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Plano de Saúde para Pequenas Empresas

A pequena empresa tem o melhor custo-benefício em saúde, e é ele que atrai gente boa

Sua ME ou EPP paga por vida quase o mesmo que uma multinacional, com um plano simples de contratar. É esse benefício que faz o profissional escolher você em vez da concorrência. Compare as operadoras da ANS e cote grátis.

  • Custo por vida enxuto
  • Simples de contratar
  • Diferencial para reter talento
  • Todas as operadoras da ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Dono de pequena empresa reunido com a equipe enquanto cota plano de saúde pela Kobe
ME/EPP
Custo grandeempresa, time enxuto
Operadoras para pequena empresa
AmilBradesco SaúdeSulAméricaHapvidaNotreDamePorto SeguroUnimed

A pequena empresa contrata plano coletivo e paga por vida quase o mesmo que uma grande companhia. É o melhor custo-benefício em saúde do mercado, e virou o benefício que mais pesa na hora de contratar e manter bons profissionais.

Plano de saúde para pequena empresa: por que compensa tanto

O porte pequeno leva a condição coletiva sem a folha gigante, e isso muda o jogo.

A pequena empresa ocupa um ponto raro no mercado de planos. Ela é pequena o bastante para ter um time enxuto, e grande o bastante para acessar o preço coletivo empresarial.

O resultado é um custo por vida que se aproxima do de uma multinacional, sem o peso de bancar centenas de pessoas na folha.

Este é o recorte por porte. Se o seu foco é o número exato de vidas, a página de plano de saúde PME trata das faixas de 2 a 99. Se a dúvida é só sobre o registro, veja o plano por CNPJ.

O custo por vida da pequena empresa, na prática

O mesmo plano tem preços diferentes conforme o porte de quem contrata.

Comparar por vida deixa a vantagem óbvia. A pequena empresa entra na mesma faixa coletiva da grande, e paga muito menos por pessoa que o plano individual.

A lógica é a do grupo. A operadora enxerga a empresa como um conjunto de vidas e dilui o risco entre elas, o que baixa o preço por pessoa mesmo com um time pequeno.

Foi isso que abriu o mercado corporativo para quem tem ME ou EPP. Antes, só empresa grande fechava esse tipo de condição. Hoje, duas vidas bastam.

Custo por vida e vidas mínimas conforme o porte de quem contrata
Quem contrataCusto por vidaVidas mínimas
Pessoa física (individual)Mais alto, condição individual1
Pequena empresa (ME/EPP)Baixo, condição coletiva2
Média e grande empresaBaixo, condição coletivaDezenas ou mais

Valores e faixas são referência ilustrativa. O preço real depende de idade das vidas, cidade, cobertura e da operadora, e é fechado direto com ela.

ME ou EPP: onde a sua pequena empresa se encaixa

O porte é definido pelo faturamento, e as duas faixas contratam plano do mesmo jeito.

Pequena empresa é um guarda-chuva que abriga dois portes, a Microempresa e a EPP. A divisão é feita pela receita bruta anual, não pelo número de pessoas.

Saber em qual faixa a sua empresa está ajuda no planejamento do benefício. Para a operadora de saúde, ME e EPP são tratadas pela mesma lógica coletiva.

A ME que cresce e vira EPP não troca de plano por causa disso. O contrato coletivo segue igual, e só as vidas e a negociação mudam com o tempo.

Faixas de porte por faturamento anual e mínimo de vidas no plano
PorteFaturamento anualVidas mínimas
MEIAté R$ 81 mil2 a 3, conforme a operadora
Microempresa (ME)Até R$ 360 mil2
Empresa de Pequeno Porte (EPP)De R$ 360 mil a R$ 4,8 milhões2

O plano como arma para disputar gente boa com as grandes

O benefício é o que faz o profissional escolher a sua empresa.

A pequena empresa raramente vence a multinacional no salário. Mas empata, e às vezes ganha, no pacote de benefícios.

O plano de saúde é o item que mais aparece nessa disputa. Para muitos candidatos, ter plano vale mais do que alguns pontos a mais no holerite.

Oferecer saúde à equipe manda um recado simples. A empresa cuida de quem trabalha nela, e isso segura o profissional que uma vaga maior tentaria levar.

Reter custa menos do que repor

Perder um bom funcionário e treinar outro custa caro em tempo e produtividade. O plano de saúde entra como um freio nessa rotatividade.

Numa equipe enxuta, cada saída pesa mais. Manter o time coberto costuma sair mais barato do que viver recontratando.

Contratar é mais simples do que a pequena empresa imagina

Poucos documentos, poucos passos, e você já tem quase tudo.

A pequena empresa não precisa de departamento de RH nem de contrato longo com contador. O cartão CNPJ ativo, o contrato social e os documentos das vidas já dão conta da proposta.

Quem toca tudo sozinho consegue fechar sem burocracia. O corretor habilitado organiza os papéis e a Kobe indica exatamente o que a sua operadora pede.

01Diga porte e vidasME ou EPP e quantas pessoas vão entrar no plano.
02Compare operadorasA Kobe reúne quem atende o seu porte na sua região.
03Ajuste ao orçamentoSegmentação, coparticipação e rede pelo bolso da empresa.
04ContrateJunto à operadora, por corretor habilitado, sem custo extra.

Como manter o custo do plano sob controle

Três alavancas deixam a mensalidade caber no orçamento da pequena empresa.

A ideia não é comprar o plano mais caro, e sim o que resolve para a sua equipe pelo menor custo.

Com coparticipação e a segmentação certa, a pequena empresa oferece um benefício forte sem estourar o caixa.

Vale ajustar o plano ao perfil real do time. Uma equipe jovem usa pouco pronto-socorro e se encaixa bem num modelo com coparticipação, enquanto famílias com crianças pedem uma rede de pediatria por perto.

01CoparticipaçãoUma parte do custo sai por uso. A mensalidade fixa cai e o plano fica previsível.
02Segmentação certaAmbulatorial mais hospitalar cobre o essencial sem pagar por extras que o time não usa.
03Rede pelo tamanhoRede regional bem escolhida atende igual e pesa menos que a rede nacional cheia.

Quanto uma pequena empresa investe no plano

O gasto depende das vidas, não do tamanho do faturamento.

Não existe um preço único de pequena empresa. O que define o valor é a idade de cada vida, a cidade, a cobertura e a operadora escolhida.

Uma ME com sócios jovens e duas ou três vidas fica num patamar. Uma EPP com dez pessoas de faixas variadas fica em outro. Por isso a comparação vale tanto: a mesma empresa recebe propostas bem diferentes de cada operadora.

Erros que encarecem o plano da pequena empresa

O que costuma travar ou inflar a conta.

Contratar sem comparar. A diferença entre operadoras, para a mesma empresa, é grande. Comparar é o que garante o melhor custo.

Escolher a rede maior por segurança. Rede nacional cheia pesa na mensalidade e nem sempre é usada. A rede certa cobre o que o time precisa.

Ignorar a coparticipação. Fugir dela por reflexo pode manter uma mensalidade fixa alta demais para o porte da empresa.

Olhar só a primeira parcela. No coletivo, o reajuste do ano seguinte conta. Veja o histórico da operadora, não só o preço de entrada.

Por que a pequena empresa cota o plano com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos preço, cobertura e rede para o porte da sua empresa e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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Sem compromissoVocê só contrata se valer a pena.

Perguntas frequentes sobre plano de saúde para pequena empresa

As dúvidas mais comuns de quem tem uma ME ou EPP e quer oferecer saúde ao time.

O que conta como pequena empresa para o plano de saúde?
Para o plano, pequena empresa é a que reúne a Microempresa e a Empresa de Pequeno Porte, faixas definidas pelo faturamento anual. Na prática, a operadora não olha o faturamento em si, e sim se o CNPJ está ativo e quantas vidas entram no contrato. Uma ME ou EPP com pelo menos 2 vidas já contrata na condição coletiva empresarial. O porte importa mais para o seu planejamento de benefício do que para as regras da operadora, que trata pequena e grande empresa pela mesma lógica de grupo.
A pequena empresa paga mais caro por vida que a grande?
Na maioria dos casos, não de forma relevante. Como o plano é coletivo, a pequena empresa entra na mesma faixa da grande e o custo por pessoa fica próximo, bem abaixo do plano individual. A vantagem da grande empresa aparece mais no poder de negociar reajuste, por causa do volume de vidas, do que no preço inicial por vida. Para o dono de ME ou EPP, o ponto forte é justamente acessar essa condição coletiva sem precisar de uma folha enorme. Comparar operadoras é o que aproxima ainda mais esses valores.
Vale a pena oferecer plano de saúde numa empresa pequena?
Costuma valer, e não só pelo bem-estar do time. O plano de saúde é hoje um dos benefícios que mais pesam na decisão de aceitar ou continuar num emprego. Numa equipe enxuta, onde cada pessoa faz diferença, reter um bom profissional com um benefício sólido sai mais barato do que recontratar e treinar outro. Ainda dá para dividir a mensalidade com o funcionário ou usar coparticipação para controlar o custo. Assim, a pequena empresa entrega um diferencial de gente grande sem comprometer o caixa.
Quantas vidas a pequena empresa precisa para contratar?
A maioria das operadoras aceita a pequena empresa a partir de 2 vidas. Isso permite reunir os sócios, ou um sócio e um funcionário, ou o titular e um dependente. Não é preciso ter uma equipe grande para acessar o plano coletivo. Se a sua empresa tem exatamente duas pessoas para cobrir, a página de plano por CNPJ com 2 vidas mostra o passo a passo desse caso. Acima disso, cada vida a mais tende a melhorar o poder de negociação com a operadora.
O plano da pequena empresa cobre os funcionários e os sócios?
Cobre os dois. No contrato coletivo empresarial, tanto os sócios quanto os funcionários registrados entram como vidas do plano, e cada um pode incluir dependentes como cônjuge e filhos. A empresa define quem entra, respeitando o vínculo com o CNPJ. Muita ME começa cobrindo só os sócios e vai incluindo funcionários conforme o time cresce. Essa flexibilidade é o que torna o plano coletivo prático para quem está no porte pequeno e ainda está montando a equipe.
Consigo dividir o custo do plano com o funcionário?
Consegue. É comum a pequena empresa arcar com parte da mensalidade e descontar a outra parte do funcionário, ou custear o titular e deixar os dependentes por conta dele. As regras dessa divisão são acordadas entre empresa e equipe, e a operadora emite a fatura para a empresa. Esse modelo deixa o benefício viável mesmo para quem tem orçamento apertado, porque a companhia oferece o acesso à condição coletiva sem bancar sozinha todo o valor. A coparticipação também ajuda a manter a conta enxuta.
Como a pequena empresa segura o custo do plano ao longo do tempo?
O maior cuidado é com o reajuste anual, que no coletivo é negociado com a operadora. Escolher desde o início uma operadora com histórico de reajuste comportado importa mais do que só o preço de entrada. Além disso, coparticipação, uma segmentação alinhada ao que o time usa e uma rede bem dimensionada ajudam a manter a mensalidade sob controle. Rever a cotação de tempos em tempos e comparar com o mercado evita ficar preso a um valor que subiu demais. A Kobe apoia essa revisão sempre que preciso.
MEI é considerado pequena empresa para o plano?
O Microempreendedor Individual é um degrau abaixo da pequena empresa em porte, mas também tem CNPJ e contrata plano coletivo pela mesma lógica. Se a sua empresa é MEI, a contratação segue as regras de porte micro, geralmente com 2 a 3 vidas. Quando o negócio cresce e passa a ME ou EPP, o plano acompanha sem drama, mantendo o contrato coletivo. Ou seja, MEI e pequena empresa estão na mesma família de contratação, mudando apenas alguns limites de vidas conforme o porte de cada operadora.
A pequena empresa precisa de um número mínimo de funcionários registrados?
Não. A maioria das operadoras não exige funcionário com carteira assinada para a pequena empresa contratar. Sócios sozinhos já formam o grupo mínimo de vidas, desde que alcancem o mínimo exigido, em geral 2. Isso é importante para a ME que ainda não tem folha de pagamento ou que opera só com os donos. O que a operadora confere é o CNPJ ativo e a comprovação de vínculo de cada vida, seja societário ou de emprego, não um quadro de funcionários formado.
Qual a diferença entre este plano e o plano PME?
É o mesmo tipo de contrato, visto por ângulos diferentes. Esta página trata do plano pelo porte da empresa, a pequena empresa, com foco no custo-benefício e no plano como diferencial para atrair e manter gente boa. A página de plano PME organiza a informação pelo número de vidas, das faixas de 2 até 99, com detalhe de preço e regras por tamanho de grupo. Se você pensa no seu negócio como pequena empresa, comece por aqui. Se pensa em quantas vidas vai cobrir, a página PME é o caminho mais direto.
Quanto tempo leva para a pequena empresa ter o plano ativo?
Depois de escolher a operadora e reunir os documentos, a proposta costuma andar rápido, em geral alguns dias úteis até a emissão das carteirinhas. O prazo depende da operadora e da conferência dos documentos das vidas. Vale lembrar que cada plano tem carência, que são os prazos de espera para usar certos procedimentos após a ativação. A Kobe organiza a comparação e a documentação para a pequena empresa perder o mínimo de tempo, deixando você focado no negócio enquanto o plano é fechado com a operadora.

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