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Plano de saúde para servidores públicos

O servidor público tem dois caminhos para o plano de saúde, e um deles quase ninguém aproveita

Muitos órgãos oferecem uma autogestão fechada. Muitos também pagam um auxílio-saúde que ajuda a bancar um plano do mercado. Entenda qual encaixa no seu vínculo e compare grátis em 1 minuto.

  • Autogestão ou plano do mercado
  • Auxílio-saúde reembolsa parte
  • Federal, estadual e municipal
  • Operadoras registradas na ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Servidora pública analisando as opções de plano de saúde pelo órgão e pelo mercado na Kobe
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Dois caminhosautogestão ou mercado
Operadoras e autogestões
GeapAmilBradesco SaúdeSulAméricaUnimedHapvidaPorto Seguro

O servidor público costuma ter dois caminhos para o plano de saúde: a autogestão fechada do próprio órgão ou um plano do mercado, muitas vezes com auxílio-saúde para abater parte da mensalidade. Saber qual dos dois cabe no seu vínculo é o que evita pagar caro à toa.

Plano de saúde para servidor público: como funciona

Entre o plano do órgão e o plano do mercado, a escolha depende do seu vínculo e da sua cidade.

O servidor público não fica preso a uma única opção de plano de saúde. Na prática, existem dois caminhos que convivem.

O primeiro é a autogestão, o plano fechado administrado pelo próprio órgão ou por uma fundação ligada a ele, como a Geap no serviço federal.

O segundo é o plano do mercado, contratado junto a uma operadora comum registrada na ANS, por conta do servidor ou por meio de uma entidade de classe.

O ponto que quase ninguém aproveita é o auxílio-saúde. Muitos órgãos pagam um valor mensal ao servidor que ressarce parte da mensalidade, mesmo quando ele escolhe um plano do mercado.

A autogestão fechada do seu órgão

Nem todo servidor tem, e nem sempre a autogestão é a opção mais vantajosa.

A autogestão é uma operadora sem fins lucrativos que atende apenas o grupo fechado do órgão, como os servidores de um ministério, tribunal ou secretaria.

Como não visa lucro, a mensalidade costuma ser competitiva e a cobertura, ampla. Em contrapartida, a rede credenciada pode ser limitada na sua cidade.

Nem todo órgão tem autogestão própria. Muitos servidores estaduais e municipais descobrem que o órgão simplesmente não oferece esse plano fechado.

Quando a autogestão existe mas a rede é fraca na sua região, o plano do mercado com auxílio-saúde tende a valer mais a pena. Veja os detalhes na página de plano de saúde de autogestão.

Auxílio-saúde: o dinheiro que o servidor deixa na mesa

O ressarcimento per capita ajuda a bancar um plano do mercado, não só a autogestão.

O auxílio-saúde é um valor mensal que muitos órgãos pagam ao servidor para custear parte do plano de saúde.

O detalhe importante é que, em vários órgãos, esse ressarcimento per capita vale mesmo quando o servidor escolhe um plano de operadora comum, e não a autogestão.

O valor costuma variar por faixa etária e por dependente. Quanto mais velho o servidor, maior o auxílio, o que reduz o peso da mensalidade justamente onde o plano é mais caro.

Por isso vale calcular o plano do mercado já descontando o auxílio. Muitas vezes o custo líquido final surpreende quem só olhava a autogestão.

Valores e regras do auxílio-saúde variam por órgão e por nível. Confirme sempre no seu setor de gestão de pessoas antes de contratar.

Federal, estadual e municipal têm realidades diferentes

O que existe no serviço federal nem sempre existe no estado ou no município.

A realidade do servidor muda conforme o nível do vínculo. Um servidor federal, um estadual e um municipal raramente têm as mesmas opções.

O quadro abaixo é uma visão geral. Cada nível tem uma página dedicada com o detalhe das regras e das operadoras que atendem o seu perfil.

Vá direto à página do seu vínculo

Para o detalhe de cada realidade, consulte a página específica do plano de saúde para servidores federais, do plano de saúde para servidores estaduais ou do plano de saúde para servidores municipais.

Cada uma traz as operadoras, as autogestões e as regras de auxílio típicas daquele nível.

Autogestão e auxílio-saúde por nível de servidor, visão geral
Nível do servidorCostuma ter autogestão?Auxílio-saúde?
FederalSim, com Geap e opções por órgãoSim, ressarcimento per capita por faixa etária
EstadualDepende do estado, alguns têm plano próprioVaria muito conforme o estado
MunicipalRaro, poucos municípios mantêmRaro, restrito a alguns municípios maiores

Plano por adesão pela sua entidade de classe

Sindicatos e associações de servidores abrem uma terceira porta de preço coletivo.

Além da autogestão e do plano individual, o servidor costuma ter acesso a um plano por adesão.

É o plano coletivo contratado por meio de um sindicato, uma associação ou uma entidade de classe à qual o servidor pertence.

O preço tende a ser coletivo, mais barato que o individual, porque a operadora enxerga o grupo de associados, e não uma única pessoa.

Se você é filiado a um sindicato de servidores, vale comparar essa via junto com a autogestão e o plano com auxílio-saúde. A Kobe reúne as três frentes numa cotação só.

Estabilidade do servidor pesa a favor

A previsibilidade da renda favorece manter o plano em dia e sem carência repetida.

A estabilidade do servidor público não é só segurança no cargo. Ela ajuda diretamente na saúde suplementar.

Com renda previsível, é mais fácil manter a mensalidade em dia e evitar cancelamentos que fariam você cumprir carência de novo depois.

Essa continuidade também facilita a portabilidade de carências ao trocar de plano, sem recomeçar os prazos do zero.

Para o servidor, o raciocínio muda de foco. Menos preocupação com corte de renda e mais atenção à rede credenciada e à cobertura que a família vai usar de fato.

Erros comuns do servidor ao escolher o plano

O que costuma fazer o servidor pagar mais do que precisaria.

Ignorar o auxílio-saúde. Muitos escolhem a autogestão sem saber que teriam ressarcimento também num plano do mercado. Confirme no setor de pessoal.

Achar que autogestão é sempre melhor. Se a rede credenciada é fraca na sua cidade, um plano do mercado pode entregar mais por um custo líquido parecido.

Não comparar o plano por adesão. A via do sindicato às vezes bate o preço da autogestão, e passa despercebida.

Olhar só a mensalidade. Rede, coparticipação e reajuste do coletivo pesam tanto quanto o valor de entrada. Compare o conjunto, não só o número.

Por que comparar o plano do servidor com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS e as vias abertas ao servidor, comparamos preço, rede e cobertura para o seu vínculo e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

3Vias comparadasAutogestão, mercado e adesão, lado a lado.
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Perguntas frequentes sobre plano de saúde para servidor público

As dúvidas mais comuns de quem é servidor e vai escolher o plano.

O servidor público é obrigado a usar a autogestão do órgão?
Não. A autogestão é uma opção, não uma imposição. O servidor pode escolher um plano de operadora comum registrada na ANS se avaliar que a rede ou a cobertura atendem melhor a sua cidade e a sua família. Em muitos órgãos, o auxílio-saúde continua valendo mesmo nesse plano do mercado, o que muda a conta. Por isso vale comparar a autogestão com as opções do mercado antes de decidir, em vez de aderir à primeira só porque é a do órgão.
O que é o auxílio-saúde do servidor público?
É um valor mensal que muitos órgãos pagam ao servidor para ressarcir parte da mensalidade do plano de saúde. O montante costuma ser per capita e variar por faixa etária, aumentando conforme a idade, e pode se estender aos dependentes. O ponto pouco conhecido é que, em vários órgãos, esse ressarcimento vale também quando o servidor escolhe um plano de operadora comum, e não só a autogestão. Confirme o valor e as regras no setor de gestão de pessoas do seu vínculo.
Servidor estadual e municipal também tem auxílio-saúde?
Depende muito do nível e do órgão. No serviço federal, o ressarcimento per capita é mais comum e estruturado. Em estados, alguns pagam auxílio e mantêm plano próprio, outros não oferecem nada. Nos municípios, o benefício é mais raro e costuma existir apenas em prefeituras maiores. Como a regra não é única, o caminho é confirmar diretamente no seu setor de pessoal e comparar com o plano do mercado. As páginas de servidor federal, estadual e municipal detalham cada realidade.
Qual a diferença entre autogestão e plano do mercado?
A autogestão é uma operadora sem fins lucrativos que atende só o grupo fechado do órgão, o que costuma dar mensalidade competitiva e cobertura ampla, mas às vezes com rede limitada na sua cidade. O plano do mercado é de uma operadora comum registrada na ANS, aberta ao público, geralmente com rede credenciada maior. A melhor escolha depende de onde você mora, dos médicos e hospitais que usa e do valor do auxílio-saúde. Comparar as duas com números na mão evita pagar mais por menos rede.
O que é plano de saúde por adesão para servidor?
É um plano coletivo contratado por meio de uma entidade de classe, sindicato ou associação a que o servidor pertence. Em vez de contratar sozinho, você entra no contrato do grupo de associados, e a operadora aplica a condição coletiva, normalmente mais barata que o plano individual. Muitos sindicatos de servidores mantêm convênios com operadoras da ANS. Se você é filiado, vale colocar o plano por adesão na comparação junto com a autogestão e o plano com auxílio-saúde, porque às vezes ele sai na frente no preço.
Servidor aposentado ou pensionista mantém o plano?
Em regra, sim. Aposentados e pensionistas de muitos órgãos continuam com direito à autogestão e ao auxílio-saúde, seguindo as regras do seu vínculo. No plano do mercado, a continuidade também é possível, respeitando as normas da ANS sobre manutenção e reajuste por faixa etária. O que muda é o valor, já que as faixas mais altas custam mais, mas o auxílio maior nessas idades ajuda a compensar. Vale confirmar as condições específicas de aposentados no setor de pessoal e comparar o custo líquido final.
O servidor cumpre carência no plano de saúde?
Cumpre, como qualquer beneficiário, salvo condições específicas de cada contrato. A carência é o período de espera após a contratação para usar determinados procedimentos, e a ANS fixa os prazos máximos. Quem já tinha plano pode reduzir ou zerar esses prazos pela portabilidade de carências, sem recomeçar do zero ao trocar de operadora. Por isso, ao migrar da autogestão para um plano do mercado, ou vice-versa, vale checar a portabilidade para não cumprir carência de novo à toa.
Posso incluir minha família no plano do servidor?
Pode. Cônjuge, companheiro e filhos entram como dependentes tanto na autogestão quanto no plano do mercado, cada um pagando pela própria faixa etária. Em muitos órgãos, o auxílio-saúde se estende aos dependentes, o que reduz o peso de cobrir a família toda. Vale montar a cotação já considerando titular e dependentes juntos, porque o custo por pessoa costuma cair no coletivo. A Kobe monta a comparação incluindo a família e mostra o valor com o auxílio já abatido, quando existe.
Vale a pena trocar a autogestão por um plano do mercado?
Vale a pena avaliar caso a caso, não decidir no automático. Se a rede da autogestão é boa na sua cidade e a mensalidade é baixa, ela tende a ganhar. Se a rede é fraca onde você mora, ou se o auxílio-saúde cobre parte relevante de um plano do mercado, a troca pode entregar mais rede pelo mesmo bolso. O único jeito de saber é colocar os dois lado a lado, já com o auxílio descontado. A comparação é gratuita e não obriga você a trocar de nada.
O comissionado sem cargo efetivo tem as mesmas opções?
Nem sempre. Servidores comissionados e temporários costumam ter acesso à autogestão e ao auxílio-saúde conforme as regras de cada órgão, que podem ser diferentes das do efetivo. Em alguns casos, o vínculo mais curto limita o benefício. Independentemente disso, o plano do mercado e o plano por adesão pela entidade de classe seguem abertos a qualquer perfil. Se você é comissionado, confirme no setor de pessoal o que o seu vínculo garante e use a comparação para cobrir o resto pelo mercado.
Como o servidor começa a comparar os planos?
O primeiro passo é levantar o que o seu órgão oferece: se há autogestão, se existe auxílio-saúde e qual o valor por faixa etária. Com esses números em mãos, você compara a autogestão com os planos de mercado da sua cidade e com o plano por adesão do seu sindicato, sempre descontando o auxílio. A Kobe reúne as operadoras registradas na ANS que atendem o seu perfil e faz essa comparação de graça, ligando você a um corretor habilitado. Você só contrata se a conta fechar melhor que a sua situação atual.

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