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Plano de saúde para gestantes

O melhor plano para gestante é o que já estava contratado antes da gravidez

A carência de parto de 300 dias é a regra que decide tudo. Quem contrata com antecedência chega ao nascimento com o plano pronto para usar. Compare operadoras com obstetrícia e cote grátis.

  • Foco na carência de parto
  • Pré-natal com prazo menor
  • Bebê como dependente
  • Operadoras da ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Gestante ao lado do companheiro planejando o plano de saúde antes do parto pela Kobe
300
Dias de carênciaa regra do parto
Operadoras com obstetrícia
AmilBradesco SaúdeSulAméricaHapvidaNotreDamePorto SeguroUnimed

O melhor plano de saúde para gestantes é o que já estava contratado antes de engravidar. A carência de parto chega a 300 dias, então contratar com antecedência é o que garante o plano pronto na hora do nascimento.

Plano de saúde para gestantes: planeje antes

A gestação dura cerca de 40 semanas, e a carência de parto pode durar quase o mesmo tempo.

Escolher plano de saúde para gestante é, na prática, uma corrida contra o relógio da carência.

A regra que decide tudo é o prazo do parto. Pela ANS, a operadora pode exigir até 300 dias de espera para cobrir o parto a termo.

Trezentos dias são quase dez meses, tempo parecido com o de uma gestação inteira. Por isso o plano ideal é aquele contratado antes da gravidez, e não depois do teste positivo.

Se você ainda está planejando a família, contratar agora é o movimento certo. Se já engravidou, ainda vale comparar, porque o pré-natal e as urgências têm prazos bem menores.

A carência de parto de 300 dias manda no jogo

Entender esse prazo evita a maior frustração de quem contrata plano grávida.

A ANS fixa prazos máximos de carência, e o do parto a termo é o mais longo de todos: até 300 dias.

Isso significa que, se você contratar hoje e engravidar amanhã, o plano pode não cobrir o parto no fim da gestação.

A conta é direta. Contratou o plano e passou a esperar 300 dias antes de tentar engravidar, o parto entra na cobertura sem susto.

Esse prazo vale para o parto a termo, o parto normal ao fim da gestação. Uma emergência obstétrica, como um risco de vida, é atendida em 24 horas, mesmo sem os 300 dias cumpridos.

É essa lógica que transforma o plano de saúde para gestante num assunto de planejamento, não de emergência.

Linha do tempo da gestante e o que consegue usar do plano
Quando você contratou o planoPré-natal e examesParto coberto?
Antes de engravidar, com folgaSim, carência já vencidaSim, os 300 dias tendem a estar cumpridos
No começo da gravidezEm geral sim, prazos menoresDepende, pode faltar tempo para os 300 dias
No fim da gravidezSim para consultas, urgência por 24hProvavelmente não, carência de parto em curso

O pré-natal tem carência menor que o parto

Consultas e exames liberam bem antes do parto, e isso conta a favor da gestante.

Nem tudo na gestação espera 300 dias. O pré-natal costuma abrir muito antes.

Pela ANS, consultas e exames simples têm carência de até 180 dias, e casos de urgência e emergência liberam em 24 horas.

Na prática, uma gestante que acabou de contratar já pode marcar consultas e fazer exames básicos de acompanhamento em poucos meses.

O que segura é o parto em si, que carrega o prazo mais longo. Por isso a estratégia é usar o pré-natal cedo e planejar o parto com antecedência.

01Urgência e emergênciaCarência de 24 horas, inclusive para intercorrências da gravidez.
02Consultas e examesCarência de até 180 dias para o acompanhamento do pré-natal.
03Parto a termoCarência de até 300 dias, o prazo que exige planejamento.

Com obstetrícia ou sem: o plano precisa cobrir o parto

Cobrir o parto depende da segmentação certa, não só da carência vencida.

Vencer a carência não adianta se o plano não tiver a segmentação que cobre o parto.

Só o plano com obstetrícia cobre pré-natal, parto e o recém-nascido nos primeiros dias. O plano sem obstetrícia cuida da saúde da mulher, mas deixa o parto de fora.

Para a gestante, a escolha é clara: a segmentação hospitalar com obstetrícia é a que faz sentido.

Existe ainda o plano ambulatorial, que cobre consultas e exames, mas não cobre internação nem parto. Ele pode acompanhar parte do pré-natal, porém não resolve o nascimento.

Por isso o par correto para a gestante é hospitalar com obstetrícia, a única combinação que leva o parto até o fim.

Veja a diferença completa em plano de saúde com obstetrícia antes de fechar qualquer cotação.

Nem todo plano hospitalar inclui obstetrícia. Confira a segmentação no contrato, porque é ela que define se o parto entra na cobertura.

Incluir o bebê aproveitando a carência da mãe

O recém-nascido pode entrar sem cumprir nova carência, se você respeitar o prazo.

Um dos maiores benefícios do plano com obstetrícia aparece depois do nascimento.

A ANS garante que o filho recém-nascido seja inscrito como dependente em até 30 dias após o parto, aproveitando a carência já cumprida pela mãe.

Na prática, o bebê entra no plano sem esperar novos prazos, desde que a inscrição aconteça dentro dessa janela de 30 dias.

Perder esse prazo é caro, porque aí o bebê passa a cumprir carência como um novo beneficiário. Os detalhes estão em plano de saúde para recém-nascidos.

Vale organizar a papelada antes do parto. A certidão de nascimento e os documentos do bebê costumam ser o que a operadora pede para a inclusão dentro dos 30 dias.

Maternidade, hospital e reajuste na hora de escolher

O parto acontece num lugar específico, então a rede credenciada pesa tanto quanto o preço.

Para a gestante, escolher o plano é também escolher onde o bebê vai nascer.

Confira se a maternidade e o hospital que você quer estão na rede credenciada da operadora antes de contratar, porque isso muda a experiência do parto.

O reajuste também merece atenção. No plano coletivo, o valor sobe conforme a negociação da operadora, e vale olhar o histórico, não só a primeira mensalidade.

Pense na conta que vem depois do bebê nascer. Com o recém-nascido incluído, o contrato ganha mais uma vida, então avalie desde já o custo da família e não apenas o seu.

Quem ainda vai tentar engravidar encontra o passo a passo em plano de saúde para quem quer engravidar, e quem já está grávida em plano de saúde para grávidas.

01Liste as maternidadesAnote onde você quer que o bebê nasça.
02Cruze com a redeA Kobe mostra as operadoras que credenciam esses hospitais.
03Compare o reajusteOlhe o histórico, não apenas o preço de entrada.
04Cote e decidaEscolha a operadora que junta rede, prazo e preço.

Por que planejar o plano de gestante com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos preço, carência e rede com obstetrícia e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

Para a gestante, o valor está em achar cedo o plano que cobre o parto na maternidade certa, dentro do prazo de carência.

Quanto antes você compara, mais folga tem para o relógio dos 300 dias trabalhar a seu favor. Preencha a cotação ao lado e receba as opções com obstetrícia sem compromisso.

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Perguntas frequentes sobre plano de saúde para gestantes

As dúvidas mais comuns de quem vai engravidar ou já está grávida.

Qual a carência de parto no plano de saúde?
A carência de parto a termo é a mais longa fixada pela ANS: pode chegar a 300 dias, quase dez meses. É esse prazo que faz do plano para gestante um assunto de planejamento. Se você contratar e esperar os 300 dias antes de engravidar, o parto tende a estar coberto quando o bebê nascer. Contratar já grávida, no fim da gestação, costuma não dar tempo de cumprir essa carência para o parto. Por isso a orientação é sempre contratar o plano com obstetrícia bem antes de tentar engravidar.
Dá tempo contratar plano de saúde se eu já estou grávida?
Depende do mês da gestação. Para o parto, a carência de até 300 dias raramente cabe se você já está grávida, principalmente perto do fim. Mas ainda vale contratar, porque o pré-natal, com consultas e exames, tem carência menor, e a urgência libera em 24 horas. Assim você garante o acompanhamento da gravidez, mesmo que o parto acabe fora da cobertura desta vez. A Kobe compara as operadoras e mostra com transparência o que cada prazo permite usar no seu caso.
O pré-natal tem carência menor que o parto?
Sim, e essa é uma boa notícia para a gestante. Pela ANS, consultas e exames simples do pré-natal têm carência de até 180 dias, metade do prazo do parto. Casos de urgência e emergência, como uma intercorrência na gravidez, liberam em apenas 24 horas. Ou seja, quem contratou há poucos meses já consegue fazer o acompanhamento básico da gestação. O que continua exigindo mais tempo é o parto a termo, com seus até 300 dias. Por isso o pré-natal é usado cedo e o parto é planejado com antecedência.
Como incluir o bebê no plano depois do nascimento?
O plano com obstetrícia garante a inclusão do recém-nascido como dependente em até 30 dias após o parto. Feita dentro desse prazo, a inscrição aproveita a carência já cumprida pela mãe, e o bebê entra sem esperar novos períodos. Passados os 30 dias, o filho passa a ser tratado como um novo beneficiário e cumpre carência normalmente. Por isso é importante organizar a documentação com antecedência e não deixar para depois. A página de plano de saúde para recém-nascidos detalha o passo a passo dessa inclusão.
Como escolher a maternidade e o hospital na rede?
Comece pelo lugar onde você quer que o bebê nasça e depois verifique quais operadoras credenciam essa maternidade. A rede credenciada muda de plano para plano, então o hospital dos seus sonhos pode estar em uma operadora e não em outra. Confirme também se os obstetras que você deseja atendem por aquele plano. A Kobe cruza as maternidades que você indica com as operadoras que as incluem na rede, para você comparar preço e prazo sem abrir mão do local do parto.
Quanto tempo antes de engravidar devo contratar o plano?
O ideal é contratar com pelo menos 300 dias de folga antes de tentar engravidar, para que a carência de parto esteja cumprida quando a gravidez chegar ao fim. Como a gestação dura cerca de 40 semanas, esse planejamento evita que o parto caia dentro do período de espera. Contratar cedo também deixa o pré-natal totalmente liberado desde o primeiro mês de gravidez. Quem está nessa fase de planejamento encontra orientação na página de plano de saúde para quem quer engravidar.
A carência de parto conta a partir de quando?
A carência começa a contar da data de início da vigência do contrato, não da data em que você engravida. Ou seja, o relógio dos 300 dias dispara quando o plano passa a valer. Se você contrata, espera esse prazo e só então engravida, o parto tende a estar coberto no nascimento. Se engravida logo após contratar, corre o risco de o parto ocorrer antes de os 300 dias terminarem. Entender esse marco inicial é o que permite planejar a gravidez com o plano já pronto.
Preciso de plano com obstetrícia para cobrir o parto?
Sim. Apenas a segmentação com obstetrícia cobre pré-natal, parto e a assistência ao recém-nascido nos primeiros dias. Um plano hospitalar sem obstetrícia cuida da saúde da mulher, mas não cobre o parto. E nem todo plano hospitalar já inclui a obstetrícia, então é preciso conferir a segmentação no contrato. Para a gestante, escolher a opção com obstetrícia é o que garante a cobertura do momento do parto. A comparação completa está na página de plano de saúde com obstetrícia.
O que é CPT e como afeta a gestante?
CPT é a Cobertura Parcial Temporária, um prazo de até 24 meses aplicado a uma doença ou lesão que já existia quando você contratou o plano. A gravidez em si não é doença, então não gera CPT só por você estar grávida. Mas condições preexistentes declaradas podem ter a CPT aplicada a procedimentos ligados a elas. Por isso é importante preencher a declaração de saúde com honestidade na contratação. A Kobe orienta a preencher corretamente para evitar surpresas na cobertura durante a gestação.
O reajuste do plano muda por causa da gravidez?
Não. Estar grávida não gera reajuste específico nem aumenta a mensalidade por causa da gestação. O que altera o valor ao longo do tempo é o reajuste anual, aplicado a todos os beneficiários, e a mudança de faixa etária. No plano coletivo, esse reajuste é negociado pela operadora, então vale comparar o histórico de cada uma, e não só a primeira mensalidade. Incluir o bebê depois do nascimento adiciona a vida dele ao contrato, com o valor da faixa etária inicial, o que é diferente de um reajuste.
Posso usar portabilidade para não esperar a carência de parto?
Pode, se você já tem um plano e cumpre os requisitos de portabilidade da ANS. A portabilidade permite trocar de plano levando as carências já cumpridas, sem começar do zero, desde que respeitados o tempo mínimo no plano atual e a compatibilidade de cobertura. Assim, quem já tinha um plano com obstetrícia e carência de parto vencida pode migrar sem recomeçar a espera. Quem nunca teve plano não usa portabilidade e cumpre a carência normal. A Kobe ajuda a verificar se o seu caso permite portar as carências.

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