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Por adesão

Plano de Saúde por Adesão

Se você tem uma profissão ligada a um conselho, sindicato ou associação, provavelmente já pode aderir

O plano por adesão é o coletivo que você contrata pela sua categoria profissional, sem precisar de CNPJ. Advogado, engenheiro, contador, médico, dentista, servidor e professor entram na lista. Veja se a sua profissão dá direito e cote grátis.

  • Pela sua profissão
  • Sem CNPJ próprio
  • Mais barato que o individual
  • Todas as operadoras da ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Profissional consultando a carteira do conselho de classe para aderir a um plano de saúde por adesão pela Kobe
OK
Sua profissãopode dar direito
Operadoras por adesão
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Você pode ter plano de saúde por adesão se pertence a uma categoria profissional ligada a um conselho, sindicato ou associação com convênio. A prova é o vínculo com essa entidade, e não um CNPJ próprio.

Plano de saúde por adesão: você pode ter?

A pergunta prática que trava quase todo mundo antes de cotar.

O plano por adesão não é para qualquer pessoa, e é aí que a maioria se perde. Ele é o plano coletivo que você contrata por meio de uma entidade de classe, não sozinho no seu CPF.

Se a sua profissão tem um conselho de classe, um sindicato ou uma associação reconhecida, existe uma boa chance de você já poder aderir hoje.

O que a operadora exige não é empresa nem carteira assinada. É a prova de que você pertence à categoria, o chamado vínculo com a entidade.

Quem pode aderir: as categorias que têm direito

A lista das profissões e entidades que costumam ter convênio com operadoras.

A elegibilidade quase sempre vem de uma destas três portas: um conselho de classe, um sindicato da categoria ou uma associação profissional. Veja onde a sua profissão se encaixa.

A lista abaixo cobre as categorias que mais aparecem, mas não é fechada. Muitas outras profissões têm entidade com convênio, então não conclua que ficou de fora sem antes checar.

Profissões que costumam ter plano de saúde por adesão e a entidade de vínculo
ProfissionalEntidade de vínculoProva de elegibilidade
AdvogadoOAB e a Caixa de Assistência (CAA) do estadoCarteira da OAB ativa
Contador e técnicoCRC do estadoRegistro no CRC
Engenheiro, arquiteto e agrônomoCREA ou CAURegistro no conselho
MédicoCRM e associações médicasRegistro no CRM
DentistaCRO e sindicatos odontológicosRegistro no CRO
Servidor públicoSindicatos e associações do órgãoContracheque ou declaração
ProfessorSindicatos de professoresComprovante de vínculo escolar

Não é só conselho: sindicatos e associações também valem

Muita gente perde o direito por achar que precisa de um registro profissional.

Existe um engano comum de que só profissão regulamentada por conselho consegue aderir. Não é bem assim.

Comerciários, bancários, servidores e vários outros grupos aderem pelo sindicato da categoria, mesmo sem um conselho de classe.

Associações profissionais e de classe também abrem a porta. O que importa é a entidade ter convênio com a operadora, não o formato dela.

E se eu tiver mais de uma entidade

Alguns profissionais pertencem a conselho e a sindicato ao mesmo tempo, o que amplia as opções de convênio.

Nesse caso vale comparar por qual entidade a condição fica melhor, porque preço e rede podem mudar de um convênio para o outro.

Como comprovar que você tem direito

Poucos documentos resolvem a elegibilidade na hora de aderir.

Cada entidade tem a própria exigência, e a Kobe indica exatamente qual documento a sua categoria precisa apresentar. Isso evita recusa da proposta por falta de prova de vínculo.

01Registro na entidadeCarteira do conselho, do sindicato ou da associação, ativa e regular.
02Comprovante da categoriaContracheque, declaração do órgão ou vínculo escolar, conforme o caso.
03Documentos das vidasDocumento pessoal seu e de cada dependente que vai entrar no plano.

O vínculo é do titular, não do dependente

A elegibilidade parte sempre de quem é o titular do plano, o profissional ligado à entidade.

Os dependentes entram pela sua condição, como cônjuge ou filho, sem precisar de vínculo próprio com o conselho ou o sindicato.

Por isso um único registro na entidade já cobre a família inteira dentro das regras da operadora.

Por que o adesão vale a pena

O ponto de equilíbrio entre o plano individual e o empresarial.

O plano por adesão ocupa um meio termo que resolve o problema de quem não quer o individual caro nem precisa de um CNPJ para o empresarial.

Ele é coletivo, então costuma sair mais barato que o individual de mesma cobertura. E não pede empresa, ao contrário do empresarial.

É a saída natural do profissional liberal que já tem carteira de conselho ou de sindicato e só quer parar de pagar o preço cheio do individual.

Plano por adesão comparado ao individual e ao empresarial
CritérioPor adesãoIndividualEmpresarial
O que exigeVínculo com entidadeSó o CPFCNPJ ativo
Preço por pessoaMenor, condição coletivaMaior, condição individualMenor, condição coletiva
Precisa de empresaNãoNãoSim
Reajuste anualNegociado pela entidadeLimitado pelo teto da ANSNegociado pela empresa
Quem contrataProfissional de uma categoriaQualquer pessoaSócios e funcionários

Preços e condições variam por operadora, entidade, idade e região. Os valores citados são referência ilustrativa, e a cotação real depende da sua análise.

Como aderir passo a passo

Da carteira do conselho à carteirinha, em quatro etapas.

A parte técnica dessa modalidade, com as regras do contrato coletivo, está no guia da modalidade coletiva por adesão. Aqui o foco é você descobrir se pode aderir e como.

01Confirme a elegibilidadeVeja se a sua profissão tem conselho, sindicato ou associação com convênio.
02Separe a provaCarteira, declaração ou comprovante de categoria em mãos.
03Compare operadorasA Kobe reúne as que têm convênio com a sua entidade e região.
04AdiraJunto à operadora, por corretor habilitado, sem custo extra.

Profissões de saúde: um caso à parte

Médicos e outras carreiras da saúde têm convênios próprios.

Categorias da saúde costumam ter as condições mais fortes de adesão, por concentrarem muitas vidas e entidades ativas.

O médico, por exemplo, adere pelo registro no CRM e por associações médicas, com detalhes na página do plano por adesão pelo CRM.

Se você é de outra área e não tem categoria com convênio, o caminho natural passa a ser abrir um CNPJ e ir para o coletivo empresarial pela seção de planos para empresas.

Erros que fazem a adesão ser recusada

O que costuma travar a proposta na hora de comprovar o vínculo.

A adesão raramente é recusada pelo perfil da pessoa. O que trava é quase sempre a prova de vínculo, e todos esses tropeços têm conserto rápido.

Registro vencido ou irregular. Carteira do conselho ou sindicato com anuidade em atraso derruba a elegibilidade. Regularize antes de cotar.

Achar que profissão sem conselho não entra. Muita categoria adere pelo sindicato ou pela associação, não pelo registro profissional.

Não comparar entidades. Quem tem mais de um vínculo pode conseguir condição melhor por um convênio do que por outro.

Olhar só o preço de entrada. No coletivo, o reajuste do ano seguinte pesa, então vale comparar o histórico das operadoras.

Por que cotar o plano por adesão com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, checamos quais têm convênio com a sua entidade e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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Perguntas frequentes sobre plano de saúde por adesão

As dúvidas mais comuns de quem quer saber se pode aderir.

Quem pode ter plano de saúde por adesão?
Pode aderir quem pertence a uma categoria profissional representada por conselho, sindicato ou associação com convênio junto a operadoras. Entram advogados pela OAB, contadores pelo CRC, engenheiros pelo CREA, médicos pelo CRM, dentistas pelo CRO, além de servidores, professores e outras categorias sindicalizadas. O que decide a elegibilidade é o vínculo com a entidade, comprovado por carteira ou declaração, não a existência de empresa ou de CNPJ próprio. Se a sua profissão tem uma dessas portas ativa, você provavelmente já pode aderir.
Preciso de CNPJ para o plano por adesão?
Não. Essa é justamente a diferença do plano por adesão para o empresarial. No adesão, o que abre a porta é o seu vínculo com uma entidade de classe, como o conselho, o sindicato ou a associação da sua profissão. No empresarial, o que vale é o CNPJ ativo da empresa. Por isso o adesão atende profissionais liberais e categorias organizadas que não têm ou não querem abrir empresa, mas ainda assim acessam a faixa de preço coletiva, mais barata que a do plano individual.
Minha profissão não tem conselho, ainda consigo aderir?
Em muitos casos, sim. A ideia de que só profissão com conselho de classe adere é um engano comum. Categorias como comerciários, bancários e servidores costumam aderir pelo sindicato, e não por um registro profissional. Associações de classe também mantêm convênios com operadoras. O ponto central é a entidade que representa a sua categoria ter um convênio ativo, independentemente de ela ser conselho, sindicato ou associação. A Kobe verifica quais entidades ligadas à sua profissão têm convênio disponível na sua região.
Como comprovo que tenho direito ao plano por adesão?
A comprovação é feita pelo vínculo com a entidade da sua categoria. Na prática, isso é a carteira do conselho, do sindicato ou da associação, sempre ativa e regular, somada aos seus documentos pessoais e aos de cada dependente. Algumas categorias comprovam por declaração do órgão, contracheque ou vínculo escolar, conforme o caso. Cada entidade tem a própria exigência, então a Kobe indica exatamente qual documento a sua profissão precisa apresentar para que a proposta não seja recusada por falta de prova de elegibilidade.
Plano por adesão é mais barato que o individual?
Na maioria dos casos, sim. Por ser um plano coletivo, o adesão dilui o risco entre as vidas da entidade e cobra menos por pessoa do que o individual de mesma cobertura, com diferença maior nas faixas etárias mais altas. Em contrapartida, o reajuste do coletivo é negociado pela entidade e não segue o teto que a ANS aplica ao plano individual. No acumulado, a economia do adesão costuma compensar, especialmente para quem tem uma categoria com convênio bem negociado. Comparar operadoras é o que garante a melhor condição.
Qual a diferença entre plano por adesão e empresarial?
Os dois são coletivos e costumam sair mais baratos que o individual, mas a exigência muda. O plano por adesão pede vínculo com uma entidade de classe, como conselho, sindicato ou associação, e não precisa de empresa. O empresarial pede um CNPJ ativo e reúne sócios e funcionários. Quem tem profissão organizada em entidade tende a preferir o adesão pela praticidade. Quem não tem categoria com convênio costuma abrir um CNPJ e ir para o empresarial. A escolha depende de qual porta você tem aberta hoje.
Posso incluir minha família no plano por adesão?
Pode. Dependentes como cônjuge, companheiro e filhos entram como vidas do contrato por adesão, cada um pagando pela própria faixa etária. Incluir a família é comum entre profissionais liberais que trocam o plano individual pelo adesão para reduzir o custo total, já que a mesma cobertura sai mais barata no coletivo. A regra de quem pode ser dependente segue a operadora e a entidade, e a Kobe monta a cotação já considerando o titular e todos os dependentes que você quiser cobrir.
Advogado tem plano por adesão?
Tem, e é uma das categorias mais bem atendidas. O advogado adere pela OAB e pela Caixa de Assistência dos Advogados, a CAA do seu estado, que costuma manter convênios com várias operadoras. A prova de elegibilidade é a carteira da OAB ativa e em dia. Como a advocacia concentra muitas vidas, as condições negociadas tendem a ser competitivas. Vale comparar as operadoras conveniadas à seccional do seu estado, porque preço e rede credenciada mudam de uma região para outra.
Servidor público consegue plano por adesão?
Consegue, geralmente por meio do sindicato ou da associação ligada ao seu órgão. A comprovação costuma ser o contracheque ou uma declaração de vínculo com o serviço público. Muitos órgãos têm entidades representativas com convênios já negociados, o que facilita a adesão do servidor sem precisar de CNPJ. As condições variam conforme a entidade e a operadora conveniada na sua cidade, então comparar as opções disponíveis para a sua categoria é o que revela a melhor mensalidade e a rede mais conveniente.
O plano por adesão tem carência?
Em regra, sim, porque a carência é um período de espera previsto para planos de saúde. O que muda no adesão é que, dependendo da entidade e da operadora, pode haver condições de redução de carência em campanhas específicas ou na portabilidade vinda de outro plano. Não existe garantia de carência zero, e qualquer promessa nesse sentido merece desconfiança. O correto é conferir as regras de carência de cada proposta antes de aderir. A Kobe mostra os prazos de cada operadora para você comparar com clareza.
Como faço para aderir a um plano por adesão?
O caminho tem quatro passos. Primeiro, confirme se a sua profissão tem conselho, sindicato ou associação com convênio ativo. Segundo, separe a prova de vínculo, como a carteira da entidade. Terceiro, compare as operadoras que atendem a sua categoria e a sua região. Por último, faça a adesão junto à operadora escolhida, por um corretor habilitado, sem custo extra pela intermediação. A Kobe conduz da checagem de elegibilidade à comparação, indicando o documento que a sua entidade exige e as opções disponíveis para você.

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