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Coberturas · Segmentação

Plano de Saúde Hospitalar sem Obstetrícia

Cobre internação, cirurgia e UTI, tira só o parto e desce o preço

A segmentação hospitalar sem obstetrícia entrega toda a proteção de internação, mas não paga a cobertura de parto que você não vai usar. Para solteiros, casais com a família pronta, homens e idosos, é a forma de gastar só com o que importa. Compare as operadoras e cote grátis.

  • Internação e UTI sem limite de dias
  • Cirurgias hospitalares cobertas
  • Sem cobrar a obstetrícia
  • Mais barato que o com obstetrícia
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Quarto de hospital com leito de internação representando o plano hospitalar sem obstetrícia comparado pela Kobe
Sem parto
Menos custotoda a internação
Operadoras com segmentação hospitalar
AmilBradesco SaúdeSulAméricaHapvidaNotreDamePorto SeguroUnimed

O plano hospitalar sem obstetrícia cobre internação, cirurgia e UTI, mas não cobre parto, e por isso custa menos. É a escolha de quem quer proteção hospitalar completa sem pagar por uma cobertura de gestação que não vai usar.

Plano hospitalar sem obstetrícia: o que é

A segmentação que protege sua internação e deixa de fora só o parto, para pesar menos no bolso.

Plano hospitalar sem obstetrícia é a segmentação que cobre tudo que acontece dentro do hospital, menos a cobertura de parto e o acompanhamento da gestação.

A cobertura hospitalar é a parte mais cara e mais importante de um plano, porque é ela que responde por internações longas, cirurgias e UTI. Tirar a obstetrícia não mexe nessa proteção.

O raciocínio é direto. Quem não planeja ter filhos paga por uma cobertura de parto que ficaria parada, então retirar a obstetrícia reduz a mensalidade sem abrir mão da segurança em caso de doença ou acidente.

Entenda como as segmentações se combinam no guia de coberturas de plano de saúde antes de decidir.

O que cobre e o que não cobre

A linha divisória é clara: proteção hospitalar sim, parto não.

A segmentação hospitalar, com ou sem obstetrícia, cobre o mesmo conjunto de internações e cirurgias definido pelo Rol de Procedimentos da ANS. A única diferença é a cobertura ligada ao parto.

Coberturas do plano hospitalar sem obstetrícia
CobreNão cobre
Internação clínica e cirúrgica sem limite de diasParto normal e cesárea
Diárias de UTI e centro cirúrgicoAcompanhamento da gestação de rotina
Cirurgias listadas no Rol da ANSInclusão automática do recém-nascido por 30 dias
Cirurgias e complicações ginecológicasConsultas e exames fora da internação
Transplantes e quimioterapia previstos no RolPré-natal ambulatorial isolado

Para quem a segmentação sem obstetrícia vale a pena

O perfil de quem economiza sem perder proteção nenhuma.

A escolha faz sentido para quem tem certeza de que não vai usar a cobertura de parto no período do contrato. Nesses casos, a obstetrícia é só um custo a mais.

01Solteiros e sem planos de filhosProteção hospitalar completa pagando só pelo que vão usar.
02Casais com a família formadaQuem já teve os filhos que queria não precisa mais da cobertura de parto.
03HomensNão usam a cobertura obstétrica, então a segmentação sem obstetrícia é o padrão natural.
04Pessoas mais velhasFora da idade de gestar, focam a proteção em internação e cirurgia.
05Quem prioriza mensalidadeCorta o que não usa e direciona o orçamento para a cobertura essencial.
06Titular de plano individualNo plano individual, a segmentação enxuta ajuda a caber no bolso.

Sem obstetrícia ou com obstetrícia: qual escolher

A conta muda conforme o seu plano de ter ou não ter filhos.

A decisão não é sobre qualidade da internação, que é idêntica nas duas. É sobre um único ponto: você pretende usar a cobertura de parto durante a vigência do plano?

Segmentação hospitalar sem obstetrícia e com obstetrícia lado a lado
CritérioSem obstetríciaCom obstetrícia
Internação, cirurgia e UTICobre igualCobre igual
Cobertura de partoNão cobreCobre
Recém-nascido nos primeiros 30 diasNão incluído automaticamenteIncluído automaticamente
MensalidadeMenorMaior
Perfil idealNão planeja ter filhosPlaneja engravidar no contrato

Como funciona a internação e a UTI

A parte que mais pesa em um imprevisto de saúde está totalmente coberta.

Sem limite de dias de internação

A segmentação hospitalar cobre a internação sem teto de diárias, seja em enfermaria ou apartamento, conforme a acomodação contratada.

Isso vale para a UTI também. Um período longo em terapia intensiva é justamente o cenário que mais pode comprometer o orçamento de uma família sem plano.

Cirurgias e procedimentos ginecológicos

Retirar a obstetrícia não significa retirar a saúde da mulher. Cirurgias ginecológicas, tratamento de complicações e procedimentos hospitalares femininos previstos no Rol continuam cobertos.

O que fica de fora é apenas o parto e o acompanhamento de rotina da gestação, não a assistência hospitalar em geral.

Quanto se economiza tirando a obstetrícia

A diferença aparece na mensalidade mês a mês.

Retirar a cobertura de parto reduz a mensalidade, e o desconto varia por operadora, idade e região. Em muitos contratos, a diferença é pequena por vida, mas se acumula ao longo dos anos e ganha peso em famílias com mais vidas.

Por isso a comparação é o que decide. A mesma pessoa recebe descontos diferentes de cada operadora ao trocar a versão com obstetrícia pela sem obstetrícia, e só uma cotação lado a lado mostra onde a economia compensa de verdade.

Os valores e percentuais de desconto citados são ilustrativos e servem apenas de referência. O preço real depende da operadora, da idade, da acomodação e da região, e é apresentado na cotação.

O que observar antes de contratar

Pontos que evitam arrependimento na hora de escolher a segmentação.

Ter certeza sobre os filhos. Se existe chance de engravidar durante o contrato, a economia da versão sem obstetrícia pode não compensar a falta da cobertura de parto.

Lembrar do recém-nascido. Sem obstetrícia, o bebê não entra automático nos 30 primeiros dias, então uma gravidez inesperada exige um novo plano com carência própria.

Não confundir com ambulatorial. A segmentação hospitalar não cobre consultas e exames de rotina fora da internação. Quem quer isso combina com o ambulatorial.

Comparar antes de assinar. A diferença de preço entre operadoras para a mesma segmentação é grande, e comparar é o que garante a melhor condição.

Como contratar pela Kobe

Da definição do perfil à carteirinha, em quatro passos.

01Confirme o perfilVocê não pretende usar cobertura de parto no contrato.
02Compare operadorasA Kobe reúne quem oferece a segmentação hospitalar sem obstetrícia.
03Ajuste a redeHospitais, acomodação e coparticipação pela sua necessidade.
04ContrateJunto à operadora, por corretor habilitado, sem custo extra.

Por que cotar sua segmentação com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos preço, cobertura e rede na segmentação que você quer e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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R$0100% grátisVocê não paga nada pela comparação.
1minCotação rápidaPreencha ao lado e receba as opções.
Sem compromissoVocê só contrata se valer a pena.

Perguntas frequentes sobre plano hospitalar sem obstetrícia

As dúvidas mais comuns de quem pensa em tirar a cobertura de parto.

O que muda entre o plano hospitalar sem obstetrícia e o com obstetrícia?
Muda um único ponto: a cobertura de parto. As duas segmentações cobrem exatamente a mesma internação, as mesmas cirurgias e a mesma UTI, sem limite de dias, conforme o Rol da ANS. A versão com obstetrícia acrescenta a cobertura de parto e a inclusão automática do recém-nascido nos primeiros 30 dias. A sem obstetrícia deixa isso de fora e, por não pagar o que você não vai usar, sai por uma mensalidade menor. A escolha depende só de você planejar ou não ter filhos durante o contrato.
Vale a pena tirar a obstetrícia para pagar menos?
Vale para quem tem certeza de que não vai usar a cobertura de parto no período do plano. Solteiros sem planos de filhos, casais que já formaram a família, homens e pessoas mais velhas economizam sem perder nada da proteção hospitalar, que é a parte que realmente importa em um imprevisto. Se existe chance de engravidar durante o contrato, aí a conta muda, porque contratar o parto depois exige um novo plano com carência própria. Compare as duas versões na cotação antes de decidir.
O plano hospitalar sem obstetrícia cobre cirurgia?
Cobre. A segmentação hospitalar inclui todas as cirurgias previstas no Rol de Procedimentos da ANS que precisam de internação, do procedimento mais simples ao mais complexo, além do centro cirúrgico e da recuperação. Retirar a obstetrícia não afeta essa cobertura em nada. O que fica de fora é apenas o parto e o acompanhamento de rotina da gestação. Cirurgias ginecológicas e o tratamento de complicações continuam cobertos normalmente, porque fazem parte da assistência hospitalar, não da cobertura obstétrica.
Cobre UTI e internação por quanto tempo?
A internação e a UTI são cobertas sem limite de dias na segmentação hospitalar, uma regra definida pela ANS que vale tanto para a versão com quanto para a sem obstetrícia. Você fica internado o tempo que o tratamento exigir, em enfermaria ou apartamento conforme a acomodação contratada, e a UTI segue a mesma lógica. Justamente por isso a cobertura hospitalar é a mais valiosa de um plano: um período longo em terapia intensiva é o cenário que mais pode comprometer o orçamento de quem não tem plano.
Mulher pode contratar plano sem obstetrícia?
Pode, sem qualquer restrição. Tirar a obstetrícia não retira a saúde da mulher do plano. Cirurgias ginecológicas, tratamento de complicações e procedimentos hospitalares femininos previstos no Rol da ANS continuam cobertos. A segmentação sem obstetrícia é uma escolha comum de mulheres que não planejam engravidar durante o contrato, seja por já terem tido filhos, por não pretenderem tê-los ou por estarem fora da idade gestacional. O único item ausente é a cobertura de parto e o acompanhamento de rotina da gestação.
E se eu engravidar depois de contratar sem obstetrícia?
Nesse caso, o parto não estará coberto, porque a cobertura obstétrica não faz parte da sua segmentação. Você teria duas opções: pagar o parto por conta própria ou contratar um novo plano com obstetrícia, que passa a valer com a carência específica para parto, hoje de até 300 dias pela regra da ANS. Por isso, quem tem qualquer intenção de ter filhos durante o contrato costuma preferir já entrar no plano com obstetrícia. Se a gravidez não está nos seus planos, a versão sem obstetrícia continua sendo a mais econômica.
O recém-nascido entra no plano sem obstetrícia?
Não entra de forma automática. A inclusão do recém-nascido sem carência nos primeiros 30 dias é um benefício ligado à cobertura obstétrica, então ela não existe na segmentação sem obstetrícia. Um bebê só poderia ser incluído como novo dependente, cumprindo as carências normais previstas em contrato. Essa é uma das razões pelas quais casais que planejam ter filhos escolhem a versão com obstetrícia. Para quem não tem esse plano, a ausência do benefício não pesa, já que não haverá recém-nascido a incluir no período.
Quanto mais barato fica sem a obstetrícia?
O desconto varia conforme a operadora, a idade da pessoa e a região, e não existe um percentual fixo. Em vários contratos a diferença por vida é modesta, mas ela se acumula ao longo dos anos e ganha relevância em famílias com mais vidas cobertas. A única forma de saber quanto você economiza é comparar as duas versões lado a lado, porque cada operadora precifica a retirada da obstetrícia de um jeito. A Kobe monta essa comparação na cotação para você ver o valor real, não uma estimativa genérica.
Plano sem obstetrícia cobre consulta e exame?
Depende de como foi contratado. A segmentação hospitalar, sozinha, cobre o que acontece dentro da internação, não consultas e exames de rotina feitos fora do hospital. Para ter consultas, exames e terapias no dia a dia, você combina a cobertura hospitalar com a ambulatorial, formando o plano hospitalar e ambulatorial. Muita gente faz essa combinação sem a obstetrícia, ficando com uma cobertura ampla e ainda assim mais barata. Veja como as segmentações se combinam no guia de coberturas antes de fechar.
Existe carência no plano hospitalar sem obstetrícia?
Existe, como em qualquer plano de saúde. A ANS define prazos máximos de carência, e as internações e cirurgias costumam seguir o prazo de 180 dias, enquanto urgências e emergências têm prazo bem menor, de 24 horas. A vantagem indireta da versão sem obstetrícia é não precisar cumprir a carência de parto, que é a mais longa de todas. Os prazos podem ser reduzidos em condições coletivas ou por portabilidade, quando você já vem de outro plano. A Kobe informa a carência de cada operadora antes de você contratar.
Posso trocar de sem obstetrícia para com obstetrícia depois?
Pode, mas é preciso atenção à carência. Ao migrar para um plano com obstetrícia, a cobertura de parto passa a valer somente após cumprir a carência específica, que chega a 300 dias pela regra da ANS. Ou seja, não adianta trocar já grávida esperando cobertura imediata do parto. Quem prevê ter filhos deve fazer essa mudança com bastante antecedência, ou já contratar a versão com obstetrícia desde o início. A Kobe ajuda a planejar essa transição e a comparar operadoras que ofereçam as duas segmentações.

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