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Coberturas · Segmentação

Plano de Saúde Ambulatorial e Hospitalar

A combinação ambulatorial e hospitalar cobre quase tudo, do consultório à internação

Junta o dia a dia (consultas, exames e terapias) com o hospital (cirurgias, UTI e internações). É a segmentação mais contratada do país. Compare as operadoras e cote grátis em 1 minuto.

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A segmentação ambulatorial e hospitalar é a combinação mais completa e mais contratada: junta consultas, exames e terapias com internações, cirurgias e UTI. Ao unir as duas coberturas, o plano atende quase todo o Rol de Procedimentos da ANS.

Plano ambulatorial e hospitalar: o que é

As duas segmentações mais importantes do plano, reunidas em um único contrato.

A ANS divide a cobertura de um plano de saúde em quatro segmentações: ambulatorial, hospitalar, obstetrícia e odontológica. Cada empresa escolhe quais combinar.

A parte ambulatorial cuida do que resolve sem internação: consultas com especialistas, exames de laboratório e imagem, terapias e o pronto atendimento de urgência.

A parte hospitalar assume o que exige o hospital: internação clínica ou cirúrgica, centro cirúrgico, UTI e os exames feitos durante a internação.

Sozinha, cada uma deixa lacunas. O plano só ambulatorial não interna, e o só hospitalar não paga a consulta de rotina. Combinar as duas fecha esse vão e cobre o percurso inteiro do paciente.

O que a combinação ambulatorial e hospitalar cobre

Do consultório ao centro cirúrgico, em um só plano.

Reunidas, as duas segmentações cobrem o dia a dia e as situações graves com o mesmo contrato. A tabela mostra o que entra em cada lado da combinação.

O que a segmentação ambulatorial e hospitalar cobre, lado a lado
NecessidadeLado ambulatorialLado hospitalar
Consulta com especialistaCobertaNão se aplica
Exames de laboratório e imagemCobertosCobertos quando internado
Terapias e sessõesCobertasNão se aplica
Cirurgia com internaçãoNão cobreCoberta
UTI e centro cirúrgicoNão cobreCobertos
Urgência e emergênciaAtende, com limite de 12 horasContinua além das 12 horas, com internação

Por que combinar cobre quase tudo

A soma das duas segmentações resolve a grande maioria dos casos.

A força da combinação está na continuidade. Um problema que começa numa consulta segue coberto até uma eventual cirurgia, sem trocar de plano no meio do caminho.

O exemplo mais claro é a urgência. No plano só ambulatorial, o atendimento de emergência para nas primeiras 12 horas. Com a parte hospitalar somada, se o caso vira internação, a cobertura não é interrompida no relógio.

É por isso que a segmentação ambulatorial e hospitalar responde por quase todo o Rol de Procedimentos. Ela cobre a prevenção, o diagnóstico, o tratamento e a internação, que são as quatro pontas do cuidado.

O que sobra de fora é pontual e tem página própria. Não é uma cobertura ampla que falta, e sim serviços específicos que a ANS colocou em segmentações separadas.

O que ainda fica de fora

Duas coberturas seguem como segmentações à parte, mesmo no plano mais completo.

Combinar ambulatorial e hospitalar cobre quase tudo, mas não a parte de parto nem a de dentista. Essas duas são segmentações independentes.

01Obstetrícia é à parteParto e o pré-natal ligado ao parto exigem a segmentação obstétrica somada. Sem ela, a gestação é acompanhada, mas o parto em si não entra.
02Odontologia é à parteConsulta e tratamento no dentista pedem a segmentação odontológica, contratada junto ou como plano dental separado.
03Fora do RolEstética sem indicação, tratamento experimental e itens fora do Rol da ANS ficam de fora de qualquer segmentação.

Ambulatorial, hospitalar ou a combinação

Comparar as três opções ajuda a ver por que a soma vale a pena.

Contratar só uma das segmentações sai mais barato na entrada, mas deixa um buraco grande de cobertura. A combinação custa mais e devolve tranquilidade.

Só ambulatorial, só hospitalar e a combinação A+H
SituaçãoSó ambulatorialSó hospitalarAmbulatorial e hospitalar
Consulta e exame de rotinaCobreNão cobreCobre
Cirurgia e internaçãoNão cobreCobreCobre
UTINão cobreCobreCobre
Emergência que vira internaçãoAté 12 horasCobre a internaçãoCobre por inteiro
Perfil indicadoQuem quer só o dia a diaQuem foca em internaçãoQuem quer cobertura ampla

Comparativo de escopo de cobertura por segmentação, com base nas regras da ANS. Preços e redes variam por operadora e região.

Para quem faz sentido a combinação

A cobertura ampla serve à maioria, mas alguns perfis ganham ainda mais.

A segmentação ambulatorial e hospitalar é a escolha padrão de quem quer resolver quase tudo com um plano só, sem descobrir uma lacuna na hora do aperto.

Famílias se beneficiam porque cobrem tanto o pediatra e os exames das crianças quanto uma internação inesperada, com o mesmo contrato.

Quem tem condição crônica ganha na continuidade, já que o acompanhamento no consultório e a eventual internação ficam sob a mesma cobertura.

Se você quer apenas o básico do dia a dia, o plano ambulatorial pode bastar. Se o foco é blindar contra internações caras, veja o plano hospitalar. Para a maioria, somar os dois é o equilíbrio.

Como contratar a segmentação A+H

Da escolha da cobertura à carteirinha, em quatro passos.

01Defina o escopoSó ambulatorial e hospitalar, ou também obstetrícia e odonto.
02Compare operadorasA Kobe reúne as que oferecem a segmentação na sua cidade.
03Ajuste a redeRede credenciada, coparticipação e reembolso pela sua necessidade.
04ContrateJunto à operadora, por corretor habilitado, sem custo extra.

Carência vale para os dois lados

A combinação ambulatorial e hospitalar tem prazos de carência que seguem os limites da ANS. Consultas e exames simples liberam antes, e internações têm prazo maior.

Quem já vem de outro plano pode aproveitar a portabilidade de carências e reduzir ou zerar a espera, desde que cumpra os requisitos. A Kobe verifica isso na cotação.

Por que cotar a cobertura A+H com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos preço, rede e cobertura da segmentação ambulatorial e hospitalar e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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Perguntas frequentes sobre plano ambulatorial e hospitalar

As dúvidas mais comuns de quem quer a cobertura mais completa.

O que significa segmentação ambulatorial e hospitalar?
É a soma de duas coberturas que a ANS trata separadamente. A parte ambulatorial cuida do que não exige internação, como consultas, exames e terapias, mais o pronto atendimento de urgência. A parte hospitalar assume internações, cirurgias, UTI e os exames feitos durante a internação. Ao combinar as duas em um mesmo contrato, o plano deixa de ter as lacunas que cada segmentação teria sozinha e passa a acompanhar o paciente do consultório até o hospital, se for o caso.
O plano ambulatorial e hospitalar cobre tudo?
Cobre quase tudo, mas não literalmente tudo. A combinação atende a grande maioria do Rol de Procedimentos da ANS, do exame de rotina à cirurgia com UTI. O que fica de fora são segmentações separadas: o parto depende da obstetrícia, e o dentista depende da parte odontológica. Procedimentos sem cobertura no Rol, como estética sem indicação médica, também não entram. Por isso a segmentação é chamada de mais completa, e não de cobertura total.
Qual a diferença entre ambulatorial, hospitalar e a combinação?
O plano só ambulatorial cobre consultas, exames e terapias, mas não interna nem opera. O plano só hospitalar cobre internação, cirurgia e UTI, mas não paga a consulta de rotina nem o exame simples feito fora do hospital. A combinação ambulatorial e hospitalar une os dois escopos, então cobre o dia a dia e as situações graves com o mesmo contrato. É por isso que a maioria contrata a versão combinada, que fecha o vão que cada segmentação deixaria isolada.
O plano ambulatorial e hospitalar cobre parto?
Não por si só. O parto pertence à segmentação de obstetrícia, que é separada da ambulatorial e da hospitalar. Um plano só com a combinação A+H acompanha uma gestação com consultas e exames, mas não cobre o parto em si nem a assistência ao recém-nascido nos primeiros dias. Quem pretende ter filhos costuma somar a obstetrícia e chegar ao plano referência, que reúne as quatro segmentações. Na cotação, a Kobe mostra a diferença de preço de incluir a obstetrícia.
A combinação cobre exames de alta complexidade?
Sim, dentro do Rol de Procedimentos da ANS. Exames de imagem e laboratoriais mais avançados, como ressonância, tomografia e alguns exames genéticos previstos no Rol, entram pela parte ambulatorial quando feitos fora da internação e pela parte hospitalar quando feitos durante uma internação. A cobertura obedece às diretrizes de utilização da ANS e ao pedido do médico assistente. A rede credenciada de cada operadora define onde o exame é realizado, e isso varia por plano e região.
Preciso da obstetrícia se não pretendo ter filhos?
Não. Se ter filhos não está nos seus planos, a segmentação ambulatorial e hospitalar sem a obstetrícia costuma ser suficiente e sai mais barata. Você mantém toda a cobertura de consultas, exames, terapias, cirurgias e UTI, abrindo mão apenas do parto. Isso reduz a mensalidade sem tirar a proteção do dia a dia nem das emergências. Caso mude de ideia depois, é possível migrar para um plano com obstetrícia, respeitando as carências dessa segmentação específica.
O plano ambulatorial e hospitalar cobre UTI e cirurgias?
Sim, isso vem da parte hospitalar da combinação. Internações clínicas e cirúrgicas, centro cirúrgico, UTI e os materiais e exames usados durante a internação estão cobertos, conforme o Rol de Procedimentos da ANS. A parte ambulatorial cuida do que vem antes e depois, como a consulta que indica a cirurgia e o exame de acompanhamento. Somadas, as duas garantem que o caso grave seja tratado sem que você precise trocar de plano no meio do tratamento.
Ambulatorial e hospitalar é o mesmo que plano completo?
É quase, mas não exatamente. Muita gente chama a combinação A+H de plano completo porque ela resolve a maior parte das necessidades. Na definição da ANS, porém, o plano mais completo é o referência, que soma ambulatorial, hospitalar e obstetrícia. Se você quer o pacote inteiro, incluindo parto e às vezes odonto, vale comparar com o plano de saúde completo. Se não precisa de obstetrícia, a segmentação ambulatorial e hospitalar já entrega a cobertura ampla por um preço menor.
Tem carência na combinação ambulatorial e hospitalar?
Tem, e ela segue os limites definidos pela ANS. Urgência e emergência costumam liberar em 24 horas, consultas e exames simples têm prazos curtos, e internações e cirurgias têm carências maiores, que podem chegar aos limites máximos da regulação. Cada operadora define seus prazos dentro desses tetos. Quem vem de outro plano pode usar a portabilidade de carências para reduzir ou zerar a espera, se cumprir os requisitos. A Kobe confere essa possibilidade na hora de cotar.
A cobertura de urgência é diferente da do plano só ambulatorial?
Sim, e essa é uma das grandes vantagens de combinar. No plano exclusivamente ambulatorial, o atendimento de urgência e emergência é garantido apenas nas primeiras 12 horas. Se o quadro exigir internação, o plano ambulatorial isolado não cobre a sequência. Com a parte hospitalar somada, a internação que nasce de uma emergência continua coberta além das 12 horas. Na prática, a combinação A+H elimina o limite de tempo que travaria o atendimento no plano ambulatorial sozinho.
Para quem vale mais a combinação ambulatorial e hospitalar?
Vale para quem quer resolver quase tudo com um plano só, sem descobrir uma lacuna na hora do aperto. Famílias ganham ao cobrir tanto o pediatra e os exames das crianças quanto uma internação inesperada. Quem tem condição crônica se beneficia da continuidade entre o acompanhamento no consultório e a eventual internação. Se o objetivo é apenas o básico do dia a dia, o plano ambulatorial pode bastar. Para a maioria, porém, somar as duas segmentações é o melhor equilíbrio entre preço e proteção.

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