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Plano de saúde para universitários

O universitário tem três caminhos para se cobrir, e o certo depende de onde você estuda e de quem paga

Convênio estudantil pelo DCE, continuar como dependente dos pais ou um plano próprio na cidade da faculdade. A Kobe compara as opções e mostra qual cabe na sua rotina e no seu bolso. Cotação grátis em 1 minuto.

  • Convênio estudantil via DCE
  • Rede na cidade da faculdade
  • Cobertura de saúde mental
  • Todas as operadoras da ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Estudante universitária no campus pesquisando plano de saúde pela Kobe entre as aulas
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Três fontespara o mesmo aluno
Operadoras para universitários
AmilBradesco SaúdeSulAméricaHapvidaNotreDamePorto SeguroUnimed

O universitário costuma ter três fontes de plano: o convênio estudantil pelo DCE ou atlética, a permanência como dependente dos pais, ou um plano próprio na cidade da faculdade. A escolha depende de onde você estuda e de quem paga a mensalidade.

Plano de saúde para universitários: o que é

Não é um produto único, é a decisão entre três caminhos que servem ao mesmo aluno.

Plano de saúde para universitário não é uma categoria fechada. É a comparação entre as três formas de se cobrir enquanto você faz a graduação.

O que muda tudo é a mudança de vida que a faculdade traz. Muitos saem da casa dos pais, vão para outra cidade e passam a decidir sozinhos sobre a própria saúde.

Por isso este guia foge do explicador básico de plano estudantil. Para entender o conceito geral, veja a página de plano de saúde para estudantes. Aqui o foco é o universitário e as escolhas dele.

As três fontes de plano do universitário

Cada caminho serve a um momento diferente da graduação.

A pergunta certa não é qual o melhor plano, e sim de onde ele vem. Compare as três origens antes de cotar.

De onde vem o plano do universitário e quando cada fonte serve
Fonte do planoQuando servePonto de atenção
Dependente no plano dos paisVocê estuda na mesma cidade da família e cabe na faixa de idade permitidaA rede do plano dos pais pode não cobrir a cidade da faculdade
Convênio estudantil pelo DCE ou atléticaA entidade da sua universidade tem um plano por adesão ativoDepende de existir convênio, e a rede é a da operadora parceira
Plano próprio na cidade da faculdadeVocê mudou de cidade ou saiu do plano dos paisVocê paga sozinho, então compare preço e rede local

O convênio estudantil pelo DCE ou atlética

Uma via que só o universitário costuma ter à mão.

Muitas universidades têm um plano por adesão estudantil negociado pelo DCE, por um diretório acadêmico ou pela atlética.

Funciona como um plano coletivo por adesão. A entidade estudantil fecha a condição com uma operadora, e o aluno regularmente matriculado adere pagando a própria mensalidade.

A vantagem é o preço de grupo, quase sempre menor que o de um plano individual. A comprovação costuma ser o comprovante de matrícula e o vínculo com a entidade.

O ponto de atenção é simples. Nem toda faculdade tem esse convênio, e a rede credenciada é a da operadora parceira, que pode não incluir o hospital perto de você.

Mudei de cidade para a faculdade

Estudar longe da família muda a conta da rede credenciada.

O erro mais comum do calouro que muda de estado é continuar no plano dos pais sem checar a rede.

O plano dos pais atende na cidade da faculdade

Um plano regional contratado na sua cidade natal pode não ter rede credenciada na cidade onde você vai estudar.

Se o plano é nacional, verifique quais hospitais e clínicas ele cobre perto do campus e da sua república antes de confiar nele.

Quando a rede não alcança a nova cidade, vale comparar um plano próprio local ou o convênio do DCE, que já nasce com rede na região da universidade.

Saúde mental na graduação

Ansiedade e depressão são comuns na vida universitária.

A pressão de provas, a distância da família e a incerteza sobre o futuro fazem da graduação uma fase de risco para a saúde mental.

Todo plano regulado pela ANS cobre consultas com psicólogo e psiquiatra dentro das regras do rol de procedimentos. O número de sessões e a forma de acesso variam por plano.

Se acompanhamento psicológico é prioridade para você, compare a cobertura de terapia na página de plano de saúde com psicólogo antes de escolher.

Vale conferir também se a operadora oferece telemedicina, útil para quem estuda em outra cidade e quer atendimento sem se deslocar.

O que fazer com o plano ao se formar

A colação de grau costuma encerrar dois caminhos ao mesmo tempo.

Formar não é só receber o diploma. É perder, quase sempre de uma vez, o convênio estudantil e o direito de ficar como dependente no plano dos pais.

O convênio do DCE exige matrícula ativa, então ele cai quando você deixa de ser aluno. E a faixa de idade que permite seguir no plano dos pais costuma se esgotar por volta dos vinte e poucos anos.

As saídas do recém-formado

A primeira é contratar um plano próprio, no seu CPF ou por um CNPJ, se você abrir um.

A segunda aparece se você entrou numa profissão com conselho de classe, como advocacia, medicina ou engenharia. Aí abre a porta do plano coletivo por adesão do seu conselho ou sindicato, uma condição de grupo bem melhor que a individual.

Como o universitário deve escolher

Quatro passos para não pagar por uma rede que não te atende.

01Mapeie quem pagaPais, você mesmo ou dividido com a família.
02Confira a cidadeOnde você mora e estuda, não a cidade natal.
03Compare as fontesConvênio do DCE, dependente ou plano próprio.
04Cote e compare a redeA Kobe reúne as operadoras que atendem seu campus.

Valores de plano de saúde variam por idade, cidade e cobertura, e servem apenas como referência ilustrativa. A cotação real é feita com a operadora.

Por que cotar o plano do universitário com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos preço, cobertura e rede na cidade da sua faculdade e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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Perguntas frequentes sobre plano de saúde para universitários

As dúvidas de quem está na graduação e precisa se cobrir.

Como funciona o convênio de plano de saúde pela faculdade ou pelo DCE?
O convênio estudantil é um plano coletivo por adesão negociado pelo DCE, por um diretório acadêmico ou pela atlética da sua universidade. A entidade fecha a condição com uma operadora e o aluno matriculado adere pagando a própria mensalidade, com preço de grupo, quase sempre menor que o individual. A comprovação costuma ser o comprovante de matrícula. Nem toda instituição tem esse convênio, e a rede credenciada é a da operadora parceira. Por isso vale confirmar com o DCE se existe o plano e comparar a rede antes de aderir.
Mudei de cidade para a faculdade, meu plano atende lá?
Depende da abrangência do plano. Um plano regional contratado na sua cidade natal pode não ter rede credenciada na cidade onde você foi estudar, o que deixa você descoberto na prática. Se o plano é nacional, confira quais hospitais e clínicas ele cobre perto do campus e da sua moradia antes de confiar nele. Quando a rede não alcança a nova cidade, as saídas são comparar um plano próprio local ou aderir ao convênio do DCE, que já nasce com rede na região da universidade. Checar a rede na cidade certa evita a surpresa de pagar por um plano que não te atende.
Até quando posso ficar no plano dos meus pais sendo universitário?
A permanência como dependente segue as regras do contrato dos seus pais, não uma idade única para todo mundo. Muitos planos aceitam o filho como dependente até por volta dos vinte e um anos, e alguns estendem esse limite se você comprova que ainda é estudante, chegando aos vinte e quatro em certos casos. Passado esse teto, você sai do plano da família e precisa de uma cobertura própria. Vale confirmar o limite exato direto no contrato ou com a operadora dos seus pais, para se planejar antes que a saída aconteça de surpresa no meio da graduação.
O plano do universitário cobre psicólogo e psiquiatra?
Cobre. Todo plano regulado pela ANS inclui consultas com psicólogo e psiquiatra dentro do rol de procedimentos, e isso vale para qualquer das fontes que o universitário use. O que muda entre os planos é o número de sessões de psicoterapia sem custo extra, a forma de acesso e se há telemedicina para atendimento a distância. Como ansiedade e depressão são comuns na graduação, se acompanhamento em saúde mental é prioridade para você, compare a cobertura de terapia entre os planos antes de fechar. A página de plano de saúde com psicólogo detalha o que olhar nesse ponto.
Qual o plano de saúde mais barato para universitário?
Não existe um valor fixo, porque o preço depende da sua idade, da cidade e da cobertura escolhida. Ainda assim, o caminho mais barato para o universitário costuma ser o de grupo. O convênio estudantil pelo DCE, quando existe, e a permanência como dependente no plano dos pais tendem a sair mais em conta do que um plano individual no seu CPF. Se você precisa de um plano próprio, comparar operadoras é o que revela a melhor condição, já que a mesma pessoa recebe preços diferentes de cada uma. A Kobe faz essa comparação de graça, sem compromisso.
Ao me formar, o que fazer com o plano de saúde?
A colação de grau costuma encerrar dois caminhos de uma vez. O convênio do DCE exige matrícula ativa, então cai quando você deixa de ser aluno, e a faixa de idade que permite seguir como dependente no plano dos pais costuma se esgotar por volta dos vinte e poucos anos. As saídas são duas. Contratar um plano próprio, no seu CPF ou por um CNPJ que você abra, ou, se entrou numa profissão com conselho de classe, aderir ao plano coletivo do seu conselho ou sindicato, uma condição de grupo melhor que a individual. Planeje essa troca antes de formar para não ficar descoberto.
A faculdade particular oferece plano de saúde para o aluno?
Algumas oferecem, mas não é uma regra e não vem embutido na mensalidade do curso. Quando existe, o benefício costuma ser um plano por adesão intermediado pela entidade estudantil ou por um parceiro da instituição, e você paga a mensalidade do plano à parte. Vale perguntar na secretaria, no DCE e na atlética se há algum convênio ativo e qual operadora atende. Se a sua faculdade não tem essa opção, você segue pelos outros dois caminhos, ficar como dependente no plano dos pais ou contratar um plano próprio na cidade onde estuda.
Sou universitário e faço estágio, uso o plano do estágio ou o meu?
Nem todo estágio dá plano de saúde, já que ele é um benefício opcional no contrato de estágio, não uma obrigação. Quando o estágio oferece plano, você compara essa cobertura com a que já tem. Se a rede e a cobertura do plano do estágio forem boas para a sua cidade, usá-lo poupa o custo de um plano próprio. Só lembre que esse plano acaba quando o estágio termina, então tenha um plano B para não ficar descoberto na troca. Se o estágio não dá plano, você segue pelo convênio do DCE, pelo plano dos pais ou por um plano próprio.
Moro em república longe da família, preciso mesmo de plano?
Estar longe da família é justamente o que torna o plano mais útil, não menos. Morando sozinho em outra cidade, você não tem quem resolva uma emergência por você, e depender só do SUS numa cidade nova, sem conhecer a rede, pode significar espera em um momento ruim. Um plano garante pronto-socorro, consultas e exames com hora marcada perto da sua moradia. Para o universitário que quase não adoece, um plano ambulatorial ou com coparticipação reduz a mensalidade e ainda cobre o essencial. Comparar as opções na cidade da faculdade mostra o que cabe no orçamento de quem mora fora.
Plano ambulatorial serve para o universitário?
Serve bem para muitos universitários. O plano ambulatorial cobre consultas, exames e atendimentos de urgência e emergência, mas não cobre internação hospitalar. Para o estudante jovem, que na maioria das vezes precisa de consultas, exames de rotina e apoio em saúde mental, essa cobertura já resolve o dia a dia por uma mensalidade menor. Se você quer segurança também para internação e cirurgia, o plano ambulatorial e hospitalar é o mais completo. A escolha depende do seu histórico de saúde e de quanto cabe no orçamento. A Kobe mostra as duas opções para você comparar.
Como comprovo que sou universitário para aderir ao convênio estudantil?
A comprovação padrão é o comprovante de matrícula atualizado, emitido pela sua faculdade, que mostra que você é aluno regularmente matriculado. Dependendo da entidade que intermedia o plano, o DCE, o diretório acadêmico ou a atlética, pode ser pedido também o comprovante de vínculo ou de contribuição àquela entidade. A carteirinha estudantil costuma servir como apoio, mas dificilmente basta sozinha. Como cada convênio tem a própria exigência, o mais seguro é confirmar a lista direto com quem administra o plano na sua universidade antes de iniciar a adesão.

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