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Para você · Corretor de seguros

Plano de saúde para corretores de seguros

Você vende proteção o dia todo. Falta contratar a apólice de saúde da sua própria família

Quem tem registro na Susep já sabe ler risco, rede e reajuste. Aqui você aplica essa ótica ao seu plano de saúde, pela corretora, por adesão ou individual. Compare as operadoras da ANS e cote grátis.

  • Rota pela corretora (CNPJ)
  • Rota por adesão do setor
  • Você entende de risco
  • Todas as operadoras da ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Corretor de seguros habilitado na Susep comparando planos de saúde para a família pela Kobe
Susep
Você lê riscoaplique ao seu plano
Operadoras que o corretor compara
AmilBradesco SaúdeSulAméricaPorto SeguroHapvidaNotreDameUnimed

O corretor de seguros tem três rotas para o plano de saúde: pela corretora com CNPJ, por adesão via associações do setor, ou individual no CPF. A rota coletiva costuma sair mais barata que a individual, e você já sabe comparar as condições.

Plano de saúde para corretores de seguros: por onde começar

Você habilitado na Susep tem caminhos coletivos que o consumidor comum não tem.

O corretor de seguros vive de proteger o patrimônio e a vida dos clientes. Chega uma hora em que precisa fazer o mesmo pela própria família.

A boa notícia é que você tem mais de um caminho. A maioria dos corretores atua como PJ, com uma corretora registrada, e isso abre a rota do plano coletivo pelo CNPJ.

Quem prefere não usar a empresa pode entrar por plano por adesão, através das entidades da categoria. A rota individual, no CPF, fica como terceira opção, quase sempre a mais cara.

Cada rota muda preço, carência e reajuste. Comparar as três antes de assinar é o que garante a melhor condição.

Trate o plano como a apólice de saúde da sua família

O corretor já domina os critérios que a maioria das pessoas não sabe ler.

Aqui está o seu diferencial. Enquanto o cliente comum olha só a mensalidade, você lê uma apólice inteira todos os dias.

O plano de saúde funciona pela mesma lógica de risco que você já domina. Cobertura é o escopo, rede é a assistência, reajuste é a atualização do prêmio e a sinistralidade explica por que o preço sobe.

Como o corretor de seguros avalia um plano aplicando a ótica de risco
CritérioO que o corretor verificaParalelo com seguros
CoberturaSegmentação e o Rol de Procedimentos da ANSEscopo e exclusões da apólice
Rede credenciadaHospitais e clínicas de referência na sua cidadeRede de oficinas e prestadores
ReajusteHistórico anual da operadora no coletivoReprecificação do prêmio
CoparticipaçãoQuanto você paga por uso, além da mensalidadeFranquia e participação no sinistro
CarênciaPrazos de espera por procedimentoPeríodo de carência do seguro

Susep e ANS: por que plano não é seguro-saúde

Dois reguladores diferentes, dois produtos diferentes, ainda que pareçam iguais.

Muita gente confunde, e o corretor é justamente quem consegue explicar. Plano de saúde e seguro-saúde não são a mesma coisa.

O plano de saúde é regulado pela ANS e trabalha com rede credenciada própria da operadora. O seguro-saúde, comercializado pelas seguradoras, é regulado pela Susep e opera por livre escolha com reembolso.

Na prática do dia a dia, hoje quase tudo que se contrata no varejo é plano de saúde sob a ANS. Por isso esta página fala de planos, o produto que atende a maior parte das famílias.

Saber a diferença ajuda você a não pagar por reembolso que não vai usar, e a escolher a rede que atende de fato a sua região.

A rota do CNPJ da corretora

Se você já tem empresa aberta, ela é a sua chave para o preço coletivo.

A maioria dos corretores recebe comissão por uma corretora própria, muitas vezes um MEI ou uma pequena empresa. Esse registro serve para contratar plano coletivo empresarial a partir de 2 vidas.

O coletivo dilui o risco entre as vidas e costuma cobrar menos por pessoa do que o individual de mesma cobertura. Você inclui cônjuge e filhos como dependentes na mesma apólice.

Se a sua corretora é MEI, o passo a passo está na página do plano de saúde MEI. Para empresas com sócios ou funcionários, veja o plano de saúde empresarial.

A rota da adesão pelas entidades do setor

Sem CNPJ, ou preferindo não usá-lo, o corretor entra pela categoria.

Corretores de seguros contam com sindicatos e associações profissionais, como os Sincor de cada estado. Ser filiado a uma dessas entidades abre a porta do plano por adesão.

O plano por adesão é um coletivo negociado para a categoria. Costuma ter preço melhor que o individual e regras próprias de entrada, comprovadas pela filiação.

É a rota ideal para o corretor autônomo, que atua ligado a uma corretora de terceiros e não tem empresa em nome próprio. Entenda o mecanismo na página do plano de saúde por adesão.

Renda por comissão variável e a mensalidade

Como equilibrar um custo fixo mensal com uma receita que oscila.

A renda do corretor sobe e desce conforme a produção do mês. Um plano é um custo fixo, e essa diferença pede planejamento, algo que você já faz com o fluxo de caixa dos clientes.

Uma saída inteligente é a coparticipação. Você troca uma mensalidade cheia por uma menor, pagando um valor por procedimento só quando usa.

Para quem usa pouco o plano na maior parte do ano, o desenho encaixa bem no mês magro e no mês forte. Compare os modelos na página do plano com coparticipação.

Os valores citados são referência ilustrativa. O preço final depende da idade das vidas, da cidade, da operadora e da cobertura escolhida na cotação.

Como o corretor de seguros contrata o plano

Da escolha da rota à carteirinha, em quatro passos.

01Escolha a rotaCorretora com CNPJ, adesão pelo setor ou individual.
02Aplique sua óticaCobertura, rede, reajuste e coparticipação, como numa apólice.
03Compare operadorasA Kobe reúne as opções da ANS para o seu perfil.
04ContrateJunto à operadora, por corretor habilitado, sem custo extra.

Corretor autônomo, sem empresa, também consegue

Não ter CNPJ não te deixa de fora. A adesão pela entidade da categoria resolve, e sempre resta a rota individual no CPF.

O que a operadora confere é a comprovação de vínculo ou de filiação, conforme a rota, e a regularidade da vida a ser incluída.

Erros comuns do corretor ao contratar

Ironia do ofício: quem vende proteção às vezes descuida da própria.

Olhar só a primeira mensalidade. Você sabe que o reajuste do ano seguinte pesa. Compare o histórico da operadora no coletivo, não o preço de entrada.

Ignorar a rede da sua cidade. Preço bom com rede fraca perto de casa é apólice ruim. Confira hospitais e clínicas de referência antes de assinar.

Confundir plano com seguro-saúde. São produtos distintos, de reguladores distintos. Contrate o que atende de fato a sua família, não o rótulo.

Deixar para depois. A carência corre a partir da assinatura. Adiar a contratação é adiar o direito de usar.

Por que cotar o seu plano com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos preço, cobertura e rede para o seu perfil de corretor e ligamos você a um corretor de planos habilitado. Comparar é de graça.

+50Operadoras comparadasTodas registradas na ANS, lado a lado.
R$0100% grátisVocê não paga nada pela comparação.
3Rotas avaliadasCorretora, adesão e individual comparadas.
Sem compromissoVocê só contrata se valer a pena.

Perguntas frequentes sobre plano de saúde para corretores de seguros

As dúvidas mais comuns de quem tem registro na Susep e quer o próprio plano.

Qual a diferença entre Susep e ANS para o corretor?
São dois reguladores de mercados diferentes. A Susep, Superintendência de Seguros Privados, fiscaliza as seguradoras e habilita você como corretor de seguros. A ANS, Agência Nacional de Saúde Suplementar, regula os planos de saúde e as operadoras. Como corretor, você trabalha sob a Susep, mas o plano de saúde da sua família é regido pela ANS. Por isso as regras de carência, cobertura e reajuste do seu plano seguem a ANS, não a Susep. Saber essa separação ajuda a comparar produtos sem confundir os dois sistemas.
Plano de saúde e seguro-saúde são a mesma coisa?
Não são. O plano de saúde é regulado pela ANS e trabalha com rede credenciada própria da operadora, onde você usa a carteirinha. O seguro-saúde é comercializado por seguradoras, regulado pela Susep, e opera por livre escolha de médico com reembolso das despesas. No varejo de hoje, a maioria dos contratos é plano de saúde sob a ANS. Como corretor, você percebe a diferença na hora de decidir se prefere rede fechada com custo previsível ou livre escolha com reembolso. Esta página trata do plano de saúde, o produto mais procurado pelas famílias.
Sou corretor autônomo, sem CNPJ. Consigo plano coletivo?
Consegue, pela rota da adesão. Sindicatos e associações de corretores de seguros, como os Sincor estaduais, permitem que o filiado entre em um plano por adesão, que é um coletivo negociado para a categoria. Você comprova a filiação e acessa condições melhores que as do plano individual, sem precisar de empresa em nome próprio. Se você atua ligado a uma corretora de terceiros e recebe comissão como pessoa física, essa costuma ser a melhor rota. A alternativa é o plano individual no CPF, geralmente mais caro.
Tenho corretora com CNPJ. Vale usá-la para o plano?
Na maioria dos casos, vale. Com um CNPJ ativo, mesmo o de um MEI, você contrata plano coletivo empresarial a partir de duas vidas. O coletivo dilui o risco entre as vidas e cobra menos por pessoa do que o individual de mesma cobertura. Você inclui cônjuge e filhos como dependentes na mesma apólice. É a rota preferida de quem já mantém a empresa aberta. As páginas do plano MEI e do plano empresarial detalham a documentação e o mínimo de vidas de cada porte.
Minha renda por comissão é variável. Isso atrapalha a contratação?
Não atrapalha a contratação em si. A operadora não exige comprovação de renda fixa para liberar o plano, pela rota coletiva o que se comprova é o vínculo com a empresa ou a filiação à entidade. O ponto de atenção é o seu planejamento, já que a mensalidade é um custo fixo e a comissão oscila. Uma saída é a coparticipação, que reduz a mensalidade e cobra por uso. Você, que administra o fluxo de caixa dos clientes, aplica a mesma disciplina ao próprio orçamento e encaixa o plano no mês magro e no mês forte.
O que é o plano por adesão pelas entidades de corretores?
É um plano coletivo negociado para uma categoria profissional. No caso do corretor, entidades como os Sincor e associações do setor firmam contrato com operadoras e liberam a entrada dos filiados. Você comprova a filiação, cumpre as regras do contrato coletivo e paga a mensalidade da tabela negociada, normalmente mais barata que a individual. As carências e coberturas seguem as normas da ANS. A página do plano de saúde por adesão explica o passo a passo e os documentos que costumam ser pedidos nessa rota.
Como escolho entre corretora, adesão e individual?
A regra prática é simples. Se você tem CNPJ ativo, compare a rota coletiva empresarial, que costuma render o melhor preço com dependentes na apólice. Se não tem empresa, mas é filiado a uma entidade da categoria, a adesão tende a ganhar. O plano individual no CPF fica como última opção, quando nenhuma das duas se aplica. Como corretor, você já faz esse tipo de comparação de cenários. A Kobe cota as rotas disponíveis para o seu caso lado a lado, para você decidir com os números na mão.
A coparticipação vale a pena para um corretor?
Depende do seu uso. Na coparticipação, você paga uma mensalidade menor e um valor por procedimento realizado, funciona como a franquia de um seguro. Para quem usa o plano poucas vezes ao ano, o desenho reduz o custo fixo mensal, algo útil quando a renda por comissão varia. Para quem tem uso frequente ou família com consultas constantes, o modelo sem coparticipação pode sair mais previsível. Vale simular os dois. A página do plano com coparticipação compara os cenários e ajuda a ver qual encaixa no seu perfil.
O plano que eu contrato tem a ver com os seguros que vendo?
Não tem ligação comercial. O plano de saúde da sua família é um contrato de consumo como o de qualquer pessoa, contratado junto a uma operadora regulada pela ANS. Ele não passa pela sua atuação profissional na Susep nem pela sua carteira de clientes de seguros. A Kobe apenas compara operadoras e intermedia a contratação, sem que você precise revender ou intermediar nada. O único vínculo com a sua profissão é a bagagem que você traz, o hábito de ler risco, rede e reajuste, que aqui joga a seu favor.
O reajuste do plano coletivo é maior que o do individual?
O reajuste do coletivo é negociado com a operadora e não segue o teto que a ANS aplica ao plano individual. Isso assusta à primeira vista, mas o coletivo parte de um preço de entrada bem menor, então o acumulado costuma compensar. Como corretor, você sabe olhar a série histórica, não só o número do ano. Antes de assinar, compare o histórico de reajuste das operadoras no coletivo, porque a diferença entre uma e outra pesa mais no longo prazo do que a mensalidade inicial. A Kobe ajuda a colocar esse histórico na comparação.
Preciso cumprir carência mesmo sendo corretor?
Precisa, a carência vale para todos e é definida pela ANS, não pela sua profissão. São os prazos de espera, contados da assinatura, para usar cada tipo de procedimento, de consultas a partos. A carência não muda por você ter registro na Susep. O que pode reduzir prazos é a portabilidade, quando você troca de plano aproveitando o tempo já cumprido, ou negociações do contrato coletivo. Por isso adiar a contratação só adia o direito de usar. Quanto antes você entra, antes os prazos começam a correr.

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