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Por adesão · Médicos

Plano de Saúde por Adesão CRM (Médicos)

Médico com CRM ativo entra na condição coletiva através da sua entidade de classe

O plano por adesão usa o seu vínculo com uma associação ou sindicato médico para liberar o preço coletivo, sem precisar de CNPJ. Compare as operadoras da ANS e cote grátis em 1 minuto.

  • Só com CRM e entidade médica
  • Sem precisar de CNPJ
  • Condição coletiva pela ANS
  • Todas as operadoras comparadas
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Médica com jaleco e crachá do CRM analisando opções de plano de saúde por adesão pela Kobe
CRM
A chaveda adesão do médico
Operadoras por adesão
AmilBradesco SaúdeSulAméricaUnimedPorto SeguroNotreDameHapvida

Sim, o médico com CRM ativo contrata plano de saúde na condição coletiva através de uma associação ou sindicato médico, sem precisar de CNPJ. O vínculo com a entidade de classe é o que libera o preço de grupo, mais barato que o individual.

Plano de saúde por adesão com CRM: o que é

O plano coletivo que o médico contrata pelo vínculo com a sua entidade de classe, no lugar de um CNPJ.

Plano de saúde por adesão com CRM é o plano coletivo que o médico contrata por estar filiado a uma entidade de classe, como uma associação médica ou um sindicato dos médicos.

A diferença para a via empresarial é a chave usada. No empresarial, quem abre a porta do preço coletivo é o CNPJ. Na adesão do médico, quem abre é o registro no Conselho Regional de Medicina somado à filiação a uma entidade elegível.

Isso interessa a quem exerce a medicina sem empresa própria. O médico plantonista, o residente e o recém formado que atuam como pessoa física passam a acessar a mesma faixa de grupo, usando só o CRM e a carteira da entidade.

É a categoria certa para o profissional. Se você tem empresa e prefere entrar pelo registro dela, a via natural é o plano de saúde para clínicas.

Quem pode aderir usando o CRM

Médicos registrados, e em muitos casos residentes e estudantes de medicina.

A adesão pelo CRM foi desenhada para quem está dentro da carreira médica, do estudante ao especialista. O que a operadora confere é o vínculo ativo com uma entidade que dá direito à adesão, não o tempo de formado.

Perfis da medicina que aderem ao plano coletivo
PerfilComo comprova o direitoObservação
Médico com CRM ativoRegistro no Conselho Regional de Medicina e carteira da entidadeO caso mais direto, aceito por praticamente todas as operadoras
Médico residenteComprovante de residência mais filiação à entidade médicaMuitas associações têm categoria de residente com mensalidade reduzida
Estudante de medicinaMatrícula na faculdade mais vínculo com a entidade acadêmicaAceito por parte das operadoras, conforme a entidade conveniada
Recém formado sem CRM definitivoProtocolo de inscrição no CRM mais entidadeAlguns conselhos emitem inscrição provisória que já vale para a adesão

Por quais entidades o médico adere

Associações médicas e sindicatos são as portas mais comuns da adesão.

A adesão nunca é feita direto pelo CRM, porque o Conselho é órgão fiscalizador, não entidade de convênio. O médico adere por uma associação ou sindicato conveniado à operadora, e é a filiação a essa entidade que gera a carteira de associado exigida na proposta.

Tipos de entidade que dão direito à adesão do médico
EntidadeQuem representaPapel na adesão
Associação Médica Brasileira e associações estaduaisMédicos e sociedades de especialidadeFiliação nacional ou estadual que costuma ser a mais aceita
Sociedades de especialidadeCardiologia, pediatria, ortopedia e outrasVínculo por especialidade que muitas operadoras reconhecem
Sindicato dos médicosMédicos empregados e autônomos de uma base estadualSindicalização que também abre a adesão coletiva
Entidades de residentes e acadêmicasMédicos residentes e estudantes de medicinaConvênios voltados ao início da carreira

As entidades e operadoras conveniadas mudam por estado e ao longo do tempo. A Kobe confirma quais valem para o seu CRM e a sua região antes de cotar.

Como contratar a adesão pelo CRM

Da carteira de associado à cotação, em quatro passos.

01Comprove o CRMNúmero do registro ativo e a UF do conselho.
02Filie a uma entidadeAssociação médica ou sindicato conveniado à operadora.
03Compare operadorasA Kobe reúne as que aceitam a sua entidade e cidade.
04ContratePela operadora, por corretor habilitado, sem custo extra.

Ainda não é filiado a nenhuma entidade

Não é um impedimento. A filiação à associação ou ao sindicato pode ser feita junto com a cotação, e a mensalidade da entidade costuma ser baixa perto da economia do plano coletivo.

A Kobe indica qual entidade conveniada faz sentido para o seu perfil e a sua especialidade, para que o CRM e o vínculo cheguem prontos na proposta.

O que a operadora pede do médico

Poucos documentos, e o registro do CRM é o centro de tudo.

Com o CRM ativo e a carteira de associado, a proposta anda rápido. Cada operadora tem a própria lista, e a Kobe indica exatamente o que a sua entidade exige.

01Registro no CRMComprovante do registro ativo no Conselho Regional de Medicina.
02Carteira da entidadeProva de filiação à associação médica ou ao sindicato conveniado.
03Dados e dependentesDocumento seu e de cada dependente que entrará no plano.

Adesão pelo CRM ou plano por CNPJ do médico

O mesmo médico pode entrar por duas portas, com regras diferentes.

Quem tem consultório ou clínica registrada às vezes fica na dúvida entre aderir pelo CRM ou contratar pelo CNPJ da empresa. As duas vias existem, e a escolha depende de ter ou não empresa ativa e de quantas vidas quer cobrir.

Adesão pelo CRM e via empresarial, lado a lado
CritérioAdesão pelo CRMVia empresarial (CNPJ)
Chave de acessoCRM mais entidade de classeCNPJ ativo e regular
Precisa de empresaNãoSim
Vidas mínimas1 titular2 vidas na maioria das operadoras
DependentesCônjuge, filhos e às vezes paisCônjuge e filhos, conforme a operadora
Perfil típicoPlantonista, residente, autônomoMédico dono de clínica ou consultório

O médico é exigente com a rede, e faz bem

Quem trabalha dentro do hospital sabe avaliar rede credenciada.

O médico é talvez o público mais criterioso na hora de escolher plano. Ele conhece por dentro a estrutura dos hospitais, sabe diferenciar um pronto socorro bem equipado e cobra rede credenciada à altura.

Por isso, comparar só o preço não basta para esse perfil. Vale olhar quais hospitais e laboratórios de referência entram em cada plano, a abrangência da cobertura e a política de reembolso, que pesa muito para quem circula em vários serviços.

Na adesão, a segmentação também importa. O médico costuma priorizar planos com internação e amplo acesso a especialistas, e a Kobe filtra as operadoras por esse padrão de rede, não só pela mensalidade de entrada.

Erros comuns do médico ao aderir

O que costuma travar ou encarecer a adesão pelo CRM.

Deixar o CRM ou a entidade sem regularidade. Anuidade do conselho em atraso ou filiação vencida barra a carteira de associado. Regularize antes de cotar.

Achar que dá para aderir direto pelo Conselho. O CRM não faz convênio de plano. A porta é sempre uma associação ou sindicato conveniado.

Olhar só a primeira mensalidade. No coletivo, o reajuste do ano seguinte pesa. Compare o histórico das operadoras, não só o preço de entrada.

Ignorar a rede credenciada. Para o médico, um plano barato com rede fraca sai caro na prática. Priorize cobertura e hospitais antes do valor.

Por que cotar a adesão pelo CRM com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos preço, cobertura e rede para o seu CRM e a sua entidade, e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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Perguntas frequentes sobre plano por adesão CRM

As dúvidas mais comuns de médicos, residentes e estudantes que vão aderir pelo CRM.

Só o CRM já garante o plano por adesão?
O CRM é a base, mas sozinho não fecha a adesão. O que a operadora exige é o registro ativo no Conselho Regional de Medicina somado ao vínculo com uma entidade de classe conveniada, como uma associação médica ou um sindicato. O Conselho fiscaliza o exercício da medicina e não faz convênio de plano, então a carteira de associado da entidade é o documento que completa a comprovação. Com o CRM regular e a filiação em dia, o médico entra na condição coletiva sem precisar de CNPJ.
Por quais entidades o médico consegue aderir?
As portas mais comuns são as associações médicas, as sociedades de especialidade e os sindicatos dos médicos. A Associação Médica Brasileira e as associações estaduais costumam ser aceitas por boa parte das operadoras, assim como as sociedades de cardiologia, pediatria, ortopedia e outras especialidades. Os sindicatos dos médicos, de base estadual, também abrem a adesão coletiva. Como as entidades conveniadas mudam por estado e por operadora, a Kobe confirma quais valem para o seu CRM e a sua região antes de montar a cotação.
Médico residente pode aderir pelo CRM?
Pode, e é um caminho bastante usado por quem está na residência. O residente que já tem registro no CRM comprova o vínculo com a entidade médica e entra na adesão da mesma forma que o médico formado. Muitas associações mantêm uma categoria de residente com mensalidade reduzida, o que ajuda a caber no orçamento do início de carreira. Quando o CRM ainda é provisório, algumas operadoras aceitam o protocolo de inscrição no Conselho junto com o comprovante de residência. A Kobe indica quais operadoras têm essa flexibilidade.
Estudante de medicina entra no plano por adesão?
Em parte dos casos, sim. Estudantes de medicina conseguem aderir quando existe convênio entre a operadora e uma entidade acadêmica ou associação que os represente, comprovando a matrícula na faculdade e o vínculo com essa entidade. Nem toda operadora abre essa porta, porque o estudante ainda não tem CRM definitivo, então a oferta é mais restrita que a do médico formado. Vale cotar mesmo assim, já que a condição coletiva costuma ser mais barata que o plano individual. A Kobe filtra quais operadoras aceitam o perfil de estudante.
Preciso de CNPJ para contratar pela adesão?
Não. A grande vantagem da adesão pelo CRM é justamente dispensar o CNPJ. Em vez do registro de uma empresa, o que libera o preço coletivo é o seu registro no Conselho e a filiação a uma entidade de classe. Isso atende ao médico que atua como pessoa física, seja plantonista, residente ou autônomo, e não tem nem quer abrir empresa. Se você tem clínica ou consultório com CNPJ e prefere entrar por ele, a via empresarial também existe e pode cobrir a equipe além de você.
Posso incluir minha família na adesão do médico?
Pode. Cônjuge, companheiro e filhos entram como dependentes do titular médico, cada um pagando pela própria faixa etária. Algumas operadoras estendem a dependência a pais e enteados, conforme as regras do contrato coletivo daquela entidade. Incluir a família é um dos motivos que levam o médico a migrar do individual para a adesão, já que a mesma cobertura costuma sair mais barata na condição de grupo. A Kobe monta a cotação já considerando o titular e todos os dependentes que você quer cobrir.
A adesão pelo CRM é mais barata que o plano individual?
Na maioria dos casos, sim. Por ser coletivo, o plano por adesão dilui o risco entre as vidas da entidade e cobra menos por pessoa do que o individual de mesma cobertura, com diferença que tende a crescer nas faixas etárias mais altas. Em contrapartida, o reajuste do coletivo é negociado entre a operadora e a entidade, e não segue o teto que a ANS aplica ao plano individual. Somando mensalidade e reajuste ao longo do tempo, a adesão costuma compensar para o médico. Comparar as operadoras é o que garante a melhor condição.
Existe carência na adesão pelo CRM?
Existe, como em qualquer plano de saúde. A carência é o período de espera após a contratação para usar certos procedimentos, e os prazos seguem os limites definidos pela ANS. O que muda no coletivo é a chance de negociação, já que alguns contratos de adesão por entidade oferecem redução de carência em janelas específicas ou para quem vem de um plano anterior. A Kobe verifica caso a caso, sem prometer prazo que não esteja escrito na proposta. Não confie em oferta de carência zero fora do que a operadora formaliza por escrito.
O médico consegue avaliar a rede antes de contratar?
Consegue, e deve. Antes de fechar, é possível conferir a lista de hospitais, laboratórios e clínicas credenciados de cada operadora, além da política de reembolso, que pesa bastante para quem circula por vários serviços. Como o médico conhece por dentro a estrutura dos hospitais, essa avaliação costuma ser mais criteriosa que a da média dos clientes. A Kobe entrega essa comparação de rede lado a lado, para que a escolha não fique presa só na mensalidade. Rede fraca com preço baixo tende a sair cara na prática.
Perco o plano se atrasar a anuidade do CRM ou da entidade?
Pode perder o direito à condição coletiva. A adesão depende do CRM ativo e da filiação regular à entidade, então uma anuidade do Conselho em atraso ou uma carteira de associado vencida coloca o vínculo em risco na renovação. Manter os dois em dia é o que assegura a permanência na tarifa de grupo. Se o vínculo cair, a operadora pode exigir a regularização ou a migração para outra condição. A Kobe orienta a checar a regularidade do CRM e da entidade antes de cotar e a cada renovação.
Preciso pagar taxa para a entidade além da mensalidade do plano?
Em geral, sim. A filiação à associação médica ou ao sindicato tem uma contribuição própria, que é separada da mensalidade do plano de saúde. Esse valor costuma ser modesto perto da economia obtida no coletivo, e muitos médicos já são filiados por outros motivos da carreira. Ao comparar, some a contribuição da entidade ao preço do plano para enxergar o custo real da adesão. A Kobe apresenta as duas partes com clareza, sem embutir taxa escondida na cotação.

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