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Plano de saúde para corretores de imóveis

Seu CRECI abre o preço coletivo, e a renda por comissão pede um plano que aguente os meses fracos

O corretor de imóveis vive de comissão, com mês forte e mês fraco. O segredo é escolher uma mensalidade que não aperte quando a venda demora. Compare a adesão pelo sindicato, a rota do CNPJ e cote grátis em 1 minuto.

  • Acesso pelo CRECI ativo
  • Adesão via sindicato do setor
  • Mensalidade que cabe na comissão
  • Todas as operadoras da ANS
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Corretor de imóveis com o registro do CRECI comparando planos de saúde por adesão pela Kobe
CRECI
Seu registrovira preço coletivo
Operadoras para corretores
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O corretor de imóveis com CRECI ativo acessa plano coletivo por adesão pelos sindicatos do setor imobiliário, condição mais barata que o individual. Como a renda vem de comissão, o ponto central é escolher uma mensalidade que se sustente também nos meses fracos.

Plano de saúde para corretor de imóveis: como funciona

O registro no CRECI destrava o preço de grupo, e a renda variável define qual plano cabe no seu bolso.

O corretor de imóveis raramente precisa do plano individual, que é o mais caro do mercado.

Com o CRECI ativo, você entra num plano por adesão negociado pelos sindicatos e associações do setor imobiliário.

Esse plano é coletivo. A operadora enxerga a categoria de corretores como um grupo grande, dilui o risco entre muitas vidas e cobra menos por pessoa.

A diferença do corretor para um assalariado é a renda. Quem vende imóvel ganha por comissão, então a escolha da mensalidade precisa considerar o mês que a venda não sai.

O que o CRECI ativo destrava

O registro é o que prova que você é da categoria e libera a adesão coletiva.

O CRECI é o Conselho Regional de Corretores de Imóveis, e o registro ativo é a sua credencial de categoria.

Com ele em dia, você adere a planos coletivos por meio de entidades do setor, como o Sindimóveis e as associações de corretores do seu estado.

Você não contrata o plano na entidade. Ela apenas comprova o seu vínculo com a corretagem, e isso libera a condição coletiva junto à operadora escolhida.

O detalhe do convênio muda por estado, porque cada sindicato negocia com operadoras diferentes. Veja o caminho geral na página do plano por adesão via sindicato.

Renda por comissão: o desafio que o corretor precisa resolver

Mês forte e mês fraco pedem uma mensalidade que não some quando a venda demora.

O corretor de imóveis ganha 100% por comissão. Um mês fecha três vendas, o outro fecha nenhuma.

O erro mais comum é contratar um plano caro num mês bom de vendas e travar no mês seguinte, quando o caixa aperta.

A estratégia certa é escolher a mensalidade pelo seu pior mês, não pelo melhor. Assim o plano sobrevive à baixa temporada do imóvel.

A tabela abaixo mostra como cada momento da sua renda pede uma tática diferente para manter o plano em dia.

Fluxo de renda do corretor de imóveis e estratégia para manter o plano em dia
Momento da rendaO que acontece no caixaEstratégia para manter o plano
Mês forte, vendas fechadasComissões entram e sobra folgaDeixe uma ou duas mensalidades adiantadas como colchão
Mês fraco, sem fechar negócioRenda cai e as contas apertamA mensalidade baixa, escolhida antes, segura o plano sem susto
Alta temporada do mercadoVários fechamentos no períodoAproveite o caixa para quitar a coparticipação acumulada
Baixa temporada, mercado lentoPoucas visitas e menos propostasPlano regional e coparticipação reduzem o custo fixo do mês

Valores e reajustes variam por operadora, idade e região. Este quadro é uma orientação de planejamento, não uma tabela de preços.

Como montar uma mensalidade sustentável

Duas alavancas baixam o custo fixo do corretor: coparticipação e plano regional.

Para caber na renda variável, o corretor deve atacar o valor fixo mensal, que é o que vence todo mês independente de venda.

A primeira alavanca é a coparticipação. Você paga uma mensalidade menor e um pouco a cada uso, o que encaixa bem com quem usa o plano poucas vezes por mês.

A segunda é o alcance da rede. Um plano regional, focado na sua cidade ou região de atuação, costuma custar menos que um nacional.

01CoparticipaçãoMensalidade menor e um valor por uso, para não pesar no mês parado. Veja o plano com coparticipação.
02Plano regionalRede na sua cidade de atuação, mais barato que o nacional para quem roda pouco fora.
03Vidas certasComece só com você, e inclua a família quando o fluxo de vendas estabilizar.

Como não perder o plano num mês sem vender

O atraso da mensalidade é o que mais faz o corretor perder a cobertura.

O maior risco do corretor não é o preço do plano, é o cancelamento por atraso num mês fraco.

A operadora pode suspender ou cancelar o contrato depois de um período de inadimplência, e voltar significa cumprir carência de novo.

Por isso o colchão de uma ou duas mensalidades adiantadas, montado nos meses bons, é a proteção mais barata que existe.

Débito automático em conta com saldo reservado também evita o esquecimento no meio da correria de visitas e assinaturas.

Corretor autônomo e MEI: a rota do CNPJ

A maioria dos corretores é autônoma, e o MEI abre uma segunda porta de preço.

A maior parte dos corretores de imóveis trabalha por conta própria, sem carteira assinada.

Muitos abrem MEI de corretagem, que é a forma mais simples de ter um CNPJ no Brasil.

Com o CNPJ na mão, o corretor ganha uma segunda rota: o plano empresarial, contratado a partir de 2 vidas. O passo a passo está na página do plano de saúde MEI.

Vale comparar as duas portas. Às vezes a adesão pela categoria sai melhor, às vezes o CNPJ do MEI negocia condição mais forte na sua região.

Como comparar o plano certo para você

Corretor iniciante, autônomo consolidado e dono de imobiliária pedem contas diferentes.

O corretor que começou agora costuma priorizar a mensalidade mais baixa, com coparticipação, para não travar o caixa enquanto a carteira de clientes cresce.

O autônomo já consolidado consegue sustentar um plano mais completo, mas ainda deve olhar o histórico de reajuste, porque a comissão não sobe todo ano.

Quem roda entre bairros e cidades precisa conferir se a rede do plano regional cobre onde ele realmente atende, senão o preço baixo não compensa.

A Kobe cruza a sua rota, a sua cidade e o seu momento de renda para mostrar qual operadora entrega a melhor relação de preço e rede. Comparar é de graça.

Por que cotar o seu plano com a Kobe

A Kobe não vende plano próprio, porque não é operadora. Reunimos as operadoras registradas na ANS, comparamos preço, cobertura e rede para a realidade do corretor de imóveis e ligamos você a um corretor de plano habilitado. Comparar é de graça e sem compromisso.

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Perguntas frequentes sobre plano de saúde para corretores de imóveis

As dúvidas mais comuns de quem tem CRECI e vive de comissão.

Corretor de imóveis tem plano de saúde mais barato por causa do CRECI?
Costuma ter. O CRECI ativo dá acesso ao plano coletivo por adesão negociado pelos sindicatos e associações do setor imobiliário. Por ser coletivo, esse plano dilui o risco entre muitos corretores e cobra menos por pessoa do que o individual de mesma cobertura. Não é um desconto automático, e sim uma condição de grupo liberada pelo seu registro. O corretor só precisa comprovar que é da categoria e está regular com o Conselho para acessar a faixa de preço coletiva. A Kobe mostra quais operadoras oferecem essa condição na sua região.
Sou corretor autônomo, sem carteira assinada. Consigo plano de saúde?
Consegue, e por caminhos que o assalariado não tem. A primeira rota é a adesão pela categoria, usando o CRECI ativo por meio de um sindicato ou associação de corretores. A segunda é abrir um MEI de corretagem e contratar como empresa a partir de 2 vidas. Nenhuma das duas exige vínculo empregatício. O que a operadora confere é a regularidade do registro e a comprovação das vidas. Muitos corretores autônomos usam a rota que sair mais barata na comparação, e a Kobe coloca as duas lado a lado.
Ganho tudo por comissão, sem renda fixa. Como escolher a mensalidade?
A regra de ouro é escolher a mensalidade pelo seu pior mês, não pelo melhor. Se você contrata um plano caro num mês de três vendas, ele vira um problema no mês seguinte, quando nada fecha. Prefira um valor fixo que caiba mesmo na baixa temporada do imóvel, apoiado em coparticipação e, se fizer sentido, num plano regional. O extra dos meses bons vai para adiantar mensalidades, não para inflar o custo fixo. Assim a cobertura sobrevive à oscilação da renda variável sem sustos.
O que acontece se eu atrasar a mensalidade num mês sem vender?
O atraso é o maior risco do corretor, mais do que o preço em si. Após um período de inadimplência definido em contrato, a operadora pode suspender e depois cancelar o plano. Voltar costuma significar cumprir carência outra vez, o que é pior que o valor da mensalidade atrasada. A defesa mais barata é montar um colchão de uma ou duas mensalidades adiantadas nos meses fortes de venda. Débito automático com saldo reservado também evita o esquecimento na correria de visitas. A Kobe orienta a escolher um valor que reduza esse risco.
Vale a pena plano com coparticipação para corretor?
Para muitos corretores, sim. Na coparticipação você paga uma mensalidade fixa menor e um valor a cada uso do plano. Isso encaixa bem com quem usa o plano poucas vezes por mês, porque baixa o custo que vence sempre, independente de venda. O ponto de atenção é o mês em que você usa bastante, quando os valores por uso somam. Existem versões com teto que limitam esse acúmulo. Vale comparar a coparticipação com o plano sem coparticipação para ver qual encaixa no seu padrão de uso e na sua renda variável.
Sou MEI de corretagem, meu CNPJ serve para plano de saúde?
Serve, e é uma rota muito usada por corretor. O MEI tem CNPJ pleno e é aceito pela maioria das operadoras para contratos empresariais a partir de 2 vidas. A comprovação é feita pelo Certificado da Condição de Microempreendedor Individual. Com o CNPJ, você acessa o plano empresarial, que também é coletivo e mais barato que o individual. Isso abre uma segunda porta, além da adesão pela categoria. A página do plano de saúde MEI detalha as vidas aceitas e a documentação. A Kobe compara a rota da adesão com a do CNPJ para você ficar com a melhor.
Preciso ser filiado a um sindicato para o plano por adesão?
Na maioria dos convênios, a adesão exige vínculo com uma entidade da categoria, como o Sindimóveis ou uma associação de corretores, além do CRECI ativo. A filiação é o que formaliza o seu pertencimento ao grupo diante da operadora. As regras e o custo dessa filiação mudam por estado, porque cada entidade negocia os próprios convênios. Nem todo plano por adesão pede a mesma coisa, então vale confirmar o requisito antes de fechar. A Kobe indica quais entidades e operadoras estão disponíveis para o corretor na sua região.
Plano regional compensa para corretor que roda a cidade toda?
Compensa quando a sua atuação se concentra numa cidade ou região definida. O plano regional custa menos que o nacional porque a rede é local, e o corretor que trabalha sempre na mesma área não precisa pagar por cobertura no país inteiro. O cuidado é conferir se a rede cobre os bairros e cidades vizinhas onde você de fato atende e vive. Um plano barato com rede concentrada num único ponto acaba caro na prática. A Kobe filtra as operadoras pela sua área de rodagem para que a rede acompanhe a sua rotina.
Posso incluir minha família mesmo com renda variável?
Pode. Cônjuge, companheiro e filhos entram como vidas do plano, cada um pagando pela própria faixa etária. O ponto para o corretor é o timing. Vale incluir a família quando o fluxo de vendas já mostra alguma regularidade, para não criar um custo fixo alto num momento de caixa instável. Uma saída comum é começar só com você e adicionar os dependentes depois, ou usar coparticipação para segurar o valor fixo da família. A cotação da Kobe já considera titular e dependentes para você ver o valor real antes de decidir.
Corretor de imobiliária com carteira assinada tem outra situação?
Tem. O corretor contratado por uma imobiliária com carteira assinada normalmente entra no plano empresarial da própria imobiliária, como benefício de funcionário. Nesse caso, quem contrata é a empresa, e você aproveita a condição coletiva do grupo. A situação deste guia é a do corretor autônomo, que responde pelo próprio plano e vive de comissão. Se você é misto, com vínculo em uma imobiliária e vendas próprias por fora, vale comparar o benefício da empresa com uma rota própria via CRECI ou MEI. A Kobe ajuda a enxergar qual arranjo sai melhor para você.
Como a Kobe ajuda o corretor a escolher o plano certo?
A Kobe reúne as operadoras registradas na ANS e compara preço, cobertura e rede para a realidade de quem vive de comissão. Em vez de empurrar o plano mais caro, cruzamos a sua rota, adesão pela categoria ou CNPJ do MEI, com a sua cidade e o seu momento de renda. Assim, apontamos uma mensalidade que se sustenta na baixa temporada e mostramos onde a coparticipação e o plano regional reduzem o custo fixo. Comparar é de graça e sem compromisso, e você só contrata se a conta fechar para o seu bolso.

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