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Coberturas · Segmentação

Plano de Saúde Ambulatorial

A segmentação que cobre consultas, exames e terapias, sem incluir internação hospitalar

O plano ambulatorial é a porta de entrada mais barata do setor. Ele resolve o dia a dia da saúde, consulta, exame e urgência, mas para na porta da internação. Compare as operadoras e cote grátis em 1 minuto.

  • Consultas em todas as especialidades
  • Exames e terapias ambulatoriais
  • Urgência e emergência nas primeiras 12h
  • Regulado pela ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Paciente em consulta médica coberta por plano de saúde ambulatorial comparado pela Kobe
Amb
Consulta e examesem internação
Operadoras com plano ambulatorial
AmilBradesco SaúdeSulAméricaHapvidaNotreDamePorto SeguroUnimed

O plano de saúde ambulatorial cobre consultas, exames e terapias, mas não cobre internação hospitalar. É a segmentação mais barata definida pela ANS, pensada para quem usa o plano no dia a dia e resolve tudo fora do leito.

Plano de saúde ambulatorial: o que é

Uma das segmentações que a ANS define por lei, focada no atendimento fora da internação.

O plano de saúde ambulatorial é uma das segmentações assistenciais previstas na Lei 9.656/98, a lei que organiza os planos no Brasil.

Segmentação é o nome técnico para o tipo de cobertura contratada. A ANS separa o setor em ambulatorial, hospitalar, referência e odontológico, e cada uma tem um escopo próprio.

No ambulatorial, o eixo é o atendimento que não exige internar o paciente. Consulta, exame, terapia e procedimento feito e resolvido no mesmo dia entram nessa lista.

Por cobrir menos que o hospitalar, é a segmentação de menor mensalidade. Funciona como a porta de entrada de quem quer sair do SUS sem gastar muito, cuidando da rotina da saúde.

O que o plano ambulatorial cobre e o que não cobre

O limite é claro: cobre tudo que se resolve fora do leito, para na internação.

A regra prática para entender o ambulatorial é olhar a internação. Se o procedimento exige o paciente internado, sai da cobertura. Se resolve em regime ambulatorial, entra.

O que entra segue o Rol de Procedimentos da ANS, a lista mínima obrigatória para todos os planos. Nenhuma operadora pode oferecer menos do que ela na segmentação ambulatorial.

Cobertura do plano de saúde ambulatorial, o que entra e o que fica de fora
O que o ambulatorial cobreO que o ambulatorial não cobre
Consultas em todas as especialidades do RolInternação hospitalar, de qualquer duração
Exames laboratoriais e de imagemDiárias de quarto, apartamento ou UTI
Terapias como fisioterapia e psicologiaCirurgias que exigem internação
Procedimentos ambulatoriais e pequenas cirurgias sem internaçãoParto e cobertura obstétrica
Urgência e emergência nas primeiras 12 horasAtendimento de urgência após 12h que vire internação

Valores e limites variam por operadora e por plano. As coberturas citadas seguem o Rol de Procedimentos da ANS vigente, sempre confira as condições no contrato antes de assinar.

O ambulatorial entre as segmentações da ANS

São quatro tipos de cobertura, e o ambulatorial é o mais enxuto deles.

Para escolher bem, ajuda ver onde o ambulatorial se encaixa. A ANS organiza o setor em quatro segmentações, que podem ser contratadas sozinhas ou combinadas.

O ambulatorial é o piso da tabela. Ele cobre a rotina da saúde e serve de base para montar planos mais completos quando somado às outras segmentações.

As segmentações de plano de saúde definidas pela ANS
SegmentaçãoCobreNão cobre
AmbulatorialConsultas, exames e terapiasInternação e parto
HospitalarInternação, cirurgia com internação e UTIConsultas e exames de rotina isolados
Ambulatorial e hospitalarA rotina e a internação juntasOdontologia, salvo se somada
ReferênciaO plano mais amplo previsto em leiRestringe menos, custa mais

Urgência e emergência no plano ambulatorial

O atendimento existe, mas tem uma fronteira de 12 horas que você precisa conhecer.

O plano ambulatorial cobre urgência e emergência, e essa é uma dúvida que assusta muita gente na hora de contratar.

A cobertura garante o atendimento imediato no pronto atendimento credenciado. O detalhe está no limite de tempo definido pela ANS.

Nas primeiras 12 horas, o plano cobre o atendimento de urgência sem internação. Isso inclui a estabilização do quadro e os exames necessários naquele momento.

Se o caso evoluir e exigir internação, o custo dessa internação deixa de ser do ambulatorial. A partir daí, sem uma cobertura hospitalar, a conta corre por conta do paciente ou passa para o SUS.

Por isso, quem tem histórico de saúde delicado costuma preferir uma segmentação com internação. É a diferença entre apenas estabilizar e seguir internado com cobertura.

Para quem o plano ambulatorial faz sentido

Perfil de uso define se essa segmentação é suficiente ou fica curta.

Se o seu uso é consulta, exame e terapia, o ambulatorial resolve e pesa menos no bolso.

Ele é comum entre jovens sem doença crônica, profissionais autônomos que querem organizar exames e famílias que buscam o primeiro plano com orçamento apertado.

Agora, se em algum momento você pode precisar de cirurgia, parto ou internação, o ambulatorial sozinho vai deixar você descoberto justamente no gasto mais alto.

A decisão passa por olhar o seu histórico e o de quem entra no plano. Vale medir o quanto você usaria a internação antes de escolher a segmentação mais barata.

01Quem quer só consulta e exameUsa o plano para rotina, check up e especialistas, sem projeto de internar.
02Quem busca o menor preçoSair do SUS pagando pouco e organizar a saúde do dia a dia.
03Quem já tem outra rede para internaçãoConta com hospital público ou plano do trabalho para casos graves.

O limite que faz a maioria combinar as duas coberturas

A internação é o buraco do ambulatorial, e o hospitalar é quem tapa.

O ponto fraco do ambulatorial é fácil de resumir. Ele não paga a conta mais cara da saúde, que é a internação.

Uma cirurgia, um parto ou uma diária de UTI podem custar dezenas de milhares de reais. Nada disso está coberto na segmentação ambulatorial.

Como o custo extra de somar a parte hospitalar costuma ser menor do que se imagina, o benefício de fechar essa lacuna pesa na conta.

Por isso, a maioria dos brasileiros não contrata o ambulatorial puro. Contrata a combinação ambulatorial e hospitalar, que une consulta, exame e internação num plano só.

Se a internação é a sua prioridade, vale olhar direto o plano de saúde hospitalar. E para ver todas as segmentações lado a lado, a página de coberturas reúne cada opção.

Como contratar um plano ambulatorial

Da definição do uso à carteirinha, em quatro passos.

01Defina o usoConsulta e exame de rotina, ou também internação no futuro.
02Compare operadorasA Kobe reúne quem oferece o ambulatorial na sua região.
03Confira a redeClínicas, laboratórios e prontos atendimentos credenciados.
04ContrateJunto à operadora, por corretor habilitado, sem custo extra.

Fique de olho na carência

Mesmo no ambulatorial existe carência, o prazo de espera até liberar cada procedimento.

Consultas costumam ter carência curta, enquanto alguns exames pedem prazo maior. Urgência e emergência têm prazo próprio, em geral de 24 horas. Confira os prazos no contrato antes de assinar.

Por que cotar o plano ambulatorial com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos preço, cobertura e rede da segmentação ambulatorial e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

Na mesma cotação, você vê quanto custaria subir para o ambulatorial e hospitalar. Assim dá para decidir com número na mão, não no escuro.

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Perguntas frequentes sobre plano de saúde ambulatorial

As dúvidas mais comuns de quem está comparando a segmentação ambulatorial.

O que é um plano de saúde ambulatorial?
É uma das segmentações assistenciais definidas pela ANS na Lei 9.656/98. O plano ambulatorial cobre o atendimento que se resolve fora da internação, como consultas em todas as especialidades, exames laboratoriais e de imagem, terapias e procedimentos ambulatoriais. Por não incluir internação hospitalar, é a segmentação de menor preço do setor. Funciona bem para quem quer usar o plano no dia a dia, cuidar da rotina da saúde e sair da fila do SUS sem um custo mensal alto.
O plano ambulatorial cobre internação?
Não. Internação hospitalar é justamente o que fica de fora da segmentação ambulatorial. O plano cobre consulta, exame e terapia, mas não paga diária de quarto, apartamento ou UTI, nem cirurgias que exijam o paciente internado. Se a internação é uma possibilidade real no seu caso, o ambulatorial puro deixa você descoberto no gasto mais caro da saúde. A saída é a combinação ambulatorial e hospitalar, ou contratar direto uma segmentação com internação.
Como funciona a urgência e emergência no plano ambulatorial?
O plano ambulatorial cobre urgência e emergência, mas dentro de um limite de tempo. Nas primeiras 12 horas, o atendimento no pronto atendimento credenciado está coberto, incluindo estabilização do quadro. Se o caso evoluir e exigir internação, o custo dessa internação deixa de ser responsabilidade da segmentação ambulatorial. Essa fronteira de 12 horas é definida pela ANS e é o principal motivo pelo qual quem tem histórico de saúde delicado prefere uma cobertura que inclua internação.
Quanto custa um plano ambulatorial?
O plano ambulatorial é a segmentação mais barata porque cobre menos que a hospitalar. O preço final depende da sua idade, da cidade, da operadora e da rede credenciada escolhida. Planos regionais tendem a custar menos que os nacionais, e a coparticipação pode reduzir a mensalidade em troca de um pagamento por procedimento usado. Como o valor muda muito de uma operadora para outra, comparar é o que garante a melhor condição. A cotação na Kobe é grátis e sem compromisso.
Qual a diferença entre plano ambulatorial e hospitalar?
A diferença está na internação. O ambulatorial cobre consulta, exame e terapia fora do regime de internação, e para aí. O hospitalar cobre internação, cirurgia com internação, UTI e diárias, mas não inclui consultas e exames de rotina de forma isolada. São segmentações complementares, e é por isso que a maioria contrata as duas juntas na combinação ambulatorial e hospitalar. Para ver cada opção lado a lado, vale conferir a página de coberturas antes de decidir.
O plano ambulatorial cobre exames?
Sim, essa é uma das suas principais coberturas. O plano ambulatorial cobre exames laboratoriais e de imagem previstos no Rol de Procedimentos da ANS, desde exames simples de sangue até ultrassom, ressonância e tomografia, conforme a indicação médica. O que muda entre os planos é a carência de cada exame e a rede de laboratórios credenciados. Exames mais complexos podem exigir autorização prévia da operadora. Confira no contrato os prazos de carência e a lista de laboratórios da sua cidade.
O plano ambulatorial cobre cirurgia?
Depende do tipo de cirurgia. Pequenos procedimentos e cirurgias ambulatoriais, que são feitos e resolvidos no mesmo dia sem internação, entram na cobertura. Já qualquer cirurgia que exija o paciente internado fica de fora da segmentação ambulatorial, porque a internação não faz parte desse escopo. Se você prevê a possibilidade de uma cirurgia com internação, o ambulatorial sozinho não atende. Nesse caso, o mais indicado é uma segmentação que inclua a parte hospitalar.
O plano ambulatorial cobre parto?
Não. Parto e a cobertura obstétrica dependem da segmentação hospitalar com obstetrícia, porque o parto é um evento de internação. O plano ambulatorial cobre as consultas de pré natal e os exames do acompanhamento da gestação, mas não paga o parto em si nem a internação da mãe e do bebê. Quem está planejando ter filhos deve procurar um plano hospitalar com obstetrícia, e não o ambulatorial puro, para não ficar descoberto no momento do nascimento.
Para quem o plano ambulatorial é indicado?
O ambulatorial é indicado para quem usa o plano principalmente para consultas, exames e terapias de rotina, e não projeta necessidade de internação no curto prazo. Também faz sentido para quem busca o menor custo mensal para sair do SUS, ou para quem já conta com outra rede para casos graves, como o hospital público ou um plano do trabalho. Se o seu perfil inclui risco de cirurgia, parto ou internação, essa segmentação fica curta e o ideal é combinar com a cobertura hospitalar.
Vale a pena contratar só o ambulatorial?
Vale para um perfil específico, aquele que usa o plano só para a rotina e aceita recorrer ao SUS em caso de internação. Para a maioria das pessoas, o ambulatorial puro deixa um buraco perigoso, já que a internação é o gasto mais caro da saúde e fica totalmente descoberto. Por isso, a maior parte dos brasileiros contrata a combinação ambulatorial e hospitalar, que custa mais que o ambulatorial isolado, mas cobre desde a consulta até a UTI. Comparar as duas opções ajuda a decidir com clareza.
O plano ambulatorial tem carência?
Tem. Mesmo sendo a segmentação mais enxuta, o plano ambulatorial segue os prazos de carência definidos pela ANS. Consultas costumam ter carência curta, alguns exames pedem prazo maior, e urgência e emergência têm carência própria, em geral de 24 horas. Quem vem de outro plano pode usar a portabilidade de carências para não recomeçar a contagem. Antes de assinar, confira no contrato os prazos de cada procedimento, porque eles definem a partir de quando cada cobertura passa a valer.

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