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Plano de Saúde Empresarial sem Coparticipação

O plano sem coparticipação troca a cobrança por uso por uma mensalidade fixa e previsível

Aqui a empresa paga mais por vida, mas nunca é surpreendida por conta extra quando alguém usa. Ideal para equipe que consulta muito e para quem quer previsão total do custo. Compare as operadoras da ANS e cote grátis.

  • Mensalidade fixa por vida
  • Zero cobrança por consulta ou exame
  • Custo do benefício 100% previsível
  • Todas as operadoras da ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Equipe reunida em escritório analisando o custo fixo do plano de saúde empresarial sem coparticipação
Fixo
Sem sustoconta por uso não existe
Operadoras sem coparticipação
AmilBradesco SaúdeSulAméricaHapvidaNotreDamePorto SeguroUnimed

Plano de saúde empresarial sem coparticipação é aquele em que a empresa paga só a mensalidade fixa e nunca recebe cobrança extra quando alguém usa o plano. A conta é mais alta por vida, porém 100% previsível o ano inteiro.

Plano empresarial sem coparticipação: o que é

Uma mensalidade fixa cobre tudo, e consulta, exame ou terapia não geram custo por uso.

No plano empresarial sem coparticipação, a empresa paga um valor fechado por vida e pronto. Usar o plano não adiciona nada à fatura.

É o oposto do modelo com coparticipação, em que cada consulta ou exame soma um pequeno valor à mensalidade. Se você quer entender esse outro formato, veja o plano empresarial com coparticipação.

A troca é direta. Você aceita uma mensalidade mais cara em nome de uma certeza: a saúde da equipe não vira uma variável imprevisível no orçamento do mês.

Quando o plano sem coparticipação compensa

O custo fixo vence quando a equipe usa muito ou quando a previsão importa mais que a economia.

A regra prática é o volume de uso. Quanto mais a equipe consulta, faz exames e terapias, mais rápido a cobrança por uso do modelo com coparticipação alcança e ultrapassa o preço fixo do sem coparticipação.

Há também um motivo que não é matemático, e sim de gestão. Empresa que oferece o plano como benefício premium prefere um custo redondo, sem repassar nada ao funcionário no uso.

Perfis de empresa que costumam ganhar com o plano sem coparticipação
Perfil da empresaPor que o custo fixo vence
Equipe que usa muito o planoO uso alto faria a coparticipação estourar o valor fixo
Time com famílias e dependentesCrianças e gestantes consultam com frequência ao longo do ano
Empresa que quer benefício premiumNenhum desconto no funcionário ao usar reforça a percepção de cuidado
Gestão que precisa travar orçamentoO custo do benefício vira uma linha fixa, sem oscilar
Setor de alta rotatividade de sinistrosPrevisibilidade evita meses de fatura inflada por uso concentrado

Prós e contras de tirar a coparticipação

O lado bom e o lado a pesar de quem não quer cobrança por uso.

O maior ganho é a tranquilidade financeira. A empresa sabe em janeiro exatamente quanto o plano vai custar em cada mês do ano, sem sustos por picos de utilização.

01A favor: custo previsívelUma linha fixa no orçamento, sem fatura variável por uso.
02A favor: uso sem freioO funcionário consulta e faz exame sem pensar em desconto, o que ajuda na prevenção.
03Contra: mensalidade maiorO preço de entrada por vida é mais alto que no com coparticipação.

Sem coparticipação e com coparticipação, lado a lado

A mesma cobertura, dois jeitos de dividir o custo entre mensalidade e uso.

A escolha não muda a rede nem o Rol de Procedimentos. Muda só como o custo se distribui: tudo na mensalidade fixa, ou parte na mensalidade e parte a cada uso.

Plano empresarial sem coparticipação e com coparticipação
CritérioSem coparticipaçãoCom coparticipação
Mensalidade por vidaMais altaMais baixa
Cobrança por consulta ou exameNenhumaPequeno valor por uso
Previsibilidade do custoTotal, fecha o anoParcial, varia com o uso
Melhor paraEquipe que usa muitoEquipe que usa pouco
Risco financeiro do mêsZero de surpresaFatura sobe em meses de uso alto

Por que a mensalidade fixa é mais cara

A operadora embute no valor o custo do uso que ela não vai cobrar depois.

A conta é lógica. Se a operadora não vai cobrar por consulta nem por exame, ela precisa prever esse uso e colocar tudo dentro da mensalidade.

Por isso o preço de entrada sobe. Você paga adiantado, e de forma diluída, aquilo que no outro modelo apareceria pingado ao longo dos meses.

No fim, quem usa muito paga parecido nos dois formatos. A diferença é que no sem coparticipação esse valor já está fechado e não assusta ninguém no fechamento do mês.

Como contratar o plano sem coparticipação

Do perfil de uso à assinatura, em quatro passos.

01Mapeie o usoEstime quantas consultas e exames a equipe faz por ano.
02Compare os dois formatosA Kobe põe o custo fixo ao lado do com coparticipação.
03Feche a conta anualSome doze mensalidades para ver qual sai menor.
04ContrateJunto à operadora, por corretor habilitado, sem custo extra.

Dá para começar sem coparticipação e mudar depois

A escolha do formato não é eterna. Muitas empresas começam sem coparticipação e, na renovação, revisam o uso real do grupo para decidir se mantêm ou migram.

Como o histórico de utilização fica registrado, essa decisão deixa de ser um chute e passa a ter base nos números do próprio grupo.

Um exemplo de quando o fixo ganha

O caso clássico da equipe que consulta o tempo todo.

Pense numa empresa com muitas famílias no plano, dependentes que fazem pediatra, pré-natal e exames de rotina o ano inteiro.

Nesse cenário, a soma dos pequenos valores por uso do modelo com coparticipação sobe mês a mês e pode passar folgado o que a mensalidade fixa cobraria.

O sem coparticipação ali não é só mais tranquilo, costuma sair mais barato no acumulado do ano, além de estimular a equipe a se cuidar sem receio da conta.

Valores e comparações são ilustrativos. O custo real depende das vidas, das idades, da cidade e da operadora, e é definido na cotação.

Erros comuns ao escolher o sem coparticipação

O que faz a empresa pagar caro sem necessidade.

Fugir da coparticipação por medo, sem olhar o uso. Se a equipe usa pouco, o custo fixo mais alto vira dinheiro jogado fora todo mês.

Comparar só a mensalidade de entrada. O que decide é a conta do ano inteiro, mensalidade fixa contra mensalidade mais uso estimado.

Ignorar o histórico do grupo. Na renovação, os números de utilização mostram se o formato escolhido ainda faz sentido.

Fechar sem comparar operadoras. O preço do plano sem coparticipação varia bastante entre elas para a mesma cobertura.

Por que cotar o plano sem coparticipação com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, colocamos o custo fixo ao lado do com coparticipação para a sua equipe e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

+50Operadoras comparadasTodas registradas na ANS, lado a lado.
2Formatos na mesma telaSem e com coparticipação, para você decidir.
R$0100% grátisA empresa não paga nada pela comparação.
Sem compromissoVocê só contrata se a conta fechar.

Perguntas frequentes sobre plano empresarial sem coparticipação

As dúvidas de quem quer custo fixo e não quer ser cobrado por uso.

O que significa plano empresarial sem coparticipação?
Significa que a empresa paga apenas a mensalidade fixa de cada vida e nunca recebe cobrança adicional quando alguém usa o plano. Consulta, exame, terapia ou pronto-socorro não somam nada à fatura, porque esse uso já está embutido no valor mensal. É o contrário do modelo com coparticipação, em que cada utilização acrescenta um pequeno valor à mensalidade. Na prática, o custo do benefício vira uma linha fixa e previsível no orçamento do ano inteiro.
Por que o plano sem coparticipação é mais caro?
Porque a operadora precisa prever, dentro da mensalidade, todo o uso que não vai cobrar depois. Como não haverá cobrança por consulta nem por exame, esse custo estimado é diluído no valor mensal, o que eleva o preço de entrada por vida. Você paga adiantado e de forma fixa aquilo que, no formato com coparticipação, apareceria pingado ao longo dos meses. Por isso a mensalidade fixa parece alta, mas evita qualquer surpresa na fatura.
Quando vale a pena não ter coparticipação?
Vale principalmente quando a equipe usa o plano com frequência. Quanto mais consultas e exames o grupo faz por ano, mais rápido a soma dos valores por uso do modelo com coparticipação alcança e ultrapassa o preço fixo do sem coparticipação. Também compensa quando a empresa quer travar o orçamento sem oscilação ou oferecer um benefício premium, sem nenhum desconto no funcionário ao usar. Se a equipe usa pouco, o custo fixo mais alto tende a não se justificar.
Sem coparticipação sai mais barato no fim do ano?
Depende do quanto a equipe usa. Para grupos com uso alto, como times com muitas famílias e dependentes, a mensalidade fixa costuma sair mais barata no acumulado do ano, porque a coparticipação teria somado bastante em consultas e exames. Já para equipes que usam pouco, o formato com coparticipação quase sempre fica mais em conta, já que a mensalidade de entrada é menor. A forma correta de decidir é fechar a conta anual dos dois formatos lado a lado.
A cobertura muda se eu tirar a coparticipação?
Não. A escolha entre sem e com coparticipação não altera a rede credenciada nem o Rol de Procedimentos definido pela ANS. A cobertura assistencial é a mesma nos dois formatos. O que muda é somente a forma de dividir o custo: no sem coparticipação, tudo está na mensalidade fixa; no com coparticipação, parte fica na mensalidade e parte é cobrada a cada uso. Você pode escolher o formato pensando só no bolso, sem medo de perder atendimento.
Funcionário paga algo ao usar o plano sem coparticipação?
Não paga nada por usar. No plano sem coparticipação, a consulta, o exame ou a terapia não geram desconto na folha nem cobrança avulsa para o colaborador. Esse é justamente um dos motivos pelos quais empresas escolhem o formato como benefício premium, já que o funcionário usa a saúde sem pensar no custo. A empresa arca com o valor fixo da mensalidade, e o uso do plano fica livre de qualquer cobrança por utilização.
Posso começar sem coparticipação e mudar depois?
Pode. O formato não é definitivo e costuma ser revisto na renovação anual do contrato. Como o histórico de utilização do grupo fica registrado, a empresa consegue comparar o uso real com o valor pago e decidir, com base em números, se mantém o sem coparticipação ou migra para o com coparticipação. Essa flexibilidade permite ajustar o plano ao comportamento verdadeiro da equipe, em vez de ficar preso a uma escolha feita no início sem dados.
O plano sem coparticipação existe para 2 vidas?
Existe. O formato sem coparticipação está disponível em contratos pequenos, inclusive a partir de 2 vidas, e não é exclusivo de grandes empresas. A escolha entre sem e com coparticipação é independente do número de vidas, ou seja, tanto um contrato de 2 vidas quanto um de centenas podem optar pelo custo fixo. O que muda com o porte é o poder de negociar o preço da mensalidade, não a possibilidade de tirar a coparticipação.
Como calcular se o custo fixo vale para minha equipe?
O caminho é simples. Estime quantas consultas e exames a equipe faz por ano e multiplique pelo valor de coparticipação que seria cobrado no outro formato. Some esse total à mensalidade menor do plano com coparticipação e compare com a mensalidade fixa do sem coparticipação, ambas no acumulado de doze meses. Se a soma do formato com coparticipação passar o valor fixo, o sem coparticipação compensa. A Kobe monta essa comparação por você na cotação.
Reajuste anual muda no plano sem coparticipação?
O reajuste segue a mesma lógica dos contratos coletivos empresariais, negociado com a operadora e influenciado pela sinistralidade do grupo, ou seja, pelo quanto a equipe usou o plano no período. Como no sem coparticipação a operadora assume todo o uso, um grupo que utiliza muito pode ver reajustes maiores na renovação. Isso não tira a vantagem da previsibilidade dentro do ano, mas reforça a importância de comparar operadoras e acompanhar o histórico de utilização a cada renovação.
Vale a pena ter parte da equipe sem coparticipação?
Em geral, o formato é definido para o contrato inteiro, e não vida a vida, então a empresa escolhe um modelo para todo o grupo. O que dá para fazer é analisar o perfil médio de uso da equipe e decidir o formato que atende à maioria. Se há setores com uso muito diferente, uma alternativa é avaliar contratos ou planos distintos, sempre comparando o custo total. A Kobe ajuda a desenhar essa estrutura conforme o perfil da sua empresa.

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