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Coberturas · Benefício

Plano de Saúde com Fertilização in Vitro

O plano cobre o planejamento familiar, mas a FIV completa costuma ficar fora do Rol obrigatório

Antes de contratar pensando em engravidar, entenda o que a ANS obriga e o que não obriga em reprodução assistida. Compare as operadoras e veja quem oferece coberturas específicas de fertilidade.

  • Planejamento familiar é obrigatório
  • FIV completa não está no Rol
  • Coberturas específicas existem
  • Compare o que cada operadora oferece
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS.
Casal analisando as coberturas de reprodução assistida do plano de saúde com uma especialista da Kobe
FIV
O que cobree o que não cobre
Operadoras comparadas
AmilBradesco SaúdeSulAméricaHapvidaNotreDamePorto SeguroUnimed

Nenhum plano de saúde é obrigado a cobrir a fertilização in vitro completa. O Rol da ANS obriga apenas o planejamento familiar, que inclui orientação, alguns exames e procedimentos de baixa complexidade. A FIV em si costuma ficar por conta do paciente ou depender de coberturas específicas da operadora.

Plano de saúde cobre fertilização in vitro?

A resposta curta é: a FIV completa não é obrigatória, mas parte da jornada de fertilidade é.

A fertilização in vitro é uma técnica de reprodução assistida de alta complexidade, e é justamente esse ponto que muda tudo na cobertura.

O Rol de Procedimentos da ANS obriga os planos a cobrir o planejamento familiar, não a reprodução assistida de alta complexidade.

Na prática, o plano precisa oferecer orientação, consultas e alguns procedimentos de baixa complexidade. A FIV, o congelamento de óvulos e a inseminação artificial não entram nessa obrigação.

O que a ANS obriga em reprodução assistida

O plano é obrigado a cobrir o planejamento familiar, e nada além disso na alta complexidade.

O planejamento familiar previsto em lei tem um escopo definido. Ele cuida da orientação e de procedimentos de baixa complexidade, não da FIV.

Ver o que está de um lado e do outro evita a frustração de contratar esperando uma cobertura que não existe.

O que a ANS cobre e o que não cobre em reprodução assistida
ItemCobertura obrigatória?Observação
Consulta e orientação em planejamento familiarCobertoObrigatório pelo Rol da ANS
Exames para investigar a fertilidadeCobertoOs previstos no Rol, com pedido médico
Acompanhamento clínico do casalCobertoConsultas com especialista da rede
Inseminação artificialNão cobertoFora do Rol obrigatório
Fertilização in vitro (FIV)Não cobertoAlta complexidade, fora do Rol
Congelamento de óvulos e embriõesNão cobertoNão previsto na cobertura mínima

Quadro baseado nas regras gerais do Rol de Procedimentos da ANS. Coberturas variam por operadora e por contrato, e devem ser confirmadas na proposta.

O que o plano cobre na jornada de quem quer engravidar

Mesmo sem a FIV, o plano ajuda em boa parte do caminho.

Muita gente acha que o plano não serve para nada nesse momento. Não é bem assim.

A investigação da fertilidade, o acompanhamento com o especialista e os exames previstos no Rol costumam estar cobertos, e é aí que a jornada começa.

01Consultas e orientaçãoGinecologista, urologista e especialista em reprodução, dentro da rede.
02Exames de investigaçãoHormonais, de imagem e outros previstos no Rol, com indicação médica.
03Pré-natal e partoDepois da gravidez, a obstetrícia entra na cobertura do plano com segmentação hospitalar.

O que fica por conta do paciente

A parte de alta complexidade da FIV normalmente é particular.

O ciclo de fertilização in vitro em si, com estimulação ovariana, coleta, fecundação em laboratório e transferência do embrião, costuma ser pago pelo paciente.

O mesmo vale para a inseminação artificial, o congelamento de gametas e os medicamentos específicos do tratamento.

Por isso a pergunta certa antes de contratar não é apenas o preço da mensalidade, e sim o que aquele plano realmente entrega para o seu objetivo.

Caminhos para quem busca a fertilização in vitro

Existem alternativas além de pagar tudo do próprio bolso.

Não ter cobertura obrigatória não significa ficar sem opções. Há caminhos que reduzem o custo ou ampliam o acesso ao tratamento.

01Coberturas específicasAlgumas operadoras oferecem produtos ou aditivos com reprodução assistida, fora do Rol.
02Rede públicaO SUS tem centros de reprodução humana, com fila e critérios próprios.
03Clínicas particularesPacotes de FIV com preço fechado, às vezes parcelados.
04Reembolso parcialConsultas e exames da investigação podem ser reembolsados pelo plano.

Planos com cobertura extra de fertilidade

Poucas operadoras oferecem coberturas de reprodução assistida acima do mínimo obrigatório, geralmente em produtos específicos ou contratos empresariais negociados.

A Kobe compara as operadoras e sinaliza quais delas têm esse tipo de benefício, para você não perder tempo procurando às cegas.

O que checar no plano antes de contratar

Cinco pontos que fazem diferença para quem quer engravidar.

Segmentação com obstetrícia. Sem ela, o plano não cobre pré-natal e parto. Confira o plano de saúde com obstetrícia se a gravidez é o objetivo.

Carência para parto. A carência de parto costuma ser longa, então contratar cedo evita surpresa.

Rede de especialistas. Veja se há ginecologista, urologista e centros de referência perto de você.

Cobertura de exames. Confirme quais exames de fertilidade estão previstos e como funciona a autorização.

Coberturas extras. Pergunte, por escrito, se o plano tem algum benefício de reprodução assistida acima do Rol.

Por que comparar coberturas de fertilidade com a Kobe

A Kobe não é operadora e não vende plano próprio. Reunimos as operadoras registradas na ANS, mostramos com honestidade o que cada uma cobre em reprodução assistida e ligamos você a um corretor habilitado. Comparar é de graça e sem compromisso.

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Perguntas frequentes sobre plano de saúde e fertilização in vitro

O que mais gera dúvida em quem pesquisa plano pensando em engravidar.

Plano de saúde é obrigado a cobrir fertilização in vitro?
Não. Pela regra da ANS, nenhum plano de saúde é obrigado a cobrir a fertilização in vitro completa. O Rol de Procedimentos obriga apenas o planejamento familiar, que inclui orientação, consultas e procedimentos de baixa complexidade, além dos exames previstos. A FIV é uma técnica de alta complexidade e fica fora dessa cobertura mínima. Algumas operadoras oferecem coberturas específicas de reprodução assistida em produtos ou contratos próprios, mas isso é um extra, não uma obrigação legal do setor.
O que é o planejamento familiar coberto pelo plano?
O planejamento familiar é o conjunto de ações de orientação e assistência à concepção e à contracepção previsto em lei e no Rol da ANS. Na prática, o plano precisa oferecer consultas de orientação, atividades educacionais, alguns exames e procedimentos de baixa complexidade relacionados à fertilidade. Ele não abrange a fertilização in vitro nem a inseminação artificial, que são de alta complexidade. É esse escopo que muita gente confunde com cobertura de FIV, e é importante separar os dois para não contratar com expectativa errada.
Quais exames de fertilidade o plano cobre?
O plano cobre os exames de investigação da fertilidade que estão no Rol da ANS, desde que haja indicação médica. Isso costuma incluir exames hormonais, de imagem e avaliações do casal para entender a causa da dificuldade de engravidar. A autorização segue as regras normais da operadora, com pedido do especialista da rede. O que não entra são os procedimentos do ciclo de FIV em si. Vale confirmar na proposta exatamente quais exames estão previstos, porque o detalhe muda conforme a operadora e a segmentação do plano.
Existe plano de saúde que cobre FIV?
Existem poucas opções. A maioria dos planos segue apenas o mínimo obrigatório e não cobre a fertilização in vitro. Algumas operadoras oferecem produtos específicos ou aditivos de reprodução assistida, muitas vezes em contratos empresariais negociados ou em planos de faixa mais alta. Essas coberturas são um diferencial comercial, não uma regra do setor, e têm condições próprias de carência e limite. A Kobe compara as operadoras registradas na ANS e sinaliza quais têm esse tipo de benefício, para você avaliar se compensa dentro do seu objetivo e do seu orçamento.
Quanto custa uma FIV se o plano não cobre?
O valor de um ciclo de fertilização in vitro em clínica particular varia bastante conforme a cidade, a clínica, o protocolo e os medicamentos. Como esse custo depende de muitos fatores e muda com frequência, a Kobe não trabalha com uma tabela de preços de FIV, que seria apenas ilustrativa. O caminho mais seguro é pedir um orçamento direto à clínica de reprodução. O que a Kobe faz é ajudar você a escolher o plano de saúde certo para a parte que ele cobre, como investigação, acompanhamento e, depois, o pré-natal e o parto.
O plano cobre o pré-natal e o parto depois da FIV?
Sim, desde que o plano tenha segmentação com obstetrícia. Uma vez confirmada a gravidez, não importa se ela veio de forma natural ou por reprodução assistida, o pré-natal e o parto passam a ser cobertos como em qualquer gestação, respeitada a carência. Por isso, para quem busca engravidar, vale contratar um plano com obstetrícia e ficar atento ao prazo de carência de parto, que costuma ser longo. A página do plano de saúde com obstetrícia detalha como funciona essa cobertura da gravidez.
Qual a carência para tratamentos de fertilidade?
Como a FIV e a inseminação não fazem parte da cobertura obrigatória, não há uma carência padrão da ANS para esses procedimentos, e sim as regras do produto específico, quando a operadora oferece essa cobertura extra. Já para consultas e exames de investigação que estão no Rol, valem as carências normais do plano. E para o parto, a carência costuma ser das mais longas. O ideal é confirmar cada prazo na proposta antes de assinar, porque a carência varia por operadora e por tipo de contrato.
O SUS oferece fertilização in vitro?
Sim, o SUS tem centros de reprodução humana assistida que realizam fertilização in vitro em algumas regiões do país. O acesso depende de critérios clínicos e de idade, e costuma haver fila de espera, já que a oferta é menor que a demanda. É uma alternativa importante para quem não tem como custear o tratamento particular. A Kobe atua na saúde suplementar, então não faz o encaminhamento ao SUS, mas é justo lembrar que esse caminho existe e pode ser combinado com o uso do plano para a investigação inicial.
Vale a pena contratar plano só pensando em FIV?
Contratar um plano esperando que ele pague a FIV completa não costuma valer a pena, porque essa cobertura não é obrigatória e raramente está incluída. O plano faz sentido por outros motivos: a investigação da fertilidade, o acompanhamento com especialistas, os exames previstos e, principalmente, o pré-natal e o parto quando a gravidez acontece. Ou seja, ele cobre boa parte da jornada, só não o procedimento de alta complexidade em si. A decisão fica mais clara quando você compara o que cada plano entrega, e a Kobe mostra isso lado a lado.
A Kobe consegue plano com carência zero para FIV?
Não. A Kobe é comparadora e intermediadora, não é operadora, e não promete carência zero nem cobertura garantida de fertilização in vitro. Seria desonesto prometer algo que a regulação e as próprias operadoras não oferecem como padrão. O que fazemos é comparar as operadoras registradas na ANS, mostrar com transparência o que cada uma cobre em reprodução assistida e nas etapas cobertas, e conectar você a um corretor habilitado. Assim você contrata sabendo exatamente o que está incluído, sem surpresa depois.
Como a Kobe pode ajudar quem quer engravidar?
A Kobe ajuda você a escolher o plano certo para o seu momento. Comparamos as operadoras da ANS, destacamos quem tem obstetrícia, boa rede de especialistas e, quando existe, alguma cobertura extra de reprodução assistida. Explicamos com clareza o que é obrigatório, o que fica por conta do paciente e onde estão os caminhos para reduzir custo. Tudo de forma gratuita e sem compromisso. Você preenche a cotação, recebe as opções e decide com informação de verdade, não com promessa vazia sobre FIV.

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