Cotação 100% grátis, sem compromisso Todas as operadoras num só lugar Individual, família, empresa e odonto
Para você · Setor público

Plano de saúde para funcionários públicos

Sou funcionário público: qual a melhor escolha de plano para mim

Muita gente do serviço público fica entre a autogestão do próprio órgão e um plano do mercado. Aqui você tem o passo a passo para decidir, comparando cobertura, rede na sua cidade, coparticipação e o auxílio-saúde. Compare as operadoras da ANS e cote grátis em 1 minuto.

  • Autogestão x plano do mercado
  • Cobertura e rede na sua cidade
  • Auxílio-saúde entra na conta
  • Operadoras registradas na ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Servidor de repartição pública comparando opções de plano de saúde pela Kobe
?
Autogestãoou mercado
Operadoras para o setor público
AmilBradesco SaúdeSulAméricaHapvidaNotreDamePorto SeguroUnimed

O funcionário público escolhe entre a autogestão do próprio órgão, quando existe, e um plano do mercado. A decisão certa depende de comparar cobertura, rede na sua cidade, coparticipação e o auxílio-saúde disponível.

Funcionário público: como decidir o plano

Duas rotas na mesa, e um jeito objetivo de escolher a melhor para o seu caso.

Quem é funcionário público costuma ter uma vantagem que o setor privado nem sempre tem, a chance de aderir a um plano de autogestão ligado ao órgão.

Só que autogestão nem sempre é a melhor conta. Em muitas cidades a rede credenciada dela é curta, e um plano do mercado atende melhor perto de casa.

A escolha não é sobre qual é o melhor plano no geral. É sobre qual encaixa na sua cidade, na sua família e no seu bolso depois do auxílio.

Estatutário, celetista ou comissionado: o vínculo muda o acesso

O tipo de vínculo com o serviço público define a quais planos você chega.

Antes de decidir, vale saber onde você se encaixa, porque o vínculo abre ou fecha portas.

Tipo de vínculo no serviço público e acesso aos planos
VínculoO que éAcesso a plano
EstatutárioServidor efetivo, regido por estatuto próprioAutogestão do órgão, quando há, e planos do mercado
CeletistaEmpregado público pela CLT, comum em estataisPlano coletivo empresarial da estatal e mercado
ComissionadoCargo de confiança, sem concursoDepende da regra do órgão, quase sempre o mercado
TemporárioContrato por prazo determinadoEm geral só o mercado, por CPF ou por CNPJ

Autogestão x plano do mercado: a comparação que importa

Quatro critérios decidem quase toda escolha do funcionário público.

Reduza a decisão a quatro pontos e ela fica clara. Compare os mesmos itens nos dois lados, não só o preço da mensalidade.

Critérios de decisão entre autogestão do órgão e plano do mercado
CritérioAutogestão do órgãoPlano do mercado
CoberturaBoa, mas fixa no plano do órgãoVocê escolhe a segmentação e o padrão
Rede na sua cidadeDepende da região, às vezes curtaCompara várias operadoras e redes locais
Custo com auxílio-saúdeAuxílio costuma abater bemAuxílio também vale, conforme a regra
DependentesRegras próprias do órgãoInclui família por faixa etária, com flexibilidade

Valores e reembolsos citados são referência ilustrativa e variam por órgão, operadora e cidade. Confirme na cotação.

Checklist de decisão, passo a passo

Percorra na ordem e você chega à resposta sem chute.

011. Existe autogestão?Confirme no RH ou no portal do servidor se o seu órgão oferece plano próprio.
022. A rede atende você?Cheque hospitais e médicos da autogestão na sua cidade e bairro.
033. Quanto é o auxílio?Descubra o valor do auxílio-saúde e a que planos ele se aplica.
044. Compare o mercadoPeça a cotação das operadoras da ANS e coloque lado a lado.

O erro de olhar só a mensalidade

Muita gente compara autogestão e mercado só pelo valor cheio, e decide errado.

O número que importa é o custo depois do auxílio, com a rede que você realmente usa. Um plano um pouco mais caro, com hospital perto de casa, sai melhor do que um barato que não atende na sua cidade.

O auxílio-saúde entra na conta

O reembolso do órgão pode virar a decisão de um lado para o outro.

Boa parte dos órgãos paga um auxílio-saúde, um valor mensal que abate parte da mensalidade do plano.

O ponto é que esse auxílio nem sempre vale só na autogestão. Em muitos casos ele também cobre plano do mercado, dentro de um teto por dependente.

Por isso a conta muda. Um plano do mercado com auxílio pode ficar mais barato, no líquido, do que a autogestão sem o mesmo benefício. Verifique a regra do seu órgão antes de fechar.

Coparticipação: o detalhe que muda o valor mensal

Planos com e sem coparticipação atendem perfis diferentes de servidor.

A coparticipação é aquele valor menor que você paga a cada consulta ou exame, em troca de uma mensalidade mais baixa.

Para o servidor que usa pouco o plano, a coparticipação costuma valer a pena, porque a mensalidade cai. Para quem tem consulta frequente ou tratamento contínuo, um plano sem coparticipação tende a ser mais previsível.

Se quer entender como esse modelo funciona antes de decidir, veja o plano de saúde com coparticipação e compare com a autogestão do seu órgão.

Quando cada rota costuma ganhar

Nem sempre a autogestão vence, e nem sempre o mercado.

Se o seu órgão não tem autogestão, a comparação fica direta entre as operadoras do mercado. A Kobe reúne as opções da ANS que atendem a sua região e mostra tudo lado a lado.

01Autogestão leva vantagemQuando a rede do órgão é forte na sua cidade e o auxílio abate bem a mensalidade.
02Mercado leva vantagemQuando você mora longe da rede da autogestão ou quer escolher a segmentação e o hospital.
03Empate técnicoAí decide o detalhe: dependentes, coparticipação e atendimento no seu bairro.

Por que comparar as suas rotas com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos cobertura, rede e preço para o seu perfil de funcionário público e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

+50Operadoras comparadasTodas registradas na ANS, lado a lado.
R$0100% grátisVocê não paga nada pela comparação.
1minCotação rápidaPreencha ao lado e receba as opções.
Sem compromissoVocê só contrata se valer a pena.

Perguntas frequentes de quem é funcionário público

As dúvidas mais comuns na hora de escolher entre autogestão e mercado.

A autogestão do órgão vale mais que um plano do mercado?
Depende da sua cidade. A autogestão costuma ter boa cobertura e um auxílio que abate a mensalidade, o que ajuda muito. O ponto fraco aparece na rede credenciada, que em algumas regiões é curta e obriga a percorrer distância para atender. Um plano do mercado deixa você escolher a operadora, o hospital e a segmentação perto de casa. Por isso a resposta certa vem de comparar os dois com a mesma lista de critérios, cobertura, rede local, custo com auxílio e dependentes, e não de uma regra fixa.
Sou comissionado, tenho direito à autogestão?
Nem sempre. O acesso à autogestão costuma ser desenhado para o servidor efetivo, o estatutário, e cada órgão define se o comissionado entra ou não. Em muitos casos o cargo de confiança fica de fora do plano próprio e resolve pelo mercado, contratando por CPF ou pelo CNPJ de uma empresa. Vale confirmar a regra no RH antes de decidir. Se você não tem direito à autogestão, a comparação entre as operadoras da ANS passa a ser o caminho, e a Kobe reúne as que atendem a sua cidade.
Como escolho entre autogestão e mercado sem errar?
Siga uma ordem simples. Primeiro confirme se o seu órgão tem autogestão. Depois cheque se a rede dela atende no seu bairro e nos hospitais que você usa. Em seguida descubra o valor do auxílio-saúde e a quais planos ele se aplica. Só então compare a cotação do mercado, colocando o custo líquido, já com o auxílio, ao lado do custo da autogestão. Quem decide só pela mensalidade cheia costuma errar. O número que importa é o gasto real com a rede que você de fato utiliza.
O auxílio-saúde vale também para plano do mercado?
Em muitos órgãos, sim. O auxílio-saúde é um reembolso mensal que abate parte da mensalidade, e uma boa parte das administrações permite usá-lo em plano do mercado, não só na autogestão, dentro de um teto por dependente. Isso muda a conta, porque um plano do mercado com auxílio pode sair mais barato, no líquido, do que a autogestão sem o mesmo benefício. Cada órgão tem a própria regra e o próprio teto, então confirme no seu antes de fechar. É esse valor que você deve colocar na comparação final.
Estatutário e celetista escolhem os mesmos planos?
Nem sempre. O estatutário, servidor efetivo regido por estatuto próprio, costuma ter acesso à autogestão do órgão e também ao mercado. O celetista, empregado público pela CLT, comum em estatais e empresas públicas, em geral entra no plano coletivo empresarial da própria estatal, além de poder buscar o mercado. Na prática, os dois têm boas rotas, mas partem de portas diferentes. Saber o seu vínculo é o primeiro passo para não perder uma opção. A Kobe compara o mercado nos dois casos, sem custo.
Meu órgão não tem autogestão, o que faço?
A decisão fica mais simples, porque some uma das rotas. Sem plano próprio do órgão, a comparação passa a ser entre as operadoras do mercado que atendem a sua cidade. Você pode contratar como pessoa física, no seu CPF, ou por um CNPJ, quando tem uma empresa ou adesão por entidade. O auxílio-saúde, se existir no seu órgão, costuma valer também para esse plano do mercado. A Kobe reúne as opções da ANS, compara cobertura, rede e preço e mostra tudo lado a lado para você escolher.
Posso incluir minha família na decisão?
Pode, e a família muitas vezes vira o critério de desempate. Na autogestão, os dependentes seguem as regras próprias do órgão, com limites de quem entra e de quanto o auxílio cobre por pessoa. No mercado, você inclui cônjuge e filhos por faixa etária, com mais flexibilidade de segmentação e rede. Compare o custo dos dependentes nos dois lados, não só o seu. Em famílias maiores, a diferença de valor e de rede pesa bastante e pode inclinar a escolha para uma rota que, sozinho, você nem consideraria.
A rede credenciada muda entre autogestão e mercado?
Muda bastante, e é o ponto que mais decide na prática. A rede da autogestão é definida pelo órgão e pode ser forte em uma cidade e fraca em outra. O plano do mercado permite comparar várias operadoras, cada uma com a sua rede, e escolher a que tem hospital e médicos perto de você. Antes de decidir, faça a mesma checagem nos dois lados, procure os hospitais que você usaria e confirme se estão credenciados. Rede boa longe de casa não resolve. Rede perto, sim.
Vale a pena um plano com coparticipação sendo servidor?
Depende do quanto você usa o plano. A coparticipação é aquele valor menor pago a cada consulta ou exame, em troca de uma mensalidade mais baixa. Para o servidor que usa pouco, o modelo costuma compensar, porque a conta mensal cai. Para quem tem acompanhamento contínuo ou família que consulta muito, um plano sem coparticipação fica mais previsível no fim do mês. Compare os dois formatos com o seu histórico de uso. A página do plano de saúde com coparticipação explica em detalhe como esse valor funciona.
Tenho estabilidade, isso muda o plano de saúde?
A estabilidade do servidor efetivo não muda as regras do plano de saúde em si, mas influencia a estratégia. Como o vínculo é longo, faz sentido escolher pensando em anos, olhando o histórico de reajuste e a solidez da rede, não só o preço de entrada. A autogestão tende a ter reajustes mais contidos, enquanto o mercado varia por operadora. Se você pretende ficar muito tempo no órgão, o custo acumulado e a manutenção da rede pesam mais do que uma mensalidade baixa no primeiro ano. Compare o longo prazo, não só o mês inicial.
Como o auxílio-saúde entra na cotação da Kobe?
A Kobe compara os planos do mercado da ANS e mostra o preço de cada operadora para o seu perfil. O auxílio-saúde é um benefício pago pelo seu órgão, então o valor exato depende da regra dele, mas você usa esse número para chegar ao custo líquido. Na prática, pegue a mensalidade que a Kobe apresenta e subtraia o auxílio que o seu órgão reembolsa, respeitando o teto. Esse resultado é o que você compara com o custo da autogestão. Assim a decisão fica sobre o gasto real, não sobre o valor cheio da mensalidade.

Guias e planos relacionados

Plano de saúde para funcionário público no seu estado

A rede da autogestão e das operadoras muda por região. Veja as opções no seu estado.

Descubra a melhor rota de plano para o seu caso

Cotação grátis e sem compromisso. Compare a autogestão do seu órgão com as operadoras da ANS na sua cidade.

Cotação grátis WhatsApp