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Plano de Saúde PME

De 2 a 99 vidas, o melhor custo por vida para a pequena e média empresa

O plano PME é o ponto de equilíbrio do mercado empresarial: coletivo o bastante para baixar o preço, pequeno o bastante para ser simples de contratar. Compare as operadoras que atendem o seu porte e cote grátis em 1 minuto.

  • De 2 a 99 vidas
  • Melhor custo por vida
  • Sócios e funcionários
  • Todas as operadoras da ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Sócios de pequena empresa sorrindo, com plano de saúde PME da Kobe
2-99
Vidasa faixa da pequena e média empresa
Operadoras para PME
AmilBradesco SaúdeSulAméricaHapvidaNotreDamePorto SeguroUnimed

Sim, a pequena empresa pode ter plano de saúde a partir de 2 vidas. O plano PME cobre de 2 a 99 vidas, entre sócios e funcionários, e costuma ter o melhor custo por vida do mercado empresarial.

O que é plano de saúde PME?

O plano coletivo da pequena e média empresa, de 2 a 99 vidas, com preço de negociação empresarial.

Plano de saúde PME é o plano de saúde coletivo empresarial voltado à pequena e média empresa, com contratos que vão de 2 a 99 vidas. Ele usa o CNPJ da empresa para reunir sócios, funcionários e dependentes num único plano, com preço de negociação coletiva.

A sigla PME significa Pequena e Média Empresa, e é justamente esse porte que costuma encontrar o melhor equilíbrio entre preço e simplicidade. A empresa é pequena o suficiente para contratar sem burocracia de grande corporação, mas coletiva o bastante para o preço já cair bem abaixo do individual.

A lógica que barateia é a diluição do risco entre as vidas do contrato. Quanto mais gente no plano, mais o custo de quem usa muito se equilibra com o de quem usa pouco, e menor tende a ser a mensalidade por pessoa.

PME, MEI ou grande empresa: onde a sua entra?

O porte define o preço, as operadoras e o poder de negociação. Veja onde a sua empresa se encaixa.

O plano empresarial se organiza por faixas de vidas, e a PME ocupa o meio do caminho. Entender a faixa certa evita que você contrate na categoria errada e pague a mais.

Onde a PME se posiciona no plano empresarial
PorteVidasQuem contrata
MEI2 a 3Autônomo com CNPJ de MEI
PME2 a 99Pequena e média empresa, sócios e funcionários
Grande empresa100 ou maisCorporações, contratos sob medida

Se você é autônomo, o caminho é o plano de saúde MEI. Se a empresa passa de 100 vidas, veja o plano corporativo. Para tudo entre 2 e 99, o PME é a resposta.

Por que a PME tem o melhor custo por vida

Existe um ponto ótimo no plano empresarial, e a PME costuma cair bem em cima dele. Nas faixas menores, como o MEI de 2 vidas, o grupo é pequeno demais para diluir bem o risco, e um único uso pesado impacta muito.

Nas grandes corporações, o preço por vida já é baixo, mas a contratação envolve mais processo e exigências. A PME fica no meio: reúne vidas suficientes para o preço cair, sem a complexidade de um contrato de centenas de pessoas.

Na prática, isso significa que uma empresa com dez, vinte ou trinta vidas costuma conseguir mensalidades por pessoa bem competitivas, com redução de carência e boas condições de rede, tudo com uma contratação simples.

Como funciona o plano de saúde PME

Do CNPJ à carteirinha, em quatro passos.

01Diga o porteCNPJ, número de vidas e as cidades da equipe.
02Compare operadorasA Kobe reúne as que atendem PME na sua região.
03Ajuste o planoSegmentação, coparticipação e rede conforme a necessidade.
04ContrateJunto à operadora, por corretor habilitado, sem custo extra.

Quem entra e como se comprova o vínculo

Entram sócios e funcionários registrados, além dos dependentes de cada um. O sócio comprova o vínculo pelo contrato social, e o funcionário, pelo registro em folha ou eSocial. No plano, cada integrante conta como uma vida e paga conforme a faixa de idade em que está.

Quem paga a conta

Quem define quanto banca é a própria empresa. Há quem ofereça o plano cem por cento pago como benefício, quem rateie via desconto em folha e quem prefira a coparticipação. Como a lei não obriga a bancar nada, a pequena empresa desenha o benefício de acordo com o fôlego do caixa.

Quanto custa um plano de saúde PME?

O preço depende do número de vidas, da idade do grupo, da cidade e da cobertura.

O plano PME é montado sob medida para o seu grupo, então não existe um valor fixo. Para dar uma referência realista, o mais útil é olhar o custo total mensal estimado por porte, considerando um grupo de idade média. Grupos maiores tendem a um custo por vida menor.

Custo mensal total de referência do plano PME, por número de vidas
Vidas no contratoCusto mensal total (referência)
2 vidasR$ 500 a R$ 1.100
5 vidasR$ 1.200 a R$ 2.600
10 vidasR$ 2.300 a R$ 5.000
20 vidasR$ 4.400 a R$ 9.500
50 vidasR$ 10.000 a R$ 22.000

Valores de referência de mercado, ilustrativos e sujeitos a variação por operadora, idade do grupo, região e cobertura. Não constituem oferta.

O que a pequena empresa precisa para contratar

Poucos documentos, e a maioria você já tem.

01CNPJ e contrato socialCNPJ ativo e regular, com o contrato social da empresa.
02Relação de vidasNome, documento e idade de cada sócio, funcionário e dependente.
03Comprovação de vínculoContrato social para sócios, registro ou eSocial para funcionários.

Estando o CNPJ regular e a lista de vidas montada, a cotação anda depressa. Cada operadora pede um conjunto próprio de papéis, e a Kobe indica exatamente o que a sua faixa de porte exige.

Carência do plano PME

Os prazos são os da ANS, com margem para negociar melhor no coletivo.

Os limites de espera seguem a tabela da ANS: atendimento de urgência e emergência em 24 horas, parto em no máximo 300 dias e o grosso dos procedimentos em até 180 dias.

Redução de carência conforme cresce o grupo

Aqui a PME leva vantagem sobre o individual. Passado um determinado volume de vidas, boa parte das operadoras corta ou zera a espera do grupo. Chegando às dezenas de integrantes, fica bem mais fácil negociar a entrada sem carência. Quem já tem plano pode usar a portabilidade de carências para migrar aproveitando o que já cumpriu.

Como reduzir o custo do plano PME

Ajustes simples que cabem no bolso da pequena empresa.

Adote a coparticipação. Quando o time usa o plano com pouca frequência, a coparticipação derruba a mensalidade fixa e você paga uma parte só quando alguém usa.

Escolha a abrangência certa. Se a equipe está numa cidade ou região só, um plano regional custa menos que o nacional e entrega a mesma cobertura onde importa.

Ajuste segmentação e acomodação. Bancar quarto privativo e obstetrícia para um time que não vai usar é desperdício. Calibre a cobertura pelo que a equipe realmente precisa.

Reúna mais vidas. Incluir dependentes pode parecer que aumenta o custo, mas às vezes é o que faz a empresa cruzar a faixa que reduz a carência e melhora o preço por vida.

Compare a cada renovação. O reajuste anual do coletivo não tem teto. Comparar operadoras todo ano é o que evita ficar preso a um aumento alto, e é de graça com a Kobe.

Erros comuns ao contratar plano PME

Olhar só a primeira mensalidade. No coletivo pequeno, o reajuste do ano seguinte depende do uso do grupo. Compare o histórico de reajuste, não só o preço de entrada.

Esquecer a rede na cidade da equipe. Um plano barato sem bons hospitais perto do time gera reclamação. Confira a rede antes de fechar.

Não definir o custeio. Acertar de antemão a fatia da empresa e a do colaborador evita atrito e mantém o benefício de pé no longo prazo.

Fechar com a primeira proposta. As condições mudam muito por operadora e por número de vidas. Comparar é o que garante o melhor custo por vida.

Por que contratar o plano PME com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora, então não há nada para empurrar. Nosso papel é juntar as operadoras registradas na ANS, colocar preço por vida, cobertura e rede lado a lado para o porte da sua empresa e ligar você a um corretor habilitado, tudo sem cobrar pela comparação.

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Perguntas frequentes sobre plano de saúde PME

As dúvidas mais comuns de quem vai contratar plano para a pequena empresa.

A partir de quantas vidas contrato um plano PME?
O plano de saúde PME começa em 2 vidas. É o mínimo para caracterizar o contrato coletivo empresarial de pequena e média empresa. A partir daí, o contrato pode crescer até 99 vidas, faixa em que ainda vale a condição de PME. Acima disso, a empresa entra em outra categoria, com regras de contrato maior. Para 2 vidas, entram tipicamente dois sócios, ou o titular e um dependente.
Qual a diferença entre plano PME e plano MEI?
Os dois são coletivos empresariais, mas mudam pelo porte. O MEI é o autônomo com CNPJ de Microempreendedor Individual, que entra com 2 a 3 vidas. O PME é a empresa de pequeno e médio porte, que reúne de 2 a 99 vidas, entre sócios e funcionários. O PME costuma ter um leque maior de operadoras e mais poder de negociação conforme cresce o número de vidas. Se você é MEI, veja a página do plano de saúde MEI.
Plano PME é mais barato que o individual?
Sim, quase sempre. Por ser coletivo, o plano PME dilui o risco entre as vidas do contrato, o que derruba a mensalidade em comparação com o individual de mesma cobertura. A diferença é maior nas faixas etárias mais altas. Em troca, o reajuste do coletivo é negociado com a operadora e não tem o teto do individual, mas, no acumulado, a economia costuma compensar.
Quantos funcionários preciso ter para contratar PME?
Você não precisa de muitos. Duas vidas já bastam, e elas não precisam ser dois funcionários registrados. Uma pequena empresa com dois sócios, por exemplo, contrata o plano PME com os próprios sócios. Empresas com funcionários incluem os registrados e seus dependentes. O que a operadora pede é a comprovação do vínculo de cada vida com a empresa.
Sócio pode entrar no plano PME sem ser funcionário?
Sim. O sócio ou administrador da empresa pode ser uma vida do plano PME comprovando a participação societária, sem precisar de registro como funcionário. Isso é comum em empresas de serviços com dois ou três sócios. A operadora aceita o contrato social ou a alteração contratual como comprovação do vínculo.
O plano de saúde PME tem carência?
Tem, dentro dos tetos da ANS: 24 horas para urgência e emergência, até 300 dias para parto e até 180 dias para a maior parte dos atendimentos. O trunfo do PME aparece no volume: reunindo mais vidas, muitas operadoras topam encurtar ou dispensar essa espera, e quanto maior o grupo, melhor a negociação.
A pequena empresa é obrigada a pagar o plano do funcionário?
Não. Não existe obrigação legal de a empresa custear o plano. É comum a PME pagar uma parte e descontar a outra em folha, ou oferecer o plano com coparticipação. É a empresa que escolhe o formato de pagamento, respeitando o que a operadora permite. O importante é que o coletivo dá o preço melhor, independentemente de quem paga.
Como funciona o reajuste do plano PME?
Como o PME é um contrato coletivo, o aumento de cada aniversário sai de uma conversa entre operadora e empresa, guiada pelo quanto o grupo usou no ano, e não fica preso ao limite que a ANS aplica ao individual. Em contratos pequenos, com poucas vidas, um único uso pesado pode elevar o reajuste do ano seguinte. Por isso vale comparar o histórico de reajuste das operadoras antes de fechar, algo que a Kobe faz de graça.
Quais documentos a pequena empresa precisa?
O básico é o CNPJ ativo e regular e o contrato social. A operadora também pede os documentos das vidas, como RG, CPF e comprovantes, e a comprovação do vínculo de cada uma, seja como sócio ou como funcionário registrado. Com a documentação em ordem, a proposta sai rápido, e a Kobe orienta o que cada operadora exige.
O plano PME cobre dependentes dos funcionários?
Sim. Esposa, marido, companheiro, filhos e demais dependentes aceitos passam a ser vidas do contrato, cada qual pagando pela faixa etária correspondente. Incluir dependentes é o que transforma o plano PME num benefício de peso para o time, e ainda ajuda a empresa a atingir o número de vidas que melhora as condições do contrato.
Como reduzir o custo do plano de saúde PME?
Há caminhos concretos. Escolher a coparticipação derruba a mensalidade fixa para quem usa pouco. Optar por um plano regional, se o time está numa cidade só, sai mais barato que o nacional. Ajustar a segmentação e a acomodação para o que a empresa realmente precisa evita pagar por cobertura que não será usada. E comparar operadoras a cada renovação garante que você não fique preso a um reajuste alto. A Kobe cruza tudo isso na cotação.

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