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Plano de Saúde para ONGs

Sua associação ou fundação tem CNPJ e pode oferecer plano de saúde à equipe pagando menos

ONG sem fins lucrativos também contrata plano coletivo pelo CNPJ. Cubra seus colaboradores CLT com um custo previsível que cabe no orçamento do projeto. Compare as operadoras e cote grátis.

  • Terceiro setor com CNPJ
  • A partir de 2 vidas CLT
  • Custo baixo e previsível
  • Todas as operadoras da ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Equipe de uma ONG do terceiro setor reunida planejando o plano de saúde dos colaboradores
ONG
Terceiro setorcontrata pelo CNPJ
Operadoras para o terceiro setor
AmilBradesco SaúdeSulAméricaHapvidaNotreDamePorto SeguroUnimed

Sim, uma ONG com CNPJ ativo contrata plano de saúde coletivo empresarial a partir de 2 vidas. Entram os colaboradores com vínculo CLT. Voluntários, por não terem vínculo empregatício, ficam de fora do contrato.

Plano de saúde para ONGs: como funciona

A organização do terceiro setor usa o próprio CNPJ para cobrir a equipe contratada, do mesmo jeito que qualquer empresa.

Uma ONG é pessoa jurídica. Toda associação ou fundação sem fins lucrativos tem CNPJ, e é esse registro que abre a porta do plano coletivo empresarial.

Não ter lucro não muda a regra. Para a operadora, o que importa é existir um CNPJ ativo e vidas com vínculo comprovado, não a finalidade da entidade.

Isso coloca a sua organização na mesma faixa de preço de uma empresa comum, mais barata que o plano individual. A diferença do terceiro setor está em quem pode entrar e em como caber no orçamento do projeto, e é isso que esta página resolve.

O explicador completo do modelo coletivo está na página do plano de saúde empresarial. Aqui o foco é o terceiro setor.

Quem entra no plano: colaborador CLT ou voluntário

A regra que mais gera dúvida no terceiro setor, respondida de forma direta.

A operadora só aceita vidas com vínculo comprovado com a organização. Quem tem carteira assinada entra. Quem só doa tempo como voluntário não tem vínculo empregatício e, por isso, não entra pelo CNPJ da ONG.

Essa distinção evita a maior frustração na hora de cotar, quando a entidade tenta incluir dezenas de voluntários e descobre que só a equipe registrada é elegível.

Veja quem costuma ser aceito e quem não é.

Elegibilidade no plano coletivo de uma ONG por tipo de vínculo
Perfil na ONGEntra no plano?Como comprova
Colaborador CLTSimCarteira assinada e registro na folha da entidade
Diretor ou dirigente estatutárioSim, na maioriaAta de eleição ou estatuto que o nomeia
EstagiárioDepende da operadoraTermo de compromisso de estágio
Prestador PJ recorrenteCaso a casoContrato de prestação de serviço com a ONG
Voluntário sem vínculoNãoNão há vínculo empregatício a comprovar

Como caber no orçamento apertado de uma ONG

O terceiro setor vive de doação e projeto, então o plano precisa ser de custo baixo e previsível.

ONG raramente tem caixa folgado. O dinheiro vem de doação, edital ou projeto com prazo, então uma mensalidade que sobe sem aviso desorganiza o financeiro inteiro.

A saída é escolher a estrutura de plano pelo bolso da entidade, não pelo teto de rede. Três alavancas reduzem o valor sem tirar a proteção essencial da equipe.

01CoparticipaçãoA entidade paga menos por mês e um valor entra só quando a pessoa usa a consulta ou exame.
02Rede e abrangênciaPlano regional custa menos que o nacional e cobre bem a cidade onde a ONG atua.
03SegmentaçãoAmbulatorial mais hospitalar cobre o essencial por um preço abaixo do plano com tudo incluído.

Valores e formatos de plano são apenas ilustrativos e variam por operadora, idade das vidas, cidade e cobertura. A cotação da Kobe traz os números reais para o seu caso.

O plano como ferramenta para reter a equipe

No terceiro setor, o salário costuma ficar abaixo do mercado, e o benefício compensa parte disso.

Poucas ONGs conseguem pagar o mesmo que uma empresa privada. O plano de saúde entra justamente aí, como um benefício que segura o profissional mesmo quando o salário é menor.

Para quem trabalha por uma causa, saber que a família tem cobertura pesa na decisão de ficar. Isso reduz a rotatividade e o custo de treinar gente nova o tempo todo.

Um plano bem escolhido vira argumento de recrutamento e de permanência, e não apenas uma despesa a mais na conta da entidade.

Passo a passo para a ONG contratar

Da separação dos documentos à carteirinha da equipe, em quatro etapas.

01Reúna CNPJ e estatutoCartão CNPJ ativo e o estatuto ou ata que constitui a entidade.
02Liste as vidas CLTColaboradores registrados e dependentes que vão entrar no contrato.
03Compare operadorasA Kobe reúne as que aceitam a natureza jurídica da ONG na sua região.
04Contrate pela operadoraPor corretor habilitado, sem nenhum custo extra para a organização.

Documentos que a operadora costuma pedir

Além do cartão CNPJ ativo, a entidade apresenta o estatuto social e a ata da diretoria em exercício, que fazem o papel do contrato social de uma empresa comum.

Para cada vida, vale o documento pessoal e a prova do vínculo, como o registro em carteira do colaborador CLT. A Kobe indica a lista exata conforme a natureza jurídica da sua ONG.

ONG não é igreja nem escola: as regras mudam

Instituições do terceiro setor parecem próximas, mas têm naturezas jurídicas distintas.

É comum confundir os regimes. Uma organização religiosa se enquadra como instituição religiosa e tem particularidades próprias na hora de cotar.

Uma escola sem fins lucrativos é uma entidade educacional, com CNAE e comprovações típicas do setor de ensino.

A ONG genérica, ligada a causa social, ambiental ou assistencial, é associação ou fundação, e é esse enquadramento que a operadora analisa. Por isso a comprovação pedida à sua entidade não é a mesma de uma paróquia ou de um colégio, mesmo que todas sejam sem fins lucrativos.

Por que cotar o plano da ONG com a Kobe

A Kobe não é operadora e não vende plano próprio. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos preço, rede e cobertura para o CNPJ da sua organização e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça e sem compromisso.

+50Operadoras comparadasTodas registradas na ANS, lado a lado.
R$0100% grátisA ONG não paga nada pela comparação.
1minCotação rápidaPreencha ao lado e receba as opções.
Sem compromissoA entidade só contrata se valer a pena.

Perguntas frequentes sobre plano de saúde para ONGs

As dúvidas mais comuns de quem cuida da equipe no terceiro setor.

Uma ONG sem fins lucrativos pode contratar plano de saúde?
Pode. Toda ONG, seja associação ou fundação, é pessoa jurídica com CNPJ, e é o registro ativo que dá acesso ao plano coletivo empresarial. Não ter lucro não impede a contratação, porque a operadora analisa a existência do CNPJ e o vínculo das vidas, não a finalidade da entidade. Com isso, a organização do terceiro setor entra na mesma faixa de preço coletivo de uma empresa comum, a partir de 2 vidas com vínculo comprovado, e paga menos por pessoa do que pagaria no plano individual.
Voluntário da ONG pode entrar no plano de saúde?
Não pela regra padrão. O voluntário doa tempo à causa, mas não tem vínculo empregatício com a organização, e o plano coletivo empresarial exige justamente esse vínculo comprovado para cada vida. Entram os colaboradores com carteira assinada, os dirigentes estatutários na maioria das operadoras e, caso a caso, estagiários e prestadores recorrentes. Quem só atua como voluntário fica de fora do contrato pelo CNPJ. Se a ONG quer oferecer algo a voluntários, a saída costuma ser outro tipo de produto, não o coletivo empresarial.
Quantas vidas a ONG precisa ter para contratar?
O mínimo é de 2 vidas com vínculo, na maioria das operadoras. Isso significa dois colaboradores CLT, ou um colaborador e um dependente dele, como cônjuge ou filho. Organizações pequenas, com equipe enxuta, conseguem contratar sem problema dentro desse piso. Se a sua ONG tem entre 2 e 29 vidas, o formato mais comum é o plano coletivo para pequenos grupos, com condições próprias. A Kobe monta a cotação já respeitando o número de vidas elegíveis da sua entidade.
O plano da ONG é mais barato que o plano individual?
Na maioria dos casos, sim. Por ser coletivo, o plano contratado pelo CNPJ da ONG dilui o risco entre as vidas e cobra menos por pessoa do que o individual de mesma cobertura. A diferença fica maior nas faixas etárias mais altas. Em contrapartida, o reajuste do coletivo é negociado com a operadora e não segue o teto que a ANS aplica ao individual. Para uma entidade de orçamento apertado, comparar o histórico de reajuste das operadoras, e não só o preço de entrada, é o que garante previsão no gasto anual.
Como encaixar o plano no orçamento apertado de um projeto?
O caminho é montar o plano pelo bolso da entidade, não pelo teto de rede. Três alavancas reduzem a mensalidade: a coparticipação, que baixa o valor fixo e cobra só quando alguém usa; a rede regional, que custa menos que a nacional e cobre bem a cidade onde a ONG atua; e a segmentação ambulatorial mais hospitalar, que entrega o essencial por um preço abaixo do plano completo. Com essas escolhas, o gasto anual fica previsível e cabe na planilha do projeto ou do edital, sem sustos de reajuste no meio do caminho.
Que documentos a ONG apresenta para contratar?
O básico é o cartão CNPJ ativo e regular, o estatuto social da organização e a ata da diretoria em exercício, que juntos fazem o papel do contrato social de uma empresa comum. Para cada vida, some o documento pessoal e a comprovação do vínculo, como o registro em carteira do colaborador CLT ou o termo do estagiário. Cada operadora tem a própria lista, e a comprovação varia conforme a natureza jurídica da entidade. A Kobe indica exatamente o que a sua associação ou fundação precisa reunir antes de emitir a proposta.
O plano de saúde ajuda a ONG a segurar a equipe?
Ajuda bastante. No terceiro setor, o salário costuma ficar abaixo do praticado no mercado, e o plano de saúde compensa parte dessa diferença como benefício concreto. Saber que a própria família tem cobertura pesa na decisão de um profissional permanecer na causa, o que reduz a rotatividade e o custo de treinar gente nova o tempo todo. Um plano bem escolhido vira argumento de recrutamento e de permanência, deixando de ser só uma despesa e passando a ser uma ferramenta de retenção para a organização.
ONG e igreja seguem as mesmas regras para o plano?
Não exatamente. Ambas são sem fins lucrativos, mas têm naturezas jurídicas diferentes. Uma organização religiosa se enquadra como instituição religiosa e tem comprovações próprias na hora de cotar. A ONG ligada a causa social, ambiental ou assistencial é associação ou fundação, e é esse enquadramento que a operadora analisa. Por isso os documentos pedidos à sua entidade não são os mesmos de uma paróquia. Se a sua organização tem caráter religioso, o melhor é cotar já informando essa natureza, para receber as condições certas desde o começo.
Uma associação recém-registrada consegue plano de saúde?
Consegue, na maioria das operadoras. Não costuma existir tempo mínimo de constituição para a entidade cotar, então uma associação registrada há pouco, com CNPJ ativo e sem pendência na Receita, já entra em uma proposta. O que se confere é a regularidade do registro e a comprovação de vínculo de cada vida elegível, não a idade da organização. Algumas operadoras pontuais pedem alguns meses de atividade, e a Kobe indica quais aceitam a entidade nova, para a sua ONG não perder tempo batendo em porta que não abre.
A ONG é obrigada a pagar todo o valor do plano da equipe?
Não. A organização define o modelo de custeio que cabe no orçamento. Pode arcar com o valor integral do colaborador, dividir a mensalidade em coparticipação de custeio, ou deixar que dependentes entrem por conta da própria vida. Muitas entidades do terceiro setor pagam a parte do titular e permitem que ele inclua a família pagando pela faixa etária de cada dependente. Essa flexibilidade é o que torna o benefício viável mesmo para uma ONG que vive de doação e projeto com verba limitada.
Preciso de um corretor ou contador para a ONG contratar?
A contratação é feita direto com a operadora, por meio de um corretor habilitado, e a Kobe conduz essa comparação sem custo para a entidade. Um contador ajuda a manter o CNPJ regular e a emitir os comprovantes da organização, o que agiliza, mas não é uma exigência da operadora. Você mesmo reúne o cartão CNPJ, o estatuto e a relação de vidas CLT, e a Kobe indica a operadora que melhor atende a sua ONG, faz a cotação e encaminha a proposta, deixando o processo simples para quem já tem mil tarefas no projeto.

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