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Plano de Saúde MEI

Plano empresarial com o seu CNPJ, a partir de 2 vidas e mais barato que o individual

Com o CNPJ de Microempreendedor Individual você contrata um plano de saúde coletivo empresarial a partir de 2 vidas. Compare as operadoras que aceitam MEI na sua cidade e faça uma cotação grátis em 1 minuto.

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Sim, o MEI pode ter plano de saúde. É um plano coletivo empresarial contratado com o CNPJ do Microempreendedor Individual, a partir de 2 vidas, e costuma custar menos que o plano individual de cobertura equivalente.

O que é plano de saúde MEI?

O plano empresarial que o autônomo com CNPJ contrata a partir de 2 vidas, com preço de negociação coletiva.

Plano de saúde MEI é um plano coletivo empresarial contratado com o CNPJ do Microempreendedor Individual.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) reconhece três formas de contratar um plano de saúde, individual, coletivo empresarial e coletivo por adesão, e o MEI se enquadra no coletivo empresarial, a partir de 2 vidas.

Na prática, o autônomo deixa de contratar como pessoa física, com o CPF, e passa a contratar como empresa, com o CNPJ, acessando condições de negociação que costumavam ser exclusivas de companhias maiores.

Essa diferença não é apenas burocrática, ela mexe direto no seu bolso.

No plano individual, o preço é calculado para uma única pessoa e o risco fica concentrado nela.

No coletivo, o risco se dilui entre as vidas do contrato e entre a carteira inteira da operadora, o que costuma derrubar a mensalidade.

É por isso que, para a maioria dos perfis, o plano de saúde MEI sai mais barato que o individual com a mesma cobertura, e a economia fica ainda maior nas faixas etárias mais altas, justamente onde o plano individual encarece com força.

Para montar o contrato, o MEI precisa de no mínimo duas vidas: o titular, que é o próprio microempreendedor, e ao menos um dependente.

Cada vida entra com a mensalidade da sua faixa etária, e a soma delas forma o valor do plano.

O dependente costuma ser cônjuge, companheiro, filho ou outro familiar previsto nas regras da operadora, o que permite, na prática, transformar o CNPJ do MEI em um plano familiar por um custo menor do que a mesma família pagaria contratando pelo CPF.

Qual a diferença entre individual, MEI e por adesão

O individual é contratado por uma pessoa física e tem o teto de reajuste anual da ANS, mas é o mais caro e o de oferta mais restrita.

O coletivo empresarial, onde o MEI se encaixa, é contratado por um CNPJ a partir de 2 vidas e troca o teto de reajuste por uma mensalidade inicial menor e uma oferta ampla de operadoras.

Já o coletivo por adesão é voltado a quem tem vínculo com conselhos e sindicatos, como advogados na OAB ou engenheiros no CREA.

Escolher a modalidade certa é o primeiro passo para não pagar a mais pela mesma cobertura.

Vantagens do plano de saúde MEI

Por que ter o CNPJ vale a pena na hora de contratar plano de saúde.

A grande vantagem do plano de saúde MEI é unir o preço do coletivo empresarial com a simplicidade de quem trabalha por conta própria.

Você não precisa de uma empresa grande nem de vários funcionários: basta o CNPJ de MEI, que é gratuito e rápido de abrir, e duas vidas para formar o contrato.

Com isso, o autônomo passa a ter acesso a hospitais, laboratórios e médicos de rede credenciada por um valor que, no plano individual, muitas vezes ficaria fora do orçamento.

2+A partir de 2 vidasBasta o titular e um dependente para formar o contrato.
-30%Mais econômicoO coletivo costuma sair bem abaixo do plano individual.
ANSCobertura garantidaMesmo Rol de Procedimentos obrigatório da ANS.
R$0Cotação sem custoVocê só paga a operadora escolhida, nunca a Kobe.

Além da economia, o plano MEI dá acesso à mesma cobertura obrigatória de qualquer plano de saúde, porque a lei não distingue coletivo de individual na hora de garantir os procedimentos do Rol da ANS.

Ou seja: você paga menos, mas não abre mão de consultas, exames, internações e cirurgias.

Some a isso a possibilidade de incluir a família como dependentes, e o CNPJ de MEI se torna uma das portas de entrada mais inteligentes para a saúde privada no Brasil.

Como funciona o plano de saúde MEI

Do CNPJ à carteirinha, em quatro passos simples.

Contratar um plano de saúde MEI é mais simples do que a maioria imagina.

Depois que o CNPJ está ativo, o processo é o mesmo de qualquer plano empresarial: você escolhe a operadora e a cobertura, apresenta os documentos, cumpre a carência e começa a usar a rede credenciada apresentando a carteirinha.

A operadora paga o hospital, a clínica ou o laboratório pelos procedimentos previstos no contrato, e você paga apenas a mensalidade, mais a coparticipação, se o plano tiver.

01Diga o seu perfilCNPJ, número de vidas e a cidade onde você está.
02Compare operadorasA Kobe reúne as que aceitam MEI na sua região.
03Fale com o especialistaTire dúvidas de rede, carência e cobertura.
04Contrate com a operadoraCom corretor habilitado, sem custo extra.

O que é uma vida no plano

No plano coletivo, cada pessoa coberta é uma vida.

O MEI precisa de no mínimo duas: o titular e um dependente.

Cada vida tem a mensalidade da própria faixa etária, e é a soma delas que forma o valor do contrato.

Entender isso ajuda a montar o plano do jeito mais econômico, às vezes vale incluir um familiar que também precisa de cobertura, já que a segunda vida é obrigatória de qualquer forma.

As segmentações que o MEI pode escolher

A abrangência da cobertura é definida pela segmentação assistencial, e é ela que mais pesa no preço e no que o plano cobre.

Você escolhe entre quatro caminhos.

Ambulatorial

Cobre consultas, exames e terapias, sem internação.

É a opção mais barata, indicada para quem quer atendimento de rotina e não se preocupa, por ora, com hospital.

Hospitalar, com ou sem obstetrícia

Cobre internações e cirurgias.

Na versão com obstetrícia, entra também o parto e o pré-natal, essencial para quem planeja ter filhos.

Sem obstetrícia, o plano cobre internação e cirurgia, mas não o parto.

Referência

É a segmentação mais completa: junta ambulatorial e hospitalar com obstetrícia, com padrão de acomodação em enfermaria.

Para a maioria das famílias, a combinação ambulatorial + hospitalar com obstetrícia é o ponto de equilíbrio entre cobertura e preço.

Rede credenciada e como usar o plano

A rede credenciada é o conjunto de hospitais, clínicas e laboratórios que atendem pelo seu plano.

Antes de fechar, vale confirmar se os prestadores que você já usa, ou o hospital que prefere, estão na rede daquele plano na sua cidade, um plano barato com rede fraca na sua região pode sair caro na hora da necessidade.

Muitos planos MEI já incluem telemedicina e consulta 24 horas, o que resolve boa parte das demandas do dia a dia sem sair de casa.

Plano de saúde MEI vale a pena? MEI x individual

Para quem tem CNPJ, quase sempre vale. A diferença está no preço de entrada e no reajuste.

O plano empresarial dilui o risco entre as vidas e costuma ter mensalidade menor que a do individual com a mesma cobertura.

A contrapartida está no reajuste: o coletivo não tem o teto anual que a ANS aplica ao individual.

O ganho é claro: o MEI economiza na entrada e assume um reajuste negociado ao longo do tempo.

Para a maioria dos perfis, essa troca compensa, sobretudo porque a economia mensal, ano após ano, costuma superar o eventual reajuste maior.

Um exemplo deixa isso claro.

Imagine um autônomo de 45 anos.

Num plano individual da mesma operadora, a mensalidade pode passar dos R$ 800.

Contratando como MEI, com o titular e um dependente, o valor por vida costuma cair para a faixa de R$ 350 a R$ 550.

Mesmo somando as duas vidas, o custo total pode ficar próximo do individual de uma pessoa só, e, nesse caso, você cobre duas pessoas em vez de uma.

É essa matemática que faz tanta gente abrir o MEI pensando na saúde.

Quando o individual pode ser melhor? Em poucas situações: se você quer cobrir só a si mesmo, não tem ninguém para ser a segunda vida e faz questão do teto de reajuste da ANS para o longo prazo.

Fora isso, para quem tem CNPJ ou pode abrir um, o plano de saúde MEI costuma ganhar no custo-benefício.

Comparação entre plano de saúde MEI (empresarial) e plano individual
CritérioPlano MEI (empresarial)Plano individual
Como contrataCNPJ MEI, a partir de 2 vidasCPF, 1 pessoa
Mensalidade inicialMenorMaior
Teto de reajuste anual (ANS)Não temTem
Oferta de operadorasAmplaMenor
ExigênciaCNPJ ativoNenhuma

Não tem CNPJ? Veja o plano de saúde individual ou o empresarial para PME se a sua empresa tem mais vidas.

Quanto custa um plano de saúde MEI?

O preço muda por operadora, faixa etária, cidade e cobertura. Referência de mercado, por vida.

Não existe um preço único de plano de saúde MEI, e desconfie de quem promete um valor fixo sem conhecer o seu perfil.

O que existe são faixas de referência, que servem para você calibrar a expectativa antes de cotar.

Como o plano é coletivo, a mensalidade tende a ficar abaixo da do individual na mesma faixa etária, mas o valor final depende de vários fatores que você pode ajustar.

Faixas de referência de mensalidade do plano de saúde MEI, por vida
Faixa etáriaMensalidade por vida (referência)
0 a 18 anosR$ 150 a R$ 320
19 a 33 anosR$ 200 a R$ 430
34 a 43 anosR$ 260 a R$ 540
44 a 53 anosR$ 350 a R$ 760
54 a 58 anosR$ 500 a R$ 1.150
59 anos ou maisR$ 650 a R$ 1.900

Valores de referência de mercado, ilustrativos e sujeitos a variação por operadora, região e cobertura. Não constituem oferta.

O que faz o preço subir ou descer

Quatro fatores mexem mais na conta.

A faixa etária de cada vida é o principal: quanto mais velha a pessoa, maior a mensalidade, com um salto forte a partir dos 59 anos.

A abrangência e a segmentação vêm em seguida, planos nacionais e com obstetrícia custam mais que os regionais e ambulatoriais.

A rede credenciada também pesa: redes com hospitais de ponta elevam o valor.

A coparticipação fecha a conta: aceitar pagar uma parte de cada procedimento usado costuma derrubar a mensalidade fixa, o que faz sentido para quem usa o plano com pouca frequência.

Vale abrir o MEI só pela economia?

Muitas vezes, sim.

Abrir o MEI é gratuito e a contribuição mensal do microempreendedor, o DAS, é baixa.

Quando você compara a diferença entre a mensalidade de um plano individual e a de um plano MEI, a economia costuma superar, com folga, o custo do DAS, sem contar os benefícios previdenciários que o MEI também garante.

Em outras palavras: o CNPJ pode se pagar só na diferença do plano de saúde.

Quantas vidas o MEI pode incluir?

O plano de saúde MEI começa em 2 vidas, o mínimo que caracteriza o contrato coletivo empresarial.

Normalmente são o titular, o próprio MEI, e um dependente.

A partir daí, você inclui mais dependentes conforme a operadora permitir, montando um plano familiar a partir do CNPJ.

Não há um teto único de mercado: algumas operadoras aceitam poucas vidas, outras montam contratos maiores, então vale informar quantas pessoas você quer cobrir logo na cotação.

Quem pode ser a segunda vida

A segunda vida costuma ser um dependente do titular: cônjuge ou companheiro(a), filho(a), enteado(a) ou outro familiar previsto nas regras da operadora.

Cada dependente entra como uma vida, com mensalidade conforme a própria faixa etária.

Como a segunda vida é obrigatória para formar o contrato, muita gente aproveita para incluir alguém que já precisava de cobertura, um filho, um dos pais ou o parceiro, tirando o máximo proveito do plano coletivo.

O que o MEI precisa para contratar

A contratação é simples e pede poucos documentos. Tenha à mão:

01CNPJ MEI ativoRegular e com o Certificado da Condição de MEI (CCMEI) atualizado.
02Documento do titularRG, CPF e comprovante de endereço atualizado.
03Dados dos dependentesDocumento e parentesco de cada vida que vai entrar.

O CCMEI é o Certificado da Condição de Microempreendedor Individual, emitido de graça no Portal do Empreendedor.

Ele comprova que o seu CNPJ está ativo e mostra a data de abertura, informação que algumas operadoras usam para liberar a contratação.

Se houver pendência no MEI, como uma declaração anual em atraso, vale regularizar antes de cotar, porque a irregularidade pode travar a aprovação.

Fora isso, o processo não tem segredo: com o CNPJ em ordem e os documentos das vidas, a contratação anda rápido.

Carência e cobertura do plano de saúde MEI

Seguem as regras da ANS, com a chance de negociar melhores condições por ser coletivo.

Carência é o tempo que você aguarda, depois de contratar, para usar cada tipo de procedimento.

No plano MEI valem os mesmos prazos máximos da ANS de qualquer plano, então ninguém contrata hoje e faz uma cirurgia eletiva amanhã.

A vantagem do coletivo é a margem de negociação: em contratos com mais vidas, é comum conseguir redução ou até isenção de carência.

Prazos de carência definidos pela ANS

Os prazos máximos são claros: 24 horas para urgência e emergência, até 300 dias para parto a termo e até 180 dias para consultas, exames e a maioria dos demais procedimentos.

É por isso que quem planeja ter filhos deve contratar com antecedência: a carência de parto é a mais longa de todas.

Doença preexistente e a CPT

Se você já tem uma doença ou lesão ao contratar, a operadora pode aplicar a Cobertura Parcial Temporária (CPT): por até 24 meses, ficam suspensos apenas os procedimentos de alta complexidade, leitos de alta tecnologia e cirurgias ligados diretamente àquela condição.

Todo o restante da cobertura vale normalmente após as carências comuns, e depois dos 24 meses a cobertura passa a ser integral.

Portabilidade: aproveitando a carência que já cumpriu

Se você já tem um plano, a portabilidade de carências permite migrar para o plano MEI sem cumprir tudo de novo, desde que você atenda aos requisitos da ANS: estar em dia com o pagamento, ter o tempo mínimo de permanência e escolher um plano compatível.

É a forma de trocar de operadora sem perder o que já foi cumprido.

O que o plano cobre

A cobertura mínima é o Rol de Procedimentos da ANS, dentro da segmentação contratada.

Consultas, exames, terapias, internações e cirurgias previstas no Rol são obrigatórias, e a lista é a mesma para plano coletivo e individual.

Procedimentos estéticos sem indicação médica ficam de fora, assim como tratamentos não reconhecidos pela ANS.

Na dúvida sobre um procedimento específico, o especialista da Kobe ajuda a conferir a cobertura antes de você fechar.

Reajuste do plano MEI: o ponto de atenção

Este é o detalhe que poucos explicam com honestidade.

O plano de saúde MEI é coletivo, então o reajuste anual é negociado entre a operadora e a apólice, e não tem o teto que a ANS impõe ao plano individual.

Isso significa que a economia inicial do MEI pode vir acompanhada de reajustes mais altos ao longo dos anos, especialmente em contratos com poucas vidas, onde qualquer uso pesa mais na média.

Além do reajuste anual, existe o reajuste por faixa etária, aplicado quando alguém do contrato muda de faixa, até os 59 anos, depois disso, não pode mais haver aumento por idade.

Os dois reajustes convivem, e é normal que o plano suba um pouco a cada ano.

O que você pode fazer é escolher bem: operadoras com carteira grande e histórico de reajuste mais comportado tendem a dar menos sustos.

Antes de fechar, vale pedir o histórico de reajuste dos últimos anos, a Kobe compara isso para você não descobrir tarde demais.

Erros comuns ao contratar plano de saúde MEI

O que costuma dar errado, e como não cair nas mesmas armadilhas.

Olhar só a mensalidade e ignorar o reajuste. O preço de entrada mais baixo é o grande atrativo do MEI, mas contratos coletivos com poucas vidas podem ter reajustes anuais pesados.

Compare também o histórico da operadora, não apenas o valor do primeiro mês.

Não conferir a rede credenciada na sua cidade. Um plano barato com rede fraca na sua região vira dor de cabeça na hora da necessidade.

Confirme se os hospitais e médicos que você quer estão na rede daquele plano antes de assinar.

Escolher a segmentação errada. Contratar um plano sem obstetrícia e depois querer ter filhos, ou um plano ambulatorial achando que cobre internação, são erros clássicos.

Defina a cobertura pela sua necessidade real, não pelo menor preço.

Contratar com o CNPJ irregular. Declaração anual em atraso ou pendências no MEI podem travar a aprovação.

Regularize o CNPJ e tenha o CCMEI atualizado antes de cotar.

Pegar a primeira proposta sem comparar. As condições mudam muito de operadora para operadora e de cidade para cidade.

Comparar várias opções lado a lado é o que garante o melhor plano pelo menor preço, e é exatamente para isso que a Kobe existe.

Por que contratar o plano MEI com a Kobe

Uma plataforma independente que compara para você, e não é operadora.

A Kobe não é uma operadora de plano de saúde e não vende um plano específico.

Somos uma plataforma independente que reúne as operadoras registradas na ANS, compara preço, cobertura e rede, e conecta você a um corretor habilitado.

Como não temos um plano para empurrar, o interesse é encontrar o que realmente encaixa no seu perfil de MEI, e a comparação é 100% gratuita.

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Perguntas frequentes sobre plano de saúde MEI

As dúvidas mais comuns de quem é MEI e quer contratar um plano de saúde.

MEI pode ter plano de saúde?
Sim. O Microempreendedor Individual pode contratar plano de saúde empresarial usando o seu CNPJ, a partir de 2 vidas. É a mesma modalidade coletiva das empresas, prevista pela ANS, e costuma ter mensalidade menor que a de um plano individual com cobertura equivalente. Na prática, o MEI entra com o CNPJ, inclui pelo menos um dependente e passa a ter um plano com preço de negociação empresarial, não de pessoa física. Por isso, para quem já é MEI ou pode abrir o CNPJ, essa costuma ser a forma mais barata de ter plano de saúde de qualidade.
Plano de saúde MEI é mais barato que o individual?
Na maioria dos casos, sim. Por ser um contrato coletivo empresarial, o plano de saúde MEI dilui o risco entre as vidas e é reajustado de forma diferente do individual, o que costuma deixar a mensalidade inicial mais baixa para a mesma cobertura. A economia é maior nas faixas etárias mais altas, onde o individual encarece rápido. A contrapartida está no reajuste anual, que no coletivo é negociado com a operadora e não tem o teto da ANS. Ainda assim, para a maioria dos perfis, o MEI sai na frente no custo total.
Quantas vidas o MEI pode incluir no plano?
O plano de saúde MEI começa em 2 vidas, o mínimo que caracteriza o contrato coletivo empresarial. Normalmente são o titular, que é o próprio MEI, mais um dependente. A partir daí, você pode incluir outros dependentes conforme a operadora permitir, montando um plano familiar a partir do CNPJ. Cada vida entra com a própria mensalidade, calculada pela sua faixa etária. Algumas operadoras têm limite de vidas para o MEI e regras específicas de parentesco, por isso vale informar quantas pessoas você quer cobrir logo na cotação.
Quanto tempo de CNPJ o MEI precisa para contratar?
Depende da operadora. Muitas aceitam CNPJ de MEI recém-aberto, enquanto outras pedem alguns meses de atividade ou apenas o Certificado da Condição de MEI (CCMEI) atualizado como comprovação. Não existe um prazo único no mercado. Se você acabou de abrir o CNPJ, ainda assim há operadoras que aceitam; se o CNPJ é mais antigo, o leque de opções aumenta. Na cotação da Kobe, filtramos as operadoras que aceitam o seu tempo de CNPJ, para você não perder tempo com quem não vai aprovar.
O plano de saúde MEI tem carência?
Sim, e valem os prazos máximos definidos pela ANS, iguais para qualquer plano: 24 horas para urgência e emergência, até 300 dias para parto a termo e até 180 dias para consultas, exames e a maioria dos demais procedimentos. Doenças e lesões preexistentes podem ter cobertura parcial temporária de até 24 meses. A vantagem do MEI é que, por ser coletivo, algumas operadoras oferecem redução ou até isenção de carência dependendo do número de vidas e da negociação. Se você já tem plano, a portabilidade de carências permite migrar aproveitando o que já cumpriu.
O MEI pode incluir cônjuge e filhos no plano?
Sim. O cônjuge ou companheiro(a), os filhos e outros dependentes previstos em contrato entram como vidas do plano, cada um com a mensalidade da própria faixa etária. É assim que o MEI monta um plano familiar a partir do CNPJ, muitas vezes por um custo menor do que o mesmo grupo pagaria num plano familiar contratado por CPF. As regras de quem pode ser dependente variam por operadora, então informe na cotação todas as pessoas que você quer cobrir para comparar o valor total certo.
Como funciona o reajuste do plano de saúde MEI?
O plano MEI é coletivo, então o reajuste anual é negociado entre a operadora e a apólice e não tem o teto que a ANS aplica ao plano individual. Esse é o principal ponto de atenção: a economia inicial do MEI pode vir acompanhada de reajustes mais altos ao longo dos anos, especialmente em contratos com poucas vidas. Além do reajuste anual, há o reajuste por faixa etária, aplicado quando alguém muda de faixa, até os 59 anos. Antes de fechar, vale conferir o histórico de reajuste da operadora, a Kobe ajuda nessa comparação.
Quanto custa um plano de saúde MEI?
O preço varia por operadora, faixa etária de cada vida, cidade e cobertura, e não existe valor único. Como referência de mercado, por vida: de R$ 200 a R$ 430 para adultos jovens, de R$ 260 a R$ 540 dos 34 aos 43 anos, e de R$ 650 a R$ 1.900 acima dos 59. Por ser coletivo, o MEI tende a sair mais barato que o individual na mesma faixa. Esses valores são ilustrativos; o preço real, com as operadoras que aceitam o seu CNPJ, aparece na cotação gratuita da Kobe.
Quais operadoras aceitam plano de saúde para MEI?
As condições mudam por região, mas entre as operadoras que costumam aceitar MEI no plano empresarial estão Amil, Bradesco Saúde, SulAmérica, Hapvida, NotreDame Intermédica, Porto Seguro e Unimed, além de operadoras regionais. Nem toda operadora aceita CNPJ de MEI em todas as cidades, e algumas pedem número mínimo de vidas. Por isso o primeiro passo é descobrir quais atendem o seu CNPJ na sua cidade: a cotação da Kobe compara as operadoras disponíveis para o seu perfil e mostra preço, cobertura e rede lado a lado.
O plano de saúde MEI cobre parto e cirurgia?
Sim, desde que você contrate a segmentação certa. A cobertura mínima de qualquer plano é o Rol de Procedimentos da ANS, e o que muda é a segmentação: a hospitalar com obstetrícia cobre parto e pré-natal; a hospitalar cobre internações e cirurgias; a referência é a mais completa. Cirurgias previstas no Rol, internações, quimioterapia e outros procedimentos são obrigatórios na segmentação hospitalar. Ao cotar o plano MEI, escolha a segmentação conforme a sua necessidade, quem planeja ter filhos, por exemplo, deve garantir a cobertura obstétrica.
Vale a pena abrir MEI só para ter plano de saúde?
Para muita gente, sim. Abrir o MEI é gratuito e rápido, e o custo mensal do MEI (o DAS) é baixo. Com o CNPJ, você passa a ter acesso ao plano de saúde empresarial, que costuma ser bem mais barato que o individual, principalmente nas faixas etárias mais altas, a economia na mensalidade pode superar, em muito, o custo do DAS. Além do plano, o MEI dá outros benefícios previdenciários. Vale fazer a conta: em muitos casos, a diferença de preço entre o individual e o MEI justifica abrir o CNPJ.

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