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Plano de saúde para autônomos

Trabalha por conta própria? A escolha certa é entre o plano individual e abrir um CNPJ

Todo autônomo esbarra na mesma dúvida: pagar mais caro no individual ou virar MEI para contratar por CNPJ e economizar. A Kobe mostra qual das duas rotas cabe no seu bolso e compara as operadoras da ANS. Cote grátis em 1 minuto.

  • Individual x plano por CNPJ
  • MEI a partir de 2 vidas
  • Coparticipação para renda variável
  • Todas as operadoras da ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Trabalhador autônomo comparando plano de saúde individual e por CNPJ com a Kobe
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Individualou por CNPJ
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O autônomo tem duas rotas para o plano de saúde: contratar um plano individual no CPF ou abrir um MEI e contratar por CNPJ, que costuma ser mais barato. A escolha certa depende da sua renda, da sua idade e de quantas pessoas você quer cobrir.

Plano de saúde para autônomo: a decisão que muda o preço

Não existe um único plano de autônomo. Existe a escolha entre duas portas de entrada.

Quem trabalha por conta própria não tem plano empresarial pago pela empresa. O autônomo banca o próprio plano, e é aí que aparece a decisão que define o valor da mensalidade.

De um lado está o plano individual, contratado no seu CPF. É a rota mais simples, mas também a mais cara, porque a operadora enxerga uma pessoa sozinha.

Do outro lado está o plano por CNPJ. Ao abrir um MEI, você passa a contratar como empresa e entra na faixa de preço coletiva, quase sempre menor.

O ponto central desta página é essa decisão. Antes de olhar operadora ou rede, o autônomo precisa saber por qual porta vai entrar.

Quando o plano individual compensa para o autônomo

A simplicidade e o teto de reajuste da ANS têm valor.

O plano individual compensa para o autônomo que não quer abrir empresa e valoriza a previsibilidade do reajuste.

O reajuste do individual é limitado por um teto que a ANS divulga todo ano. Isso protege quem pretende ficar muitos anos no mesmo plano, principalmente as idades mais altas.

O individual também é o caminho de quem tem restrição para abrir CNPJ ou já mantém a família inteira no contrato há tempos e não quer trocar de operadora.

A contrapartida é o preço de entrada mais alto e a oferta menor, já que muitas operadoras venderam pouco plano individual nos últimos anos.

O plano de saúde para autônomos quando vale a pena abrir MEI e contratar por CNPJ

Preço menor e mais operadoras disponíveis, com um custo: o reajuste.

Abrir MEI compensa para o autônomo que busca a menor mensalidade e aceita um reajuste coletivo em troca.

Com o CNPJ, você contrata como empresa a partir de 2 vidas e acessa o plano coletivo empresarial, mais barato que o individual de mesma cobertura.

A oferta também é maior. A maioria das operadoras da ANS foca no coletivo, então o autônomo com CNPJ tem muito mais planos para comparar.

O detalhe a pesar é o reajuste. No coletivo ele é negociado com a operadora e não segue o teto da ANS, por isso é preciso olhar o histórico de reajuste, não só o preço do primeiro ano. Veja o passo a passo no plano de saúde MEI.

Individual x MEI/CNPJ para o autônomo, lado a lado

Os quatro pontos que decidem a escolha, comparados de forma direta.

A tabela resume a diferença real entre as duas rotas para quem trabalha por conta própria.

Plano individual e plano por MEI/CNPJ para o autônomo
CritérioIndividual (CPF)Por MEI/CNPJ
Preço de entradaMais alto, condição de pessoa sozinhaMenor, condição coletiva
Reajuste anualLimitado pelo teto da ANSNegociado, sem teto da ANS
CarênciaPrazos cheios da ANSPrazos da ANS, com regras de aproveitamento em alguns casos
Oferta de planosRestrita, poucas operadoras vendemAmpla, foco da maioria das operadoras

Valores e condições variam por operadora, idade e cidade. A comparação da Kobe é gratuita e serve apenas de referência, sem substituir a proposta oficial.

Passo a passo para virar MEI e acessar o plano para autônomos por CNPJ

O registro é rápido, gratuito e feito pela internet.

Não existe tempo mínimo de empresa para a maioria das operadoras. Um MEI aberto na mesma semana, ativo e regular, já entra numa cotação por CNPJ.

Para formar as 2 vidas, o autônomo costuma incluir um dependente, como cônjuge ou filho, ao lado do próprio titular.

01Cheque a atividadeConfirme se a sua ocupação está na lista de atividades permitidas ao MEI.
02Faça o registroAbra o MEI no Portal do Empreendedor. É gratuito e sai na hora.
03Guarde o certificadoO Certificado da Condição de MEI é o documento que a operadora pede.
04Cote por CNPJCom o CNPJ ativo, compare os planos coletivos a partir de 2 vidas.

Coparticipação: o formato certo para quem tem renda variável para autônomos

Mensalidade menor para os meses em que você usa pouco o plano.

Quem vive de renda que oscila deve olhar com atenção a coparticipação.

Nesse formato, você paga uma mensalidade fixa mais baixa e um valor por procedimento usado, como consulta ou exame. Nos meses em que não usa o plano, o gasto fica no piso.

Para o autônomo com faturamento irregular, isso alivia o caixa, já que o custo maior só aparece quando de fato precisa do serviço.

O ponto de atenção é a soma no fim do mês em que você usa muito. Entenda como o modelo funciona no plano de saúde com coparticipação antes de decidir.

Cada autônomo tem a sua rota

A partir daqui, a página muda conforme a sua profissão ou formato de trabalho.

Autônomo é um guarda-chuva grande. Um dentista, um motorista de aplicativo e um freelancer de design são todos por conta própria, mas cotam de formas diferentes.

O profissional liberal com registro em conselho tem, muitas vezes, uma terceira porta: o plano por adesão da entidade de classe. Veja em plano de saúde para profissionais liberais.

Quem trabalha em projetos e sem registro em conselho encontra o caminho próprio em plano de saúde para freelancers.

Se a sua escolha já é abrir empresa, a rota detalhada está no plano de saúde MEI. A Kobe indica a porta certa para o seu caso.

Por que comparar o seu plano de autônomo com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, colocamos o individual e o plano por CNPJ lado a lado e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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Perguntas frequentes de quem é autônomo

As dúvidas mais comuns de quem trabalha por conta própria e vai contratar plano.

Vale a pena abrir MEI só para ter plano de saúde?
Para muita gente, sim. Como o MEI dá direito a contratar o plano coletivo por CNPJ, a partir de 2 vidas, a mensalidade costuma cair bastante em relação ao plano individual de mesma cobertura, principalmente nas idades mais altas. O registro do MEI é gratuito e imediato, e a taxa mensal do MEI é baixa. A conta muda de pessoa para pessoa, então o certo é comparar as duas rotas antes. Se a economia no plano cobre o custo de manter o MEI, abrir a empresa compensa. A Kobe faz essa comparação de graça.
Sou autônomo sem CNPJ, tenho opção de plano de saúde?
Tem. O autônomo sem CNPJ contrata o plano individual, feito no CPF, que qualquer pessoa física pode assinar. É a rota mais simples, sem burocracia de empresa, e com reajuste limitado pelo teto da ANS. A contrapartida é o preço mais alto e a oferta menor, já que poucas operadoras vendem plano individual hoje. Se você é de uma categoria com entidade de classe, pode existir ainda o plano por adesão. Por isso vale comparar as opções antes de fechar, e a Kobe mostra o que está disponível para o seu perfil sem que você precise abrir empresa.
Plano individual ou por CNPJ, qual é mais barato para o autônomo?
Na maioria dos casos, o plano por CNPJ é mais barato na entrada, porque é coletivo e dilui o risco entre as vidas. A diferença tende a ser maior nas faixas etárias acima dos 44 anos. Em troca, o reajuste do coletivo é negociado com a operadora e não segue o teto que a ANS aplica ao individual. Ou seja, o individual protege mais no longo prazo, e o CNPJ economiza mais no curto prazo. A escolha certa depende de quanto tempo você pretende ficar no plano e da sua idade. Comparar as duas contas lado a lado é a única forma de decidir com segurança.
Tenho renda variável. Qual formato de plano me protege mais?
O formato com coparticipação costuma encaixar melhor em quem tem renda que oscila. Nele, a mensalidade fixa é menor e você paga um valor por procedimento usado, como consulta ou exame. Nos meses em que fatura menos e usa pouco o plano, o gasto fica no piso. O ponto de atenção é o mês em que você usa muito, quando as coparticipações somam. Existem planos com teto de coparticipação, que limitam esse total. Para o autônomo, é uma forma de manter o plano ativo sem comprometer o caixa nos meses fracos. Vale entender o modelo em detalhe antes de escolher.
Qualquer atividade de autônomo pode virar MEI?
Não. O MEI só aceita as ocupações que estão na lista oficial de atividades permitidas, que reúne centenas de profissões, do eletricista ao confeiteiro. Boa parte dos autônomos se encaixa nessa lista. Profissões regulamentadas por conselho, como médico, advogado e engenheiro, ficam de fora do MEI e precisam de outro tipo de CNPJ, como uma ME. Antes de abrir, confira se a sua atividade está na lista no Portal do Empreendedor. Se não estiver, ainda dá para contratar o plano individual ou, para profissionais liberais, avaliar o plano por adesão da entidade de classe.
Quanto tempo de MEI preciso ter para contratar o plano por CNPJ?
Para a maioria das operadoras, nenhum. Não existe tempo mínimo de empresa, então um MEI aberto há poucos dias, ativo e regular na Receita, já entra numa cotação por CNPJ. O que a operadora confere é a regularidade do registro e a comprovação de vínculo de cada vida, não a idade da empresa. Algumas operadoras pontuais pedem alguns meses de atividade, mas são exceção. A Kobe indica quais aceitam o CNPJ recém-aberto, de modo que você não perca tempo tentando fechar com quem exige carência de empresa.
Consigo plano por CNPJ sendo só eu, sem funcionário?
Consegue, desde que alcance o mínimo de 2 vidas. Um autônomo que virou MEI normalmente entra junto com um dependente, como cônjuge ou filho, para formar as duas vidas do contrato. Não é preciso ter funcionário registrado para contratar o plano coletivo empresarial. A comprovação é feita pelo Certificado da Condição de MEI e pelos documentos de vínculo de cada dependente. Se você não tem quem incluir como segunda vida, a rota passa a ser o plano individual. A Kobe verifica, no seu caso, se dá para montar as duas vidas ou se o individual é o caminho.
O que muda no reajuste entre o individual e o plano por CNPJ?
Muda quem define o percentual. No plano individual, a ANS divulga um teto de reajuste todo ano, e a operadora não pode passar dele. Isso dá previsibilidade a quem fica muito tempo no mesmo plano. No plano por CNPJ, que é coletivo, o reajuste é negociado entre a operadora e o contrato, sem esse teto, e pode variar mais de um ano para o outro. Por isso, ao cotar por CNPJ, não olhe só o preço do primeiro ano. Peça o histórico de reajuste da operadora nos últimos anos. Esse cuidado evita a surpresa de um aumento alto na primeira renovação.
Sou autônomo e quero incluir a família. Como fica?
Dá para incluir a família nas duas rotas. No plano individual, você contrata como titular e adiciona os dependentes, cada um pagando pela própria faixa etária. No plano por CNPJ, os dependentes entram como vidas do contrato empresarial, no mesmo esquema. Como a rota por CNPJ costuma sair mais barata, incluir a família é justamente o motivo que faz muitos autônomos abrirem MEI e migrarem do individual para o coletivo. A economia por pessoa tende a crescer com o número de vidas e com a idade dos cobertos. A Kobe monta a cotação já considerando titular e dependentes nas duas rotas.
Existe carência para o autônomo, seja no individual ou no CNPJ?
Existe, e vale para os dois formatos, porque a carência é definida pela ANS, não pela rota escolhida. São prazos de espera para usar certos procedimentos após a contratação, como internação e parto. O que pode mudar é o aproveitamento. Quem já tinha plano e migra pode se beneficiar de regras de redução ou portabilidade de carências, em ambos os modelos. Um autônomo que nunca teve plano começa com os prazos cheios da ANS. Vale conferir com a operadora quais procedimentos têm carência maior e planejar a contratação com essa espera em mente, principalmente se há necessidade prevista de cirurgia ou parto.
Preciso de contador para manter o MEI e o plano?
Não é obrigatório. O MEI foi criado para funcionar sem contador, e o próprio empreendedor faz o registro, paga a taxa mensal e emite os comprovantes pelo Portal do Empreendedor. A contratação do plano por CNPJ também é feita direto com a operadora, por um corretor habilitado, com os documentos que você mesmo reúne. Um contador ajuda a manter tudo regular e a evitar pendências, o que agiliza qualquer cotação, mas é uma escolha sua, não uma exigência. A Kobe conduz a comparação e a proposta sem que você precise envolver o contador no processo.
A Kobe cobra algo do autônomo pela comparação?
Não. A comparação da Kobe é gratuita e sem compromisso, tanto para quem vai de plano individual quanto para quem vai por CNPJ. A Kobe não é operadora e não vende plano próprio. O nosso papel é reunir as operadoras registradas na ANS, colocar as rotas lado a lado com o preço de cada uma e ligar você a um corretor habilitado, que conclui a contratação junto à operadora escolhida. Você só fecha se a proposta valer a pena. Não há custo extra por usar a Kobe, e o preço do plano é o mesmo que você pagaria indo direto na operadora.

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