Cotação 100% grátis, sem compromisso Todas as operadoras num só lugar Individual, família, empresa e odonto
Coberturas · Segmentação

Plano de Saúde Hospitalar com Obstetrícia

A segmentação que cobre a internação e ainda garante o parto, do pré-natal ao recém-nascido

O hospitalar com obstetrícia tem tudo do plano hospitalar e soma a cobertura de parto, o pré-natal ligado à internação e o bebê assistido nos primeiros 30 dias. É a escolha de quem planeja ter filhos. Compare as operadoras e cote grátis.

  • Parto normal e cesárea
  • Pré-natal e internação
  • Bebê coberto por 30 dias
  • Operadoras registradas na ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Gestante em consulta de pré-natal coberta por plano de saúde hospitalar com obstetrícia comparado na Kobe
+Parto
Hospitalarcom o bebê incluso
Operadoras com obstetrícia
AmilBradesco SaúdeSulAméricaHapvidaNotreDamePorto SeguroUnimed

O plano hospitalar com obstetrícia é a segmentação hospitalar acrescida da cobertura de parto. Ele cobre internações e cirurgias como qualquer plano hospitalar e ainda garante pré-natal ligado à internação, parto normal ou cesárea e o recém-nascido assistido nos primeiros 30 dias de vida.

Plano hospitalar com obstetrícia: o que é

A segmentação hospitalar mais o pacote de gestação, parto e recém-nascido.

O plano de saúde hospitalar com obstetrícia é uma das segmentações definidas pela ANS na Lei dos Planos de Saúde. Ele entrega toda a cobertura hospitalar e soma a assistência ao parto.

Na prática, você tem internação, cirurgia, UTI, exames de internação e pronto-socorro, do mesmo jeito que no plano hospitalar comum.

A diferença está no que vem a mais. A obstetrícia cobre os procedimentos relacionados à gravidez e ao nascimento, incluindo o parto e o cuidado com o bebê logo após ele nascer.

Por isso essa é a segmentação procurada por quem está grávida, tenta engravidar ou já planeja a família para os próximos anos.

O que a obstetrícia adiciona ao plano hospitalar

Tudo do hospitalar continua, e o parto entra no pacote.

A melhor forma de entender é ver lado a lado. A base hospitalar é idêntica nas duas segmentações. O que a obstetrícia inclui é a camada de gestação e nascimento.

O que muda do hospitalar sem obstetrícia para o hospitalar com obstetrícia
ItemHospitalar sem obstetríciaHospitalar com obstetrícia
Internação e cirurgiaCobertoCoberto
UTI e pronto-socorroCobertoCoberto
Parto normal e cesáreaNão cobertoCoberto
Pré-natal ligado à internaçãoNão cobertoCoberto
Recém-nascido nos 30 primeiros diasNão cobertoCoberto
Inclusão do bebê sem nova carênciaNão se aplicaGarantida pela regra da ANS

Carência de parto: por que planejar com antecedência

O parto a termo tem o maior prazo de espera do plano.

A carência de parto a termo pode chegar a 300 dias pela regra da ANS. É o prazo mais longo de todo o contrato, e por um motivo simples: uma gravidez dura cerca de nove meses.

Isso muda o jogo de quem quer engravidar. Se você contratar o plano já grávida, existe o risco real de a data prevista do parto cair antes do fim da carência.

O caminho seguro é contratar antes de engravidar, ou logo no comecinho da gestação, para que os 300 dias se esgotem a tempo do parto.

A Kobe não promete redução ou dispensa de carência. O que fazemos é comparar as operadoras e mostrar quais têm as regras mais favoráveis para o seu caso, inclusive quando há portabilidade de carências de um plano anterior.

A carência de parto varia por operadora dentro do limite de 300 dias definido pela ANS. Sempre confirme o prazo do seu contrato antes de assinar.

Pré-natal e acompanhamento da gestação

O que a segmentação cobre durante a gravidez.

A segmentação com obstetrícia cobre os procedimentos de pré-natal previstos no Rol de Procedimentos da ANS para a segmentação hospitalar com obstetrícia.

Entram consultas obstétricas, exames de acompanhamento da gravidez e os procedimentos de internação relacionados à gestação, como uma intercorrência que exija hospital.

Vale um cuidado importante. O plano hospitalar puro não cobre consultas ambulatoriais fora da internação. Para consultas e exames de rotina em clínica, o ideal é a segmentação hospitalar com obstetrícia combinada com ambulatorial.

Se o seu foco é o acompanhamento completo da gravidez desde o consultório, vale comparar também o plano com pré-natal e conferir a segmentação de cada opção.

O recém-nascido e a inclusão do bebê

Trinta dias de assistência e a janela para incluir a criança.

A obstetrícia garante a assistência ao recém-nascido, filho natural ou adotivo, durante os primeiros 30 dias após o parto, coberto pelo plano da mãe ou do pai titular.

Nesse mesmo prazo de 30 dias abre uma janela valiosa. Pela regra da ANS, ao incluir o bebê como dependente dentro desse período, a criança entra sem cumprir novas carências.

É por isso que a inscrição do recém-nascido deve ser feita rápido, ainda no primeiro mês de vida. Deixar passar a data significa entrar depois com os prazos cheios de um novo beneficiário.

Na cotação, o especialista já explica como funciona a inclusão do bebê na operadora que você escolher, para você não perder essa janela.

Como contratar o plano com obstetrícia

Da sua situação à carteirinha, em quatro passos.

01Diga o seu momentoGestante, tentante ou casal planejando, e quantas vidas cobrir.
02Compare operadorasA Kobe reúne quem tem obstetrícia na sua região e a rede de maternidades.
03Confira as regrasCarência de parto, pré-natal, coparticipação e maternidades credenciadas.
04ContrateJunto à operadora, por corretor habilitado, sem custo extra.

Olhe a rede de maternidades, não só o preço

No plano com obstetrícia, a rede credenciada de maternidades pesa tanto quanto a mensalidade. Adianta pouco economizar e não ter um hospital com boa estrutura de parto perto de você.

Compare quais maternidades cada operadora oferece na sua cidade antes de decidir. A Kobe traz essa informação junto do preço na comparação.

Para quem vale a segmentação com obstetrícia

E quando o hospitalar sem obstetrícia sai mais em conta.

A obstetrícia faz sentido para quem tem um plano de gravidez, seja de imediato ou nos próximos anos. Como a carência é longa, contratar cedo é o que garante a cobertura na hora certa.

Já quem não pretende ter filhos, ou já concluiu a família, costuma pagar por uma cobertura que não vai usar. Nesse caso, o hospitalar sem obstetrícia tende a sair mais barato com a mesma base de internação.

Se o parto é a sua prioridade central, vale ver ainda a página do plano com parto, que detalha os tipos de parto cobertos e a rede de maternidades.

Erros comuns na hora de contratar

O que costuma frustrar quem contrata pensando no parto.

Contratar já grávida e perto do fim. Com carência de até 300 dias, quem contrata no terceiro trimestre dificilmente terá o parto coberto. Planeje antes.

Escolher hospitalar sem obstetrícia por engano. Sem a obstetrícia, o parto simplesmente não é coberto. Confira a segmentação no contrato, não só o nome comercial.

Ignorar a rede de maternidades. O plano pode ser ótimo no papel e não ter uma boa maternidade credenciada perto de casa. Verifique antes.

Perder a janela de 30 dias do bebê. Incluir o recém-nascido no prazo evita novas carências. Deixar passar custa caro depois.

Por que comparar o plano com obstetrícia na Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos preço, carência de parto e rede de maternidades, e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

+50Operadoras comparadasTodas registradas na ANS, lado a lado.
R$0100% grátisVocê não paga nada pela comparação.
1minCotação rápidaPreencha ao lado e receba as opções.
Sem compromissoVocê só contrata se valer a pena.

Perguntas frequentes sobre plano hospitalar com obstetrícia

As dúvidas de quem contrata pensando em parto, gestação e no bebê.

O que é plano de saúde hospitalar com obstetrícia?
É a segmentação hospitalar acrescida da cobertura de parto. Você tem tudo o que o plano hospitalar oferece, como internação, cirurgia, UTI e pronto-socorro, e soma a assistência obstétrica. Isso inclui os procedimentos de pré-natal ligados à internação, o parto normal ou cesárea e o cuidado com o recém-nascido nos primeiros 30 dias de vida. A ANS define essa segmentação na Lei dos Planos de Saúde, e ela é a escolha de quem está grávida ou planeja ter filhos nos próximos anos.
Qual a diferença entre hospitalar com e sem obstetrícia?
A base hospitalar é idêntica nas duas: internação, cirurgia, UTI e pronto-socorro entram nas duas segmentações. A diferença está no parto. O hospitalar sem obstetrícia não cobre parto, pré-natal de internação nem o recém-nascido, e por isso costuma ser mais barato. O hospitalar com obstetrícia inclui toda essa camada de gestação e nascimento. Se você planeja ter filhos, precisa da versão com obstetrícia. Se não pretende, o sem obstetrícia entrega a mesma internação por menos.
Quanto tempo de carência para o parto?
A carência de parto a termo pode chegar a 300 dias pela regra da ANS. É o prazo mais longo do contrato, justamente porque uma gestação dura cerca de nove meses. Por isso, quem contrata já grávida corre o risco de a data prevista do parto cair antes do fim da carência. O ideal é contratar antes de engravidar ou logo no início da gravidez. A Kobe não promete redução de carência, mas compara as operadoras para mostrar quais têm as condições mais favoráveis ao seu caso.
O plano com obstetrícia cobre o pré-natal?
Cobre os procedimentos de pré-natal previstos no Rol de Procedimentos da ANS para a segmentação hospitalar com obstetrícia, incluindo consultas obstétricas, exames de acompanhamento e internações ligadas à gestação. Atenção a um ponto: o plano hospitalar puro não cobre consultas ambulatoriais de rotina fora da internação. Para o acompanhamento completo em consultório, o indicado é combinar a obstetrícia com a segmentação ambulatorial. Na cotação, o especialista confirma exatamente o que a operadora escolhida cobre durante a gravidez.
Como incluir o bebê no plano depois do parto?
A inclusão do recém-nascido como dependente deve ser feita dentro dos primeiros 30 dias de vida. Pela regra da ANS, ao inscrever o bebê nesse prazo, a criança entra sem cumprir novas carências, aproveitando a condição do plano da mãe ou do pai titular. Passado esse período, a inclusão ainda é possível, mas o bebê passa a cumprir os prazos de carência de um novo beneficiário. Por isso a inscrição precisa ser rápida. O corretor orienta o passo a passo na operadora que você contratar.
O recém-nascido tem carência no plano da mãe?
Nos primeiros 30 dias de vida, o recém-nascido é assistido pela obstetrícia do plano da mãe ou do pai titular, sem carência para os cuidados desse período. E se a criança for inscrita como dependente dentro desses 30 dias, ela ingressa no plano sem cumprir novas carências, por garantia da regra da ANS. A janela dos 30 dias é o ponto crítico. Cumprido o prazo dentro dele, o bebê segue coberto sem espera. Perder a data significa entrar depois com carências cheias.
Vale a pena se eu não pretendo ter filhos agora?
Depende do seu horizonte. Se você não planeja ter filhos nos próximos anos ou já concluiu a família, a obstetrícia vira uma cobertura que você paga e não usa, e o hospitalar sem obstetrícia entrega a mesma internação por menos. Agora, se há intenção de engravidar mesmo que daqui a um ou dois anos, contratar cedo faz sentido, porque a carência de até 300 dias exige antecedência. A Kobe compara os dois cenários para você ver a diferença de preço e decidir.
A obstetrícia cobre parto normal e cesárea?
Sim. A segmentação hospitalar com obstetrícia cobre tanto o parto normal quanto a cesárea, conforme a indicação médica e o Rol de Procedimentos da ANS. A escolha entre um tipo de parto e outro é uma decisão clínica, tomada entre você e o obstetra, dentro da cobertura do plano. O que varia entre operadoras é a rede de maternidades credenciadas e as regras de coparticipação. Por isso vale comparar não só o preço, mas também quais hospitais de parto cada operadora oferece na sua região.
O plano cobre parto de urgência antes dos 300 dias?
As situações de urgência e emergência têm carência de apenas 24 horas pela regra da ANS, e isso inclui intercorrências obstétricas que coloquem em risco a vida da gestante ou do bebê. Já o parto a termo, ou seja, o parto normal no fim da gestação, segue a carência de até 300 dias. Na prática, uma emergência é atendida quase de imediato, mas o parto programado exige o cumprimento do prazo longo. Confirme sempre com a operadora como cada situação é enquadrada no seu contrato.
Homem ou casal sem gestante precisa da obstetrícia?
Precisa se houver plano de ter filhos. A obstetrícia não serve só à mãe: ela garante a cobertura do parto e a assistência ao recém-nascido, que pode ser incluído tanto pelo plano da mãe quanto pelo do pai titular. Um casal que pretende engravidar deve pensar na carência desde já, porque os até 300 dias correm a partir da contratação. Se a paternidade ou maternidade não está nos planos, o hospitalar sem obstetrícia costuma ser a escolha mais econômica com a mesma base de internação.
A obstetrícia encarece muito o plano?
A obstetrícia adiciona um custo à segmentação hospitalar, mas o quanto varia bastante entre operadoras, faixa etária e região. Em muitos casos a diferença é menor do que se imagina, e compensa quando há intenção real de ter filhos, já que um parto particular custa caro. A comparação é o que revela essa conta. A Kobe coloca lado a lado o hospitalar com e sem obstetrícia de várias operadoras, para você enxergar a diferença de mensalidade e decidir com o número na frente.

Guias e planos relacionados

Plano com obstetrícia no seu estado

Operadora, rede de maternidades e preço mudam por região. Veja as opções no seu estado.

Vai ter filho? Descubra o preço do plano com obstetrícia

Cotação grátis e sem compromisso. Compare parto, pré-natal, rede de maternidades e carência entre as operadoras da ANS.

Cotação grátis WhatsApp