como uma doença renal crônica já diagnosticada. Durante até 24 meses, ficam suspensos apenas os procedimentos de alta complexidade, leitos de alta tecnologia e cirurgias diretamente ligados àquela doença, o que inclui a diálise. Consultas, exames simples e as outras coberturas seguem normais no período. Depois desse prazo, o plano cobre integralmente o tratamento renal. A CPT é o mecanismo que permite a quem já tem a doença entrar no plano em vez de ser recusado logo na contratação.
Existe carência para começar a hemodiálise?
Depende de como você entra no plano. Quem contrata sem doença renal declarada cumpre a carência comum, que para internações e procedimentos de alta complexidade chega a 180 dias. Quem já tem o diagnóstico entra na regra da CPT, com prazo de até 24 meses para o que está ligado à doença renal. São coisas diferentes. Carência é o tempo geral de espera após a contratação. CPT é o prazo específico para procedimentos de alta complexidade ligados a uma doença preexistente. Vale distinguir as duas, porque a diálise cai numa ou noutra conforme a sua situação na entrada.
E se eu tiver uma crise renal aguda logo após contratar?
Aí entra a regra de urgência e emergência. Uma insuficiência renal aguda, causada por infecção, intoxicação ou complicação clínica, é um quadro de urgência. Para essas situações, a carência máxima que o plano pode exigir é de apenas 24 horas após a contratação. Passado esse prazo, o atendimento de urgência é devido, o que pode incluir a diálise de emergência. Essa regra protege quem contratou o plano saudável e sofreu uma crise aguda depois. É diferente do quadro crônico, que exige diálise contínua e segue a carência comum ou a CPT quando a doença já existia antes.
O plano cobre a cirurgia da fístula para hemodiálise?
Cobre. A fístula arteriovenosa é o acesso vascular mais usado na hemodiálise, o ponto por onde o sangue sai para a máquina e retorna ao corpo. O procedimento cirúrgico para criar essa fístula faz parte da cobertura do tratamento renal e está previsto no Rol. O mesmo vale para a colocação de cateter, quando a fístula não é a opção indicada, e para o cateter da diálise peritoneal no abdômen. A cobertura da diálise não se resume à sessão em si. Ela ampara o acesso ao corpo, os exames de controle e as consultas que conduzem o tratamento.
A cobertura de diálise muda de uma operadora para outra?
A cobertura em si não muda, porque todas as operadoras seguem o mesmo Rol de Procedimentos da ANS. A diálise prevista na lista é igual em qualquer plano regulado com segmentação hospitalar. O que muda de verdade é a rede credenciada de cada operadora. Umas têm mais clínicas de nefrologia e diálise em determinada região, outras têm menos. Como a hemodiálise é feita três vezes por semana, ter uma clínica perto de casa pesa muito na rotina. Por isso, ao comparar planos para tratamento renal, olhe a rede de diálise tanto quanto o preço. A rede é o fator que mais afeta o dia a dia do paciente.
Vale contratar plano pensando em risco renal no futuro?
Faz sentido, já que a cobertura de diálise é obrigatória e não custa a mais no plano regulado com segmentação hospitalar. Contratar enquanto se está saudável tem uma vantagem prática. Sem doença renal preexistente, você não entra na CPT, então cumpre só a carência comum e, passado esse prazo, tem a cobertura completa caso um problema renal apareça. Quem espera o diagnóstico chegar acaba enfrentando o prazo maior da CPT antes de dialisar pelo plano. Na hora de escolher, foque na rede de nefrologia da operadora na sua região, porque é ela que definiria onde o tratamento aconteceria se viesse a precisar.

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