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Coberturas · Segmentação

Plano de Saúde Hospitalar

A segmentação que cobre internação, UTI e cirurgia, o que pesa no bolso quando você mais precisa

O plano hospitalar é a fatia da cobertura voltada ao que acontece dentro do hospital: internações, procedimentos cirúrgicos e terapia intensiva. Entenda o que entra, o que fica de fora e compare as operadoras da ANS. Cotar é grátis.

  • Internação sem limite de dias
  • UTI e centro cirúrgico
  • Com ou sem obstetrícia
  • Operadoras registradas na ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Corredor de hospital com maca, representando a cobertura hospitalar do plano de saúde comparado pela Kobe
UTI
Internaçãosem limite de dias
Operadoras com plano hospitalar
AmilBradesco SaúdeSulAméricaHapvidaNotreDamePorto SeguroUnimed

O plano de saúde hospitalar cobre internação, UTI e cirurgia, com ou sem obstetrícia, mas não cobre consultas e exames de rotina feitos fora de uma internação. É a segmentação pensada para o que acontece dentro do hospital.

Plano de saúde hospitalar: o que é

Uma das segmentações assistenciais definidas pela ANS, focada no ambiente hospitalar.

Plano hospitalar é a segmentação de cobertura que a ANS reserva para tudo o que envolve internação em hospital.

Quando você quebra a cobertura de um plano em fatias, esta é a fatia que responde por cirurgias, terapia intensiva e diárias de internação.

A lógica é dividir o risco. Consulta no consultório é barata e frequente; uma cirurgia com dias de UTI é rara, porém cara. O plano hospitalar protege exatamente essa segunda situação.

Por isso ele costuma aparecer combinado com a parte ambulatorial. Sozinho, resolve o hospital; junto do ambulatorial, resolve o dia a dia também.

O que o plano hospitalar cobre e o que não cobre

A linha divisória é simples: dentro da internação, cobre; fora dela, não.

A cobertura hospitalar acompanha o paciente do momento da internação até a alta. Isso inclui a diária, os honorários da equipe, os exames pedidos durante o internamento e os materiais usados no procedimento.

O que fica de fora é o atendimento puramente ambulatorial isolado, como a consulta de rotina no consultório e o exame simples marcado sem qualquer internação.

O que o plano de saúde hospitalar cobre e não cobre
SituaçãoPlano hospitalar
Internação clínica ou cirúrgicaCobre, sem limite de dias
UTI e centro cirúrgicoCobre integralmente
Exames e honorários durante a internaçãoCobre
Quimioterapia e diálise ligadas à internaçãoCobre
Urgência que evolui para internaçãoCobre, após a carência da ANS
Consulta médica em consultórioNão cobre
Exame de rotina fora da internaçãoNão cobre
Parto e pré-natalSó na versão com obstetrícia

Por que o hospitalar não resolve consulta nem exame de rotina

Essa parte pertence à segmentação ambulatorial, não à hospitalar.

A ANS separa a cobertura em segmentações justamente para você contratar só o que faz sentido. A consulta no consultório, o retorno médico e o exame de rotina marcado no dia a dia entram na segmentação ambulatorial.

No plano hospitalar puro, esses atendimentos não estão incluídos. Se você abre a boca com uma dor e vai ao consultório, essa consulta é ambulatorial, e o plano hospitalar não a cobre.

A exceção é o exame ou o procedimento realizado durante uma internação já em curso. Aí ele deixa de ser rotina ambulatorial e passa a ser parte do internamento, coberto pelo hospitalar.

Hospitalar com e sem obstetrícia: a diferença

A obstetrícia é o divisor entre as duas versões da segmentação.

Dentro do plano hospitalar existem duas versões, e a escolha entre elas muda preço e cobertura de gestação.

A versão hospitalar com obstetrícia acrescenta pré-natal, parto e a cobertura do recém-nascido nos primeiros 30 dias de vida.

A versão hospitalar sem obstetrícia mantém internação, UTI e cirurgia, porém deixa de fora o parto e o acompanhamento da gravidez, o que reduz a mensalidade.

Hospitalar com obstetrícia e sem obstetrícia, lado a lado
CoberturaCom obstetríciaSem obstetrícia
Internação, UTI e cirurgiaCobreCobre
Pré-natalCobreNão cobre
Parto normal ou cesáreaCobreNão cobre
Recém-nascido nos primeiros 30 diasCobreNão cobre
MensalidadeUm pouco maiorMais enxuta

Para quem o plano hospitalar faz sentido

A segmentação atende bem alguns perfis específicos.

O plano hospitalar puro costuma servir a quem já tem acesso a consultas e exames por outro caminho, como um convênio parcial, um serviço próprio ou o atendimento público, e quer se proteger só do custo alto de uma internação.

Também aparece em contratos coletivos que buscam mensalidade menor, oferecendo a proteção hospitalar como base e deixando o ambulatorial como opcional.

01Quer teto para o hospitalProtege contra o custo de cirurgia e UTI, que é o que mais pesa.
02Já resolve o dia a diaTem outra via para consulta e exame de rotina e não quer pagar duas vezes.
03Planeja o orçamentoUsa o hospitalar como base enxuta e adiciona o ambulatorial quando precisa.

Por que quase todo mundo combina hospitalar com ambulatorial

As duas segmentações juntas formam a cobertura completa que a maioria procura.

Na prática, a maior parte dos planos vendidos hoje soma as duas segmentações. O hospitalar cobre a internação e a cirurgia; o ambulatorial cobre a consulta, o exame e a terapia do dia a dia.

Quando você lê plano ambulatorial mais hospitalar, é essa junção que está descrita. Ela cobre desde a ida ao consultório até a alta de uma internação.

Se ainda vier a obstetrícia por cima, a cobertura passa a incluir também o parto, e o contrato se aproxima do chamado plano-referência, o padrão mais completo previsto pela lei.

Vale entender as segmentações antes de decidir. A página de coberturas reúne todas elas para você comparar.

Como contratar um plano hospitalar

Da escolha da segmentação à carteirinha, em quatro passos.

01Escolha a segmentaçãoHospitalar puro ou somado ao ambulatorial.
02Defina a obstetríciaCom, se planeja gestação; sem, para economizar.
03Compare operadorasA Kobe reúne quem oferece a segmentação na sua região.
04ContrateJunto à operadora, por corretor habilitado, sem custo extra.

Atenção à carência do parto

A carência do plano hospitalar varia por procedimento. Internações e cirurgias costumam ter prazos definidos pela ANS, e o parto a termo tem o prazo mais longo entre eles.

Se a gestação é um plano próximo, confirme a carência de parto antes de fechar, porque ela pesa mais do que a das demais coberturas.

Por que cotar o plano hospitalar com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos preço, segmentação e rede credenciada e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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Perguntas frequentes sobre plano de saúde hospitalar

As dúvidas mais comuns de quem vai escolher a segmentação hospitalar.

O que exatamente o plano de saúde hospitalar cobre?
O plano hospitalar cobre tudo o que gira em torno da internação em hospital. Entram a diária de internação sem limite de dias, a UTI, o centro cirúrgico, os honorários da equipe médica, os exames pedidos durante o internamento e os materiais usados na cirurgia. Também cobre a urgência ou emergência que evolui para internação, respeitada a carência da ANS. O ponto-chave é que a cobertura acompanha o paciente da internação até a alta. O que fica de fora é o atendimento de rotina realizado sem internação, como a consulta de consultório.
O plano hospitalar cobre consulta e exame?
Não, quando são consultas e exames de rotina feitos fora de uma internação. Esse tipo de atendimento pertence à segmentação ambulatorial, não à hospitalar. Se você marca uma consulta no consultório ou um exame simples no dia a dia, o plano hospitalar puro não cobre. A única situação em que ele paga um exame é quando o procedimento acontece durante uma internação já em curso, porque aí deixa de ser rotina ambulatorial e passa a integrar o internamento. Por isso muita gente soma o hospitalar ao ambulatorial.
Qual a diferença entre hospitalar com e sem obstetrícia?
A diferença está na cobertura de gestação e parto. A versão com obstetrícia acrescenta o pré-natal, o parto normal ou cesárea e a assistência ao recém-nascido nos primeiros 30 dias de vida. A versão sem obstetrícia mantém internação, UTI e cirurgia, mas não cobre o parto nem o acompanhamento da gravidez, o que deixa a mensalidade mais enxuta. Quem planeja engravidar tende a escolher a versão com obstetrícia. Quem não pretende ter filhos costuma optar pela versão sem, para pagar menos. Veja as páginas de cada versão para comparar.
Plano hospitalar cobre parto?
Só cobre parto na versão com obstetrícia. O plano hospitalar sem obstetrícia protege internação, cirurgia e UTI, porém deixa o parto e o pré-natal de fora. Já o hospitalar com obstetrícia inclui o parto normal, a cesárea, o acompanhamento da gestação e o recém-nascido nos primeiros 30 dias. Vale lembrar que o parto a termo costuma ter a carência mais longa entre as coberturas do plano, então quem planeja engravidar em breve deve confirmar esse prazo antes de contratar. A Kobe indica quais operadoras têm as melhores condições para gestação.
Plano hospitalar é mais barato que o plano completo?
Em geral, sim. Por cobrir só a parte de internação, o hospitalar puro tem mensalidade menor do que o plano que soma hospitalar mais ambulatorial. A economia vem de não pagar pela cobertura de consultas e exames de rotina. O ponto de atenção é que, sem o ambulatorial, você resolve o hospital mas continua pagando à parte pelo dia a dia. Vale a pena fazer a conta entre economizar na mensalidade e gastar avulso com consultas. A Kobe compara os dois cenários para você enxergar a diferença real.
Qual a carência do plano hospitalar?
A carência do plano hospitalar varia conforme o procedimento e segue os prazos máximos definidos pela ANS. Internações e cirurgias eletivas costumam ter um prazo, enquanto urgências e emergências têm um prazo bem mais curto. O parto a termo, na versão com obstetrícia, tem a carência mais longa entre todas as coberturas. Cada operadora pode oferecer prazos iguais ou menores que o teto da ANS, e negociar carência é comum em contratos coletivos. Antes de fechar, confirme a carência de cada cobertura que você mais pretende usar.
Vale a pena contratar só o plano hospitalar?
Depende do seu perfil. Faz sentido para quem já tem outra via para consultas e exames de rotina, como um serviço próprio ou o atendimento público, e quer proteção apenas contra o custo alto de uma internação. Também aparece em contratos coletivos que buscam mensalidade menor. Para quem não tem outra cobertura no dia a dia, o hospitalar sozinho pode sair caro no acumulado, porque cada consulta e exame vira despesa avulsa. Nesse caso, somar o ambulatorial costuma compensar. A Kobe ajuda a comparar os dois caminhos.
Plano hospitalar cobre UTI?
Sim, e essa é uma das coberturas centrais da segmentação. A UTI, ou Unidade de Terapia Intensiva, está incluída no plano hospitalar sem limite de dias, assim como a internação comum. Isso vale para UTI adulto, pediátrica e neonatal, conforme a necessidade do paciente. Como a diária de terapia intensiva é um dos itens mais caros de uma internação, a cobertura de UTI é justamente o que faz muita gente valorizar o plano hospitalar. Ela protege contra o cenário em que o custo hospitalar dispara em poucos dias.
O plano hospitalar cobre quimioterapia e diálise?
Cobre quando esses tratamentos estão ligados a uma internação ou fazem parte do Rol de Procedimentos previsto para a segmentação hospitalar. Quimioterapia, radioterapia e hemodiálise realizadas em regime de internação entram na cobertura. Já as sessões feitas em regime ambulatorial, sem internar o paciente, dependem de o plano ter também a segmentação ambulatorial. Por isso pacientes em tratamento contínuo costumam precisar da cobertura hospitalar somada à ambulatorial. A Kobe verifica, entre as operadoras, quais atendem melhor cada tipo de terapia.
Plano hospitalar é o mesmo que plano-referência?
Não são a mesma coisa. O plano hospitalar é uma segmentação isolada, focada em internação, UTI e cirurgia. O plano-referência é o padrão mais completo previsto na lei e reúne a segmentação ambulatorial, a hospitalar com obstetrícia e a cobertura de urgência e emergência em um só contrato. Ou seja, o hospitalar é uma parte, e o referência é o pacote inteiro. Quem quer a cobertura mais ampla busca o referência ou a combinação ambulatorial mais hospitalar com obstetrícia. A Kobe explica cada opção e compara os preços.
Como comparo planos hospitalares de operadoras diferentes?
O melhor caminho é olhar quatro pontos ao mesmo tempo: a segmentação exata, a presença ou não de obstetrícia, a rede de hospitais credenciados e as carências de internação e parto. Duas operadoras podem oferecer plano hospitalar com preços parecidos, mas com hospitais e prazos bem diferentes. Comparar só a mensalidade engana. A Kobe reúne as operadoras registradas na ANS lado a lado, mostra a rede e as condições de cada uma e liga você a um corretor habilitado. A comparação é grátis e sem compromisso.

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