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Plano de Saúde Empresarial para 100 Vidas

Aos 100 vidas o seu contrato deixa de ser PME e entra na categoria de grande empresa

Cem vidas é a virada. A partir daqui o plano é montado sob medida, o reajuste passa a olhar a sinistralidade do próprio grupo e a carência costuma ser dispensada. Compare as operadoras da ANS e cote grátis.

  • Entrada em grande empresa
  • Reajuste pelo seu grupo
  • Rede e coparticipação sob medida
  • Todas as operadoras da ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Equipe de RH de grande empresa com cerca de cem colaboradores analisando o contrato coletivo de plano de saúde pela Kobe
100
A viradaPME vira grande empresa
Operadoras para 100 vidas
AmilBradesco SaúdeSulAméricaHapvidaNotreDamePorto SeguroUnimed

Aos 100 vidas o contrato deixa de ser tratado como PME e passa a valer como grande empresa. A partir desse porte o plano é desenhado sob medida, o reajuste anual passa a olhar a sinistralidade do próprio grupo e a carência costuma ser dispensada na contratação.

Plano de saúde empresarial para 100 vidas: a virada de porte

Cem vidas é o número que separa a pequena e média empresa da grande empresa na saúde suplementar.

Um plano empresarial para 100 vidas é o contrato coletivo que atinge o porte de grande empresa, com regras próprias de negociação, reajuste e rede.

Até 99 vidas o contrato segue a lógica de plano de saúde PME, com condições mais padronizadas pela operadora.

Ao cruzar as 100 vidas, o grupo passa a ter peso próprio. A operadora enxerga uma carteira grande o bastante para calcular preço e reajuste com base no comportamento dela mesma, não numa média de mercado.

Essa mudança não é só de tamanho. É de modelo de contrato, e é ela que muda o que a empresa consegue negociar.

O que muda de PME 99 para grande empresa 100+

Uma vida a mais na faixa cruza a fronteira e destrava um contrato diferente.

A diferença entre 99 e 100 vidas parece pequena, mas cruza a fronteira que separa dois modelos de contrato. A tabela abaixo mostra o que costuma virar do jogo.

O que muda ao sair de PME com até 99 vidas para grande empresa a partir de 100 vidas
CritérioPME até 99 vidasGrande empresa 100+ vidas
Modelo de contratoCondições mais padronizadasContrato desenhado sob medida
Reajuste anualAgrupado com outras empresas do porteCalculado pela sinistralidade do próprio grupo
CarênciaPode incidir conforme a operadoraCostuma ser dispensada na contratação
Rede credenciadaOferta padrão da operadoraNegociável, com possibilidade de rede ampliada
CoparticipaçãoModelos fixosDesenhada para o perfil do grupo
Área de RHNem sempre estruturadaGestão de benefícios organizada

Reajuste pela sinistralidade do próprio grupo

Aos 100 vidas, o reajuste passa a espelhar o uso da sua própria empresa.

A mudança mais importante aos 100 vidas está no reajuste. Deixa de ser um percentual colado a outras empresas e passa a olhar a sinistralidade do seu grupo.

Na prática, a operadora compara o que arrecadou em mensalidades com o que pagou em atendimentos ao longo do ano. Se o grupo usa bem, o reajuste tende a ser mais contido.

Isso dá à empresa um controle que a PME não tem. Ações de saúde, prevenção e um bom desenho de coparticipação passam a mexer diretamente no custo do ano seguinte.

O outro lado também é verdadeiro. Um grupo com uso muito acima do previsto vê o reajuste subir, então a gestão do benefício deixa de ser detalhe e vira parte da conta.

Percentuais e regras de reajuste variam por operadora e por contrato. Os valores citados são ilustrativos e servem apenas de referência, sempre confirme na proposta.

O que a grande empresa passa a negociar aos 100 vidas

Rede, carência e coparticipação deixam de ser pacote fechado.

Cada um desses pontos era um pacote fechado na PME. Na grande empresa, viram itens de negociação, e é aí que mora a economia de médio prazo.

A Kobe organiza essa comparação para que a decisão não fique só no preço de entrada, mas no custo real ao longo do contrato.

01CarênciaCom 100 vidas a carência costuma ser dispensada, o que agiliza a entrada de todo o grupo no plano.
02Rede credenciadaA empresa negocia a rede que atende de fato o seu grupo, com chance de incluir hospitais e clínicas de referência.
03Coparticipação sob medidaO modelo de coparticipação é desenhado para o perfil do grupo, equilibrando mensalidade e controle de uso.

Como contratar o plano para 100 vidas

Do levantamento do grupo à carteirinha, em quatro passos.

01Reúna o grupoVidas, faixas etárias e o histórico de uso do plano atual, se existir.
02Compare operadorasA Kobe reúne as que trabalham com grande empresa na sua região.
03Negocie as condiçõesRede, coparticipação, segmentação e a regra de reajuste do grupo.
04ContrateJunto à operadora, por corretor habilitado, sem custo extra.

Por que o histórico de uso importa aos 100 vidas

Se a empresa já tem plano, o histórico de uso do grupo é uma carta na mesa. Um grupo com boa sinistralidade negocia condições melhores na troca de operadora.

Esse relatório costuma ser fornecido pela operadora atual e ajuda a Kobe a buscar propostas mais afiadas para o seu perfil.

100 vidas ou 500 vidas: qual é o seu momento

A entrada em grande empresa é diferente da grande corporação.

É comum confundir o contrato de 100 vidas com o de grande corporação. São estágios diferentes da mesma escada.

Aos 100 vidas a empresa entra na categoria grande empresa, com contrato sob medida e reajuste pelo próprio grupo, mas ainda dentro dos modelos tradicionais da operadora.

Já o plano para 500 vidas abre portas para autogestão e administração por terceiros, a chamada TPA, com um nível de customização que 100 vidas normalmente não acessa.

Saber em que degrau a empresa está evita contratar um modelo caro demais ou simples demais para o momento.

Erros comuns na faixa de 100 vidas

O que costuma custar caro para quem acabou de virar grande empresa.

Renovar no automático como se ainda fosse PME. Aos 100 vidas a empresa ganha poder de negociar, e não usar isso é dinheiro na mesa.

Ignorar a sinistralidade. Sem acompanhar o uso do grupo, o reajuste do ano seguinte vira surpresa. Monitorar é parte do contrato agora.

Escolher só pela mensalidade de entrada. Um preço baixo com reajuste agressivo custa mais em dois anos que um preço justo com histórico estável.

Não estruturar o RH. Com cem vidas, a gestão de inclusões, exclusões e coparticipação precisa de processo, ou o custo escapa.

Por que cotar o plano de 100 vidas com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS que trabalham com grande empresa, comparamos preço, rede e regra de reajuste para o seu grupo e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

+50Operadoras comparadasTodas registradas na ANS, lado a lado.
R$0100% grátisA empresa não paga nada pela comparação.
100Foco em grande empresaPropostas para a faixa a partir de cem vidas.
Sem compromissoVocê só contrata se valer a pena.

Perguntas frequentes sobre plano de saúde empresarial para 100 vidas

As dúvidas de quem acabou de cruzar a faixa de grande empresa.

Por que 100 vidas é considerado grande empresa no plano de saúde?
Porque cem vidas é o porte em que a carteira do contrato fica grande o bastante para ser calculada por si mesma. Até 99 vidas a operadora agrupa a empresa com outras de porte parecido para definir preço e reajuste. A partir de 100 vidas o grupo ganha peso próprio, e o contrato passa a ser desenhado sob medida, com reajuste que olha a sinistralidade da própria empresa. Essa virada de modelo, e não apenas o número, é o que caracteriza a grande empresa na saúde suplementar.
O que muda de 99 para 100 vidas no contrato?
Muda o modelo. Com até 99 vidas o contrato segue a lógica de PME, com condições mais padronizadas pela operadora. Ao chegar a 100 vidas, o plano entra na faixa de grande empresa, o que costuma trazer contrato sob medida, reajuste calculado pela sinistralidade do próprio grupo, carência normalmente dispensada e rede negociável. Uma vida a mais na faixa cruza a fronteira entre dois modelos de contrato, por isso a cotação deve considerar o porte novo, não repetir as condições que a empresa tinha como PME.
A carência é dispensada com 100 vidas?
Na maioria das contratações de grande empresa, sim. A partir de 100 vidas a carência costuma ser dispensada, o que permite que todo o grupo comece a usar o plano logo na entrada, sem períodos de espera para consultas, exames e internações. Ainda assim, isso não é uma regra automática de todas as operadoras, e depende do que fica acordado na proposta. A Kobe confirma a condição de carência de cada operadora antes da contratação, para que a empresa saiba exatamente o que foi negociado.
Como funciona o reajuste de um plano com 100 vidas?
Aos 100 vidas o reajuste passa a espelhar o uso do próprio grupo. A operadora compara o que recebeu em mensalidades com o que pagou em atendimentos ao longo do ano, e é essa relação, a sinistralidade, que baliza o percentual do ano seguinte. Um grupo que usa de forma equilibrada tende a ter reajustes mais contidos. Um grupo com uso muito acima do previsto vê o percentual subir. Diferente da PME, aqui a empresa influencia o próprio reajuste com prevenção e um bom desenho de coparticipação.
O que a empresa passa a negociar aos 100 vidas?
Praticamente tudo o que na PME vinha em pacote fechado. Com 100 vidas a empresa negocia a rede credenciada, incluindo a chance de acrescentar hospitais e clínicas de referência, o modelo de coparticipação desenhado para o perfil do grupo e a regra de reajuste ligada à sinistralidade. A dispensa de carência também entra na mesa. É essa margem de negociação que separa o contrato de grande empresa do de PME, e é onde mora a economia ao longo do contrato, não apenas no preço de entrada.
Preciso ter exatamente 100 funcionários para essa faixa?
Não precisa ser exatamente cem, e a conta é por vidas, não só por funcionários. Vidas somam titulares e dependentes, então uma empresa com oitenta colaboradores e vários dependentes pode ultrapassar as cem vidas. Operadoras diferentes marcam o início da faixa de grande empresa em pontos próximos, algumas um pouco antes, outras um pouco depois de cem. Por isso vale cotar mesmo estando perto do número, já que o grupo pode já se enquadrar nas condições de grande empresa.
Vale a pena ter coparticipação com 100 vidas?
Na maioria dos grupos desse porte, sim. A coparticipação faz o usuário pagar um valor por procedimento usado, o que reduz a mensalidade e, principalmente, ajuda a controlar a sinistralidade que define o reajuste. Como aos 100 vidas o reajuste depende do uso do próprio grupo, um bom modelo de coparticipação vira uma ferramenta de gestão de custo, não só de desconto. O ideal é desenhar o percentual e os tetos conforme o perfil da empresa, e a Kobe compara os modelos de cada operadora para achar o equilíbrio.
Qual a diferença entre 100 vidas e 500 vidas?
São degraus diferentes da mesma escada. Aos 100 vidas a empresa entra na categoria grande empresa, com contrato sob medida e reajuste pelo próprio grupo, mas ainda dentro dos modelos tradicionais da operadora. A partir de 500 vidas abrem-se portas para autogestão e para a administração por terceiros, a TPA, com um nível de customização de rede e de gestão que cem vidas normalmente não acessa. Saber em qual degrau a empresa está evita contratar um modelo caro demais ou simples demais para o momento do negócio.
O histórico do plano atual influencia a nova cotação?
Influencia bastante nessa faixa. Se a empresa já tem plano, o relatório de uso do grupo, fornecido pela operadora atual, mostra a sinistralidade e vira argumento de negociação. Um grupo com bom histórico de uso consegue propostas melhores ao trocar de operadora, porque a nova operadora enxerga um risco mais controlado. Por isso, ao cotar 100 vidas, vale reunir esse histórico antes de comparar. A Kobe usa esses dados para buscar propostas mais afiadas e alinhadas ao perfil real da empresa.
Como o RH gerencia um plano de 100 vidas?
Com processo. A partir de cem vidas as inclusões e exclusões de colaboradores, a gestão de dependentes e o acompanhamento da coparticipação passam a exigir uma rotina organizada, e não decisões avulsas. Muitas operadoras oferecem portais de gestão para grande empresa, onde o RH movimenta o contrato e acompanha indicadores de uso. Esse acompanhamento é o que permite agir sobre a sinistralidade antes do reajuste. A Kobe orienta quais operadoras oferecem as ferramentas de gestão mais adequadas ao tamanho da sua equipe.
A Kobe cobra para cotar o plano de 100 vidas?
Não cobra nada da empresa. A Kobe é comparadora e intermediadora, não é operadora, e reúne as operadoras registradas na ANS que trabalham com grande empresa para comparar preço, rede e regra de reajuste do seu grupo. A empresa preenche a cotação, recebe as opções e decide sem compromisso, sendo conduzida por um corretor habilitado até a operadora escolhida. O modelo é gratuito para quem contrata porque a remuneração vem da operadora, o que não altera o preço do plano para a empresa.

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