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Plano de Saúde Empresarial com Coparticipação

A coparticipação derruba a mensalidade fixa e faz a empresa pagar uma parte só quando alguém usa

É o modelo de custo dividido: mensalidade mais baixa e um valor por consulta ou exame realizado. Compensa para equipes que usam pouco. Compare as operadoras da ANS e cote grátis em 1 minuto.

  • Mensalidade fixa menor
  • Paga só quem usa
  • Fator moderador com teto
  • Todas as operadoras da ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Gestora de RH analisando o custo do plano de saúde empresarial com coparticipação no escritório
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Custo divididoempresa e usuário
Operadoras com coparticipação
AmilBradesco SaúdeSulAméricaHapvidaNotreDamePorto SeguroUnimed

No plano empresarial com coparticipação, a empresa paga uma mensalidade fixa menor e um valor extra só quando um funcionário usa o plano, como uma consulta ou um exame. É o modelo de custo dividido, indicado para equipes que usam pouco.

Plano empresarial com coparticipação: o que é

O modelo em que o custo de cada procedimento é dividido entre a empresa e quem usou.

Coparticipação é a parte do custo de cada procedimento que o usuário paga, somada à mensalidade fixa do plano empresarial.

A ideia é dividir a conta. A empresa paga menos por vida todo mês, e quem realmente usa o plano arca com uma fração de cada consulta, exame ou terapia.

Esse valor por uso funciona como um freio de consumo, chamado de fator moderador. Ele existe para evitar o uso sem necessidade e, por isso, a operadora consegue baixar a mensalidade fixa.

Se você quer o modelo oposto, com valor único e nada a pagar por atendimento, veja o plano empresarial sem coparticipação.

Como a coparticipação funciona na prática

Mensalidade menor todo mês, mais um valor a cada procedimento usado.

Na coparticipação, a fatura da empresa tem duas partes. A primeira é a mensalidade fixa por vida. A segunda é a soma dos usos do mês anterior, cobrada na conta seguinte.

O valor por uso costuma ser um percentual do custo do procedimento, entre 20% e 40% na maioria dos contratos, ou um valor fixo por consulta e por exame simples.

Uma consulta eletiva, por exemplo, pode gerar uma coparticipação de referência de R$ 30 a R$ 60 por atendimento. Quem não usou o plano naquele mês paga só a mensalidade fixa.

Como o custo se divide no plano com coparticipação
Parte da faturaQuem pagaQuando incide
Mensalidade fixaA empresa, por cada vidaTodo mês, independente do uso
Coparticipação por usoO usuário ou a empresa, conforme o contratoSó quando há consulta, exame ou terapia
Fator moderadorRateado pelo usoA cada procedimento eletivo realizado
Internação e urgênciaSem coparticipação por regra da ANSCoberto pela mensalidade

Valores de coparticipação citados são ilustrativos, de referência. Cada operadora e cada contrato definem o próprio percentual e a própria tabela.

Fator moderador, teto e o que tem limite

A regulação impõe travas para a coparticipação não virar barreira ao atendimento.

O fator moderador não pode ser cobrado de forma ilimitada. A ANS define regras para que a coparticipação não funcione como financiamento integral do procedimento nem impeça o acesso à saúde.

Na prática, os contratos trazem um teto. Ele pode ser um limite por procedimento, um limite mensal por vida ou um percentual máximo sobre o valor do atendimento.

Alguns eventos ficam de fora da cobrança por uso. Internação hospitalar e atendimento de urgência e emergência, por regra, não geram coparticipação, para não desestimular quem precisa de cuidado grave.

O que costuma ter e o que não costuma ter coparticipação
ProcedimentoCoparticipaçãoObservação
Consulta eletivaCostuma terPercentual ou valor fixo por atendimento
Exame simplesCostuma terRaio-X, sangue e afins, valor reduzido
Exame de alta complexidadePode ter, com tetoRessonância e tomografia, sujeitos a limite
TerapiasPode terSessões de fisioterapia, psicologia e afins
InternaçãoNão costuma terCoberta pela mensalidade fixa
Urgência e emergênciaNão costuma terProtegida por regra da ANS

Quanto a coparticipação reduz a mensalidade fixa

A troca é direta: quanto maior a coparticipação, menor o valor mensal por vida.

A vantagem que faz a empresa escolher esse modelo é a mensalidade menor. Ao aceitar pagar por uso, o contrato reduz o valor fixo que incide sobre todas as vidas, usem ou não o plano.

A diferença varia por operadora e por faixa etária, mas costuma ser relevante. É comum a mensalidade com coparticipação sair de 15% a 30% mais barata que a versão sem, para o mesmo padrão de cobertura.

Para uma equipe que vai pouco ao médico, a economia na mensalidade tende a superar o que se gasta em coparticipação ao longo do ano. Para uma equipe que usa muito, a conta pode se inverter.

Comparação ilustrativa entre os dois modelos por vida ao mês
ModeloMensalidade fixaCusto por usoIndicado para
Com coparticipaçãoMenorPaga a cada procedimentoEquipe que usa pouco
Sem coparticipaçãoMaiorZero por procedimentoEquipe que usa muito

Percentuais e a tabela acima são ilustrativos, de referência, para explicar a lógica. O preço real depende do perfil das vidas, da cidade e da operadora.

Quando a coparticipação vale a pena para a empresa

O padrão de uso da equipe é o que define o melhor modelo.

01Equipe jovem e saudávelTime que raramente usa o plano aproveita a mensalidade baixa e paga pouco por uso.
02Foco em caixa previsívelA empresa reduz o custo fixo mensal e repassa parte do uso a quem gera a demanda.
03Benefício para começarBoa porta de entrada para dar plano à equipe com um valor fixo mais acessível.

Quando pode não compensar

Se a equipe usa o plano com frequência, com consultas e exames recorrentes, a soma das coparticipações pode passar da economia obtida na mensalidade.

Nesse cenário, muitas empresas preferem o valor fixo previsível do modelo sem coparticipação, que não gera surpresa na fatura.

Prós e contras para a empresa

O que pesa a favor e o que exige atenção antes de fechar.

A favor. Mensalidade fixa menor, custo atrelado ao uso real e um freio natural contra o uso sem necessidade, o que ajuda a segurar o reajuste do ano seguinte.

A favor. Fica mais barato oferecer o benefício, o que permite estender o plano a mais funcionários com o mesmo orçamento.

Atenção. A fatura varia mês a mês, o que dificulta a previsão exata do gasto e exige acompanhar os relatórios de uso da operadora.

Atenção. Se a empresa repassa a coparticipação ao funcionário via desconto em folha, é preciso deixar a regra clara no contrato e no aviso ao colaborador.

Quem paga a coparticipação: empresa ou funcionário

A regra do repasse é definida no contrato, não pela operadora.

A operadora cobra a coparticipação da empresa contratante, que é a titular do contrato coletivo. O que muda de empresa para empresa é como esse valor é tratado internamente.

Muitas empresas repassam a coparticipação ao funcionário, com desconto em folha limitado pelas regras trabalhistas. Outras absorvem o custo como parte do benefício.

Definir isso antes de contratar evita ruído. A Kobe mostra o valor de referência por uso de cada operadora para a empresa decidir a política de repasse com números na mão.

Por que cotar o plano com coparticipação na Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos o valor com e sem coparticipação para o seu perfil e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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Perguntas frequentes sobre plano empresarial com coparticipação

As dúvidas mais comuns de quem estuda o modelo de custo dividido.

O que significa coparticipação no plano empresarial?
Coparticipação é a parte do custo de cada procedimento que o usuário paga, além da mensalidade fixa. No plano empresarial, a empresa paga um valor mensal menor por vida e, quando um funcionário faz uma consulta ou um exame, incide um valor extra sobre aquele uso. É um modelo de custo dividido, criado para baratear a mensalidade e atrelar parte da conta a quem de fato utiliza o plano. Internação e urgência, por regra da ANS, costumam ficar fora dessa cobrança por uso.
Quanto se paga de coparticipação por consulta ou exame?
Depende do contrato. A coparticipação costuma ser um percentual do custo do procedimento, na faixa de 20% a 40% na maioria dos casos, ou um valor fixo por atendimento. Uma consulta eletiva pode gerar, de forma ilustrativa, algo entre R$ 30 e R$ 60 por uso, e exames simples cobram menos. Esses valores são apenas de referência, porque cada operadora define a própria tabela. A Kobe mostra o percentual e a estimativa de cada operadora antes de você decidir.
A coparticipação tem teto ou limite?
Sim. A ANS impõe regras para que a coparticipação não vire uma barreira ao atendimento nem financie o procedimento por inteiro. Os contratos trazem travas como limite por procedimento, limite mensal por vida ou percentual máximo sobre o valor do atendimento. Além disso, internação hospitalar e atendimento de urgência e emergência, por regra, não geram coparticipação. Esses limites protegem o usuário e evitam que o modelo de custo dividido pese demais em meses de uso intenso.
O plano com coparticipação é mais barato que o sem?
Na mensalidade fixa, sim. Ao aceitar pagar por uso, a empresa reduz o valor mensal por vida, com uma diferença que costuma variar de 15% a 30% em relação ao modelo sem coparticipação, para a mesma cobertura. O custo total, porém, depende do uso. Para uma equipe que vai pouco ao médico, a economia compensa. Para uma equipe que usa muito, a soma das coparticipações pode reduzir ou anular a vantagem. Comparar os dois cenários é o que revela o melhor para o seu caso.
Quem paga a coparticipação, a empresa ou o funcionário?
A operadora cobra sempre da empresa, que é a titular do contrato coletivo. Como esse valor é tratado depois é decisão interna da empresa. Muitas repassam a coparticipação ao funcionário por meio de desconto em folha, respeitando os limites das regras trabalhistas. Outras absorvem o custo como parte do pacote de benefícios. O importante é definir essa política antes de contratar e deixar a regra clara no contrato, para não gerar dúvida quando a primeira fatura com uso chegar.
Internação e cirurgia têm coparticipação?
Por regra, não. A coparticipação incide sobre procedimentos eletivos, como consultas, exames e terapias, e não sobre internação hospitalar. Atendimentos de urgência e emergência também ficam fora da cobrança por uso, uma proteção prevista para não desestimular quem precisa de cuidado grave. Cirurgias realizadas em internação seguem a mesma lógica e são cobertas pela mensalidade. Sempre confira o contrato da operadora, porque a lista exata do que gera coparticipação pode ter pequenas variações de plano para plano.
Para que tipo de equipe a coparticipação compensa?
O modelo de custo dividido compensa mais para equipes que usam pouco o plano, como times jovens e saudáveis, que raramente fazem consultas ou exames. Nesse perfil, a mensalidade menor gera economia e o gasto com coparticipação fica baixo. Empresas que querem reduzir o custo fixo mensal ou dar o primeiro plano à equipe com um valor mais acessível também tendem a se beneficiar. Já equipes que usam muito o plano costumam sair melhor no modelo sem coparticipação, de valor fixo previsível.
A fatura da empresa varia todo mês com coparticipação?
Varia. A fatura tem uma parte fixa, que é a mensalidade por vida, e uma parte variável, que é a soma dos usos do período anterior. Meses de muito uso geram faturas maiores, e meses de pouco uso ficam perto do valor fixo. Isso reduz a previsibilidade e exige acompanhar os relatórios de utilização que a operadora fornece. Quem prioriza um custo mensal estável e sem surpresa geralmente prefere o plano empresarial sem coparticipação, que não tem essa parte variável.
Coparticipação afeta o reajuste anual do plano?
Indiretamente, tende a ajudar. Como o fator moderador desestimula o uso sem necessidade, a sinistralidade do contrato, que é a relação entre o que a operadora paga e o que recebe, costuma ficar mais controlada. Uma sinistralidade menor pressiona menos o reajuste do ano seguinte, que no coletivo empresarial é negociado com a operadora e não segue o teto da ANS. Não é garantia, porque o reajuste depende de vários fatores, mas o modelo com coparticipação ajuda a segurar a conta ao longo do tempo.
Posso trocar de sem para com coparticipação depois?
Em geral, sim, mas a mudança de modelo dentro da mesma operadora costuma valer no ciclo de renovação do contrato, não a qualquer momento. Também é possível migrar para outra operadora usando a portabilidade, quando você cumpre os requisitos e aproveita as carências já cumpridas. Antes de trocar, vale comparar de novo os dois modelos com o padrão de uso atualizado da equipe. A Kobe refaz essa comparação a cada renovação, para a empresa confirmar se ainda está no modelo mais vantajoso.
A coparticipação vale para os dependentes também?
Vale. Cada vida do contrato, titular ou dependente, gera coparticipação nos procedimentos que usar, segundo a mesma regra e o mesmo percentual do plano. Um filho que faz uma consulta ou um exame produz a cobrança por uso igual à do titular. Por isso, ao incluir a família, vale estimar o padrão de uso de todos, não só do funcionário. A Kobe monta a cotação já considerando titulares e dependentes para a empresa enxergar o custo total de referência nos dois modelos.

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