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Plano de Saúde para Microempresas

Microempresa com poucas vidas troca o individual caro pelo empresarial e paga bem menos

A ME é o degrau logo acima do MEI: quadro enxuto, faturamento pelo Simples, mas já com CNPJ de sobra para o preço coletivo. Compare as operadoras e cote grátis em 1 minuto.

  • Ideal de 2 a 9 vidas
  • Mais barato que o individual
  • Aceita quem está no Simples
  • Todas as operadoras da ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Dono de microempresa com poucos funcionários conferindo a cotação de plano de saúde pela Kobe
ME
2 a 9 vidaso preço coletivo já vale
Operadoras para microempresas
AmilBradesco SaúdeSulAméricaHapvidaNotreDamePorto SeguroUnimed

Sim, a microempresa contrata plano de saúde empresarial a partir de 2 vidas e paga menos que no individual. Ter poucos funcionários não atrapalha: o que vale é o CNPJ ativo, e a ME tem um.

Plano de saúde para microempresa: como funciona

O plano coletivo empresarial que a ME contrata pelo CNPJ, mesmo com quadro pequeno.

Microempresa, ou ME, é a empresa que fatura até R$ 360 mil por ano e costuma ter um quadro enxuto, muitas vezes de 2 a 9 pessoas.

Para o plano de saúde, esse porte não é um problema. A operadora enxerga o CNPJ da ME como um grupo e libera a condição coletiva, mais barata que o plano individual de mesma cobertura.

O ponto que trava muita gente é a crença de que microempresa é pouca vida demais. Não é. O mínimo do coletivo empresarial é 2 vidas, e a maioria das ME já começa acima disso.

A fronteira entre MEI e ME

Onde o microempreendedor termina e a microempresa começa.

Muita gente confunde os dois portes, mas eles mudam o jeito de contratar o plano.

O MEI fatura até R$ 81 mil por ano, comprova a condição por um certificado simples e quase sempre entra com 2 a 3 vidas. A ME sobe o teto para R$ 360 mil, tem contrato social e espaço para um grupo um pouco maior.

Se você ainda é microempreendedor, a página do plano de saúde MEI traz as regras desse porte. Se a empresa já cresceu para ME, o caminho é o desta página.

MEI e ME, lado a lado, para efeito de plano de saúde
PontoMEIMicroempresa (ME)
Faturamento anualAté R$ 81 milAté R$ 360 mil
ComprovaçãoCertificado da Condição de MEIContrato social
Vidas típicas2 a 32 a 9
FuncionáriosAté 1 empregadoSem esse limite
Contratação do planoPelo CNPJ do MEIPelo CNPJ da ME

Microempresa no Simples Nacional e o plano

Estar no Simples não muda o direito de contratar pelo CNPJ.

A maioria das ME está no Simples Nacional, o regime tributário simplificado para micro e pequenas empresas.

O Simples é uma forma de recolher imposto, não uma trava para o plano de saúde. A operadora não pergunta o regime da ME, ela consulta se o CNPJ está ativo e regular na Receita.

Uma dúvida comum é lançar o plano na contabilidade. No Simples, a mensalidade não gera dedução direta de imposto como em outros regimes, então o valor entra como despesa da empresa. Vale confirmar o registro com o seu contador.

Regras contábeis variam por empresa. Trate as informações fiscais como orientação geral e confirme o enquadramento com o seu contador.

De 2 a 9 vidas: o tamanho típico da ME

Como o número de vidas mexe no preço e nas opções.

A microempresa costuma ficar na faixa de 2 a 9 vidas, e é justamente aí que o coletivo compensa cedo.

Com 2 vidas, a ME já sai do individual e entra na tabela empresarial. Conforme o grupo cresce para 5, 7 ou 9 pessoas, aumenta o poder de negociar carência e coparticipação com a operadora.

Faixas de vidas da microempresa e o que muda
Vidas na MEO que mudaBom saber
2 vidasEntrada no coletivo empresarialJá mais barato que dois individuais
3 a 5 vidasMais operadoras disponíveisFaixa mais comum da ME
6 a 9 vidasMargem para negociar condiçõesPerto do porte de pequena empresa

Por que a ME sai do plano individual

O motivo número um de quem procura plano pela microempresa.

Boa parte de quem cota plano pela ME vinha pagando individual caro, no CPF, e viu a mensalidade subir a cada aniversário.

O plano individual segue o teto de reajuste da ANS, mas parte de um preço por pessoa mais alto. No coletivo da ME, o risco se dilui entre as vidas e o valor por pessoa cai, com diferença maior nas idades mais avançadas.

O empresário troca de faixa usando o CNPJ que já tem. É a mesma cobertura, contratada por outra porta, mais barata.

Documentos que a microempresa apresenta

Poucos papéis, e a ME já reúne quase todos.

Com o CNPJ regular e a relação de vidas, a proposta da ME anda rápido. Cada operadora tem a própria lista, e a Kobe indica o que a sua microempresa precisa juntar.

01Cartão CNPJComprovante de inscrição do CNPJ da microempresa, ativo na Receita.
02Contrato socialAto constitutivo que identifica os sócios da ME.
03Vidas e vínculoDocumento de cada vida e a prova do vínculo com a microempresa.

Como a microempresa contrata, passo a passo

Do quadro de vidas à carteirinha, em quatro etapas.

01Conte as vidasSócios, funcionários e dependentes que a ME quer cobrir.
02Compare operadorasA Kobe reúne as que atendem a sua ME na sua cidade.
03Ajuste o planoSegmentação, coparticipação e rede conforme a microempresa precisa.
04ContrateJunto à operadora, por corretor habilitado, sem custo extra.

ME recém-aberta também cota

Não existe tempo mínimo de empresa para a maioria das operadoras. Uma ME aberta há poucas semanas, ativa e sem pendência, já entra numa cotação.

O que a operadora confere é a regularidade do CNPJ e o vínculo de cada vida, não a idade da microempresa.

Erros comuns da microempresa ao contratar

O que costuma travar ou encarecer a proposta da ME.

Achar que precisa de muitos funcionários. Dois sócios já formam o grupo mínimo, sem empregado registrado.

Deixar o CNPJ irregular. Pendência no Simples ou situação suspensa barra a proposta. Regularize antes de cotar.

Olhar só a primeira mensalidade. Num contrato coletivo, o uso do grupo empurra o reajuste do ano seguinte. Pese o histórico de reajuste de cada operadora, além da primeira mensalidade.

Contratar sem comparar. A mesma ME recebe preços bem diferentes de cada operadora. É a comparação entre operadoras que assegura a condição mais justa.

Quando a ME vira pequena empresa

O plano acompanha o crescimento do negócio.

A microempresa não fica parada. Quando o faturamento passa de R$ 360 mil ou o quadro cresce, a ME migra para pequena empresa, o EPP.

O plano acompanha esse salto sem recomeçar do zero, com a inclusão de novas vidas no mesmo contrato. Para grupos maiores, a lógica é a do plano de saúde PME, que reúne micro e pequenas empresas.

Ver todas as opções por porte fica mais fácil na central de planos para empresas.

Por que a microempresa cota com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos preço, cobertura e rede para a sua ME e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

+50Operadoras comparadasTodas registradas na ANS, lado a lado.
R$0100% grátisA microempresa não paga nada pela comparação.
1minCotação rápidaPreencha ao lado e receba as opções.
Sem compromissoVocê só contrata se valer a pena.

Perguntas frequentes sobre plano de saúde para microempresas

As dúvidas mais comuns de quem contrata pela ME.

Minha microempresa pode contratar plano de saúde empresarial?
Pode. Toda ME com CNPJ ativo e regular na Receita contrata o plano coletivo empresarial a partir de 2 vidas, pagando menos que no individual. O porte pequeno da microempresa não é obstáculo, porque o mínimo do coletivo já é de duas pessoas e a maioria das ME começa nessa faixa. A operadora enxerga o CNPJ como um grupo e libera a condição coletiva. Por isso muitos empresários trocam o plano individual pelo empresarial assim que a ME está aberta.
Qual a diferença entre plano de MEI e plano de microempresa?
O que muda é o porte e a comprovação. O MEI fatura até R$ 81 mil por ano e comprova a condição por um certificado simples, entrando quase sempre com 2 a 3 vidas. A microempresa fatura até R$ 360 mil, tem contrato social e espaço para um grupo um pouco maior, de 2 a 9 vidas. Nos dois casos a contratação é pelo CNPJ e o plano é coletivo empresarial. Se você ainda é MEI, vale ver a página específica desse porte; se já é ME, o caminho é este.
Estou no Simples Nacional, consigo plano pela ME?
Consegue, sem qualquer trava. O Simples Nacional é o regime de recolhimento de imposto da microempresa, não uma condição que impeça o plano de saúde. A operadora não pergunta o regime tributário, ela consulta se o CNPJ da ME está ativo e regular. Uma ME no Simples contrata exatamente como qualquer outra empresa, pelo CNPJ, na condição coletiva. A única atenção fica na contabilidade, já que no Simples a mensalidade não gera dedução direta de imposto e entra como despesa comum.
Quantas vidas a microempresa precisa ter?
O mínimo é 2 vidas, que é o piso do plano coletivo empresarial. A ME costuma ficar na faixa de 2 a 9 pessoas, e todas essas configurações são aceitas. Com duas vidas você já sai do individual e entra na tabela empresarial; conforme o grupo cresce para 5, 7 ou 9 vidas, aumenta o poder de negociar carência e coparticipação com a operadora. Não é preciso ter funcionário registrado: dois sócios sozinhos já formam o grupo mínimo da microempresa.
Plano pela ME é mais barato que o individual?
Na maioria dos casos, sim. Por ser coletivo, o plano da microempresa dilui o risco entre as vidas e cobra menos por pessoa do que o individual de mesma cobertura, com diferença que fica maior nas idades mais avançadas. Em troca, o reajuste do coletivo é negociado com a operadora e não segue o teto que a ANS aplica ao individual. No acumulado, sair do individual usando o CNPJ da ME costuma compensar, e é o motivo principal de quem procura o plano por esse porte.
Preciso ter funcionário registrado para contratar pela ME?
Não. A microempresa contrata o plano com os próprios sócios, sem exigência de empregado registrado. Se a ME tem dois sócios, eles já formam as duas vidas do grupo mínimo. Um sócio único costuma incluir um dependente, como cônjuge ou filho, para chegar às duas vidas. Ter funcionários registrados apenas amplia o grupo e o poder de negociação, mas não é condição para a contratação. O que a operadora confere é o vínculo de cada vida com a empresa.
Uma ME recém-aberta consegue plano de saúde?
Consegue. A maioria das operadoras não exige tempo mínimo de empresa, então uma microempresa aberta há poucas semanas, com o CNPJ ativo e sem pendência, já entra numa cotação. O que se confere é a regularidade do registro e a comprovação de vínculo das vidas, não a idade do negócio. Algumas operadoras pontuais pedem alguns meses de atividade, e a Kobe indica quais aceitam a ME nova. Isso permite que o empresário troque o individual pelo empresarial logo no começo.
Quais documentos a microempresa apresenta?
O básico é o comprovante de inscrição e situação cadastral, o cartão CNPJ, e o contrato social que identifica os sócios da ME. Junte ainda os documentos pessoais de cada vida e a prova do vínculo, societário ou empregatício. Se a empresa está no Simples, nenhum papel extra do regime é exigido pela operadora. Com esse conjunto, a proposta da microempresa é emitida, e a Kobe indica a lista exata que cada operadora pede.
Posso incluir minha família no plano da ME?
Pode. Dependentes como cônjuge, companheiro e filhos entram como vidas do contrato empresarial da microempresa, cada um pagando pela própria faixa etária. Incluir a família costuma ser o gatilho para o dono da ME migrar do individual para o plano pela empresa, já que a mesma cobertura sai mais barata no coletivo. A Kobe monta a cotação já considerando titulares e dependentes, para você comparar o custo do grupo completo, não só do titular.
O plano acompanha quando a ME cresce?
Acompanha. Quando o faturamento da microempresa passa de R$ 360 mil ou o quadro aumenta, a ME migra para pequena empresa, o EPP. O plano não recomeça do zero: novas vidas entram no mesmo contrato coletivo, com as carências já cumpridas mantidas para quem já estava. Para grupos maiores, a referência passa a ser o plano PME, que reúne micro e pequenas empresas. Assim o benefício cresce junto com o negócio, sem que a empresa perca o histórico com a operadora.
Preciso de contador para contratar o plano pela microempresa?
Não é obrigatório. A contratação é feita direto com a operadora, por meio de um corretor habilitado, e você mesmo reúne os documentos do CNPJ da ME. O contador ajuda a manter a empresa regular no Simples e a registrar a despesa do plano na contabilidade, o que agiliza, mas não é uma exigência da operadora. A Kobe conduz a comparação e a proposta sem que a microempresa precise envolver o contador em cada etapa do processo.

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