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Plano de Saúde para Franquias

Sua franquia tem CNPJ próprio, mas dentro de uma rede a conta de vidas muda de figura

Cada franqueado contrata como uma empresa independente, só que a soma das unidades pode destravar uma condição que nenhuma delas consegue sozinha. Veja quando vale contratar por unidade e quando vale negociar como rede. Compare as operadoras e cote grátis.

  • Unidade ou rede inteira
  • A partir de 2 vidas por CNPJ
  • Padrão de benefício da marca
  • Todas as operadoras da ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Franqueado no balcão da sua unidade de rede analisando plano de saúde para a equipe pela Kobe
Rede
Mais vidasmelhor condição
Operadoras para franquias
AmilBradesco SaúdeSulAméricaHapvidaNotreDamePorto SeguroUnimed

Cada franqueado contrata plano de saúde pelo próprio CNPJ, a partir de 2 vidas, como qualquer PME. A diferença é que, quando a rede negocia em conjunto, a soma das vidas de todas as unidades pode abrir uma condição melhor do que cada franquia sozinha alcançaria.

Plano de saúde para franquias: como funciona

Uma unidade é uma empresa independente, mas a rede muda a matemática das vidas.

Toda franquia tem um CNPJ próprio. Na prática, cada franqueado é dono de uma pequena ou média empresa, e contrata o plano de saúde exatamente como qualquer outra PME faria.

O ponto que quase ninguém explora é a rede. Somadas, dezenas de unidades reúnem centenas de vidas, e volume de vidas é o que move preço e negociação com a operadora.

Por isso existem dois caminhos aqui. Contratar sozinho, pela sua unidade, ou entrar numa negociação coletiva puxada pela rede. Cada um serve a um momento, e vale entender os dois antes de assinar.

Unidade sozinha ou negociação da rede

Os dois modelos coexistem, e a escolha depende do tamanho e da organização da rede.

A decisão não é sobre certo e errado, é sobre poder de barganha. Uma unidade recém-inaugurada, com poucos funcionários, dificilmente espera a rede se organizar para contratar. Já uma rede madura, com franqueadora ativa, consegue condições que a unidade isolada não vê.

Contratar por unidade e negociar pela rede de franquias, lado a lado
CritérioPor unidade (CNPJ do franqueado)Pela rede de franquias
Quem assinaSó o seu CNPJCada CNPJ assina, sob condição comum negociada
Vidas na contaAs da sua unidadeA soma das unidades participantes
Poder de negociaçãoDa sua empresaDo bloco de franqueados
Velocidade para contratarImediataDepende da rede se organizar
Padrão de coberturaVocê defineAlinhado pela franqueadora
Quando faz sentidoUnidade nova ou pressaRede madura buscando escala

Por que a soma de vidas da rede pesa

O mesmo franqueado é enxergado diferente sozinho e dentro de um bloco.

A operadora precifica risco por volume. Um contrato com 4 vidas negocia pouco. Um arranjo que reúne 300 vidas de várias unidades tem outro peso na mesa.

Quando a franqueadora ou uma associação de franqueados articula a compra, ela não vira operadora nem contrata por todos. Cada CNPJ continua assinando o seu contrato, mas sob uma condição comercial desenhada para o grupo.

Na prática, é o efeito de escala das grandes empresas chegando a quem, sozinho, seria só mais uma PME. A sua unidade ganha um poder de compra que o balcão dela nunca teria isolado.

A franqueadora não é obrigada a intermediar

Muitas redes deixam o benefício totalmente a cargo de cada franqueado. Isso é comum e não impede nada.

Se a sua rede não organiza uma compra coletiva, a saída é contratar pela unidade e comparar as operadoras direto, que é o que a maioria dos franqueados faz.

Benefício padronizado e a marca empregadora

Um plano igual em todas as unidades reforça a identidade da rede.

Franquia se vende por padrão. O cliente espera o mesmo produto em qualquer unidade, e o funcionário passa a esperar o mesmo tratamento também.

Quando as unidades oferecem o mesmo plano de saúde, a rede fortalece a marca empregadora. Fica mais fácil recrutar, o discurso de contratação é único e a rotatividade tende a cair.

Isso não exige contrato único. Basta a franqueadora recomendar um padrão de cobertura, e cada franqueado contratar dentro daquele desenho pelo seu próprio CNPJ.

Como contratar o plano da sua franquia

Quatro passos, seja pela unidade ou dentro da rede.

Se a rede negocia junto, o passo das vidas soma as unidades participantes. Se você contrata sozinho, conta só a sua equipe. O resto do fluxo é o mesmo.

01Defina o escopoSó a sua unidade ou a rede negociando junto.
02Some as vidasSócios, gerentes e equipe de cada CNPJ envolvido.
03Compare operadorasA Kobe reúne as que atendem o seu porte e região.
04ContrateCada CNPJ assina, por corretor habilitado, sem custo extra.

Franquia não é comércio comum nem restaurante

O CNPJ é de PME, mas a lógica de rede muda a estratégia.

Um comércio de rua e um restaurante independente contratam olhando só para o próprio balcão. A franquia começa igual, pelo CNPJ da unidade, mas tem uma alavanca a mais, que é a rede.

Uma loja de rua não tem 200 irmãs com a mesma marca para somar vidas. A franquia tem. Ignorar isso é deixar poder de negociação na mesa.

Por outro lado, a franquia também herda a rotatividade típica do varejo e do food service. Por isso a escolha da operadora precisa equilibrar rede credenciada ampla, para atender equipes em cidades diferentes, e um custo por vida que a unidade sustente no dia a dia.

Erros comuns de quem franqueia

O que costuma travar ou encarecer o plano numa rede.

Achar que a franqueadora resolve. Na maioria das redes, o plano é responsabilidade de cada franqueado. Não espere um contrato caindo pronto do escritório da marca.

Contratar sozinho sem consultar a rede. Se existe uma compra coletiva articulada, entrar nela pode render condição melhor que a da sua unidade isolada.

Ignorar a rede credenciada regional. Uma rede espalhada por vários estados precisa de operadora com atendimento onde cada unidade opera, não só na cidade da matriz.

Olhar só a mensalidade de entrada. No coletivo, o reajuste do ano seguinte pesa. Compare o histórico das operadoras, não apenas o preço inicial.

Por que cotar o plano da franquia com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos preço, cobertura e rede para o seu CNPJ ou para o bloco de unidades, e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça.

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Perguntas frequentes sobre plano de saúde para franquias

As dúvidas de quem opera uma unidade ou coordena uma rede.

Cada franqueado contrata o próprio plano de saúde?
Sim, esse é o caminho padrão. Como cada franquia tem CNPJ próprio, o franqueado contrata o plano empresarial exatamente como uma PME, a partir de 2 vidas. A franqueadora não é obrigada a intermediar nem a contratar por você. Mesmo quando a rede organiza uma compra coletiva, cada CNPJ assina o seu contrato com a operadora. A diferença é que, no arranjo de rede, a condição comercial é negociada em bloco. Sozinho ou em rede, quem assina é sempre a empresa da unidade.
A rede de franquias consegue plano mais barato que a unidade sozinha?
Costuma conseguir, porque a operadora precifica risco por volume de vidas. Uma unidade com poucas vidas negocia pouco. Quando várias unidades somam centenas de vidas numa negociação coordenada, o bloco ganha um poder de barganha que a franquia isolada não teria. Isso não significa preço garantido nem carência zero, que ninguém pode prometer. Significa uma base de negociação melhor. Vale comparar a condição que a rede oferece com a que a sua unidade consegue direto, e escolher a mais vantajosa.
A franqueadora é obrigada a oferecer plano de saúde?
Não. A franqueadora licencia a marca e o modelo de operação, mas o plano de saúde da equipe é responsabilidade de cada franqueado, que é o empregador dos funcionários da unidade. Algumas redes organizam uma compra coletiva ou recomendam um padrão de cobertura para manter identidade, mas isso é uma escolha da marca, não uma obrigação. Se a sua rede não intermedia, você contrata pela unidade e compara as operadoras normalmente. A Kobe ajuda nos dois cenários.
Como funciona a negociação em bloco pela rede?
A franqueadora, uma associação de franqueados ou um corretor articula uma condição comercial para o grupo de unidades interessadas. A operadora avalia a soma das vidas e desenha uma proposta para aquele volume. Cada CNPJ, então, adere ao seu próprio contrato dentro daquela condição. Ninguém vira operadora e a marca não paga pelas unidades. É um arranjo de compra conjunta que traduz escala em preço e cobertura. A vantagem aparece quando muitas unidades participam de fato.
Sou franqueado de uma unidade nova, já posso contratar?
Pode. A maioria das operadoras não exige tempo mínimo de empresa, então um CNPJ recém-aberto, ativo e sem pendência na Receita, já entra numa cotação a partir de 2 vidas. Você não precisa esperar a rede organizar uma compra coletiva para proteger a sua equipe. Contrata pela unidade agora e, se depois surgir uma negociação de rede mais vantajosa, avalia a portabilidade. Começar cedo evita deixar os funcionários descobertos nos primeiros meses de operação.
Todas as unidades precisam usar a mesma operadora?
Não é obrigatório, mesmo numa negociação de rede. Como cada franquia assina o próprio contrato, uma unidade pode acabar em operadora diferente por causa da rede credenciada da sua cidade. Ainda assim, padronizar ajuda a marca empregadora e simplifica a gestão. O ideal é buscar uma operadora com atendimento amplo o suficiente para cobrir a maioria das praças da rede. Onde ela não alcança, a unidade escolhe uma alternativa regional. A Kobe compara considerando a geografia da rede.
Quantas vidas minha franquia precisa ter?
O piso é o mesmo de qualquer plano empresarial, 2 vidas, contando sócios, gerentes e funcionários com vínculo. Numa unidade enxuta, o titular e um dependente já formam o mínimo. Se a rede negocia em conjunto, o que conta para a condição comercial é a soma das vidas de todas as unidades participantes, não a da sua sozinha. Por isso uma franquia pequena pode se beneficiar de entrar num bloco maior. Quanto mais vidas o grupo reúne, mais forte fica a negociação.
Plano para franquia é diferente do plano de um comércio de rua?
O contrato em si é o mesmo tipo, empresarial coletivo por CNPJ. A diferença é estratégica. Um comércio de rua olha só para o próprio balcão e contrata isolado. A franquia começa igual, mas tem uma rede de unidades com a mesma marca, o que abre a opção de negociar em bloco e ganhar escala. A franquia também precisa pensar em rede credenciada em várias cidades, quando a marca é espalhada. Então a lógica de PME é a mesma, mas a alavanca da rede é exclusiva da franquia.
Posso incluir a equipe e a minha família no plano da franquia?
Pode. No plano empresarial da unidade entram os funcionários com vínculo, os sócios e os dependentes de cada titular, como cônjuge e filhos. Cada vida paga pela própria faixa etária. Incluir a família do franqueado junto com a equipe é comum e ajuda a diluir o custo por vida. Se a rede negocia em bloco, a mesma regra vale dentro do contrato de cada CNPJ. A Kobe monta a cotação já separando titulares, equipe e dependentes para você comparar o total.
O reajuste do plano da franquia segue o teto da ANS?
Não, e isso vale para qualquer plano empresarial. A ANS aplica teto de reajuste apenas aos planos individuais e familiares. No coletivo empresarial, que é o caso da franquia, o reajuste é negociado entre a empresa e a operadora, com base no uso do grupo. Numa negociação de rede, o bloco de vidas costuma ter mais força para segurar reajustes futuros. Por isso comparar o histórico de reajuste das operadoras é tão importante quanto olhar a mensalidade inicial. A Kobe traz esse histórico na comparação.
Quero organizar o plano para toda a minha rede, por onde começo?
Comece mapeando quantas unidades participam e a soma das vidas de cada CNPJ, incluindo sócios e equipe. Com esse número em mãos, a negociação com as operadoras ganha peso, porque o volume é o que destrava condição. Em seguida, defina um padrão de cobertura que faça sentido para a marca empregadora da rede. A Kobe compara as operadoras que atendem a geografia das suas unidades e conecta cada franqueado a um corretor habilitado. Você coordena o padrão e cada CNPJ assina o seu contrato, sem custo pela comparação.

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