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Plano de Saúde como Benefício Corporativo

Oferecer plano de saúde deixou de ser gasto e virou a decisão de gestão que mais segura talento

É o benefício mais desejado pelo trabalhador brasileiro e o que mais pesa na hora de aceitar ou recusar uma proposta. Entenda o retorno do investimento e compare as operadoras da ANS. Cotar é grátis.

  • O benefício mais desejado
  • Retém e atrai talento
  • Deduz no IRPJ do Lucro Real
  • Operadoras da ANS comparadas
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Gestora de RH apresentando o plano de saúde como benefício corporativo para a equipe reunida
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Benefícioque se paga em retenção
Operadoras no pacote de benefícios
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Oferecer plano de saúde como benefício corporativo é uma decisão de gestão que devolve retorno em atração, retenção e produtividade, não apenas um custo. É o benefício mais desejado pelo trabalhador brasileiro e o que mais influencia a escolha de um emprego.

Plano de saúde como benefício corporativo: por que oferecer

Menos sobre despesa, mais sobre o que a empresa ganha ao colocar o plano no pacote.

Um benefício corporativo é toda vantagem que a empresa entrega além do salário. Dentro desse pacote, o plano de saúde é o item de maior peso na percepção de quem trabalha.

A pergunta certa não é quanto o plano custa. É quanto a empresa perde sem ele, em vaga que não fecha, gente boa que sai e dia parado por doença.

Esta página é o caso de negócio. Se você quer o passo a passo de gestão do benefício no dia a dia, veja a página de plano de saúde para colaboradores. Aqui o foco é a decisão estratégica de oferecer.

O benefício de saúde é o mais desejado do mercado

Pesquisas de clima e recrutamento colocam o plano no topo, à frente de vale e bônus.

Quando se pergunta ao trabalhador qual benefício ele mais valoriza, o plano de saúde lidera de forma consistente, acima de vale-refeição, vale-alimentação e até de participação nos lucros.

O motivo é direto. Saúde é a preocupação que atinge a família inteira, e um plano tira do orçamento pessoal uma despesa que pode ser grande e imprevisível.

Para a empresa, isso significa que o mesmo real investido em saúde gera mais valor percebido do que investido em quase qualquer outro benefício. É retorno emocional que se converte em vínculo.

O retorno do plano de saúde para a empresa

Quatro efeitos que aparecem no caixa e no clima, não só no papel.

O plano devolve retorno por quatro caminhos que se somam ao longo do ano.

01AtraçãoA vaga com plano recebe mais e melhores candidatos, e fecha mais rápido.
02RetençãoO colaborador pensa duas vezes antes de trocar de emprego e perder a cobertura da família.
03ProdutividadeQuem tem acesso a médico se cuida antes, adoece menos e rende mais.

O peso do absenteísmo no cálculo

O absenteísmo, a ausência por doença, é um custo silencioso. Cada dia parado é salário pago sem entrega e sobrecarga no restante do time.

O acesso rápido a consulta e exame encurta o tempo de afastamento e reduz a chance de um problema simples virar um afastamento longo. O plano atua justamente aí, na prevenção que evita o dia perdido.

A dedução do plano no IRPJ do Lucro Real

Para quem apura pelo Lucro Real, o gasto com saúde reduz a base de imposto.

Empresas no regime de Lucro Real podem lançar a despesa com plano de saúde dos colaboradores como despesa operacional dedutível, o que diminui a base de cálculo do IRPJ e da CSLL.

Na prática, parte do que a empresa gasta com o benefício volta em imposto que deixa de ser pago, desde que o plano seja extensivo ao conjunto de empregados, conforme a regra tributária.

Isso não vale para quem está no Simples Nacional, onde a apuração é diferente. Confirme o enquadramento com o seu contador, porque o regime muda o efeito fiscal do benefício.

Informação de caráter geral. As regras e limites de dedução dependem do regime tributário da empresa. Consulte sempre o seu contador.

O plano dentro da remuneração total

Somado ao salário, o benefício muda o valor real da proposta.

A remuneração total é o salário mais tudo o que a empresa oferece por fora. Um plano de saúde pode representar uma parcela relevante desse pacote, especialmente para quem tem família.

Isso dá à empresa uma alavanca poderosa. Em vez de subir só o salário, que carrega encargos, ela agrega um benefício de alto valor percebido e custo mais previsível.

Na negociação com um candidato, apresentar a remuneração total, salário e plano juntos, costuma tornar a oferta mais competitiva do que um salário isolado um pouco maior.

Benefícios corporativos por valor percebido

Onde o plano de saúde se posiciona frente aos demais benefícios.

Nem todo benefício rende o mesmo em percepção. A tabela abaixo ordena os mais comuns pelo valor que o colaborador atribui a eles, um raciocínio útil para priorizar o orçamento.

Benefícios corporativos ordenados por valor percebido pelo colaborador
BenefícioValor percebidoEfeito na retenção
Plano de saúdeMuito altoForte, alcança a família
Plano odontológicoAltoBom, complementa a saúde
Vale-alimentaçãoAltoMédio, uso diário
Participação nos lucrosMédio a altoPontual, ligada ao resultado
Vale-transporteMédioBaixo, é uma obrigação
Day off e flexibilidadeMédioCresce entre times jovens

Como modelar a oferta do benefício

O quanto a empresa subsidia define o custo e a adesão.

A empresa não precisa arcar com o valor cheio. O modelo mais comum divide o custo, com a companhia bancando parte e o colaborador pagando o restante em desconto na folha.

A coparticipação, em que o usuário paga um valor por consulta ou exame usado, é outra alavanca. Ela reduz a mensalidade e desestimula o uso desnecessário.

O subsídio integral dos titulares, com os dependentes por conta do colaborador, é um meio-termo que entrega o benefício sem estourar o orçamento. A Kobe ajuda a desenhar o formato que cabe no seu caixa.

Erros ao adotar o plano como benefício

O que costuma minar o retorno da decisão.

Escolher só pelo preço de entrada. Uma rede fraca gera reclamação, e o benefício vira fonte de insatisfação em vez de retenção. Compare rede e cobertura, não só a mensalidade.

Não comunicar o valor. Se o time não percebe quanto a empresa investe, o benefício não vira vínculo. Mostre a remuneração total.

Ignorar o reajuste futuro. No coletivo, o reajuste do ano seguinte pesa. Avalie o histórico das operadoras antes de fechar.

Não comparar operadoras. A mesma empresa recebe condições bem diferentes. Comparar é o que garante o melhor retorno por real investido.

Por que montar o benefício com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos rede, cobertura e preço de referência e ligamos a empresa a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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Perguntas frequentes sobre plano de saúde como benefício corporativo

As dúvidas de quem decide adotar o benefício na empresa.

Por que oferecer plano de saúde como benefício vale a pena?
Vale porque o retorno aparece em três frentes que se somam. Na atração, a vaga com plano recebe mais e melhores candidatos e fecha mais rápido. Na retenção, o colaborador pensa duas vezes antes de sair e perder a cobertura da família. E na produtividade, quem tem acesso a médico se cuida antes e falta menos. Para muitas empresas, o custo evitado com rotatividade e absenteísmo já cobre boa parte do investimento no benefício, sem contar o ganho de clima.
O plano de saúde é mesmo o benefício mais desejado?
É, de forma consistente. Pesquisas de clima e de recrutamento colocam o plano de saúde no topo da lista de benefícios mais valorizados pelo trabalhador brasileiro, acima de vale-refeição, vale-alimentação e até de participação nos lucros. O motivo é que saúde é uma preocupação que atinge a família inteira e representa uma despesa que pode ser alta e imprevisível. Por isso o mesmo valor investido em saúde gera mais valor percebido do que aplicado em quase qualquer outro benefício.
Como calcular o retorno do plano de saúde para a empresa?
O cálculo compara o custo do benefício com o custo que ele evita. De um lado, entra a mensalidade que a empresa subsidia. Do outro, entram o custo de contratar e treinar quem substitui um colaborador que sai, o salário pago em dias de afastamento e a queda de produtividade de um time desfalcado. Quando a rotatividade e o absenteísmo caem, esses custos evitados costumam representar uma parcela significativa do investimento. Cada empresa deve rodar o número com a própria realidade de folha e de turnover.
Posso deduzir o plano de saúde no imposto da empresa?
Depende do regime tributário. Empresas no Lucro Real podem lançar a despesa com plano de saúde dos empregados como despesa operacional dedutível, o que reduz a base de cálculo do IRPJ e da CSLL, desde que o benefício seja extensivo ao conjunto de empregados. Já no Simples Nacional a apuração é diferente e esse efeito não se aplica da mesma forma. Como as regras e os limites variam, confirme sempre com o seu contador antes de considerar a dedução no planejamento.
Qual a diferença entre esta página e a de plano para colaboradores?
Esta página é o caso de negócio, o porquê estratégico de oferecer o benefício, com foco em retorno, atração, retenção, absenteísmo e efeito fiscal. Serve para quem decide, na gestão ou no RH estratégico. A página de plano de saúde para colaboradores é mais operacional, voltada a como gerir o benefício no dia a dia, incluir e excluir vidas e comunicar ao time. Uma responde por que adotar, a outra como conduzir depois de adotado.
A empresa precisa pagar o plano inteiro dos funcionários?
Não. O modelo mais comum divide o custo, com a empresa bancando uma parte e o colaborador pagando o restante por desconto em folha. Muitas empresas subsidiam integralmente o titular e deixam os dependentes por conta do funcionário, o que entrega o benefício sem estourar o orçamento. A coparticipação, em que o usuário paga um valor por procedimento usado, é outra forma de reduzir a mensalidade. A Kobe ajuda a desenhar o formato de rateio que cabe no caixa da empresa.
O plano de saúde entra na remuneração total do colaborador?
Entra como parte da remuneração total, que é o salário somado a todos os benefícios oferecidos. Um plano de saúde pode representar uma parcela relevante desse pacote, principalmente para quem tem dependentes. Isso dá à empresa uma alavanca de negociação, porque ela pode agregar um benefício de alto valor percebido em vez de subir apenas o salário, que carrega encargos. Apresentar salário e plano juntos costuma tornar a proposta mais competitiva na disputa por talento.
Oferecer plano de saúde reduz a rotatividade?
Ajuda a reduzir. O plano cria um custo de saída para o colaborador, que ao trocar de emprego pode perder a cobertura da família e enfrentar novas carências em outro contrato. Esse peso emocional e prático faz muita gente pensar duas vezes antes de aceitar uma proposta apenas por um salário um pouco maior. Combinado com um bom clima e comunicação clara do benefício, o plano se torna um dos fatores de permanência mais citados em pesquisas de desligamento.
Vale a pena oferecer plano em uma empresa pequena?
Vale, e às vezes rende ainda mais. Em uma empresa pequena, cada saída pesa muito no time e um único afastamento longo desorganiza a operação, então reter e manter a saúde da equipe tem impacto proporcionalmente maior. Contratos coletivos empresariais partem de 2 vidas, o que torna o benefício acessível mesmo para negócios enxutos. O ganho de competitividade para atrair gente boa, disputando com empresas maiores, costuma justificar o investimento no plano.
Como escolher a operadora certa para o benefício?
A escolha equilibra rede credenciada, cobertura, preço de referência e reputação de atendimento na sua região. Uma rede fraca gera reclamação e transforma o benefício em fonte de insatisfação, então nunca decida só pela mensalidade mais baixa. Avalie também o histórico de reajuste da operadora, porque no coletivo o aumento do ano seguinte impacta o orçamento. A Kobe reúne as operadoras registradas na ANS lado a lado, para a empresa comparar esses critérios antes de fechar, sem custo.
Como começar a oferecer plano de saúde na minha empresa?
Comece definindo o objetivo, se é atrair, reter ou reduzir absenteísmo, e o orçamento por vida que a empresa pode subsidiar. Em seguida compare as operadoras da ANS por rede e preço, modele a oferta escolhendo entre coparticipação e subsídio, e implante o contrato pela operadora, por meio de um corretor habilitado. Por fim, comunique o benefício ao time deixando claro o valor investido. A Kobe conduz a comparação e a cotação de graça, para a empresa iniciar sem compromisso.

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